Por que nem sempre alcançamos o que buscamos?

É consenso entre as religiões e doutrinas que existem forças paralelas ao nosso mundo, voltadas à promoção de sentimentos desconectados de bons propósitos.

Acredito ser consenso, também, que, muitas vezes, o desejo destas forças prevalece sobre nossos desejos. Mas, por que será? Por que muitas vezes buscamos algo que acreditamos ser importante para nosso crescimento e, apesar de desejar bastante e pedir ao Pai que nos conduza rumo a este caminho, mesmo assim não o alcançamos?

Creio que, em primeiro lugar, temos que ter ciência de que nem sempre aquilo que acreditamos ser o melhor para nós é realmente o melhor para nós. E Deus, nosso pai, conhece-nos bem, sabe o que realmente precisamos. Às vezes, não adianta pedir a Ele que nos permita comprar uma casa de cinco quartos, se não teremos como pagar o IPTU, manter a casa limpa etc… E, ainda, endividar-nos, a ponto de não conseguirmos pagar a aquisição e perdê-la logo à frente.

Mas, existem outros fatores que podem influenciar no processo de alcance de nossos objetivos. Muitas vezes, o que pedimos, o que desejamos faz parte de nosso caminho, sim. E, ao pedirmos, Nosso Pai prontamente permite que o alcancemos. Porém, apesar de todos os caminhos abertos, o pedido não chega. Por que será? Até que ponto as forças negativas podem influenciar?

Hoje pela manhã, li um texto sobre fé que utiliza uma metáfora muito interessante. Quando o lavrador planta uma semente na terra fértil, ele cuida dela diariamente: rega, aduba… Mas, em nenhum momento, ele vai lá e desenterra-a para ver se a semente está germinando. Ele tem certeza de que ela germinará. É o processo natural e ele acredita nisto!

Quando fazemos um pedido ao Pai, temos que partir do princípio de que, se aquilo faz parte de nosso crescimento, se nos fará bem, Deus nos concederá! E, a partir daí, temos que nos preparar para receber o que pedimos. Fazer exatamente o que o lavrador faz. Cuidar do terreno e da semente, arar, adubar, regar. E, em nenhum momento, desacreditar ou “experimentar” situações que questionem a chegada daquilo que almejamos. Pedir ao Pai, trabalhar por aquilo e preparar o terreno, apenas isto!

Porém, vivemos em um mundo onde ainda existe o bem e o mal. Em nossa trajetória evolutiva, por diversas vezes, assumimos papéis muito mais próximos do mal do que do bem. E isto gera dívidas, gera cobranças futuras, gera relações onde o outro passa a não querer o nosso bem integral.

Hoje, ao fazermos um pedido ao nosso Pai, talvez um irmão nosso peça exatamente o contrário, por acreditar que o nosso crescimento, a nossa satisfação represente para ele uma derrota. Infelizmente, existem situações como a seguir: Pedro deseja muito ser promovido. Porém, Paulo, seu colega de trabalho, não consegue acertar-se na empresa, está lá há muito mais tempo do que Pedro, porém estagnado na função. Paulo torce para que Pedro não seja promovido, pois se sentirá ainda mais inferiorizado. Pedro e Paulo são filhos de Deus. E o Pai, em sua infinita graça e amor concede aos filhos aquilo que lhe pedem e lhes faz o bem. Imaginemos que Pedro, apesar de um excelente funcionário e desejar muito a promoção, não cuida do terreno, não rega a semente. Ou seja, não se mantém vigilante quanto às energias negativas que o circundam. Não se mantém conectado a forças superiores, principalmente quando chega ao trabalho. Já Paulo, o irmão menos ligado ao bem, movido pelo sentimento de inveja, deposita em Pedro as energias mais pesadas, torce insistentemente para que o outro cometa erros. Consciente ou inconscientemente, liga-se à forças negativas que se alimentam de sentimentos de inveja, dor e raiva.

Nosso Pai, que ama seus filhos por igual, permite que a vida aconteça em sintonia com o que buscamos energeticamente. Pedro, apesar de competente, esqueceu de “cuidar” do que buscava. Paulo, ao contrário, e infelizmente, acreditou que a ascensão de Pedro representaria sua queda e trabalhou para que isto não acontecesse. Resultado: João, um funcionário de outro setor, foi chamado para o cargo que Pedro desejava.

A partir de hoje, quando fizer um pedido ao Pai, prepare-se para ser atendido. Acredite nisto e não fique a cada dia “verificando se a semente está germinando”. Se é uma casa nova, pense nos móveis que terá lá dentro, defina como pagará por ela. Se é um carro novo, já comece a pesquisar valor de seguro, escolha a cor, modelo etc.

Caso o pedido não sejam bens materiais, mas um estado de espírito, procure por situações que o deixe neste estado. Se deseja sair de uma depressão, por exemplo, busque locais onde as energias positivas e felizes prevalecem. E este local pode ser a sua própria casa. Faça dela o seu abrigo, o seu oásis de energias positivas.

Se o desejo é livrar-se de um vício, para quê ficar testando, se aquilo já não lhe causa mais prazer. Esqueça-o e tente passar a viver uma vida sem ele.

É como nos disse Jesus:

“Respondeu-lhe o Senhor: Se tiverdes fé como um grão de mostarda, direis a esta amoreira: Arranca-te e transplanta-te no mar; e ela vos obedecerá” (Lc 17.6).

“Pois em verdade vos digo que, se tiverdes fé como um grão de mostarda, direis a este monte: Passa daqui para acolá, e ele passará. Nada vos será impossível” (Mt 17.20).

Vigiar

No momento em que vivemos, um dos atos mais importantes, em nosso processo de crescimento é a vigilância constante. Já dizia o Mestre: “Vigiai e orai” (Mateus 26:41).

