A caminhada é tão importante quanto a chegada.

Muitos de nós passam a vida toda almejando um objetivo, se preparando para uma meta, buscando chegar a um determinado lugar. Investimos muito de nosso tempo neste objetivo, fazemos tudo certo. Porém, vivemos lamentando por ainda não ter chegado lá.

E aí?

Será que estamos agindo corretamente? Será que realmente só devemos comemorar ou celebrar quando chegarmos lá?

Penso que a caminhada pode ser tão gratificante quanto a chegada.

Fazendo uma analogia com uma viagem de férias. Como você se sente quando, meses antes, começa a pensar para que cidade vai? Quais as sensaçoes começam a surgir quando vai decidir se será praia ou montanha, quente ou frio. Não é uma sensação boa? E a medida que o dia da viagem se aproxima e você começa a preparar as malas e fazer compras?

Depois, quando chega o dia e você vai e passa seus dias de descanso no local planejado, nem sempre é como você esperava. Talvez vá chover e você se planejou para dias ensolarados em uma bela praia. Ou pode gripar e não poder curtir como esperava o friozinho da região serrana. Claro que nestes casos, há opções para aproveitar o momento também. Mas, o que eu quero destacar que nem sempre o momento esperado é como planejamos. E que o planejamento, as ações que antecedem o evento podem e devem ser celebradadas, vivenciadas e dado a elas uma atenção especial para que sejam mais um momento de nos sentirmos bem.

Então, meu caro leitor, se você é como a grande maioria dos seres humanos que acredita que é somente no pódio que encontramos a felicidade, está na hora de rever seus conceitos.

Acredito que neste momento de sua vida você deve estar se planejando e colocando em prática ações para alcançar algo importante em sua vida. Não espere alcançar seu objetivo para sentir-se bem. Viva intensamente cada instante deste planejamento, cada ação por menor que seja e encontre nela um motivo para sorrir.

Pare por um instante e pense em algum objetivo que você estabeleceu para sua vida. Celebre e agradeça por cada passo que você já deu em direção a ele. Cumprimente a si mesmo por tudo o que fez até hoje para um dia atingi-lo. Você merece!

Namastê.

Perdão, Generosidade e Desapego!

Perdão, Generosidade e Desapego são, respectivamente, a décima primeira, décima segunda e décima terceira virtudes da atividade voltada para o autoconhecimento chamada 21 Virtudes Para Um Mundo Melhor!

É interessante pensarmos em como as práticas destas três virtudes são parecidas e complementares.

O Perdão nos convida a um exercício de abandono de tudo o que nos incomoda enquanto mágoa, seja em relação ao outro ou a nós mesmos. Sim! Muitas vezes, vivemos magoados conosco, culpando-nos por aquilo que fizemos ou pelo que deixamos de fazer. O momento pede que abandonemos esta mágoa e/ou o apego aos fatos que a geraram.

Ana Justina Neri, em uma de suas canalizações enviadas à Rede Zenitude, intitulada “Sobre o Exercício do Perdão”, coloca o perdão como um gesto quase irmão da generosidade. Ana nos convida a começar o dia perdoando-nos por nossos momentos de fraqueza e a aplicar a generosidade ao olharmos no espelho e reconhecer que somos ainda seres limitados, passíveis de erros.

No mesmo texto, Ana Neri sugere, também, a aplicação da generosidade como o primeiro passo para o perdão das falhas do outro. Ela nos pede que façamos um exercício de empatia nos colocando no lugar daquele que acreditamos ter falhado e vendo-o como um ser em evolução, em aprendizado, assim como nós.

Ao refletir sobre Perdão, Generosidade e Desapego percebemos o quanto podemos ser mais felizes se praticarmos estas virtudes diariamente em nossas vidas. Podemos ter uma vida mais leve, com mais espaço em nossa mente para pensarmos em coisas boas se nos desapegamos de tudo o que nos deixou magoado.

Assim, que tal hoje fazermos um pacotão e depositarmos no lixo todo sentimento de mágoa, dor e lembranças que nos remetem a falhas cometidas por nós e pelos outros?

Que possamos fazer deste dia e dos próximos que virão um exercício constante de limpeza e purificação espiritual!

Que assim seja!

Reginaldo Rosa

Sobre o verbo (ação) de persistir

Pesquisando no dicionário, encontrei as seguintes definições para o verbo PERSISTIR: “Continuar a existir; durar; permanecer; perseverar.

Elas possuem uma característica em comum que nos remete a uma interessante reflexão: todas são verbos, todas indicam ação. Todas são o contrário da inércia, da paralisação. Avançando ou retrocedendo, persista!

Quando instruídos a persistirmos, é importante que tenhamos em mente o que isto representa em nossa jornada. É preciso que saibamos o que deve continuar a existir; o que deve durar, permanecer. É fundamental que reconheçamos o que irá perseverar. Só assim poderemos avaliar o quanto vale a nossa persistência.

