Boas vibrações para o Viaduto Vila Rica

Membros da Rede Social Zenitude dedicaram parte da sua tarde de sábado para uma visita ao Viaduto Vila Rica, localizado a 60 km de Belo Horizonte/MG. A estrutura é conhecida como “Viaduto das Almas”, um nome que esconde um duplo significado: originalmente foi assim batizado por estar acima do córrego de mesmo nome. Depois, o senso popular acabou identificando a nomenclatura com o trágico índice de vítimas fatais de acidentes na localidade.

Uma topografia mal planejada, com uma curva acentuada após um grande declive, imprudência de motoristas, grande extensão, ausência de bordas de segurança adequadas – tudo isso contribuiu, e contribui até hoje, para que o viaduto ganhasse a triste fama.

Como se não bastasse, agora o Viaduto parece atrair outros tipos de desafios a serem vencidos. Um novo acesso está sendo construído, mas a inauguração da nova alça viária tem sido impedida por entraves burocráticos e políticos. Os adiamentos têm explicações várias, muitas vezes incompreensíveis para a população, que reclama um posicionamento mais efetivo das autoridades para que o problema seja resolvido.

Atenta ao problema, a Rede Social Zenitude convocou seus membros, nesse mês de maio, para uma ação no local. Um pequeno gesto, sabemos. Mas como disse Madre Teresa de Calcutá, o nosso trabalho é como uma gota no oceano, mas sem ele o oceano seria menor. Além dos membros que se deslocaram para lá, toda a nossa Rede de pessoas, interligadas pelos laços da tecnologia e também pelos elos das vibrações da energia do amor, da paz, do cuidado, dedicou um tempo para orar e, principalmente, mentalizar pela inauguração de um viaduto efetivamente mais seguro, onde as pessoas transitem até seus destinos em harmonia, carregando consigo apenas a saudade dos bons momentos e a vontade de chegar. Além disso, oramos para que as pessoas que ali partiram tenham seus espíritos acolhidos pela luz e pela Graça Divina, envoltas em total bênção e bondade. Também pensamos nos familiares, para que encontrem o bálsamo para enfrentar a perda, com equilíbrio e profunda serenidade.

Temos a certeza de que o que lá deixamos, nossa pequena gota, chegou ao Pai Celestial. Estamos torcendo para, breve, termos um novo “trabalho” pela frente: voltarmos lá, para agradecer a graça alcançada. Desta vez, faremos questão de atravessar nossos carros pelo novo viaduto, em linha reta, seguindo em frente, radiantes e felizes, em celebração. Que assim seja!

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