Mas, em meio a tantos afazeres do cotidiano, surgem as dificuldades e dúvidas. Como manter-se vigilante? Como identificar momentos em que estamos sendo “alvo” de pensamentos sugestionados? Quando perceber que estou sendo movido e influenciado por aqueles que não querem meu crescimento interior? Podemos nos orientar tendo como base de todos os nosso atos os ensinamentos de Jesus. Este pode ser um caminho. Mas, os ensinamentos de Jesus são muitos, você pode pensar.

Que tal resumir, então, em “fora da caridade não há salvação”; ou “amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo”? Facilita um pouco o processo? Sim, mas ainda existem momentos em que não percebemos que a vida está sujeita a influências do mundo espiritual que se tornam negativas e danosas ao nosso crescimento. A sintonia é outra forma de não nos deixarmos conduzir. Se estamos “sempre” conectados com uma energia positiva, que nos traz bons pensamentos, tendemos a não nos conectar com energias danosas e prejudiciais.

Experimente lembrar-se de instantes que você identifica como influências perniciosas. Nestes momentos, você estava com bons pensamentos? Como estava seu processo de vigilância, nestas ocasiões? É importante destacar que manter-se vigilante também é evitar manter sentimentos de rejeição, de inferioridade, de inveja. Evitar apegar-se a notícias ruins, fofocas e outros pensamentos pouco saudáveis.

Nossas vidas pregressas são a causa de alguns momentos de conexão com energias menos evoluídas espiritualmente. Já assumimos muitos papéis e já cometemos muitos erros. Mas, Deus, em sua infinita misericórdia, oferece-nos uma oportunidade de reparar nossos erros e dar novos passos. Infelizmente, no entanto, as consequências de nossos atos passados, muitas vezes, são as cobranças que sofremos dos que ainda  encontram-se presos a situações do passado. O sentimento de amor e desejo de que eles evoluam é o remédio que nos auxilia e livra-nos das cobranças. Mas, sem a vigilância, estaremos sujeitos a permitir que eles interfiram e influenciem em nossos atos e nossa vida.

Não adianta revoltar-nos. Não adianta reclamar. Conecte-se com energias positivas, desde o início do seu dia. Esteja atento! Vivemos um momento na Terra onde as chances de escolher um caminho estão sendo oferecidas a todos. Alguns já fizeram suas escolhas e desejam que outros os sigam. E você, já fez sua escolha? Se já, seja firme e não se deixe desviar. Vigie e ore, pedindo a Deus proteção e orientação.

Corrente de doações (material e energética) pelos desabrigados

Há poucos meses, o estado do Rio de Janeiro foi destaque na mídia em virtude da guerra contra o tráfico. Graças a Deus, acompanhamos pela Tv uma união de forças contra o tráfico. Moradores do Morro do Alemão foram agraciados com uma liberdade que há muito esperavam. Depois da retomada do espaço, bandeiras brasileiras tremulavam nas janelas, salvas de palmas foram oferecidas aos militares e policiais envolvidos; riso, choro, lágrimas, abraços e muita emoção tomaram conta da região.

Agora, na última semana, o estado do Rio, mais uma vez é notícia nacional. Desta feita, infelizmente, as notícias não são boas. Vidas foram destruídas pelas chuvas. Bebês, crianças, adolescentes, jovens, adultos, idosos… cachorros, gatos, cavalos, bois… Plantas, árvores, flores…

O que dizer? Sabemos que a energia do amor transforma o mundo. Sabemos que este ainda é o único caminho para fazermos deste mundo que vivemos um mundo melhor. E, acredito que estamos fazendo. O Brasil está se unindo e ainda vai se unir mais em prol do outro.

A vitória contra o tráfico não foi uma vitória apenas dos moradores do Morro do Alemão, foi uma vitória do Brasil e de seu povo. Foi uma vitória que sinaliza um novo momento que se descortina e que pode e vai ser um caminho onde iremos extirpar o vício das drogas das famílias.

Agora, estas perdas, este sofrimento também não são apenas dos moradores da região serrana do Rio. A dor atinge cada um de nós que se solidariza com a dor do outro. Mais uma vez, somos convidados a nos doar em prol do tratamento desta dor. Vamos doar bens materiais a este povo que está sofrendo. Mobilize seus vizinho, seus amigos, familiares. Muitas pessoas desejam doar, mas sentem-se “travadas”, não sabem o que fazer. Aí, quando veem ali bem perto delas uma campanha pedindo doações, o fazem com mais tranquilidade. Você que nos lê neste momento, não deixe de fazer sua campanha!

Posso fazer mais alguma coisa do que doar bens materiais?
Sim, doar bens materiais neste momento é muito importante. Mas, orar, rezar, sintonizar, vibrar são sinônimos de um ato muito importante e que pode acalentar muitos corações sofredores. Nestes momentos, ao nos sintonizarmos com a dor do outro e pedir ao Poder Superior que os abençoe, enviamos energias altamente renovadoras que dão forças àqueles que partiram e também aos que ainda estão aqui, passando por dificuldades.

Mobilize-se, também, em prol do fortalecimento desta corrente energética. No culto, na missa, nas reuniões, ou nos seus momentos individuais de conversa com Deus, lembre-se daqueles que tem sofrido perdas em virtude de tragédias climáticas. Cubra-os com a energia do amor e não se esqueça nunca de que “a energia do amor transforma o mundo”.

Link útil:
– matéria publicada no Uol apresentando os bens materiais mais necessitados pelos moradores da região serrana do RJ

http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2011/01/16/produtos-de-higiene-pessoal-e-velas-sao-itens-mais-pedidos-para-doacao-no-rio.jhtm

Há poucos meses, o estado do Rio de Janeiro foi destaque na mídia em virtude da guerra contra o tráfico. Graças a Deus, acompanhamos pela Tv uma união de forças contra o tráfico. Moradores do Morro do Alemão foram agraciados com uma liberdade que há muito esperavam. Depois da retomada do espaço, bandeiras brasileiras tremulavam nas janelas, salvas de palmas foram oferecidas aos militares e policiais envolvidos; riso, choro, lágrimas, abraços e muita emoção tomaram conta da região.