Ao ouvirmos nossa voz interior nos dizer “Prossiga!”, é porque estamos nos preparando para parar ou desviar da rota. Em uma ou outra opção, devemos avaliar o que está fazendo com que tenhamos tal atitude. Caso percebamos que é uma atitude estratégica, pensada e avaliada, vale prosseguir na decisão que estamos tomando. Mas, se tomar esta decisão representa abrir mão de nossos objetivos, de nossos sonhos e ideais, há algo errado e a ordem de prosseguir virá com tamanha veemência que não teremos como continuar a fuga.

Vivemos em uma época na qual as sensações, sentimentos e emoções tem chegado até nós como se fossem o dobro do que são. O momento atual é de intensidade, assim tudo o que sentimos é realmente mais forte do que em épocas passadas.

Hoje, sentimos mais tristeza, mais raiva, mais saudade, mais dor. Mas também sentimos mais ternura, mais alegria, mais felicidade, mais amor. Tudo isto em função do processo de expansão da consciência pelo qual a humanidade vem passando e que resulta em mudanças na “configuração” de nossos corpos físico, espiritual e emocional.

Nossos mecanismos de absorção da energia dos sentimentos estão aprimorados. Estão sendo preparados para serem usados futuramente como o principal meio de comunicação.

Quando estamos caminhando, rumo ao cumprimento de nossos objetivos, nos deparamos com obstáculos que impedem nosso caminhar e nos fazem desviar. Porém, prosseguimos! Assim, devemos proceder na vida. Dificuldades existem, problemas fazem parte de nosso processo de evolução, relacionamentos são presentes divinos a fim de que tenhamos a oportunidade de aprender olhando para o outro.

Olhe para a frente! Se lá está seu coração, é para lá que você deve ir, persistindo sempre!

Reginaldo Rosa – 09/05/2013

Humildes, mas reconhecedores de nossos valores

A reprodução ao lado é de uma pintura do século XV intitulada “A Virgem da Humildade”. O quadro tem a característica de ter sido um dos primeiros no qual identificamos a “Santa Mãe de Deus” fora de um altar. Masolino, o autor, colocou a Virgem no chão, sob uma almofada dando de mamar ao Menino Jesus.

O que este quadro tem a ver com o nosso tema? Estaria Maria sendo reproduzida em uma situação de humildade? Para responder a esta questão é importante que primeiro façamos uma reflexão sobre o que é humildade.

O dicionário Aurélio define humildade como  “a virtude que nos dá o sentimento da nossa fraqueza”. Para a Wikipédia, é “a qualidade daqueles que não tentam se projetar sobre as outras pessoas, nem mostrar ser superior a elas”.

Penso que muitas vezes, confundimos humildade com modéstia. Ser humilde lhe permite identificar seus valores, sem enaltecê-los com o desejo de sobressair-se e inferiorizar os demais companheiros de jornada. A pessoa humilde reconhece que precisa aprender muito ainda, mas necessariamente não precisa esquecer-se do que já alcançou em termos de desenvolvimento. Pelo contrário, deve usar deste crescimento para alcançar o que ainda falta.

O modesto, diferente do humilde, faz de tudo para esconder seus valores, o que muitas vezes pode impedi-lo de contribui com o crescimento dos demais. Uma pessoa que domina um determinado assunto, por exemplo, pode exagerar na modéstia e perder a oportunidade de repassar este conhecimento a alguém que deseja aprender. O humilde irá abastecer o companheiro de informações, tendo apenas o cuidado de fazê-lo de uma forma que o ouvinte não se sinta inferiorizado e sim motivado a aproveitar o momento e aprender.

Todos nós somos muito bons em alguma atividade ou sábios em algum assunto. Para chegarmos a este nível, foi necessário algum esforço de nossa parte, seja estudando ou praticando. Reconhecer isto é nossa obrigação. Este reconhecimento é um dos principais antídotos contra alguns males como a depressão, por exemplo.

Valorizar-se, reconhecer-se como um ser em desenvolvimento, mas que já alcançou várias etapas do processo evolutivo é nossa obrigação. Agindo assim, sentimos motivados a continuar crescendo e ainda identificamos o que temos de melhor para oferecer ao mundo.

Ao pintar a Virgem fora do altar, Masolino seguia um novo tipo de devoção em que os protagonistas da pintura se humanizam em relação aos modelos anteriores. Este modelo difundiu-se pela Europa, contribuindo para uma ampliação dos devotos à Santa.

Vemos uma Maria, santificada, porém em situação de humildade, com valores e ensinamentos a oferecer a seus filhos.  Próxima a eles.

Que todos nós possamos no dia de hoje identificar nossos valores. Temos diversas virtudes. Algumas em estágio maior de desenvolvimento, outras nem tanto. Que sejamos humildes o bastante para não deixarmos que o autoconhecimento nos distancie daqueles que necessitam de nosso auxílio, mas que também não exageremos na humildade, caindo no mesmo distanciamento.

