Mensagem especial à Nação Brasileira

Irmãos em luz,

De hoje, até o dia 13, cidadãos do mundo inteiro, apoiados por falanges de amigos de todos os planos que se compadecem deste orbe, estão reunidos, para práticas de vibração em prol da paz. Há muitos indivíduos do Brasil, esta terra fértil em bondade, mas que carece, neste momento, de recuperar a esperança e a fé, envolvidos nesta corrente. Há eventos convocados em redor do mundo, que envolve uma ordem de milhões.

Sabedores de que os laços que os unem vão muito além da geografia terrena e humana, tão limitada, vimos clamar que os membros deste grupo, cujas energias ainda são fonte para diversas falanges angelicais e para a Fonte resgatar para diversos de vocês a ternura, a saúde e o alento, mesmo que nem saibam: unam-se, nestes três dias, a este espectro poderoso de luz.

Breve, todos vocês deverão posicionar-se, com responsabilidade e, acima de tudo, humanidade, para contribuir com o equilíbrio desta Nação, cuja luta entre hostes antagônicas, nesse momento, é intensa. A luz sempre vence, desde que sejam desejosos dela, e não se submetam de forma ingênua ao chamado daquilo que não faz parte da Fonte da qual são originários. Reservem apenas, pelo menos, sete minutos em cada um destes dias. Caso desejosos fiquem de continuar neste exercício de bondade, não rejeitem este chamado interno, pois serão amparados por todos estes amigos que anseiam para que a paz pela qual tanto sonham não seja tão ameaçada. Não ignorem que é necessário firmeza, vigilância, pois há tremores sob os alicerces de tudo o que muitos de vocês edificaram, e há quem se alimente, neste e em outros planos, do medo, da desesperança, do ódio, da inveja, da maledicência, do desrespeito às leis naturais do amor e da paz. Já dissemos e reiteramos: Vigiai, orai, e acima de tudo, sejam, GRATOS. Tentem, nestes três dias, elencar pelo menos sete coisas pelas quais podem ser gratos ao Universo, a Deus, à Fonte. O Anjo da Aliança é graça pura, e a gratidão é capaz de provocar uma onda geradora de paz.

Acima de tudo, não deem ouvidos ou abram seu coração às provocações do lado enfermo das hostes. Há uma legião de anjos se deslocando para as fronteiras cosmo-energéticas deste país. Anjos cuidadores e ligados à saúde. Vocês precisarão estar em sintonia, para acessá-los, nos momentos em que, com certeza, já advertimos, deles precisarão. Agora, têm a responsabilidade do conhecimento. Espalhem esta convocação aos seus. Publiquem em suas dadivosas máquinas de informações – elas lhes foram dadas com a inspiração da Fonte, para a prática da bondade a para a aproximação entre almas, e estão sendo utilizadas, especialmente em sua Nação, para a prática contrária, sob a influência da vibração da negatividade.

Especialmente no dia 13, vistam-se como desejarem. Mas enfeitem sua alma e seu espírito com as cores da bondade. Abracem, com convicção, o irmão humano que cruzar seu caminho. Estejam vigilantes, nos dias que se descortinam. E sairão vencedores.

Nosso maior trabalho, nesta esfera, enquanto aqui transitamos, foi a luta (às vezes árdua) pela saúde dos corpos. Hoje, nos empenhamos pela saúde de vossos Espíritos. Toda Nação possui uma grande egrégora. E ela pode adoecer, se não for cuidada com os unguentos da harmonia, do diálogo, da esperança, da fé, da caridade, da gratidão. Trago-lhes, de Filipenses: Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai.

A todos onde esta mensagem chegar, nestes três dias, a instrução principal: elevai o pensamento, meditai, vibrai. Independente da fé que professem. Independente até mesmo de possuírem uma fé. A positividade, a harmonia e o amor não exige de ninguém certidões de pertencimento. E, à luz da saúde corpórea, a ciência já comprovou o poder de um pensamento elevado. Todos vocês são células da grande Fonte, assim como todos os átomos que pulsam neste Planeta. Se toda esta Nação pulsar na sintonia do amor, terão conseguido enfrentar esta turbulência para a qual recomendamos preparo e solidez.

Sete minutos apenas, em cada um destes dias. Nós, amigos celestiais, faremos multiplicar isto por sete milhões.

Que assim seja! Saúde para esta Nação! Paz aos brasileiros! Estejam preparados e alertas!

Anna Justina Ferreira Nery – Amiga deste grupo, em nome de toda uma falange de amigos – Com respeito e gratidão, pela Fonte.
(Em 11/03/2016)

Compaixão!

Os sentimentos humanos são dádivas da Criação, ferramentas indispensáveis para cumprimento da jornada escolhida por cada um para cumprir a sua missão terrena. Não há seres humanos desprovidos de sentimento. Mesmo aqueles a quem a Ciência passou a designar como psicopatas possuem sentimentos adoecidos, enfermos por causas variadas, físicas, emocionais ou espirituais. Os sentimentos aos quais habitualmente determinamos como indesejáveis ou negativos também devem ser considerados como ferramentas de aprendizado, busca do equilíbrio através da utilização do livre arbítrio e fomento ao nosso exercício cotidiano de escolhas, reflexões e posturas.

Assim, aprender a valorizar e compreender os sentimentos é o que nos torna mais HUMANOS – na concepção de “húmus”, cuja origem se confunde com a matéria da própria Terra, essencialmente provida e provedora de amor incondicional.

É o amor que transforma. E há sentimentos tão próximos ao amor que se confundem com ele. E é tão bom que isso aconteça, porquanto a matéria prima cósmica que os gerou é a mesma, base da motivação humana para a ascensão.
Perdão, solidariedade, empatia, gratidão. Sentimentos unos ao amor, como o ar o é para a Terra, como a linfa é para os corpos materiais, como as estrelas são para o firmamento, como o éter é para os corpos sutis.

Para os irmãos a quem dirijo estas palavras carinhosas, gostaria de chamar a atenção para um sentimento especial. Para os mundos angelicais, tão especial e próximo, muito próximo, sem barreiras perceptíveis ao mais acurado olhar, do amor.
A compaixão e o amor deveriam ser uma só palavra, desprovida das barreiras dos significados atribuídos no plano terrestre.

Ter compaixão é exercer o amor ATIVO. Mais que a empatia, que consiste em colocar-se no lugar do outro, a compaixão, mais do que prestação de atributos de perceber, compreender e apiedar-se da dor do outro, é o gesto de estar AO LADO do outro na sua dor, trabalhando de forma especial e determinante para minimizar os aspectos que causam aquela dor.
Quem tem compaixão apressa-se, em primeira instância, a tentar fazer com que aquele que sofre esteja acolhido, em conforto e segurança, sem juízos de valor, sem categorizações de comportamento. Ajuda, ajuda e oferece mais ajuda. E procura ajudar, de forma empoderadora, altruísta, sem pensar nas eventuais benesses da retribuição.

Ter compaixão requer exercícios de compreensão e, justamente, de desapego a crenças, já que nem sempre aquilo que julgamos como a MELHOR ajuda é, de fato, a ajuda NECESSÁRIA para um momento de crise, dor, espanto ou mágoa. Ter compaixão é, antes de tudo, AÇÃO. Uma grande alma que esteve neste plano terrestre, com a missão de exercer a compaixão, em todos os dias de sua caminhada, disse, certa vez, que “As mãos que ajudam são mais sagradas que os lábios que rezam”. Orar e vigiar são recomendações do Cristo. A compaixão é a vigilância da oração. É a prática efetiva da ajuda, o campo fraterno do exercício do pensamento vibratório do desejo de que o outro esteja bem, em paz, e caminhando em direção ao objetivo de todos os seres, que é a centelha divina.

A compaixão, meus caros, é o degrau anterior à dádiva da gratidão, sentimento a que muitos têm dedicado seu tempo real e seu tempo espiritual para o seu alcance individual e coletivo. O que exerce a verdadeira compaixão (também irmã da solidariedade) é grato, pela oportunidade que recebeu de estar no momento certo, na hora certa e, mais do que tudo, de possuir os recursos materiais, emocionais e espirituais para colocar-se a serviço, como instrumento divino para o amparo.

O que exerce a compaixão percebe que, quando ajuda o outro, na verdade é quem está recebendo a maior dádiva: a dádiva de ser canal de transformação, ponte para minimização das dores terrenas. Quem tem compaixão “sofre com”, mas acima de tudo, levanta o outro, oferece a mão – mesmo que, em análise imediata acredite que não tem nada a oferecer. É mais do que a mera piedade, que pode se confundir com um olhar distanciado, como se nada pudesse ser feito pelo outro, além de ser cúmplice com a dor. Repetimos: ter compaixão é agir, é caminhar até o outro, amparar, cuidar.