Agora, na última semana, o estado do Rio, mais uma vez é notícia nacional. Desta feita, infelizmente, as notícias não são boas. Vidas foram destruídas pelas chuvas. Bebês, crianças, adolescentes, jovens, adultos, idosos… cachorros, gatos, cavalos, bois… Plantas, árvores, flores…

O que dizer? Sabemos que a energia do amor transforma o mundo. Sabemos que este ainda é o único caminho para fazermos deste mundo que vivemos um mundo melhor. E, acredito que estamos fazendo. O Brasil está se unindo e ainda vai se unir mais em prol do outro.

A vitória contra o tráfico não foi uma vitória apenas dos moradores do Morro do Alemão, foi uma vitória do Brasil e de seu povo. Foi uma vitória que sinaliza um novo momento que se descortina e que pode e vai ser um caminho onde iremos extirpar o vício das drogas das famílias.

Agora, estas perdas, este sofrimento também não são apenas dos moradores da região serrana do Rio. A dor atinge cada um de nós que se solidariza com a dor do outro. Mais uma vez, somos convidados a nos doar em prol do tratamento desta dor. Vamos doar bens materiais a este povo que está sofrendo. Mobilize seus vizinho, seus amigos, familiares. Muitas pessoas desejam doar, mas sentem-se “travadas”, não sabem o que fazer. Aí, quando veem ali bem perto delas uma campanha pedindo doações, o fazem com mais tranquilidade. Você que nos lê neste momento, não deixe de fazer sua campanha!

Posso fazer mais alguma coisa do que doar bens materiais?
Sim, doar bens materiais neste momento é muito importante. Mas, orar, rezar, sintonizar, vibrar são sinônimos de um ato muito importante e que pode acalentar muitos corações sofredores. Nestes momentos, ao nos sintonizarmos com a dor do outro e pedir ao Poder Superior que os abençoe, enviamos energias altamente renovadoras que dão forças àqueles que partiram e também aos que ainda estão aqui, passando por dificuldades.

Mobilize-se, também, em prol do fortalecimento desta corrente energética. No culto, na missa, nas reuniões, ou nos seus momentos individuais de conversa com Deus, lembre-se daqueles que tem sofrido perdas em virtude de tragédias climáticas. Cubra-os com a energia do amor e não se esqueça nunca de que “a energia do amor transforma o mundo”.

Disciplina

Humilhações, escravidão
Decepção, desespero e vergonha
são companhias constantes
de quem gasta mais do que ganha.

HUMILHAÇÕES: porque estamos sempre buscando favores de amigos e de estranhos.

ESCRAVIDÕES: porque qualquer que seja o valor a receber, a dívida é sempre maior, obrigando-nos a trabalhos às vezes superiores à nossa força…

DECEPÇÕES: porque até os amigos nos evitam com medo de serem enrolados em nossas ansiedades e dívidas.

DESESPERO: porque não percebendo que o erro está em nós, que não controlamos nossas vidas, acabamos nos sentindo abandonados.

VERGONHA: porque acaba chegando o momento em que não conseguimos saldar nossos débitos e não sendo honestos, nos envergonhamos de ficar dando satisfações para adiar dívidas que não deveriam ter sido feitas.

Um ser humano sem disciplina é como um animal correndo sem direção e sem objetivo. Definir objetivos e disciplinar o comportamento visando atingi-lo com segurança e simplicidade é a chave do sucesso.

Walter Amorim

A Saúde e as Emoções

A entrevista abaixo é um excelente aprendizado sobre o papel que as emoções tem em nosso bem estar. E como isto tem sido discutido e apresentado ultimamente!

Na semana passada assisti a uma palestra sobre depressão e a oradora disse da importância de assumirmos para nós que sentimos inveja em alguns momentos. Sim, porque é difícil para nós assumirmos isto.  A sociedade nos ensina a viver dentro de um modelo onde de um lado está o bem e de o outro o mal. Grande parte de nós acha que determinadas emoções e sentimentos nos colocam do lado do mal e não é assim. Podemos sentir inveja, sim. Mas, o que vamos fazer com esta inveja é que define o nosso caráter. Um estado emocional momentâneo não é determinante de nosso EU. Não é por que fazemos um determinado ato de caridade que somos uma pessoa altamente evoluída, assim como não é porque sentimos raiva ou inveja em determinadas situações que iremos nos sentir o pior dos seres humanos.

Se o companheiro de trabalho nos puxa o tapete, sentimos raiva, ficamos decepcionados. Penso  que dizer que iremos dar a outra face para que ele bata é nos agridir. Não estamos neste nível ainda. Aí, muitas vezes, reprimimos a emoção e nos detonamos!

Que, a partir da leitura da entrevista do Dr. Jorge Carvajal, possamos refletir sobre o que temos feito com nossas emoções.

Jorge Carvahal

Entrevista com o Dr. Jorge Carvajal, médico cirurgião da Universidade de Andaluzia, Espanha, pioneiro da Medicina Bioenergética. 10 de març0 de 2009.

Na realidade, boa parte das enfermidades são exatamente o contrário: são a resistência do corpo emocional e mental à alma . Quando nossa personalidade resiste aos desígnios da alma, adoecemos.

A Saúde e as Emoções

Há emoções prejudiciais à saúde?  Quais são as que mais nos prejudicam?

70 por cento das enfermidades do ser humano vêm do campo da consciência emocional. As doenças muitas vezes procedem de emoções não processadas, não expressadas, reprimidas.  O medo, que é a ausência de amor, é a grande enfermidade, o denominador comum de boa parte das enfermidades que temos hoje. Quando o temor se congela, afeta os rins, as  glândulas suprarrenais, os ossos, a energia vital, e pode converter-se em pânico.

Então nos fazemos de fortes e descuidamos de nossa saúde?

De heróis os cemitérios estão cheios. Tens que cuidar de ti. Tens teus limites, não vás além.    Tens que reconhecer quais são os teus limites e superá-los, pois, se não os reconheceres, vais destruir teu corpo.