Reginaldo Rosa

Observação: A Humildade é um dos dez Valores da Rede e sua declaração é a seguinte:
* Humildade – Rejeitar, de forma imperativa, o orgulho prepotente e a vaidade. Encarar o mérito ou eventuais reconhecimentos como um ingrediente a ser compartilhado por todos, em rede, de forma solidária e afetuosa.

Clique aqui e conheça os demais Valores da Rede Zenitude 

Emoções e sentimentos são para serem expressos…

Penso que um dos costumes mais danosos de nossa sociedade é reprimir as emoções do próximo. Quantas vezes dizemos ou nos dizem “não chore”, “não fica assim”, “ou pra que ficar assim?”.

Agora mesmo, assistindo o Soletrando, programa do Luciano Huck, vi quando o apresentador foi imperativo para uma das candidatas perdedoras: “não chore, fulana”. Como assim, a candidata estava lá triste por ter perdido e não podia chorar? Não seria uma atitude normal chorar por não ter conseguido atingir o objetivo?
Vivenciar uma dor eternamente ou agarrar-se à uma frustração e não caminhar em busca do sucesso são atitudes que não contribuem em nada para vivermos bem. Porém, chorar, ficar triste, expressar exatamente aquilo que estamos sentindo naquele momento só nos ajuda a ser mais feliz.
Segundo Louise Hay, autora do livro “Você pode curar a sua vida”, ao reprimirmos sentimentos, despejamos diversos tipos de toxinas em nossa corrente sanguínea. A autora afirma que somos os únicos responsáveis por nossas doenças, principalmente quando reprimimos nossos sentimentos. Porém, na minha opinião, se desde a nossa infância somos incentivados a agir assim, agir diferente é um grande desafio.
No próximo retiro da Rede Zenitude, em novembro, quando estaremos celebrando a energia das virtudes, um assunto que será amplamente abordado será a expressão dos sentimentos e das emoções. Será uma excelente oportunidade para refletirmos sobre o que tem nos impedido de sermos quem realmente somos e nos livrarmos de várias máscaras impostas pela sociedade.
Breve enviaremos mais detalhes sobre o evento. Mas, enquanto isto, fica a sugestão para expressarmos TODOS os nossos sentimentos livremente, sem bloqueios ou vergonha. E que também possamos parar de impedir nossos amigos e familiares de “sentirem” o que estão sentindo. Se morre um ente querido e a pessoa está triste, tem que chorar sim! Se um objetivo não foi alcançado e gerou frustração, qual o motivo para não ficar um período chateado?
Assim como praticamente tudo em nosso Planeta, há dualidade nos sentimentos e emoções. Tanto podem contribuir para o bem estar, como uma válvula de escape, quanto podem ser geradores de dores físicas e doenças emocionais. A escolha é nossa!!!
Reginaldo Rosa

À flor da pele

Atualmente, muitos de nós vem passando por momentos de intensa melancolia. Algumas vezes, desconhecemos o motivo, em outras sentimos que estamos dando mais valor a um fato do que deveríamos e em outras, ainda, estamos mesmo vivenciando situações de intensa emoção.

Parte desta melancolia é fruto de nossas vivências, porém a maior parte temos captado da Psicosfera(*) da Terra. Nosso Planeta vem vivenciando uma transição energética e uma das características deste momento é a transformação da intensidade com que as pessoas estão vivenciando seus sentimentos e emoções.

Ao longo desta vida e de outras que vivemos, muitos de nós passávamos por situações de extrema dificuldade e travávamos as emoções, acreditando ser o melhor a fazer. Agindo assim, adquirimos traumas intensos, desenvolvemos cânceres complicados e fizemos com que nossa autoestima se tornasse algo ínfimo dentro de nós.

A chegada de um novo momento para a Terra exige uma nova postura daqueles que aqui ficarão. Aproxima-se um tempo em que emoções e sentimentos serão quase que uma forma de comunicação e não haverá espaço para quem insistir em não vivenciar suas emoções. A proximidade desta época tem feito com que estejamos mais sensíveis. Estamos cada vez mais vibrando em frequências de sentimentos sutis. Mas, não precisamos nos assustar. Tudo isto é uma preparação para a grande mudança. O momento em que estaremos bem próximos da Frequência do Amor.

Vivenciar o momento atual não tem sido fácil para alguns. Chega-se, às vezes, a sentir dores, tamanha a melancolia. É preciso que estejamos vigilantes e que, ao sentirmos nossa frequência vibracional caindo, reforcemos nossa conexão com o Criador primordial. Muitas vezes, mesmo agindo assim não conseguiremos evitar a melancolia. Mas, a melancolia, a tristeza, o choro tem seu valor. Ao derramarmos lágrimas estamos exercendo o que temos de mais belo que é a expressão de um sentimento.

È importante estarmos atentos ao que sentimos, tentarmos separar o que são nossos sentimentos e nossas emoções daquilo que estamos apenas captando, fruto de nossa sensibilidade aguçada. É preciso, também, que estejamos atentos ao outro. Ao nosso amigo, nosso companheiro, companheira. Nossa família, colegas de trabalho. Cada ser humano que habita este Planeta está mais suscetível às sensações despertas por seus sentimentos. E as reações podem ser as mais diversas possíveis.