Que sejam dadivosos e repletos de compaixão. Que sejam gratos por isso. Saibam que a dor, amparada, em muitos casos pode ser um convite celestial para um aprendizado conjunto e um encontro entre almas – resgate de outras caminhadas,
cumprimento de outras promessas, oportunidade de refazer dívidas. Não se julguem impotentes, pequenos. Àquele cuja
possibilidade for oferecida, estejam a postos. Como a alma carregada de compaixão que, um dia, carregou a cruz pesada de quem caminhava para a crucificação, vocês todos são FONTE. Abram-se, estejam de olhos abertos ao COMO ajudar. O QUANDO… é a partir de ONTEM!

Estejam com a luz dos anjos!

Anna Justina Ferreira Nery
Em 06-07-2015

Refletindo sobre o Carnaval

Aproximam-se dias de intensa alegria, em toda camada terrena. Dias de celebração, dias de materialização de sonhos de beleza, dias em que o anseio de muitos transforma-se, efetivamente, em demonstração concreta do que o esforço humano é capaz de fazer, de forma coletiva, amorosa e empreendedora. Em todo o mundo, por diferentes manifestações, os seres humanos transformam seus corpos e suas ruas, com arte, colorido, vibração e sons.

No momento em que a maior Nação evangelizadora do Planeta se prepara para a sua maior festa, eis algumas palavras que, distante de soarem às mentes como meramente moralizadoras ou castradoras da felicidade e da alegria são um ingrediente para a reflexão, o cuidado, o autocuidado e a vigilância. Em primeira instância, não nos esqueçamos da origem desta celebração – tempos de Saturnália ou Bacanália a deuses romanos, com o objetivo de descarregarem-se das tensões e recalques, em um mundo ainda desprovido de informação, luz do conhecimento e razão.

Neste sentido, é importantíssima a vigilância, principalmente àqueles que vêm-se dedicando cotidianamente ao progresso, à cura e à construção de um Tempo Novo. Nesta época, de forma expressiva, grande faixa da humanidade terrena oscila entre os limites do instinto e da razão, sedentos de sensações e ansiosos por emoções que não estão conectadas com os mais sublimes sentidos superiores.

Necessário é que haja uma tentativa coletiva de transformar esta grande festa em uma real celebração de alegria pela vida – e isso alegra todo o orbe cósmico e vibratório que estiver ao redor. No entanto, todo o poder de forças contrárias, neste momento, migram para a atmosfera terrestre, também sedentos das emanações da carne, do desregramento, da sexolatria. Exércitos de energias estão em prontidão de embarque. Não se iludam de que, em muitos momentos, estarão propensos a tornarem-se instrumentos, já que colocaram-se no papel de sintonizadores de uma outra frequência, distinta daquela que tanto têm tentado construir, refletir, meditar, alcançar.

Não se privem da alegria. Mas esforcem-se para que ela seja genuína e impregnada de cuidado consigo mesmos, com o outro, com o Planeta, com a casa em que vivem, com o lugar em que habitam e com os lugares onde levam sua luz, sua vibração e sua alma radiante e partícula integrante da Fonte. Não se privem da beleza, mas estejam atentos para fitarem o que lhes proporciona desenvolvimento efetivo, muito além da materialidade dos corpos ou da sedução do prazer passageiro.

Ao passar a festa, serão, novamente, seres que buscam a luz. Todo o arsenal que, neste momento, migra para a Terra, em busca das vibrações que não afinam com esse propósito, no entanto, poderá ter sido revigorado! Reflitam sobre esta responsabilidade! Em especial neste país, de grandes dimensões, a responsabilidade é imensa – todos os fluidos aqui emanados espalhar-se-ão pelo orbe, podendo ser utilizados, posteriormente, para fins que se destinam a outros tantos propósitos, sabidamente causadores de transtornos, mágoas, sofrimentos e angústias. Necessário, portanto, que haja trabalhadores em fileiras de luz, dispostos a emanar fluidos bons – a contrapartida do equilíbrio, do bem, da bondade e da harmonia.

A grandes festa é vencer o exército que hoje prepara-se para visitar cada grande aglomeração humana, em especial no Brasil. Para cada indivíduo em sintonia, estima-se que haja pelo menos uma dezena de energias prontas para uma conexão que poderia ser evitada, com a vigilância e o firme propósito de manter-se no caminho da porta mais estreita, porém a verdadeira, aquela onde estarão sanadas todas as enfermidades.

Como trabalhadores da luz, cumpre-lhes o papel de pelo menos TENTAR. E de, na medida do possível, orientar àqueles que necessitam desta orientação. Como terapeutas de sementes estelares, cumpre-lhes a missão que abraçaram. Há, mais uma vez, outros amigos, dispostos a ajudá-los, provendo-lhes de coragem e da genuína alegria e transbordamento de felicidade. Isso não é fantasia e já tiveram, em seus espíritos iluminados, provas concretas de que podem contar, sempre, com a espada, a lança e a proteção dos anjos, em cada luta cotidiana.

Propomos, como pílula protetora, que dediquem pelo menos um instante desta grande celebração para sintonizarem seus corações, corpos e almas com valores sublimes e elevados. E que tenham estes valores ao seu lado, nas provocações e chamados que serão fartos, intensos, múltiplos. Esta Nação, mais do que tudo, precisa disso, neste grande momento em que já entramos em um novo patamar energético e migramos, em uma velocidade que não imaginam para um tempo em que mensagens como esta nascerão em seus espíritos como nascem as flores em terreno saudável.  Vacinem-se, com a energia amorosa e divina. Revigorem-se, com o soro curativo da alegria cuidadosa. Fartem-se de vigilância lenitiva e protetora.

Acima de tudo, conscientizem-se de que são RESPONSÁVEIS pelo que constróem, pelo que chamam para si, por aquilo que acolhem.  Acolham, sim, a alegria. Mas reflitam sobre o seu significado para a sua trilha de evolução.

Paz em seus corações. Gratidão e fé!

(Ana Justina Nery – Em 06/02/2013; 06:00 am)

Sobre o exercício do Dia do Perdão

Por Anna Justina Nery, em 11/12/2012, 00:21.
 
Queridos e amados irmãos,

Não à toa, apenas após dez dias de preparação, terão pela frente, o dia para trabalhar o perdão.  Não à toa este dia vem posterior ao dia da responsabilidade, que significa assumir para si mesmo aquilo que representam as ações, pensamentos e palavras praticados. Não à toa que este dia precede a generosidade, sentimento quase irmão do perdão.

Recomendamos cautela, em primeiro lugar, para a tentação de tentar escapar ao exercício deste dia. Ocupar o tempo com outras obrigações, justificar-se com outros pensamentos e deliberadamente “esquecer” desta construção tão desafiadora, mas tão bela, é negar-se a oportunidade de crescimento e caminho para a evolução.

Perdão é degrau primeiro para o amor, que consideramos não o último dia desta jornada que iniciaram, mas o primeiro, de um tempo de corações novos. Neste dia em que o exercício do perdão é requerido como o principal sentimento, não se exija grandes arroubos de alma, grandes edificações para os quais não estejam ainda preparados e que se frustrem, pelo fato de não alcançarem. Antes, comecem o dia perdoando-se a si mesmos. Perdoem-se pelas mágoas que causaram a si mesmos, pela benevolência com a ausência de vontade de progresso pela simples opção por momentâneos e ilusórios confortos. Perdoem-se pelo que deixaram de dizer e pelo que disseram, em momentos errados. Olhem-se no espelho e, sem receio de verem-se a si mesmos, desnudados, exercitem, em primeira instância, a autocompreensão, como seres ainda limitados.

Mas imbuam-se do sincero desejo de alcançar um tempo novo.  Imbuam-se da tentativa sincera de mudar, de transformar-se, de abandonar a energia da mágoa, que só destrói mesmo a quem a alimenta. Magoar-se é como alimentar-se pouco a pouco de veneno e desejar que o outro é que se intoxique.

Para perdoar, um bom exercício é pensar que o passado não pode mais ser mudado. Quem se deita no que houve de errado no passado acaba não preparando um bom leito para o seu acolhimento no futuro, já que está desperdiçando os dias presentes, perdendo a oportunidade de seguir em frente. Pense no outro como um ser humano, como você.  Pense em quantas vezes você, ser limitado, já errou, também, em atos, pensamentos, julgamentos, falas ou silêncios. Você se condenaria, ad eternum, por todos estes erros? Então, porque julga possuir o direito perene de colocar o outro em uma dívida eterna?  Todos os grandes mestres só alcançaram a graça através da gratidão e do perdão.

Se não puder perdoar MUITO, perdoe um pouco, pelo menos. Entregue ao Universo, por alguns segundos que seja, uma oração, um sentimento de bondade, um suspiro de alma a algo ou a alguém que seu coração e espírito estejam turvados pela mágoa, pela ira, pelo rancor e até pela indiferença. Por alguns segundos que seja, imagine-se num abraço de ternura e carinho. Os anjos do céu acolherão seu esforço e multiplicarão esta súplica sincera, como um efetivo gesto de bondade de sua parte.