Como é que a raiva nos afeta?

A raiva é santa, é sagrada, é uma emoção positiva, porque te leva à autoafirmação, à busca do teu território, a defender o que é teu, o que é justo. Porém, quando a raiva se torna irritabilidade, agressividade, ressentimento, ódio, ela se volta contra ti e afeta o fígado, a digestão, o sistema imunológico.

Então a alegria, ao contrário, nos ajuda a permanecer saudáveis?

A alegria é a mais bela das emoções, porque é a emoção da inocência, do coração e é a mais curativa de todas, porque não é contrária a nenhuma  outra. Um pouquinho de tristeza com alegria escreve poemas. A alegria com medo leva-nos a contextualizar o medo e a não lhe darmos tanta importância.

A alegria acalma os ânimos?

Sim, a alegria suaviza todas as outras emoções, porque nos permite processá-las a partir da inocência. A alegria põe as outras emoções em contato com o coração e dá-lhes um sentido ascendente. Canaliza-as para que cheguem ao mundo da mente.

E a tristeza?

A tristeza é um sentimento que pode te levar à depressão quando te deixas envolver por ela e não a expressas, porém ela também pode te ajudar. A tristeza te leva a contatares contigo mesmo e a restaurares o controle interno. Todas as emoções negativas têm seu próprio aspecto positivo.  Tornamo-las negativas quando as reprimimos.

Convém aceitarmos essas emoções que consideramos negativas como parte de nós mesmos?

Como parte para transformá-las, ou seja, quando se aceitam, fluem, e já não se estancam e podem se transmutar. Temos de as canalizar para que cheguem à cabeça a partir do coração. Que difícil!  Sim, é muito difícil. Realmente as emoções básicas são o amor e o medo (que é ausência de amor), de modo que tudo que existe é amor, por excesso ou deficiência. Construtivo ou destrutivo. Porque também existe o amor que se aferra, o amor que superprotege, o amor tóxico, destrutivo.

Fonte: texto da entrevista recebido através do grupo de discussão da Rede Zenitude, mantido noYahoo Grupos.

Eu acredito no Brasil

Em setembro de 2009, participei de um grupo de teatro amador, da Fraternidade Espírita Charles Pierre. A peça era “Brasil, coração do mundo, pátria do evangelho”, inspirada no livro homônimo, que, segundo a crença espírita, é uma psicografia do espírito Humberto de Campos, feita por Francisco Cândido Xavier.

O texto apresenta fatos históricos do Brasil e do mundo, relacionando-os com um planejamento de forças superiores que desejavam fazer de nossa pátria um local para receber espíritos responsáveis por disseminar os ensinamentos de Jesus.

No espetáculo, representei o personagem Helil, espírito evoluído que, no final do século XIV, vem à Terra, acompanhando Jesus em um trabalho de avaliação de como os terráqueos estavam absorvendo os ensinamentos deixados por Ele. Nesta visita, Jesus decepciona-se, ao ver que o mundo político, econômico e social do Ocidente estava conturbado pelo egoísmo, orgulho e vaidade dos habitantes das grandes potências europeias. Jesus, juntamente com Helil, traça um novo roteiro para o desenvolvimento espiritual dos terráqueos. Para isso, Helil deveria reencarnar em Portugal e direcionar o povo português às conquistas marítimas, com o objetivo de descobrir as terras virgens da América e nelas semear os ensinamentos de Jesus.

A peça foi um sucesso de público, nas duas apresentações. Teatro lotado, cerca de quatrocentas pessoas, em cada um dos dias. Além de realizar um sonho meu, que era o de representar para uma plateia grande, participar deste espetáculo fez com que eu passasse a acreditar mais em meu país.

A partir dali, passei a ver nossa pátria como uma nação com uma missão muito especial e de grande responsabilidade: disseminar os ensinamentos de Jesus, governador de nosso Planeta, através do exemplo.

Como escreveu a autora Célia Urquiza de Sá, no livro A Missão do Brasil como Pátria do Evangelho , “O palco está armado, mas os atores somos nós. O projeto é grandioso, a oportunidade é valiosa, mas depende de nós.” Acredito que recebemos esta missão e estamos sendo orientados para o cumprimento dela. Inúmeros recursos nos foram oferecidos, mas cabe a nós alcançar ou não o êxito na missão.

Desde nossa colonização, há mais de quinhentos anos, temos adquirido conhecimentos importantes a partir de nossos erros e acertos. Características interessantes e importantes marcam nosso povo: a miscigenação racial, fruto dos períodos de escravidão e imigrações, a diversidade religiosa e o convívio pacífico entre seus adeptos, o início de uma maturidade política graças a experiências danosas no passado e a estabilidade econômica pós vários anos de enfrentamento de crises.

Creio que, há vários séculos, nós, brasileiros, estamos sendo preparados para assumir um papel importante no Universo. Não penso que sejamos os únicos, muito pelo contrário. Acredito que nossa missão faz parte de um grande projeto de evolução do Planeta no qual cada nação tem seu papel. Mas, nossa missão torna-se grandiosa por estar relacionada com a energia mais sublime que existe: o amor.

Os acontecimentos dos últimos dias no Rio de Janeiro fizeram com que eu acreditasse ainda mais em nosso país. Ver membros do exército, marinha e policiais militares e civis unidos por uma causa mostrou que é possível fazermos um mundo melhor, sim. Por mais que os “desacreditados” venham dizer que tudo foi uma farsa, que existem objetivos por trás ou que o problema é muito maior do que a parte que foi resolvida, ainda assim eu acredito na importância deste momento e no quanto ele representa, como símbolo de uma nova fase na história brasileira.