É preciso que exercitemos nossa solidariedade neste momento, conosco e com o próprio. Primeiramente, nos permitindo sentir, sofrer, chorar. Deixando vir à tona tudo o que tivermos vontade. Analisando e buscando a origem do estado emocional e o que ele tem para nos ensinar. Em paralelo, buscar entender e amparar o outro. Tentar compreender aquele que se diz deprimido, mesmo que a nossos olhos a situação seja simples e não justifique tanto culto à dor. Que façamos de nossos ombros, um espaço calmo e aberto a todos os que nos procuram, pois a necessidade um abraço amigo se fará cada vez maior entre nós.

Que possamos ter belos momentos de intensa emoção.

Reginaldo Rosa

(*) Psicosfera: termo utilizado pela Doutrina Espírita para caracterizar o campo vibracional que envolve um planeta constituído de emissões energéticas enviadas por seus habitantes.

Sobre Simplicidade e Sabedoria – Um texto do escritor Rubem Alves


Rubem Alves, nascido em Boa Esperança, em 15 de setembro de 1933, é um psicanalista, educador, teólogo e escritor brasileiro. Autor de livros e artigos abordando temas religiosos, educacionais e existenciais, além de uma série de livros infantis. Aqui, ele constrói uma crônica inspiradora sobre a simplicidade.

SIMPLICIDADE é um dos valores da Rede Zenitude. Temos mais nove. E uma missão, que define nossas ações e propósitos. Conheça-os aqui. Continue lendo “Sobre Simplicidade e Sabedoria – Um texto do escritor Rubem Alves”

Pai-Nosso Proativo

Habitualmente oro o Pai-Nosso, como uma oração clássica cristã. Não gosto muito de orações pré-estabelecidas, por achar que elas mais me dispersam do que me conectam. Então, é mais habitual que eu eleve meu padrão vibracional, pense em uma imagem, uma sensação e ali me “re-ligo”…Com relação ao Pai-Nosso, sinto-a, sim, como um belo e maravilhoso presente que recebemos, para que possamos ter momentos de conexão com o Divino. Ocorre que, pessoalmente, em minhas divagações, acho que seu texto, pelo menos na tradução ocidental, tem um caráter onde delegamos a Deus o que “Ele” deve fazer por nós: é “Ele” quem precisa não nos “deixar” cair em tentação, por exemplo; quando eu acho que nós é quem deveríamos nos esforçar para, de nossa parte, primeiramente, não cair na tentação. Esforço nosso, com o apoio do Pai, mas PRIMEIRAMENTE esforço nosso. Fico com a sensação de que seria plausível, nesse sentido, uma postura mais ou menos assim: eu estou caminhando lá, para a tentação, meio que “negociando” com Deus, e dizendo: “Olha, cara, tô indo, sou fraco, mas tenho forças pra caminhar em direção ao caminho errado… VOCÊ, aí, me ajuda, porque SE VOCÊ não me ajudar, vou cair”. Risos.

Quem me conhece mais de perto, sabe que meus diálogos internos são assim, estas viagens. Aos que não conhecem, peço perdão pelo susto e ressalto que não há, aqui, nenhuma intenção de crítica de religiosidade ou religião… 
Em função disso, há muito queria redigir um “Pai-Nosso Proativo”.  Hoje, ele nasceu…
Compartilho…***************

Pai-Nosso Proativo

Pai,
cuja força poderosa habita em mim,
teu filho e parte integrada de Ti que anseia pelo crescimento e renovação,
e que aprendi a perceber que estás em todo lugar,
que eu saiba santificar, em meus pensamentos e gestos, o teu nome e a Tua presença.
Que eu me torne artífice construtor e co-operador na edificação de Teu reino de bondade e justiça.
Que minhas vontades se tornem unas com as Tuas e com os Teus propósitos, por coerência e por exercício da verdade. E que isso possa ser feito todos os dias, em qualquer lugar, entre a Terra e os céus e além deles, por toda a minha existência ou até mesmo em outras, se houver.
Que o pão que alimenta a mim e a meus irmãos seja conquistado com meu esforço, sempre com ética, inteira afinidade com Teu amor infinito e que eu jamais me permita trocar a certeza do pão pela incerteza da construção sintonizada com princípios não iluminados.
Que eu seja digno do perdão e que possa, todos os dias, exercitar a força que habita em mim para, um dia, nem mesmo precisar de obter qualquer perdão, já que não mais cometerei faltas, tendo compreendido as Tuas leis, inequívocas e que são, em essência, compreensão e misericórdia. E que eu saiba compartilhar esse aprendizado com todos – até mesmo com aqueles que minha compreensão ainda limitada julga como pessoas que me ofenderam ou que me são devedores.
Que eu tenha forças para optar pelo melhor, sempre. E, assim, todos os dias, não haverá tentação de qualquer espécie, já que o melhor é tudo aquilo que possui Tua essência de amor e pureza.
E que eu construa em torno de mim a impossibilidade de conectar-me com o não-bem, os falsos valores, o feio, a hipocrisia, a inveja, o orgulho, a vaidade, a luxúria, a perversão, a ambição desmedida e o desrespeito às Tuas inspirações.