Se conseguir, ainda, dê um passo além. Estabeleça a ponte, dialogue, tome a iniciativa, ainda que, por um momento, tenha o receio de ser mal compreendido ou causar estranheza. Também neste momento, todos os guardiões da luz, da justiça e da bondade estarão ao seu lado, dando-lhe forças para este empreendimento renovador e transformador.

E, se o seu coração estiver preparado, corra! Abrace forte e perdoe, de verdade! Os céus e todas as conexões com a Fonte Divina se projetarão em sua direção. E, tenha certeza, você estará ajudando a transformar o mundo!

Faça o que conseguir, neste dia. Mas… FAÇA. Perdoar exige vontade, disposição, ousadia. Exige, vejam só, simplicidade, pois quanto mais simples o seu gesto provavelmente mais sincero. Despertará em você alegria pelo alcançado. Promoverá a saúde de seus campos energéticos e de seu corpo físico. Demandará de você humildade, para reconhecer a sua parcela de limitação e humanidade. Deverá ser realizado com honestidade de alma, expressa nos gestos, no olhar, nas palavras. Precisará, com certeza, de uma dose imensa de solidariedade, para com o outro e para consigo mesmo. Fará com que você perceba que a justiça maior para qualquer julgamento está além deste plano, onde os juízos de valor influem em como definimos os gestos do outro – quase sempre acreditamos que em nós está a verdade e a razão. Sem dúvida, irá requerer de você muita coragem, para colocar-se a caminho. E, finalmente, fará com que você assuma responsabilidades perante situações, oportunizando o amadurecimento de sua mente e de seu espírito.

Você, como semente estelar, parte da centelha universal que originou todas as coisas, é substancialmente FONTE de perdão. Aceite isto e terá iniciado uma vida nova, onde todas as coisas ganharão um novo sentido. Todos os anjos do céu estão ao seu lado. Esteja com os corações aliviados e em paz, transbordados de perdão e graça!

Sobre o ato de celebrar…

(I. Daniel e Ana Justina Néri; 21/11/2012; 00:21 horas)

Os rituais não são necessários, em essência.  Mas é bom que eles existam, para retirar os homens de um lugar de cotidianidade, para fazer com que as pessoas entrem em sintonia com aquilo que desejam ou precisem lembrar, com solenidade, carinho, cuidado, atenção ou encantamento. Indivíduos e sociedades humanas, em toda a sua História, possuem rituais diversos, que os conectam com diferentes formas de expressão de fé ou de simbolismo.  É necessária uma atenção para não confundir rito com pompa. Um pequeno espaço, no lar, em um humilde casebre, onde uma solitária alma humana se senta ao final da noite para agradecer pela dádiva da vida, sem nenhum objeto, imagem, nada material, apenas o seu empenho e o seu envolvimento com a graça plena e o amor, é um espaço ritualístico, e não há, ali, nenhuma pompa.

Celebrar, sim, é essencial. E, habitualmente, também confunde-se celebração com os rituais. Bastante comum vermos pessoas que acreditam que, para que a celebração seja bela e real, ela precise ser concretizada através de grandes feitos, imagens, formalidades nas vestes, preparação de espaços, adereços. Nada disso é necessário, para uma celebração genuína. Basta… conectar-se!

Hoje, com excepcional alegria, vários reinos não-visíveis celebram! Sem adereços materiais, mas com uma amorosidade cuja maioria das almas neste plano ainda não pode conceber, este é um dia especial. Um dia em que a chama da centelha está mais viva, mesmo que não possa ser percebida com os olhares do limitado corpo, que é apenas um instrumento de aprendizado nas lutas da eira terrestre. Em verdade, tais reinos celebram todos os dias a grande magia da interconexão entre todos os reinos, comandados pela Mão Divina que tudo guia, bálsamo que cicatriza ferimentos e lenitivo imunizador para qualquer enfermidade. Vida, pensamento, amor, ânima, graça, bondade e tantas outras coisas sequer ainda compreensíveis pelos habitantes desta esfera são celebradas cotidianamente – e deveriam ser, também, pela fraternidade humana.

No entanto, tal como em um ritual sem paramentos ou imagens, neste momento, há uma pulsação especial de harmoniosidade e alegria. Animus ludendi nos gestos angelicais. Braços abertos ao abraço celebrativo por este dia, tão especial, e que não pode, de forma alguma, ser relegado ao comum da cotidianidade, entre os afazeres complexos da sobrevivência que cada um tem a cumprir. Na verdade, cada segundo, em relação ao anterior, deveria ser sempre celebrativo e um marco. Mas, habitualmente, celebram-se os meses decorridos, os anos, as décadas, os séculos, os marcos de passagem. Por isso, sintam-se, também, envolvidos, nesta celebração de um período terrenal que precisa ser lembrado.

Mais que lamentar o que não acontece ou o que deixou de acontecer, em momentos celebrativos, é importante que venham às mentes e corações tudo o que foi edificado. Construções, mesmo que demolidas, guardam resquícios do que foram um dia – mesmo que seja em um pequeno grão de terra, nas entranhas do lugar onde a nova edificação surgiu. Edificações mentais, emocionais e espirituais jamais podem ser removidas, no entanto. É preciso celebrar as edificações que estão instauradas nos corações de cada indivíduo, e que podem receber, quando quiserem, por portas abertas na alma, a visita do amor, da Fonte (que, nunca deixou de estar lá!), das palavras dos mestres e das inspirações divinas. Mais que voltar a energia do pensamento para o que ruiu, é imprescindível cuidar da flor que teima em sobreviver ali, no cantinho da edificação, em meio ao que pode parecer escombro sem a menor possibilidade de reificação. Reguem, cuidem, adubem, e verão a profusão de mudas que ainda está a pulsar, por baixo do que não veem!

Reiteramos a importância de terem por perto, física e emocionalmente, de alguma forma, seus valores, formatados e elaborados por vocês próprios, para orientar cada dia. Sugerimos que exercitem um por vez, em momentos de dificuldades e desafios. Tal qual aquele que, em um campo de batalha, necessita de cuidados imediatos, mas o cuidador busca amparar primeiro o que é mais emergencial, experimentem perceber que seus valores têm aplicabilidade objetiva nos momentos de desafio e crise. Esta palavra, cujo significado é a suspensão do juízo, só define, em verdade, um momento em que se distanciam da percepção da totalidade, da beleza das multirrelações causais. Experienciem, então, vivenciar seus valores como pílulas para o enfrentamento. E verão como, em pouco tempo, terão muito mais a celebrar, celebrar, celebrar! Depois, quando a crise tiver se transformado em aprendizado, continuem com os valores aplicados em sua globalidade e conjunto. E, novamente, abram os corações, para a percepção de como isso é bom. E, então, lembrem-se, novamente, de celebrar!

Vigiem, ante o pessimismo,  e celebrem, com humildade, mas com a força de quem venceu percursos! Vigiem ante a tentação de não doarem o melhor de si, em todos os momentos – principalmente naqueles de maior exigência e em que precisam abrir mão do prazer passageiro. Vigiem ante a mágoa. Dare et remittere paria sunt!  Exercitem mais o perdão! Corações que perdoam celebram mais!

Caminhem, sem se deterem ante as impossibilidades, mas percebam as infinitas possibilidades que estão-se abrindo todos os dias! Mantenham-se unidos, na trilha, em REDE! Confiamos em vocês!


Gratidão e cuidado

Meus irmãos, irmãs, que a paz do Senhor, que a paz de Jesus, que a saúde, materializada em brisa, em canto dos pássaros, em cheiros, em presenças humanas, esteja presente, não só hoje,  mas em todos os dias da vida de vocês. Não é um valor desta Rede, em si, mas de outras redes afiliadas, irmanadas de alguma forma, por estarem outros membros fazendo alguns trabalhos, eu não diria em paralelo, não é a palavra, mas  trabalhos complementares.  Não é um valor de foco pleno, mas percebe-se, hoje, uma tentativa de construção, que deve ser estimulada, encaminhada, e essa palavra é muito bonita e forte, e tem uma vibração sonora que não imaginam: gratidão.

Quando temos conhecimento, devemos ser gratos pelo conhecimento adquirido; quando conseguirmos integrar outras redes, ou nos integrarmos a outras redes, levando valores já adquiridos, devemos ser gratos;   quando conseguimos  exercitar o amor, em sua  plenitude, devemos ser gratos;  quando temos a possibilidade  de exercitar a humildade,  devemos ser gratos;  quando temos ouvidos para ouvir os  recados que a nós  nos foram confiados,  como verdadeiras  missões,  e que podem mudar toda a  trajetória de uma rede, possibilitando, também, a mudança de trajetória de outras redes, outros trabalhos, outras iniciativas, devemos ser profundamente gratos; quando pesquisamos sobre o cuidado, exercitamos o cuidado, também devemos ser gratos.