Neste final de semana, o brasileiro teve uma prova de que a união realmente faz a força. Quebrou-se um paradigma de que o crime organizado é tão poderoso que torna-se imbatível. Uma pequena parte de uma imensa rede foi desmantelada. Mas, como em uma teia de aranha, o toque em uma das pontas repercute em seu centro. Entre aqueles jovens que empunhavam armas nos morros e os grandes cabeças do tráfico existem vários níveis hierárquicos. Mas, para completarmos uma maratona, é preciso o primeiro passo, que já foi dado.

Vamos acreditar, sim, que um dia conseguiremos extinguir as drogas de nosso convívio. Vamos acreditar, sim, que inúmeras outras comunidades que hoje são reféns do crime vão ser libertadas. Vamos acreditar que o mínimo possível de vidas serão perdidas nesta guerra. E que não nos esqueçamos nunca de que trata-se de uma guerra contra as drogas, contra o crime, contra o mal que esta situação causa aos envolvidos. Que não seja uma guerra contra os traficantes, e sim contra o que os move.

Eu acredito no Brasil!

Em setembro de 2009, participei de um grupo de teatro amador, da Fraternidade Espírita Charles Pierre. A peça era “Brasil, coração do mundo, pátria do evangelho”, inspirada no livro homônimo, que, segundo a crença espírita, é uma psicografia do espírito Humberto de Campos, feita por
Francisco Cândido Xavier.

O texto apresenta fatos históricos do Brasil e do mundo, relacionando-os com um planejamento de forças superiores que desejavam fazer de nossa pátria um local para receber espíritos responsáveis por disseminar os ensinamentos de Jesus.

No espetáculo, representei o personagem Helil, espírito evoluído que, no final do século XIV, vem à Terra, acompanhando Jesus em um trabalho de avaliação de como os terráqueos estavam absorvendo os ensinamentos deixados por Ele. Nesta visita, Jesus decepciona-se, ao ver que o mundo político, econômico e social do Ocidente estava conturbado pelo egoísmo, orgulho e vaidade dos habitantes das grandes potências europeias. Jesus, juntamente com Helil, traça um novo roteiro para o desenvolvimento espiritual dos terráqueos. Para isso, Helil deveria reencarnar em Portugal e direcionar o povo português às conquistas marítimas, com o objetivo de descobrir as terras virgens da América e nelas semear os ensinamentos de Jesus.

A peça foi um sucesso de público, nas duas apresentações. Teatro lotado, cerca de quatrocentas pessoas, em cada um dos dias. Além de realizar um sonho meu, que era o de representar para uma plateia grande, participar deste espetáculo fez com que eu passasse a acreditar mais em meu país.

A partir dali, passei a ver nossa pátria como uma nação com uma missão muito especial e de grande responsabilidade: disseminar os ensinamentos de Jesus, governador de nosso Planeta, através do exemplo.

Como escreveu a autora Célia Urquiza de Sá, no livro A Missão do Brasil como Pátria do Evangelho , “O palco está armado, mas os atores somos nós. O projeto é grandioso, a oportunidade é valiosa, mas depende de nós.” Acredito que recebemos esta missão e estamos sendo orientados para o cumprimento dela. Inúmeros recursos nos foram oferecidos, mas cabe a nós alcançar ou não o êxito na missão.

Desde nossa colonização, há mais de quinhentos anos, temos adquirido conhecimentos importantes a partir de nossos erros e acertos. Características interessantes e importantes marcam nosso povo: a
miscigenação racial, fruto dos períodos de escravidão e imigrações, a diversidade religiosa e o convívio pacífico entre seus adeptos, o início de uma maturidade política graças a experiências danosas no passado e a estabilidade econômica pós vários anos de enfrentamento de crises.

Creio que, há vários séculos, nós, brasileiros, estamos sendo preparados para assumir um papel importante no Universo. Não penso que sejamos os únicos, muito pelo contrário. Acredito que nossa missão faz parte de um grande projeto de evolução do Planeta no qual cada nação tem seu papel. Mas, nossa missão torna-se grandiosa por estar relacionada com a energia mais sublime que existe: o amor.

Os acontecimentos dos últimos dias no Rio de Janeiro fizeram com que eu acreditasse ainda mais em nosso país. Ver membros do exército, marinha e policiais militares e civis unidos por uma causa mostrou que é possível fazermos um mundo melhor, sim. Por mais que os “desacreditados” venham dizer que tudo foi uma farsa, que existem objetivos por trás ou que o problema é muito maior do que a parte que foi resolvida, ainda assim eu acredito na importância deste momento e no quanto ele representa, como símbolo de uma nova fase na história brasileira.

Neste final de semana, o brasileiro teve uma prova de que a união realmente faz a força. Quebrou-se um paradigma de que o crime organizado é tão poderoso que torna-se imbatível. Uma pequena parte de uma imensa rede foi desmantelada. Mas, como em uma teia de aranha, o toque em uma das pontas repercute em seu centro. Entre aqueles jovens que empunhavam armas nos morros e os grandes cabeças do tráfico existem vários níveis hierárquicos. Mas, para completarmos uma maratona, é preciso o primeiro passo, que já foi dado.

Vamos acreditar, sim, que um dia conseguiremos extinguir as drogas de nosso convívio. Vamos acreditar, sim, que inúmeras outras comunidades que hoje são reféns do crime vão ser libertadas. Vamos acreditar que o mínimo possível de vidas serão perdidas nesta guerra. E que não nos esqueçamos nunca de que trata-se de uma guerra contra as drogas, contra o crime, contra o mal que esta situação causa aos envolvidos. Que não seja uma guerra contra os traficantes, e sim contra o que os move.

Que a energia do amor nos acolha

Infelizmente, temos presenciado uma situação complicada no Rio de Janeiro. Uma verdadeira guerra entre o poder público e o crime organizado. É importante que nesse momento corações e mentes distantes evitem sintonizar com a energia negativa da violência. Estejamos vigilantes, orando e pedindo ao Poder Superior para que tudo se resolva com o mínimo de violência.