Que eu faça que assim seja!

(Ney Mourão)

Façam suas escolhas!!!

A cada novo despertar em nossas vidas, nos é oferecida a oportunidade de fazer escolhas.

Ao nos levantarmos, ao nos dirigirmos ao trabalho, ao lazer, às tarefas de casa, enfim, ao sairmos de uma noite de sono e começarmos uma jornada desperta somos convidados a fazer a escolha de “que dia queremos para nós e para aqueles que passarão por nosso caminho“.
Quando pensamos nos ensinamentos que o Grande Mestre trouxe para nós, fica fácil fazer a escolha. Fica fácil desejar momentos de qualidade, de satisfação, de energia saudável. Acredito que a dificuldade vem na hora de colocar em prática. Mas, não pensemos nisto agora. DESEJEMOS!!! É o primeiro passo.
Que cada um de nós possa sempre se lembrar de ao despertar, fazer a melhor escolha. A escolha de um BOM DIA, para nós, para nossos familiares, para nossos vizinhos, nossos amigos, colegas de trabalho. Que desejemos um bom dia para todos que habitam este orbe. Que representemos neste desejo de bom dia o desejo de uma Terra evoluída, cheia de LUZ e AMOR entre os que a habitam.
Que a LUZ maravilhosa que vem de nosso criador habite cada coração despertando-o e/ou mantendo-o na verdadeira e proveitosa caminhada: a caminhada do crescimento espiritual.
Que esta LUZ habite também o coração daqueles que ainda não estão desejosos deste crescimento. Que ela permaneça ali, num cantinho do coração destes, como uma semente que um dia será regada e também dará belos frutos.
Que assim seja!!!

A paz nasce no lar

Você já se deu conta de que as guerras, tanto quando a violência, nas suas múltiplas faces, nascem dentro dos lares? Em tese, é no lar que aprendemos a ser violentos ou pacíficos, viciosos ou virtuosos. Sim, porque quando o filho chega contando que um colega lhe bateu, os pais logo mandam que ele também bata no agressor. Muitos pais ainda fazem mais, dizendo: “filho meu não traz desaforo para casa”; “se apanhar na rua, apanha em casa outra vez”! Se o filho se queixa que alguém lhe xingou com palavrões, logo recebe a receita do revide: “faça o mesmo com ele”. “vingue-se”, “não deixe por menos”. Quando o amiguinho pega o brinquedo do filho, os pais intercedem dizendo: “tire dele, você é mais forte”, “não seja bobo”! Essas atitudes são muito comuns, e os filhos que crescem ouvindo essas máximas, só não aprendem a lição se tiverem alguma deficiência mental, ou se forem espíritos superiores, o que é raro na terra.

O que geralmente acontece é que aprendem a lição e se tornam cidadãos agressivos, orgulhosos, vingativos e violentos. Ingredientes perfeitos para fomentar guerras e outros tipos de violências.

Se, ao contrário, os pais orientassem o filho com conselhos sábios, como: perdoe, tolere, compartilhe, ajude, colabore, esqueça a ofensa, não passe recibo para a agressividade, os filhos certamente cresceriam alimentando outra disposição íntima.

Seriam cidadãos capazes de lidar com as próprias emoções e dariam outro colorido à sociedade da qual fazem parte.

Formariam uma sociedade pacífica, pois quando uma pessoa age diante de uma agressão, ao invés de reagir, a violência não se espalha. A paz só será uma realidade, quando os homens forem pacíficos, e isso só acontecerá investindo-se na educação da infância.

Os pais talvez não tenham se dado conta disso, mas a maioria dos vícios também são adquiridos portas à dentro dos lares. É o pai incentivando o filho a beber, a fumar, a se prostituir, das mais variadas formas.

É a mãe vestindo a filha com roupas que despertam a sensualidade, a vaidade, a leviandade. Meninas, desde os três anos, já estão vestidas como se fossem moças, com roupas e maquiagens que as mães fazem questão de lhes dar.

Isso tudo fará diferença mais tarde, quando esses meninos e meninas estiverem ocupando suas posições de cidadãos na sociedade.

Então veremos o político agredindo o colega em frente às câmeras, medindo forças e perdendo a compostura.

Veremos a mulher vulgarizada, desvalorizada, exibindo o corpo para ser popular.

Lamentavelmente muitos pais ainda não acordaram para essa realidade e continuam semeando sementes de violência e vícios no reduto do lar, que deveria ser um santuário de bênçãos.

Já é hora de pensar com mais seriedade a esse respeito e tomar atitudes para mudar essa triste realidade.