Enfim, devemos ser gratos porque a luz do sol está possibilitando a fotossíntese que possibilita a oxigenação de vossos corpos, através das árvores, das plantas, dos vegetais que os alimentam e que trazem para vocês a seiva materializada, fluidos materializados de outros corpos sutis que estão em volta de vocês, drenados para vocês, em forma material de linfa, sangue, seiva que circula em vossos corpos .

Pensem nisso: em seres integrantes da celestialidade, em seres integrantes do cosmo, em seres integrantes da terra –  a seiva de todos esses outros corpos da grande Gaia, das sementes estelares, é a mesma seiva da fonte, circulando em vossos corpos e, por isso, devemos ser profundamente gratos. A mesma seiva, a mesma energia que compõe a esfera angelical, compõe também a esfera humana.  Pensem como é maravilhoso estarmos gratos por isso.

Pensem que, em muitas vezes, acordamos e vamos até o final de nosso dia, nos deitamos e não dizemos “obrigado, Senhor; obrigado, Deus; obrigado, Jesus; obrigado, Fonte; obrigado, Fonte das sementes estelares; Obrigado aos anjos… Não agradecemos a nenhum deles e todos eles estão confiantes e trabalhando para a nossa purificação, renovação, sedimentação como seres caminhantes.

Seres estelares, trabalhadores da luz, presentes aqui, seres do Zenitude, classes angelicais, filhos de todas as redes estelares estão presentes nesse trabalho da grande rede Zenitude e que a mim me foi confiada a grata- porque hoje sou muito  grata – a missão  de ser  Mentora, agradeço muito, muito a vocês pela acolhida e agradeço pelo esforço individual que cada um tem feito. Mas peço, por favor, que acoplem à soma desses esforços individuais uma soma do coletivo em rede, coletivo  em rede e em redes. Coletivo e público, e por favor tenham urgência na transliteração  desta canalização porque  ela está sendo enviada e dirigida também a outros grupos através desta grata missão a nós confiada hoje . Dizemos, ainda, sobre a saúde integral: por favor, cuidem de vossos corpos e dos corpos em volta, cuidem da terra, das flores, das crianças, das águas, cuidem especificamente também de vossos lares.

Promovam a ambientação sadia de vossos lares. Pensem em cada ambiente, assim como pensam em seus corpos. Na cozinha se faz a digestão de um lar. Então, pensem na cozinha, em tratar esta cozinha como tratam seu estômago. Tenham água em abundância, tenham alimentos em abundância e alimentos saudáveis, bem tratados, bem cuidados. Mesmo que tenham pouco alimento, mas que ele seja sempre manipulado com graça, com gratidão, com alegria, com amor, com humildade, com simplicidade,  com muito cuidado e, acima de tudo, com celebração. A sala de vocês, a varanda de vocês são os vossos olhos para o mundo. Pensem nisso, pensem em olhos bem cuidados, limpos, abertos, arejados, cortinas abertas, claras, limpas, organizadas. Vosso quarto é o cérebro mentor da casa, é o lugar onde vocês se deitam, dormem, repousam. Pensem neste ambiente como um lugar acolhedor, um lugar que receba a visita de vossos corpos com tranquilidade, serenidade, uma luz calma, pacífica. Enfim, pensem em cada ambiente como parte de vosso corpo e, quando saírem à rua, pensem na rua como a grande emanação, deste ambiente cuidado. Estarão espalhando, assim, a semente do cuidado por todos os lugares onde andarão.

Breve, estarão comemorando mais um aniversário e estaremos juntos, celebrando. Importante que comecem a trabalhar agora e saibam que, para vencer o desafio do cuidado, das ações em rede, da dependência de outras pessoas que não estão sintonizadas com as suas agendas em relação a vocês, mas que estão sendo preparadas para estarem juntas, precisam de tempo para se organizarem, precisam de tempo para esta acolhida mental, espiritual e emocional. Comecem a se organizar agora. Estivemos ajudando, há muito tempo pessoas que estiveram em conflito, na guerra. Para se preparar para a grande guerra entre o bem e o não-bem, são necessários guardiões aparelhados, guardiões preparados, que estejam estudando, que estejam edificando e que estejam se cuidando e cuidando desses espaços.

Estejam atentos e, em nenhum  momento, percam a vigilância. Vigiai primeiro, orai em segundo e, de preferência, façam os dois juntos. Vigiai E orai, assim disse um dia o grande Mestre  e não “vigiai OU orai”. Assim, juntas, as duas coisas, vigiai e orai sobre os vossos corpos, vigiai com o que comem, com o que ingerem, com as bebidas. Vigiai com o que expelem de vossas bocas. Se não puderem dizer o bem não digam nada. Respirem, captem a grande seiva em forma de ar que alimentam vossos corpos e aguardem. Garantimos que, dez segundos depois, o que diriam se não for do bem, não será dito, porque terão se conectado  com a Fonte, terão se conectado com a grande Fonte emanante do bem, que tudo cuida. E, quando vocês se conectam, vocês usam o grande escudo protetor, lançam o grande estudo protetor  em torno de vocês.

Mas façam a vossa parte, mais uma vez, para esta conexão. Estamos juntos, dispostos a ajudar, mas precisamos do empenho, da dedicação e do esforço continuado de cada um. Agradecemos, mais uma vez. Parabenizamos, porque sabemos que alguns venceram desafios de estarem aqui, alguns venceram o desafio de lutarem consigo mesmos, com crenças internas de estarem aqui neste dia hoje. Mas agradecemos por estarem, agradecemos pela confiança neste plano maior que nos auxilia e esperamos, mais uma vez, que estejam conectados com a Fonte, conectados com a luz , com a alegria, e com o abraço universal. Recebam,  nesse momento, o abraço de toda a espiritualidade, reunida em torno de vós no grande abraço que sentirão agora. Fiquem em paz.

Ana Justina Neri

15/08/12
Parque Lagoa do Nado

Espelhos: é o que são! Espelhem Deus!

Queridos e amados seres-sementes de um amanhã renovado!

Eis que é chegado o tempo em que todos praticarão a máxima que deve reger as mãos, corações e espíritos daqueles que se propuseram ao auxílio de seus irmãos, como terapeutas de almas: curar algumas vezes, aliviar outras, consolar sempre. É uma conhecida máxima da ciência médica, uma máxima que trouxe a este plano uma nova visão das ciências terapêuticas e de seus praticantes. Hoje, nos tempos em que a Terra se prepara para uma ascensão para patamares diferenciados de evolução, saibam que todos serão convocados a serem cuidadores. Reiteramos, mais uma vez, esta convocação, e rogamos para que se preparem,  preparem, seus lares, suas famílias, seus amigos, seus lugares de ofício.

Muitos estão, de fato, sentindo nos próprios corpos as transformações necessárias e estes tempos novos. Não são poucos os que confundem estes sentimentos novos e profundos como angústia, palpitações, incertezas, justamente por estarem experimentando sensações que não podem ser descritas à luz de um mundo antigo. Os seus dicionários ainda não trazem as denominações para muitas das experiências que hoje já compõem o ensaio para um futuro que está batendo à porta.

Rogamos aos irmãos que leiam as literaturas das quais dispõem e que sabem que são ferramentas para o alcance da paz, da harmonia interior e da verdade. Não queremos catalogar ou definir quais são aquelas páginas onde está a verdade absoluta, já que em um tempo baseado no amor pleno a maior verdade é o abraço desqualificado de rótulos de pessoalidades. Cada um é livre e possui, registrado em sua alma, o potencial infinito para o discernimento, libertado de falsos mestres ou juízes externos. O mais imprescindível é que estudem, leiam, busquem a ascensão e o progresso, de forma determinada e deliberada. Não falamos, aqui, de um progresso que destrói, de um desenvolvimento que exclui ou de uma valorização material que não abraça o humanismo e a solidariedade. Falamos do progresso das almas, do crescimento dos Espíritos, que só ocorre com o esforço de cada um, o desejo de chegar à Fonte.

Aos que têm dirigido aos planos superiores o anseio pela cura, lembrem-se que, voltando à máxima que citamos nessa mensagem, importa mais o consolo dos Espíritos que a cura dos corpos. É a paz espiritual que devem almejar, já que o que hoje veem transitando pelos planos materiais é passageiro, tênue, e pode se apagar como o sopro de uma chama, se comparado à eternidade evolutiva daqueles que se esforçarem e crerem no auxílio que virá.

Leiam os livros cristãos, leiam os sagrados livros antigos, leiam os proféticos ensinamentos de eras remotas, leiam as bondosas páginas dos irmãos celestiais canalizadas por outros dedicados e humildes servos neste plano. Dediquem-se, de corpo e alma àqueles que tratam do amor incondicional, da paz entre os seres, da harmonia planetária. Neles, com certeza, encontrarão as fórmulas e orientações para o alcance do caminho da verdade, do equilíbrio, da fé removedora de obstáculos.