O mal, entenda-o conforme suas crenças, em momentos como esses utiliza energias dispendidas por nós quando “torcemos” por um dos lados. Vamos desejar que o bem vença, mas não vamos nos envolver com a energia que envolve a situação. Sempre que ver ou ler alguma notícia, reze! Visualize corações sendo tocados por uma luz branca. Imagine as pessoas envolvidas com o tráfico jogando armas ao chão.

Acredite, a energia do amor transforma o mundo! A situação é de mudança, e toda mudança traz consequências. Mas, vamos acreditar que as conseqências terão o mínimo de violência possível.

Convido você, leitor deste blog, a estabelecer conosco uma corrente de preces pela PAZ no Rio de Janeiro. Hoje, dia 25 de novembro, às 20 horas, a Rede Zenitude estará conectada vibrando por este objetivo e iniciando uma corrente. Una-se a nós, até que a situação se resolva.

Estejamos em Paz, vibremos pela Paz.

Noites Solidárias

Uma das atividades presenciais desenvolvidas pela Rede Zenitude, em 2010, foi o “Noite Solidária”. A ação nasceu com a proposta de arrecadar cobertores e agasalhos para distribuição aos carentes no inverno, nas ruas de Belo Horizonte/MG. Depois, incluímos uma sopa quente. Logo descobrimos que vários outros grupos já distribuíam sopa e que os moradores preferiam outros alimentos que eles pudesse guardar para comer depois. Passamos a oferecer chocolate quente, sanduíche e água.

O Noite Solidária foi mais um aprendizado em minha vida. Serviu para que eu quebrasse alguns paradigmas e começasse a romper alguns preconceitos. Acostumado ao conforto de uma cama quente e à proteção de um teto, confesso que nunca parei para pensar nas dificuldades de um morador de rua. Ou, talvez, se pensei alguma vez, logo imaginava pessoas sujas, sem ocupação, e que representavam um perigo para quem passasse por perto. O contato com esse público fez-me despertar para uma realidade por mim desconhecida: a vida de pessoas que, por motivos diversos, vivem nas ruas. Descobri que nas ruas existem pessoas que se preocupam com sua higiene pessoal, que falam em Deus, que creem em Jesus, que rezam… Pessoas que estão em situação difícil, muitas vezes sem saber como irão alimentar-se no dia seguinte, mas que, mesmo assim, acreditam que um dia estarão em situação melhor.

Através desta pequena atividade, descobri que existem pessoas que dormem nas ruas, mas que durante o dia buscam empregos alternativos. Ajudam a descarregar caminhões no Mercado Central, catam papel e outros recicláveis para vender, lavam carros. Descobri, também, que existem pessoas que moram nas ruas e são artistas talentosíssimos. Em uma de nossas saídas, encontramos um ator de teatro que nos presenteou com belas declamações. Em outra, deparamo-nos com um artesão que produz peças decorativas utilizando latas de cerveja.

Conhecer de perto um pouco da realidade do morador de rua fez-me descobrir que são pessoas carentes de recursos materiais. Mas, muitas delas, têm o coração mais puro e repleto de fé do que muitos de nós. Quantas vezes ouvi de alguns deles frases como “Deus não abandona nenhum de seus filhos”, “Que Jesus os acompanhe, assim como ele tem-nos acompanhado”, “Eu sou feliz porque tenho Jesus no coração”, “Eu tenho fé que ainda vou sair desta”.

Nas ruas, descobri, também, que morador de rua tem higiene e se preocupa-se em manter-se limpo. Alguns deles, ao receberem roupas de nosso grupo, guardam-nas ao avesso, em mochila, a fim de evitar que elas se sujem.

Nestes poucos meses que, a cada 21 dias, saímos às ruas de Belo Horizonte, encontramos pessoas com sentimentos. Casais, amigos, parceiros, COMPANHEIROS. Também encontramos pessoas solitárias. Mas, a grande maioria busca auxílio no companheirismo, seja de um(a) namorado(a), de um(a) amigo(a). Acabei descobrindo que, mesmo com as dificuldades de viver nas ruas, as pessoas continuam disponíveis ao afeto.

É importante destacar que, durante esta nossa pequena jornada, descobrimos que, ao se fazer um trabalho como este, não atingimos apenas aqueles chamados “moradores de rua”. Nas noites, encontramos, também, muitas pessoas que têm suas casas mas que, durante a semana, buscam a sobrevivência, catando, selecionando e vendendo recicláveis. Em uma noite, conhecemos um rapaz que mora bem distante do centro da cidade. De segunda-feira a sexta-feira, ele vem para o hipercentro e até mais ou menos as 23 horas empurra um carrinho de madeira, onde coloca os recicláveis que vai encontrando pela rua. Depois, procura abrigo em um dos galpões de empresa que trabalham com os recicláveis. Pela manhã, vende o material coletado e recomeça a jornada.

No pouco tempo que tivemos de conversa com algumas das pessoas que encontramos nas ruas de Belo Horizonte, descobri uma realidade diferente da que eu imaginava. Deparamo-nos com pessoas humildes e pessoas orgulhosas; algumas honestas; outras, nem tanto; pessoas felizes e pessoas amarguradas; fortes, fracos, bonitos, feios, brancos, pardos, negros; pessoas de todo o tipo, de carne e osso como nós, mas que, por alguma razão, encontram-se em situação financeira mais difícil do que nós. Nossos irmãos, criados pelo mesmo SER SUPERIOR que nos criou.

Ainda não sabemos que rumos o Noite Solidária tomará, em 2011. Apesar de todo o aprendizado, a ação causa-nos uma certa angústia, por querermos fazer mais e não saber como. Às vezes, é frustante sair às ruas, levar o alimento, a palavra amiga e depois deixar aquele irmão dormindo no relento e voltarmos para casa. Porém, ao mesmo tempo, falta-nos muito para abdicarmos de alguns “bens”, como privacidade, conforto e segurança. Sei de diversos casos de pessoas que abriram suas casas aos mais necessitados a fim de acolhê-los. Mas, é muito difícil ser tão abnegado. Creio que estou muito longe disto ainda.