É hora de compreender que se quisermos construir um mundo melhor, os alicerces dessa construção devem ter suas bases firmes no lar.

Equipe de Redação do Momento Espírita, com base em seminário proferido
por Raul Teixeira, no VI SIMPÓSIO PARANAENSE DE ESPIRITISMO,
dia 27/05/03. Fonte: http://casa.momento.com.br/

Celebremos a energia da família


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Bom dia, meus queridos amigos!!!

Estamos nos preparando para mais um retiro semestral, que será realizado no próximo final de semana, quando estaremos “Celebrando a Energia da Família”. Desde maio, quando realizamos o último retiro, o tema família vem sendo discutido em nossos eventos presenciais (Voos da Pena e nos passeios energéticos) e em nossa lista de e-mails. O tema família se apresenta como uma continuidade de um estudo que nos é oferecido desde o início do grupo, em novembro de 2009. Na época, durante o “Celebrando a Energia da Vida”, aprendemos que tudo em nosso meio é energia e que temos ferramentas para que esta energia se mantenha positiva e ao nosso favor. Aprendemos que notícia ruim é carregada de energia negativa e que selecionar o que ver na TV é uma das maneiras de nos mantermos bem. Aprendemos, também, que um sorriso sincero de bom dia despeja uma imensa carga energética positiva em quem recebe o sorriso e também em quem sorri. Vimos que, estando sintonizados com a energia Divina, podemos atuar positivamente até mesmo na vida daqueles que estão distantes de nós. Para a energia da vida não há distâncias.

Em nosso segundo encontro, realizado em maio de 2010, “Celebrando a Energia do Cuidado”, nos baseamos em um estudo do teólogo Leonardo Boff para conhecermos as várias dimensões do Cuidado na vida pessoal, social e planetária. Aprendemos como cuidar para que estejamos energeticamente bem conosco, com o outro e com a natureza de forma geral.

“Celebrando a Energia da Música”
foi o tema apresentado no mês de novembro de 2010, momento em que experienciamos sensações maravilhosas do poder da música em nossas vidas. Conhecemos diversas aplicações da energia da música para manutenção do equilíbrio físico, mental e espiritual. Da mesma forma, identificamos momentos em que a música favorece o desequilíbrio e a desconexão com o Divino. São exemplos, músicas cujas letras favorecem a vida desregrada, incentivando o desrespeito ao outro ou a si mesmo.

Em maio de 2011, nosso retiro esteve repleto de criaturas celestiais:  arcanjos, querubins e serafins estiveram conosco “Celebrando a Energia dos Anjos”. Aprendemos que estes seres estão à nossa volta e em outros planos intercedendo para que tudo aconteça da melhor maneira possível. Aliando o conhecimento adquirido anteriormente à novidade que nos foi apresentada, percebemos que eles podem nos ajudar a CUIDAR  e manter o equilíbrio energético do Planeta e que podemos, inclusive, invocar a proteção deles fazendo uso da boa MÚSICA.

Agora, nos dias 18, 19 e 20 de novembro, estaremos reunidos “Celebrando a Energia da Família”. Veremos a importância das formações familiares durante a história do mundo. Como estas formações evoluíram até os dias atuais e como elas ainda possuem um papel fundamental na formação psíquica do indivíduo. Em nosso estudo preparatório temos percebido a família como uma possível blindagem contra forças desestruturadoras. Temos compreendido que a formação familiar é um recurso Divino que favorece nosso crescimento espiritual e nosso auto-conhecimento. Somos colocados em contato com pessoas que muitas vezes pensam e agem diferente de nós. Aquele irmão que nos incomoda por seu modo de agir, um filho que não nos obedece como gostaríamos, a esposa ou o marido que não nos compreende ou não nos ama como gostaríamos são exemplos de situações que Deus nos oferece para que cheguemos ao fim da vida equilibrados energeticamente e mais evoluídos. Deus nunca nos oferece desafios superiores aos recursos que temos disponíveis!

Em nosso estudo, teremos a oportunidade de ampliar nossa visão a respeito de Família, a partir da mensagem que Jesus nos trouxe de que somos todos irmãos. Veremos o termo família como a denominação de um agrupamento de seres com objetivos comuns. Sob esta perspectiva, descobrimos que somos uma grande família formada por pequenas famílias: a família das pessoas que moram em nossa rua, do nosso bairro, da nossa cidade, estado, país, planeta e do Universo. Se “Há muitas moradas na Casa de meu Pai”, como Jesus nos afirmou, em cada uma destas moradas também há um nosso irmão. Sem nos esquecermos, ainda, de outros membros de nossas famílias como os animais, as plantas, os minerais…

Partindo deste princípio, podemos começar a nos preparar para o grande desafio de reconhecer a Família Universal, reconhecendo os pequenos agrupamentos familiares de que fazemos parte e neles EXERCENDO A ENERGIA DO CUIDADO. Cuidando para que a criança que permanece no sinal de trânsito tenha um futuro melhor. Descobrindo formas de manter o filho da empregada longe do perigo e da tentação das drogas. Vendo o problema do outro como parte de um problema do todo e se sentindo co-responsável pela solução.
Sabemos que a proposta não é nada fácil. Como diz um palestrante de uma formação religiosa de que faço parte, quando nos preparamos para um estudo ou uma palestra, somos os primeiros a tomar conhecimento da informação e por isto nossa responsabilidade se torna ainda maior. Quando fazemos uma palestra, uma apresentação para uma plateia, os primeiros ouvidos a ouvir nossa fala são os nossos e, mais uma vez, somos chamados à responsabilidade em primeira mão.