A saúde é como um espelho, queridas sementes. Um corpo enfermo reflete os males provenientes do desequilíbrio de outros corpos sutis. Porém, nunca refletirá a verdadeira essência da alma – esta rebrilha em saúde plena, perfeição e eterna conexão com a Fonte. Um corpo enfermo ou um ser que demonstra imperfeições morais pode estar, momentaneamente,  comprometido com forças desestruturantes, em sintonia com anseios pelo desequilíbrio planetário. Mas, reiteramos, este é um momento, pequeno, curto, comparado com a gama de possibilidades, representada pelo amanhã que virá. Cuidem, no entanto, para que também não entrem em sintonia indesejáveis, pois habitam um plano dual, justamente para exercitarem sua fé e sua liberdade para fazer escolhas. Isto já foi dito, muitas vezes, mas é necessário lembrar.

É preciso, mais uma vez, a atenção e a vigilância. A leitura edificante auxilia os cérebros, conturbados e muitas vezes indisciplinados, a conectarem-se com a Fonte de Luz, com o Divino, com os Mestres. Mantenham, junto com vocês, sempre ao alcance da mão, fontes de boas leituras. Mesmo onde pareça, em primeira visão, um local inadequado ou mesmo inusitado. Pequenas frases são suficientes para mentalizações fortes, em harmonia com a luz. Ouçam boas músicas e procurem, em momentos de turbulência mental e psíquica, não exercitarem seus olhos, ouvidos e mentes com a vibração ansiosa de ambientes erráticos. Muitos dos que leem essas palavras já estudaram essas orientações. Rogamos, mais uma vez, que as pratiquem, para o bem de si mesmos, e para que possam ser auxiliados em suas trajetórias e amparados de uma forma mais intensa, em seu clamor pela saúde integral.

Tragam ao reflexo dos seus espelhos externos o que há de mais belo, em suas almas. Esbanjem sorrisos aos que os cercam. Vocês não imaginam a vibração e a potencialidade de um sorriso e o que ele é capaz de promover em uma ferida nos corpos sutis. Um sorriso, caras sementes, pode valer mais do que uma pílula, em muitos momentos. Pratiquem mais a celebração, a alegria e, principalmente, o cuidado com os irmãos vivos que os cercam, com os ambientes e com aquilo que consomem, ouvem, veem e ingerem. Não deixem que estas ferramentas que conduzem à saúde sejam esquecidas.  Busquem, na leitura positiva, o conhecimento necessário para ativar e reativar esse círculo positivo e contínuo, até que tudo isso se torne hábito.

Mais uma vez, rogamos para que também vejam no outro aquilo que gostariam que fizessem com vocês: amparo, cura, alívio e consolo. Os céus estão potencializando seus olhos, para verem, e seus ouvidos, para ouvirem os clamores de ajuda. Porque não potencializariam seus corações e mãos, como instrumentos de ajuda? Porque insistem em duvidar? A dúvida é uma forte semente para a conexão com o lado mais escuro e errático. Amparem-se, na certeza, individual e coletiva. Mãos dadas chegam com mais firmeza ao fim da jornada.

Olhem-se, hoje, no espelho, e vejam LUZ! Não a luz da prepotência, da vaidade e do orgulho, vícios que deverão cuidar e buscar o devido afastamento – e que, sugerimos, sejam estudados e compreendidos, em seus retiros e meditações. Mas a luz da fé, da bondade, da saúde, da benevolência, da razão que não sobrepuja o amor, da caridade, da justiça. Coloquem as dores e as cicatrizes não curadas nas mãos do Altíssimo. Ele enviará para o seu lado, senão o que julgam como cura, o alívio e o conforto. Espelhos: é o que são. Espelhem Deus! E fiquem com Ele, terna e eternamente!

Ana Justina Neri, 23 de abril de 2012.

Cultivar bons pensamentos e estar sempre disposto ao auxílio mútuo

Amadas sementes,

Aquilo que mentalizamos é aquilo que somos e é aquilo que contruímos. Pois o pensamento não é nada menos que FORMA. Ele é a materialização, ainda não totalmente compreendida pelo homem, do que está manifesto no Espírito.

Assim, tornar a mente um jardim de bons pensamentos não é tarefa fácil, mas é desafio que deve ser empreendido todos os dias. Assim como o cultivo de um jardim exige cuidados especiais, que vão desde o regar com bom senso – nem demais nem a menos; escolher os espécimes que serão salutares quando juntos; saber que tipo de luz incide sobre o local; escolher a época certa para plantio; podar sem ferir; assim também o cultivo de bom pensamentos exige técnica, prática e, acima de tudo, dedicação.

Têm chegado até a Espiritualidade, provenientes de membros dessa tão querida Rede, formas-pensamento que só fazem arraigar sementes perniciosas nos corpos, nos lares e nos entornos daqueles que os emanam. Mais grave, ainda, quando essas sementes começam a germinar, sob o auxílio de forças externas, sempre atentas para trazer o desconforto, a desesperança, a desconfiança nos elos – características que muitos já haviam aprendido a vencer.

As forças que pretendem dificultar o caminho até a Fonte de Luz e Bondade são incansáveis. E a elas é permitida a existência e o exercício, em um mundo dual, justamente para que cada ser possa também exercitar sua livre-vontade de caminhar com as próprias pernas até a Fonte original. No entanto, nós, que acompanhamos com carinho cada um dos que hoje são parte dessa Rede, temos a certeza de que o desejo genuíno de caminhar pela trilha da Verdade, que conduz à plena Saúde, é forte e efetivo.

Eis a forma-pensamento ideal: tudo posso, nAquele que me fortalece. Assim, terão a certeza de que SÃO efetivamente PODER, já que são parte do Poder Infinito e Misericordioso. Por que a dúvida, neste trecho do caminho, depois de tantas trilhas vencidas? Por que duvidar, se tantas provas já foram enviadas, a muitos em particular, e ao coletivo que habita essa senda? Vivemos um tempo em que provas materializadas já não são necessárias para que os olhares dos homens percebam os milagres. Vocês são o milagre, irmãos! SABEM disso!

Mantenham-se vigilantes, pois a queda na vigilância pode abrir campos magnéticos que comprometem a fé. Então, eis o círculo vicioso e ruim, que conduz, literalmente, a vícios, enfermidades e desequilíbrios. Boas leituras, ações edificantes conduzem a bons vínculos, de forma natural e espontânea. É bem compreensível, então, que o magnetismo inverso aconteça: vínculos agregados por formas-pensamento poluídas ou poluentes são trilhas certeiras para hábitos afins a essa energia.

Espalhem flores em seus lares e em seus espíritos. Vibrem na frequência dos anjos e dos céus. Estejam atentos, de forma firme, nesse momento, aos avisos – sutis ou não – dos que pedem socorro, de uma forma ou de outra. Nem sempre os que estão feridos no campo de batalha apresentam ferimentos expostos. Há dores que estão guardadas, mas os terapeutas das almas devem saber ler os indicadores dessa dor, para trazer o lenitivo. Nem sempre o enfermo tem forças para pedir auxílio, mas aquele que tem o coração aberto sabe auscultar o outro coração que clama por auxílio. Saibam ouvir os avisos e, acima de tudo, ao ouvir, coloquem-se a caminho, para amparar. Se lhes foi permitido ouvir o apelo, é porque a vocês, naquele momento, foi dada a força para o amparo.

Sabemos que muitos podem, ao ouvir esse apelo, acreditar que não possuem força suficiente para a intervenção necessária, quando preciso. Mas saibam que todo ser que habita esta Terra tem a capacidade de ajudar. Todos que aqui estão receberam o arsenal necessário para o enfrentamento dos desafios em prol do outro. Basta relembrar que são parte de uma Fonte inesgotável de Poder, Bondade, Justiça, Perdão, Luz, Amor, Caridade, Esperança, Alegria, Compreensão, Tolerância. Eis a argamassa que compõe os Espíritos e toda a forma de vida aqui existente. Eis o curativo mais poderoso já criado e que nenhuma ciência ainda foi capaz de formatar. E, lembrem-se, também: o grito de socorro pode vir apenas uma única vez, para quem está no lugar certo e na hora certa para ouvir. Vocês, quando escolheram evoluir, escolheram, também, serem trabalhadores da luz, sementes celestiais a serem germinadas pela dedicação e doação.

Se alguém de vocês perceber que em um dado momento não dispõe de instrumentos ou forças para a cura do irmão, faça como o Mestre, um dia ensinou: peça a outro, que vá ao encontro do irmão, em seu nome. Tenha a certeza de que você terá levado consigo, através do outro, parte de si mesmo e, mais importante, parte da centelha lenitiva da Fonte, já que importou-se, preocupou-se, tornou-se, por um momento, mesmo que a distância, um terapeuta. Eis o significado de “REDE”.