Estamos buscando parcerias com pessoas e grupos que também trabalham com os moradores e trabalhadores das ruas. Acreditamos que, de alguma forma, podemos unir forças e fazer algo por eles. Esperamos sair do assistencialismo e poder encontrar meios de ajudá-los de maneira mais efetiva. Pedimos ao nosso Criador, a Jesus, governante de nosso Planeta, e a todos os seres que trabalham pelo equilíbrio e desenvolvimento da nação humana que nos inspirem e apontem-nos caminhos, onde possamos encontrar respostas para o desenvolvimento de um projeto para os nossos irmãos desfavorecidos economicamente.

Que assim seja!

Foto retirada do site http://louvoresaorei.zip.net/

A energia das árvores

Elas estão por toda parte, cada uma no seu jeito. Frondosas, esguias, grandes, pequenas, secas, vistosas,r epletas de folhas, floridas.

As árvores, nossas amigas ancestrais, exercem um papel fundamental para a vida humana na Terra, atuando no combate à poluição, reduzindo o calor e protegendo-nos contra os raios solares. Além disso, minimizam as ações dos ventos e das poeiras e ainda absorvem os ruídos ou barulhos, fazendo com que nossas moradias se tornem ambientes mais tranquilos.

Comercialmente, as árvores são utilizadas para a produção de carvão, papel, combustíveis, colas, vernizes, resinas, tintas, gomas, cortiça e uma infinidade de objetos. Mesmo o cidadão com menor poder de consumo, e nos locais mais remotos, consome madeira, por exemplo, ao usar a lenha como combustível.

Creio que a importância das árvores em nossa vida faz parte do senso comum. Mesmo que não as conservemos ou cuidemos bem delas, sabemos que precisamos delas.

Porém, uma grande utilidade das árvores ainda pouco conhecida e utilizada é como fonte de energia vital. As árvores, assim como tudo que existe no planeta, são feitas de energia e são excelentes condutoras energéticas.

Existem várias propostas de trabalhos energéticos com árvores, que variam conforme a linha de pensamento. Ao final deste artigo, relaciono algumas delas. Mas, se deseja algo bem simples e eficaz, faça o seguinte:

A partir de agora, passe a ver as árvores como seres vivos, que estão compartilhando o mesmo ambiente que você. Respeite-as, cumprimente-as mentalmente e tente sentir a emanação energética de cada uma delas. Assim, você estará criando familiaridade com as árvores. Depois, parta para o contato. Sempre que sentir vontade, abrace uma árvore, calorosamente. Entregue-se ao abraço, envolva-a com seus braços, deixando seu coração em contato direto com o tronco da árvore amiga. Esqueça de tudo o que estiver à sua volta e curta o momento. Com certeza, você sairá do abraço renovado.

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Respeitar o espaço do outro não é abandoná-lo

Em qualquer de nossas relações sociais, um cuidado importante que devemos ter é não confundir respeito ao espaço do outro com abandono. Aparentemente, são duas coisas muito diferentes. Mas, na prática, são muito parecidas e com efeitos totalmente contrários.

Quando um amigo distancia-se de nós, por exemplo, devemos correr atrás, questioná-lo sobre o sumiço ou deixar como está, para não corrermos o risco de sermos invasivos?

Há aqueles que preferem “ficar na sua” e, com a intenção de respeitar o espaço do outro, deixam as coisas como estão. Penso que é um erro gravíssimo. Uma verdadeira relação de amizade é feita de companheirismo e entendimento. Muitas vezes, quando um amigo distancia-se, aparentemente sem motivos, pode ser exatamente o momento em que ele mais precisa de você! Existem pessoas que não conseguem pedir ajuda. Que, ao se depararem com algumas situações, isolam-se.

Acredito que respeitar o espaço do outro, em momentos como o acima, é você mostrar para o seu amigo que você está por perto e que ele pode contar com você para o que for preciso. Talvez, seu amigo realmente vá preferir ficar distante, curtindo o problema dele. Mas, saber que você preocupa-se com ele e que está “ligado nele” será muito reconfortante. Tenha certeza disso! Mesmo que, aparentemente, ele não demonstre que ficou feliz com sua preocupação ou diga que está tudo bem (e você perceba que é mentira), saiba que sua re-aproximação é importante para o sucesso dele!

Abandonar é deixar como está, sem aproximar-se. Respeitar o espaço é manter-se distante, porém observando cada passo do outro, dando sinais a ele de que você está ali, aguardando-o para quando precisar.

Se você vivenciar uma situação semelhante, seja com um amigo, familiar, namorado(a), esposo(a) ou até mesmo um conhecido, não o abandone. Em algumas situações, mostrar que está por perto pode ser apenas mandar um e-mail dizendo “Olá, como vai? Se precisar, estou aqui”.

Vivemos uma época em que a correria de nosso dia-a-dia tende a afastar-nos cada vez mais das pessoas. É importante estarmos atentos e não deixar que isto aconteça. Programe-se! Coloque em sua agenda lembretes para ligar para seus amigos mais distantes. Cuide deles como um vendedor cuida de sua carteira de clientes. Agende dias para ligar para eles. Coloque como meta fazer contato, em prazos determinados. E, também, sempre que lembrar-se de um deles, mostre a eles o quanto são importantes para você. É muito bom saber que alguém gosta da gente. E ouvir, ou ler isso, é melhor ainda.

Celebrando as energias que habitam em nosso planeta

Uma das grandes contribuições da Rede Zenitude para o meu repertório de conhecimentos foi a consciência de que tudo ao nosso redor é energia. Em nosso primeiro retiro, “Celebrando a Energia da Vida”, isso ficou bem claro para mim. A começar por nós, passando pelos objetos de nossa casa, pelo ar que respiramos, pela água, pelas roupas, pelo nosso carro, tudo é energia.