Que a ENERGIA DA VIDA, a ENERGIA DO CUIDADO, a ENERGIA DA MÚSICA e a ENERGIA DOS ANJOS nos fortaleçam para fazer deste encontro mais um momento mágico. Que a energia gerada a partir dele alcance diversos corações em todo o Universo. Que possamos contribuir para o sucesso do momento especial pelo qual a Terra vem passando, no qual, a cada dia, iremos nos distanciar mais das energias negativas.

Impressões sobre um Encontro muito especial

(Veja fotos desta atividade no nosso Álbum Virtual. Clique aqui.)

(Depoimento de Reginaldo Rosa sobre o Encontro “Voo da Pena”, realizado em 03/10/2011)

“Um abraço sutil, gesto de laços fraternais. Nossa pena, convite ao voo, convite ao encontro na Terra, ocasional…nos universos, perene e total.”

O texto acima é parte de uma música composta por Ney Mourão em homenagem a um ícone da Rede Zenitude:  uma pena, que veio dos ceús, tal qual um presente, durante uma vivência em meio a uma clareira no meio da mata, no primeiro encontro realizado pela Rede.

No local de rara beleza, no Instituto Renascer da Consciência, no momento em que a pena caiu, os participantes falavam, justamente, da necessidade de transcender, de viajar mais alto, de alcançar esferas maiores – tal como a águia, “voar” em direção a planos superiores de amor, bondade e luz.

A pena, além desta representação, acabou tornando-se um convite à celebração. A cada dois meses, realizamos um encontro presencial na residência de um dos membros da Rede. Durante o encontro, rimos, brincamos, nos abraçamos, aprendemos e nos conectamos com os membros que estão distantes em um momento chamado de sintonização energética. E a pena representa a chegada do grupo à residência, trazida pelo membro que nos havia acolhido no encontro anterior.

No dia 3 de outubro, sábado, a pena voou para a casa de minha mãe. Os preparativos começaram cerca de um mês antes. O que seria servido? Que brincadeiras seriam realizadas? O que fazer, como fazer?

Como relatado por outros companheiros que acolheram a pena anteriormente, tenho a impressão de que é feito todo um planejamento energético anterior com a presença de forças angelicais enviadas por Deus para que o encontro seja um sucesso. Durante a preparação para o evento, presenciei raros  e bons momentos de união entre meus familiares.

Algumas transformações foram sentidas e outras vivenciadas. Vale destacar um novo hábito adquirido durante este período de preparação para o Voo da Pena: acostumados a almoçar frente à TV, vendo e ouvindo as pesadas notícias dos jornais do meio-dia, passamos a nos sentar à mesa e compartilhar assuntos positivos.

Cada um, do seu modo, colaborou para que a reunião acontecesse da melhor maneira possível, limpando a casa, indo às compras, buscando cadeiras e mesas, cozinhando ou cuidando do conteúdo do evento.

Minutos antes do horário marcado para início, alguns ajustes ainda estavam sendo feito como o local onde seria colocada a TV, a arrumação das mesas etc. Inicialmente, prevíamos que teríamos cerca de dez a doze pessoas. Com o passar do tempo, as pessoas foram chegando e logo estávamos com vinte e três pessoas, entre adultos e crianças.

Na rua, dançantes de um grupo de congado festejavam o início do mês dedicado a Nossa Senhora Aparecida. A energia emanada dos tambores e de seus cânticos contribua para o fortalecimento do círculo energético formado em volta da casa de minha mãe.

Para descontrair, um bingo bem diferente criado pelo Ney Mourão. Ao invés de números, valores e sentimentos fundamentais em uma relação familiar. A cada palavra “cantada”, uma reflexão sobre o quanto daquele valor ou sentimento está presente em nós. Os ganhadores de cada rodada ganhavam, também, um convite para falar um pouco sobre aquele valor ou sentimento que o havia ajudado a ganhar a rodada.

Logo após, meu irmão, Ronaldo Costa, compartilhou uma apresentação sobre família. Conhecemos a origem do termo, conceitos e formatos desde a antiguidade, papéis dos membros familiares e outros temas que nos convidam à reflexão sobre a importância do conceito família no momento em que estamos vivendo.

Após a apresentação do Ronaldo, Ney Mourão nos alertou para ampliarmos a visão de família, concebendo o termo como uma oportunidade de estarmos em comunhão com nosso vizinho, nossos colegas de bairro, de trabalho, com os animais, as plantas, enfim. que possamos formar uma grande família universal.