Experimentem, de mãos dadas, em um círculo, em silêncio, com os olhos bem fechados e em silêncio, transmitir, através das mãos, uma energia, um pulso àquele que está ao seu lado. Sem a necessidade de palavras, este pulso percorrerá toda a esfera, estabelecendo um diâmetro de sensibilidade e organicidade. Assim é o Planeta que habitam. Uma morada de elos. Redes, por toda a Terra, estão descobrindo esse poder e exercitando-o. Mas, repetimos, todo esse Poder pode, sim, esvair-se, se não houver a vigilância e, acima de tudo, a VONTADE daqueles que integram os círculos de se conectarem com a Fonte Divina.

Estamos presentes, sempre, ao lado dos que acreditam – e também dos que estão, momentaneamente, com a fé abalada. Estamos presentes ao lado dos que estão com o pensamento cultivado pela certeza do elo com a Fonte Infinita de Bondade – e também com os que, por qualquer motivo, vacilam e procuram o falso alívio oferecido pelo lado não-bom que compõe o dual desse momento de transição. Mas reiteramos: exercitem o Poder, com humildade e disposição para caminhar! Auxiliem-se, mesmo que precisem de esforços gigantescos para vencer o orgulho. Não tenham dúvida de que os testes serão cada vez mais vigorosos. Mas o resultado de toda prova é sempre um patamar a mais na escala de uma jornada. Creiam em vocês, como estamos crendo.

Fiquem em Paz, na Paz que está em cada um. Fiquem em Paz, na Paz que está no outro. Fiquem em Paz, espalhem a Paz e não permitam que ela arrefeça em seus corações. Fiquem em Paz e permitam que a Paz que há no outro possa ser cultivada e até mesmo ressuscitada, se necessário for. Todo medicamento que têm demandado já está à disposição, ao alcance de seus corações. Mesmo a partida para um outro plano não é o fim – tudo é recomeço, começo, caminhada.

Aos que compreenderam, em particular, algumas dessas linhas, como a si dirigidas em especial, rogamos que, nos próximos dias, estejam ainda atentos a orientações, intuições e palavras que virão das mais diversas fontes, oportunizadas e permitidas para este fim.

Saúde plena. Amor infinito…

Ana Justina Neri

Em suas mãos, o poder da amorosidade e da cura…

Amabilíssimos irmãos, que as mãos afáveis dos Céus estejam amparando cada um e que as dificuldades possam ser dissipadas ou assimiladas como fonte de aprimoramento e progresso. Em minha escolhida dedicação a este orbe, rogo à infinita misericórdia divina para que as dores possam ser abrandadas com o curativo maior do amor, do perdão, da esperança e da fé.

Alguns pontos importantes nos são permitidos trazer, neste breve mas oportuno momento de contato. Quando muitos se preparam para ações voltadas à cura dos desafios morais, é preciso atenção para não se deixar vencer pelo medo da derrota. Saibam que não há derrota para os que verdadeiramente tentam. As mãos que empreendem esforços efetivos no sentido do progresso nunca estão desamparadas.

Gostaríamos de reiterar a importância de continuarem se fortalecendo em rede. A importância de se estruturarem como grupo, evitando que as dores individuais se sobreponham ao belo espírito de comum-unidade que deve ser a marca de quem busca o desenvolvimento planetário. Quem caminha sozinho chega mais rápido, mas aqueles que caminham juntos chegam mais longe. Aos que são seguidores, amparem suas lideranças, com afeto e firmeza, pois a missão de orientar, dirigir, liderar nem sempre é fácil e as renúncias pessoais que muitas vezes têm que fazer são escolhas determinantes para os rumos de um grupo. Aos que lideram, busquem cultivar a humildade, a capacidade de ouvir e observar, a capacidade de falar e calar-se nos momentos certos, a capacidade de estar atento à intuição como verdadeiro medicamento que os céus nos trazem nos momentos de decisão.

Estejam com as mãos unidas. Um peso dividido é menor, quando há mais de uma mão a segurá-lo. Toquem-se. A si mesmos e aos outros, em seu redor. Há, no centro das mãos de cada um, poderosos instrumentos de percepção e cura que, hoje, ainda não conseguem ver com os olhos físicos. Saibam que, na grande maioria das vezes, é mais importante tocar que curar e a própria intenção amorosa do toque traz em si ingredientes de cura. A mão que toca, cura porque leva carícia, confiança, oferece acolhida e manifesta cuidado. A mão amorosa faz nascer a essência humana naqueles que são tocados. Pensem que, ao tocar a mão de alguém estão entrando em contato com um campo vibracional único e estão permitindo que também o seu campo vibracional esteja, por um instante, conectado e aberto. Portanto, mantenham sempre as mãos livres de armas que ferem e de escudos de desconfiança e não-bondade.

Nossa querida irmã Teresa, que um dia viveu em Calcutá, dizia aos que a perguntavam sobre os milagres que aconteciam, quando ela, em nome do amor divino, espalhava dons de cura por onde passava: “Toca-os, lava-os, alimenta-os”. Palavras nada distantes das lições do grande mestre que, outrora, andou por este mundo, nas ruas de uma Jerusalém carente do toque amoroso e curativo.

Há alguns que, por contingências pessoais, nos últimos dias, andam descrentes e sem esperança. Sabemos e acompanhamos, podem ter certeza. Mas olhem, agora, com os olhos da alma, para o centro das mãos. A guerra contra o não-bem pode ser vencida com o poder que emana das mãos de vocês. Vocês têm a autoridade, como filhos da Fonte, para usarem as mãos para se curarem e para espalharem a cura. Vocês podem usar as mãos para dizer NÃO à tentação daquilo que é não-virtude e não-bênção. Vocês podem usar as mãos para desligar ou desconectar-se das tecnologias que não edificam ou para empurrar para longe de vocês os instrumentos do vício ou da insensatez. Não toquem no que é não-bem, mas que naturalmente os atraem. Pensem em suas mãos como extensões de suas almas. E usem-nas, como instrumentos para a busca de uma alma e um corpo novo.

Somos unidos a vocês, nessa luta iniciada desde o nascimento de cada um e que se estenderá até a partida para campos de energia menos densos e limitados. Somos unidos a vocês, enquanto pessoas e enquanto grupos que devem, por sua vez, unirem-se a outros. Somos unidos, na luta contra o não-bem. Mas PRECISAMOS que anseiem e desejem, com a mais firme intenção. Desejar a cura é início de cura. Desejar a virtude já é uma virtude. PRECISAMOS que tenham a intenção do afastamento face ao não-bem, para que as trilhas do bem possam ser pisadas pelos tarefeiros da bondade que querem chegar até vocês. DESEJEM o bem. Em seus lares, em suas comunidades, junto aos seus amigos e, principalmente, junto aos que hoje consideram inimigos e que podem ser os que escolheram vir até este mundo para lhes trazerem oportunidades de curas de grandes vícios incluindo a mágoa e o desamor.  Pensem nesse mundo como um grande campo de batalhas, onde nós, tarefeiros da luz, desejamos que vença a paz e o amor incondicionais.

O desafio de refletir sobre a cura dos vícios é, por si só, uma grande batalha. Tenham a certeza de que os escudos celestiais já estão sendo preparados para vocês. Mas afinem-se na frequência cotidiana da cura, a partir de hoje, a partir de ontem, a partir de sempre. Mesmo sabendo dos apelos que tornam essa jornada pessoal tão difícil, procurem manter-se saudáveis. Cuidar da saúde significa manter a sua visão integral, buscando um equilíbrio entre o que sentem, o que desejam e o que fazem. Pensem que são um todo em movimento e, como todo, devem tentar esse equilíbrio e sanidade onde quer que transitem.

Seremos um só, na chegada. Que não seja tão rápida, quanto seria se estivéssemos sozinhos. Mas será mais segura, porque teremos o amparo do outro, dos outros, do todo. Cada ser que cair pelo caminho não será abandonado. Terá as mãos do outro. Seremos fortes, como cidadãos da luz e da cura. Vencedores. Mergulhados na fonte infinita de luz, onde não há vícios, onde predomina o bem e todas as virtudes. Que assim seja, que assim se construa!

Fiquem em paz e com saúde!

Ana Justina Neri

Canalizada em 31/01/2012

Valorizando as virtudes para uma saúde integral

(Mensagem de Ana Justina Néri, pioneira da enfermagem no Brasil, canalizada em 02/01/2012)

Dirigimo-nos, em especial, às redes que, nesse ano auspicioso que se inicia, pretendem incluir em seus desafios a árdua batalha contra os vícios – quer seja em posturas  diretas de ação, quer seja em reflexões cotidianas em seus trabalhos de aprimoramento para a prática da bondade com o próximo.