Aprendi também que toda energia pode estar em equilíbrio ou não. Que um desarranjo energético pode comprometer a saúde das plantas, dos animais ou até nosso bem-estar físico e mental. A partir daí, venho tentando, diariamente, buscar contribuir para o equilíbrio energético dos espaços que ocupo, visando não só a minha satisfação mas também à das demais pessoas que habitam este planeta comigo.

Tenho feito descobertas maravilhosas. A energia de um sorriso, a energia de um abraço… Talvez uma das mais surpreendentes para mim foi a descoberta da energia das árvores. Experimente entregar-se em um abraço a uma árvore: que paz! É simplesmente fantástica a sensação pós-abraço a uma árvore. Ah, e a energia do Sol é outra maravilha. Quinze minutos por dia é um excelente remédio contra a depressão.

Atualmente, preparando-me para nosso terceiro retiro, estou descobrindo a energia da música. Cada som, cada estilo, cada instrumento musical traz para nós uma energia diferente. E o mais interessante é que todo esse “conhecimento” já está introjetado em nós. De certa forma, agimos e utilizamos esta energia inconscientemente. Sabe aquele sábado que você resolve dar uma faxina na sua casa e liga o rádio alto? Que tipo de música você vai escolher? Provavelmente, não será uma música relaxante. E quando você está cansado, e resolve deitar-se no sofá para ouvir uma música?

Se você parar para pensar, perceberá que interagimos com a energia da música o tempo todo. Às vezes, de forma inconsciente; em outras, não.

Hoje, pela manhã, experimentei uma sensação fantástica. Normalmente, todos os dias, acordo e recolho-me por algum tempo em um espaço na minha casa, reservado para meditação. Faço isso ao som de uma música calma, serena, própria para meditação. Hoje, resolvi fazer algo diferente. Coloquei músicas dançantes, de baladas. E entreguei-me à energia, dancei, pulei, sorri. Sim, isto mesmo, sozinho! Por que não? Experimente, vale a pena. Compartilhei com os anjos e amigos espirituais que cuidam do espaço reservado para o equilíbrio, uma forma de energia musical que também é revigorante. Sinto que todos que estiveram ali naquele momento saíram renovados, cheios de ânimo e resplandecendo energia boa, assim como eu saí.

A exatamente um mês de completarmos um ano de existência da Rede Zenitude, só tenho a agradecer. Primeiramente a Deus, pela oportunidade. Mas, também, a todos que fazem parte da Rede: aos que comparecem aos eventos presenciais, aos membros da lista de discussão do Yahoogrupos, aos leitores do blog e a todos que entram em contato conosco, durante os momentos de sintonia energética.

Caminhando, cantando e redescobrindo valores

Uma das contribuições da Rede Zenitude para meu dia-a-dia foi o gosto pelas caminhadas em meio à natureza. Até há bem pouco tempo, caminhar alguns quilômetros, sentindo o ar puro e a energia da natureza, estava fora de cogitação. Hoje, as caminhadas energéticas são para mim uma fonte de revitalização. No dia 18 de julho, nossas energias foram recarregadas, em um local muito agradável, chamado Parque Pedagógico Quinta dos Cristais. O local foi selecionado a partir de pesquisas na internet e acreditávamos que ninguém do grupo o conhecia. Chegando lá, uma agradável surpresa. Eu, Ney Mourão e Rosângela Rocha já havíamos estado lá, porém usufruindo apenas do restaurante, um local agradabilíssimo onde se come folha de assa-peixe frita à milanesa, como se estivesse comendo um peixe frito. Isto mesmo, o gosto é muito parecido. Vale a pena conferir.

Ao chegarmos ao parque, fomos muito bem recebidos pelo proprietário, que nos relatou sua experiência com o local, declamou belos poemas e ainda participou da oração de preparação para a caminhada. Caminhamos alguns quilômetros, sendo grande parte em região íngrime, porém de acesso relativamente fácil. O sol nos presenteava com momentos de brilho e calor intenso alternados com momentos nublados e de agradável frescor.

Ao final da trilha, uma visão estonteante. No ponto mais alto do parque, uma pirâmide convidava-nos ao descanso. Dentro da pirâmide, podemos ter uma visão em 360 graus da região. Imersos na beleza e na paz que o momento nos proporcionou, iniciamos nossa preparação para a sintonização energética, ao meio-dia, com os demais membros da Rede presentes em outros locais. Embalados por belos cânticos, formamos o círculo de mentalização e, emocionados, entramos em sintonia com planos superiores. Belas palavras e importantes ensinamentos chegaram até nós, dos quais destaco dois: “o mal tem força, mas só o bem tem poder” e “orai e vigiai, mas antes de tudo vigiai”.

As palavras nos deram ciência de que estamos em um caminho sem volta onde cada um, a cada encontro, adquire mais conhecimento e responsabilidades. Ouvimos que este conhecimento torna-se de cada um e por mais que ele não seja utilizado, não há como se desfazer dele. Seria como uma mochila que carregamos e que iremos levar sempre conosco, utilizando ou não. Nesta óptica, não utilizar torna-se irracional, pois é um bem que podemos causar a nós e aos outros. Ouvimos, também, que a natureza busca o equilíbrio e a existência do mal faz parte desta busca. No entanto, o mal possui uma determinada força, porém não possui o poder. Quando a força do mal sobrepõe-se, é sinal de que estamos dando poder a ela, de forma inconsciente, é claro! Percebemos, aí, o quanto é importante o ensinamento sobre a necessidade de vigiar, constantemente. É preciso que estejamos atentos aos nossos atos, nossos pensamentos, nossas vibrações. Nós, humanidade, estamos com a faca e o queijo nas mãos. Basta sabermos cortar.

Após a sintonização energética, fizemos um breve lanche, seguido de uma sessão de fotos. No retorno, alegria e descontração, rumo ao piquenique final. Regressamos para Belo Horizonte às 16 horas, refeitos energeticamente e, principalmente, satisfeitos, por termos dados nossa contribuição para a busca do equilíbrio vibracional do planeta.