Em nome de minha família, agradeço a todos pela presença física e também pelas presenças vibracionais. Já tivemos notícias de que foi um momento mágico, como sempre, com conexões com outros grupos e membros dispersos pelo mundo.

A energia oferecida por vocês proporcionou que minha família tivesse a oportunidade de se reunir de uma forma que raramente acontece. Por exemplo, somos uma família na qual os irmãos nunca se abraçaram. Acredito que meu pai, que é falecido, deve ter ficado muito feliz e sentido a imensa vibração energética fruto do encontro.

Um abraço sutil, gesto de laços fraternais.

Nossa pena, convite ao voo, convite ao encontro na Terra, ocasional…nos universos, perene e total.

 

O texto acima é parte de uma música composta por Ney Mourão em homenagem a um ícone da Rede Zenitude: uma pena, que veio dos ceús, tal qual um presente, durante uma vivência em meio a uma clareira no meio da mata, no primeiro encontro realizado pela Rede.

 

No local de rara beleza, no Instituto Renascer da Consciência, no momento em que a pena caiu, os participantes falavam, justamente, da necessidade de transcender, de viajar mais alto, de alcançar esferas maiores – tal como a águia, “voar” em direção a planos superiores de amor, bondade e luz.

 

A pena, além desta representação, acabou tornando-se um convite à celebração. A cada dois meses, realizamos um encontro presencial na residência de um dos membros da Rede. Durante o encontro, rimos, brincamos, nos abraçamos, aprendemos e nos conectamos com os membros que estão distantes em um momento chamado de sintonização energética. E a pena representa a chegada do grupo à residência, trazida pelo membro que nos havia acolhido no encontro anterior.

 

No dia 3 de outubro, sábado, a pena voou para a casa de minha mãe. Os preparativos começaram cerca de um mês antes. O que seria servido? Que brincadeiras seriam realizadas? O que fazer, como fazer?

 

Como relatado por outros companheiros que acolheram a pena anteriormente, tenho a impressão de que é feito todo um planejamento energético anterior com a presença de forças angelicais enviadas por Deus para que o encontro seja um sucesso. Durante a preparação para o evento, presenciei raros e bons momentos de união entre meus familiares.

 

Algumas transformações foram sentidas e outras vivenciadas. Vale destacar um novo hábito adquirido durante este período de preparação para o Voo da Pena: acostumados a almoçar frente à TV, vendo e ouvindo as pesadas notícias dos jornais do meio-dia, passamos a nos sentar à mesa e compartilhar assuntos positivos.

 

Cada um, do seu modo, colaborou para que a reunião acontecesse da melhor maneira possível, limpando a casa, indo às compras, buscando cadeiras e mesas, cozinhando ou cuidando do conteúdo do evento.

 

Minutos antes do horário marcado para início, alguns ajustes ainda estavam sendo feito como o local onde seria colocada a TV, a arrumação das mesas etc. Inicialmente, prevíamos que teríamos cerca de dez a doze pessoas. Com o passar do tempo, as pessoas foram chegando e logo estávamos com vinte e três pessoas, entre adultos e crianças.

 

Na rua, dançantes de um grupo de congado festejavam o início do mês dedicado a Nossa Senhora Aparecida. A energia emanada dos tambores e de seus cânticos contribua para o fortalecimento do círculo energético formado em volta da casa de minha mãe.

 

Para descontrair, um bingo bem diferente criado pelo Ney Mourão. Ao invés de números, valores e sentimentos fundamentais em um relação familiar. A cada palavra “cantada”, uma reflexão sobre o quanto daquele valor ou sentimento está presente em nós. Os ganhadores de cada rodada ganhavam, também, um convite para falar um pouco sobre aquele valor ou sentimento que o havia ajudado a ganhar a rodada.

 

 

 

Logo após, meu irmão, Ronaldo Costa, compartilhou uma apresentação sobre família. Conhecemos a origem do termo, conceitos e formatos desde a antiguidade, papéis dos membros familiares e outros temas que nos convidam à reflexão sobre a importância do conceito família no momento em que estamos vivendo.

 

Após a apresentação do Ronaldo, Ney Mourão nos alertou para ampliarmos a visão de família, concebendo o termo como uma oportunidade de estarmos em comunhão com nosso vizinho, nossos colegas de bairro, de trabalho, com os animais, as plantas, enfim. que possamos formar uma grande família universal.

 

Em nome de minha família, agradeço a todos pela presença física e também pelas presenças vibracionais. Já tivemos notícias de que foi um momento mágico, como sempre, com conexões com outros grupos e membros dispersos pelo mundo.

 

A energia oferecida por vocês proporcionou que minha família tivesse a oportunidade de se reunir de uma forma que raramente acontece. Por exemplo, somos uma família na qual os irmãos nunca se abraçaram. Acredito que meu pai, que é falecido, deve ter ficado muito feliz e sentido a imensa vibração energética fruto do encontro.