Ao falarmos de vício, necessário que pensemos, primeiramente, no campo oposto, afim de criarmos um campo mental benéfico de pensamento e vibração. Pensem, irmãos, no conceito que possuem de virtudes humanas. Virtudes são, à luz dos ensinamentos dos Mestres ascencionados, dos anjos e de todas as orientações recebidas ao longo da trajetória do homem sobre a Terra, todas as boas atitudes e hábitos, saudáveis e ao mesmo tempo úteis, que se tornam repetidos e automatizados, ou seja, são praticados sem sequer serem questionados, pois se tornam parte da criatura, resultado da vigilância em nossos gestos, atitudes e, principalmente, pensamentos. Pensem em uma criança que ainda não tenha sido inteiramente socializada e perceberão, com facilidade, que as virtudes são inerentes ao Espírito. Todos, almas encarnadas e desencarnadas,  somos criaturas do Criador e, assim, temos originariamente d’Ele todas as virtudes. Não há impurezas na Fonte. Basta que, com a nossa Vontade, estejamos imbuídos do desejo latente de RE-conexão com a Fonte, recuperando essas virtudes e colocando-as  em prática. Somente assim poderemos ascender na escala evolutiva espiritual e vencer as consequências dolorosas que os vícios nos trazem.

Com um campo mental vibracional favorável, pensando incialmente no bem, urge dizer aos membros de todas as redes que ora optam por ações destinadas ao enfrentamento dos vícios, que necessitarão, sim, de um profundo exercício de coragem, para realizarem, a partir de si próprios, um movimento salutar e belo de autocura. Tal movimento poderá ser, em vários momentos, litigante, carreando questionamentos profundos, individuais e no seio das próprias redes. Sim. Eis aí o primeiro dos movimentos: o de aceitação e de autoceitação de que cada ser vivente possui desafios viciosos, em si, que precisam ser trabalhados, à luz dos seus conhecimentos adquiridos e de sua autovigilância.

Do ponto de vista espiritual, todo momento de vício é um momento de abertura e entrega. Saibam, sem qualquer ingenuidade ou justificativa pessoal, que todo ser em estado de viciamento é um obsidiado em potencial.  Há energias no plano não-físico que transformam os da Terra em instrumentos para satisfação do vício, numa verdadeira associação psíquica, uma espécie de transe sutil e imperceptível – e, por ser imperceptível, mais grave.  Nesta comunhão indesejável ao desenvolvimento e ascensão para a Fonte, as energias não-físicas  colhem as sensações do viciado, manipulam-nas, transformam-nas e, saibam ainda, podem usá-las até mesmo como uma espécie de reservatório futuro para incentivar aquela alma doadora ou outras almas a imergirem em outras formas de vícios. Tal qual o sentimento positivo de “rede”, que vocês, redes, têm começado a perceber como poderoso, tais energias do não-bem arquitetam, assim, uma verdadeira rede não positiva de ação viciosa. Daí falharem, comumente, muitos dos tratamentos de desintoxicação dos viciados – tanto no plano físico quanto no plano energético, caso não haja, em contrapartida, toda uma vigilância e toda uma rede de bondade e de apoio circundantes.

O grande desafio começa, então, em perceber que os vícios não são apenas as posturas DO OUTRO, mas procurar buscar onde estão aqueles que precisam ser burilados em nós. Temos a tendência de apontar os excessos de desvios do outro e escamotearmos os nossos. Assim, é necessário que, ao se engajar de forma sincera em um movimento antitabagista, por exemplo, as redes e cada um dos seus membros pensem em lidar pessoal e coletivamente com outras posturas viciantes, como o alcoolismo, a toxicomania, a gastrolatria, a sexolatria ou a ludomania. Todas elas formam hipercampos energéticos imperceptíveis, danosos e imensamente marcadores dos rumos de crescimento dos Espíritos. Todas elas alteram negativamente ou destroem relações familiares e sociais – algumas vezes até mesmo comprometendo planos encarnatórios assumidos para a presente existência, acarretando danos cármicos que precisarão ser reorganizados e resgatados. E, acredite, irmãos, planos que podem precisar de rearranjos até mesmo para toda uma coletividade, Nação ou orbe planetário. Pensem e pesem esta responsabilidade, cotidianamente. 

No plano espiritual, o estímulo pessoal aos vícios  é tido e tratado, sob profunda compaixão, mas com firmeza,  como uma forma de suicídio indireto. Por ter essa informação impregnada em seus registros informacionais inconscientes, além dos próprios desequilíbrios relativos ao ato em si, os vícios levam o Espírito a sentimentos de culpa, tanto mais penosos quanto maiores tenham sido os abusos cometidos.

Mais importante, nesse caminho desafiante é, sem dúvida, a mudança de posturas. Deus sabe discernir o bem do não-bem e, por estarmos conectados a essa energia radiante, não há como esconder nossas incoerências, que podem passar despercebidas a todos os demais. A prece não esconde as faltas. Aquele que a Deus pede perdão de suas faltas SÓ O OBTÉM MUDANDO DE PROCEDER. AS BOAS AÇÕES SÃO A MELHOR PRECE. ATOS são sempre mais valiosos que toda e qualquer palavra.

Vencer o alcoolismo, a sexolatria, a toxicomania, a gastrolatria, a ludomania impõe perceber que não há meio-termos de conduta. A tendência a sermos autocondescendentes é justamente o que leva à abertura para a inércia, para a continuidade, para a invigilância. Pertencem a este campo frases como “começo amanhã”, “isto não prejudica a ninguém”, “só mais uma vez”, “só faço isso entre quatro paredes”, “apenas uma pequena dose não me fará mal”, “tenho perfeito autocontrole”, “estou conectado também em outros ambientes, enquanto estou a conectar-me a este que percebo como perverso”, “já aprendi, mas não sou capaz de praticar”.

Como proceder? Em primeiro e imediato momento, efetivamente DESEJAR a mudança! Pois a misericórdia divina é tão grande que permite a cada um, caso deseje, a permanência – mesmo que saibamos que tal permanência, aos que já possuem o conhecimento, como é a maioria dos que falamos hoje, aos reunidos em redes de apoio espiritual, assume um aspecto de negligência perante os caminhos que levam à Fonte.  Os Espíritos e o Criador sabem as dificuldades que teremos para vencer os vícios e fazer prevalecer as virtudes, mas nos advertem: difícil, sim, mas impossível, não! Portanto, a primeira postura é uma firme disposição SINCERA de vencer o não-bem, tanto do paciente quanto dos seus circunstantes (é a vigilância). E, por favor, irmãos, nesse sentido creiam no poder da Rede em que se inseriram, como auxiliadora. Peçam ajuda aos irmãos em Rede, busquem-nos, sempre que sentirem necessidade. Procurem trocar, deliberada e cotidianamente, a conexão com o indesejável, com a conexão com os amigos da Rede. E saibam que a força da conexão presencial é a mesma que possui a conexão através dos equipamentos recém-criados nesse plano para tal. Disso têm ciência as boas e as energias do campo do não-bem! Por isso, optem, tanto no presencial, quanto no uso intermediado pelas máquinas, por situações cuja intuição e sua voz interior dizem que são as melhores.

Além da postura desejante, adotem uma postura de oração constante. Uma alma que ora ocupa o seu tempo. E é o tempo ocioso que tem feito com que muitos de vocês se desviem da rota, inclusive cedendo ao apelo das modernas e fulgurantes máquinas recreacionais que incentivam o prazer. Orem  muito, de forma sincera e pessoal, ligando-se aos benfeitores espirituais que trabalham em favor da sua recuperação.

Outra orientação que damos é que procurem promover mais reuniões de assistência emocional e espiritual. Esta é uma forma de ocupar coletivamente o tempo de vocês, tal qual orientamos no ocupar individual. Em contrapartida, pensem na qualidade de suas reuniões, em todos os demais campos. Diz-me com quem andais, e eu vos direi quem sois, lembram-se disso? Saibam que, hoje, é preciso dizer ainda: diz-me ONDE e com quem andas, e eu te direi quem és e para onde ESTÃO INDO! Associar-se com boas energias é tornar-se parte delas. Ambientes impregnados de energias não-positivas também induzem aos vícios, por mais equilibrados que estejamos. Lembrem-se: tudo é energia radiante, em permanente interação.

Submetam-se, sempre que possível, a terapias de apoio físico e energético. Tenham a humildade de perceber-se em situação de auxílio. Utilizem as fontes restauradoras de cada uma de suas crenças. Fluidoterapias, passes, bênçãos (padres, pastores, mestres – não importa, desde que busquem), meditações, exercícios respiratórios, movimentos de curas físicas, busca de adequados recursos psicológicos e clínicos. Não se julguem autosuficientes, pois este é, não duvidem, um dos maiores caminhos para a vaidade e o orgulho – também uma forma de vício e porta de entrada para as energias deletérias que os espreitam a todo momento.

A cada um de vocês, nesse desafio, saibam que o auxílio virá, desde que haja a vontade, a firmeza de propósitos e o real empenho por mudança. A máxima, já dita, repetimos novamente: “AJUDA-TE QUE O CÉU TE AJUDARÁ”. Comecem em cada um a mudança que desejam ver no mundo! Estejam em Paz. Permitam-se a vitória contra o não-bem, pois só assim caminharão para a verdadeira Fonte.  Sejam a FONTE, onde reinam a saúde e a paz integral!

 

 

LUZ!

Como você se sentiu, ao ler, no título dessa mensagem, a palavra de três letras?

LUZ!!!

Consegue perceber que, mesmo que você não tenha nenhum grau de conhecimento espiritual, mesmo que não tenha nenhum vínculo a qualquer religião, mesmo que não seja uma pessoa com qualquer prática meditativa, a simples leitura da palavra provocou em seu cérebro uma imediata conexão? De forma automática, sinapses e campos magnéticos se articulam, para que você forme uma imagem mental de LUZ, e não o contrário. Seu cérebro envia, em milionésimas partes de segundo, uma informação precisa, que faz com que você até mesmo visualize a luz – seja qual for o conceito que você tenha adquirido sobre ela, ao longo de sua vida. Por uma fração ínfima de tempo, mesmo que você não continue lendo esta mensagem, você SE TORNA LUZ, receptivo ao campo vibracional que ela proporciona. Em nenhum momento, sua mente e seu soma conectaram-se com o lado oposto.

Por ingenuidade, as boas almas creem ser possível estabelecer “momentos” em que as boas conexões são realizadas. Para elas, haveria um momento específico e especial, onde realizariam a conexão com o lado positivo das energias e dos campos vibracionais. Estabelecem, assim, rotinas de práticas meditativas. Caminham aos seus templos em estado sincero e desejoso de transformação e sublime elevação. Transformam, por alguns minutos ou horas, o seu lar em espaço onde se permitem ouvir as inspirações angelicais e ler a imperiosa lei-máter.

Eis o equívoco das almas bem-intencionadas, no propósito da transfomação. Aceleradamente, a nave Terra encaminha-se para uma dimensão onde a potência de todos os campos estão sofrendo ampliação em sua amplitude. Não é necessário reiterar que tudo o que aqui pulsa e também aquilo que os olhos humanos não veem pulsar é energia latente ou manifesta. Como energias, elas interagem, de forma natural, espontânea, como uma teia articulada. Você não apenas PENSA em luz, ao ler a palavra, mas você conecta o seu campo – nada de esoterismos, aqui; apenas uma óbvia constatação, se você tem a sabedoria proporcionada pelo conhecimento, hoje tão disponível e difundido. Conectado, por uma ínfima porção de tempo que seja, você passa a também SER luz.

Assim, torna-se fácil compreender porque, ao pensar em um ente querido, a quilômetros de distância, você efetivamente sente um pouco da sua presença. Torna-se compreensível que, ao ver uma bela paisagem pelos modernos aparelhos de transmissão de imagem, você sente, por um instante, a vontade e o anseio de, fisicamente, estar ali. Não há mágica. Você, de fato, por um instante, transpôs a barreira que julga existir entre você e aquele lugar. O que ocorre é que, por ingenuidade – bondosa, até – esquece-se que a mesma matéria energética que torna possível a existência daquele local exuberante e belo está presente em suas células, em suas emoções, em seu campo magnético.

Torna-se fácil, então, entender que para a “conexão”, não há limites geográficos, de tempo. Mesmo a noção de tempo, com a qual as singelas criaturas hoje viventes lidam, assume aspectos com os quais ainda não é possível demarcar. Se você se “conecta” com um acontecimento do seu passado ou se você informa ao seu campo magnético cerebral que deseja algo em seu futuro, você acaba de modificar, por segundos, o espectro formal energético em torno de você. Se você sente saudades de um ente que já se foi, eis que aquela energia – boa ou não-boa dos instantes vividos estará ali, em conexão imediata e automática. Estabelece-se, assim, uma poderosa não-demarcação até mesmo entre essa vida e uma que já se encerrou – tempo e um não-tempo unem-se, em uma vibração dinâmica e efetiva.

Experimente isso com qualquer outra palavra: azul, vermelho, flores. Perceberás que todas trarão a manifestação vibracional energética para perto – ou dentro, ou acima, ou ao lado, isso não importa, já que estarão EM VOCÊM, tornando você como parte efetiva dela. Mas, por favor, não faça agora esse exercício com palavras, imagens ou pensamentos desimpregnados da poderosa palavra inicial: LUZ!

Essa mensagem que você lê, nesse momento, utiliza para a sua “conexão”, os seus olhos físicos, mas também todo o arsenal de estruturas que compõem o seu ser. Estruturas não apenas físicas, mas mais ainda mentais, emocionais, espirituais e fluidicas. E, também, todo o arsenal de vibrações que foram necessários para a produção dessa mensagem. Com foco em LUZ, ela chegou até você. Não faça, de forma alguma, nesse momento, o exercício contrário de inferir se a palavra viesse de outro reino e instância.

Mas reflita, então, sobre esse instrumento em que você faz a leitura dessa mensagem. Sim! Se você efetuou uma “conexão” com a essência do que aqui se fala, deve imaginar que não há instrumento desprovido de parcialidade. Ou seja, por trás das telas do seu maquinário, em cada componente que possibilita a conexão, há, sim, intencionalidades transportantes – e transbordantes. A mensagem, em si, é apenas a parte visível daquilo com o qual você se conectou – nesse caso, LUZ…

Quando, ao ligar os seus aparelhos, você se conecta com uma pretensa virtualidade, pense nisso. Imagens, palavras, em interação com a sua essência estão em franco acontecimento. Não existe virtualidade, sob o prisma dos campos que interagem – hoje, a ciência humana, tão limitada, sabe que um quantum energético pode deslocar-se em velocidades antes desconhecidas pelo campo físico. Não existe uma dissociação entre o campo de você que ora lê e o que você denomina, até mesmo de forma bondosa, ingênua ou autoprotetora, como “distantes”. Eis: você, ao conectar-se, com seus olhos, está UNO COM! Com um certo grau de atenção sobre si mesmo, desprovida de defesas justificatórias, você poderá perceber sutis ou evidentes transformações em seu complexo conjunto somático: respiração, pulsação, sentimentos, ansiedades…

Pense que, como portador de um campo vibracional, ao “conectar-se”, em qualquer momento do seu dia, você está realizando um  ajuste de frequência imediato. E, então, sem nenhuma orientação dogmática ou moralista, é preciso que saiba que está correndo o risco de seu rádio humano e espiritual passar a buscar a música dos campos opostos da “LUZ”. Não há, aqui, nenhuma imposição de castigos. Apenas, reitera-se, a natural empatia vibracional. As antenas imperceptíveis se conectam, então, com o que está acima, abaixo, ao lado, dentro. UNIDADE! Se é natural para a LUZ, porque não será para os demais campos?

Assim, ao tocar os seus dedos sobre cada uma dessas teclas, ao dirigir os seus olhos para essa tela – cujos propósitos de criação evidentemente foram para o progresso e a elevação, já que objetivam a conexão entre almas –, pense nisso. Nunca se esqueça de que aos que mais já foi dado em matéria de conhecimento, mais será proporcionada a oportunidade do exercício da prática desse conhecimento.

Não há ingenuidade do lado onde está a ausência da LUZ. Não há invigilância daquele lado. Eis aí o maior desafio de quem já fez a escolha. De quem está ajudando a conduzir a grande nave para a sua jornada escolhida pelos comandantes – vocês! Manter a firmeza. Aos que demonstrarem serem incapazes da condução, não por castigo, apenas por adequação, novas naves servirão de abrigo, em um tempo bem breve. Não há tempo para indecisões. Expressões como “não sou capaz”, “não consigo”, “sou fraco” estabelecem também conexões. Pense o contrário. Pense sempre “Tenho o poder da FONTE, pois SOU PARTE DELA”. Pense “AGORA, e em todo e qualquer lugar: “sou expressão dessa mesma origem da paisagem bondosa e da LUZ”. Experimente fazer isso, na primeira vez que perceber que conecta-se com o não desejável ou o que SABE que não é a luz em você. Uma vez, e outra, e outra. Insista! Pode até ser que sua tentativa seja infrutífera na primeira, na segunda, na terceira… Mas perceberá que seus momentos de conexão com a FONTE estarão cada mais solidificados. Não pense no NÃO, real em você. Pense no SIM e na sua capacidade transformadora. Caso queira dar materialidade ao gesto, escreva a palavra LUZ e coloque-e à frente dos seus olhos, na tela que conecta você. Deixe-a colada aí, de forma permanente!  Ela servirá como um farol, um alerta.   

Você já tem o conhecimento. E TEM, sim, a FORÇA e o PODER, pois você e esses elementos são oriundos da mesma fonte! Só é preciso despir-se da ingenuidade e das justificativas ligadas ao orgulho e à autoproteção. Exerça seu poder! Vigiai! Agora e sempre.

(Recebida em 25/11/2011)

Páscoa – Estenda as mãos

O nome Páscoa surgiu a partir da palavra hebraica “pessach” (“passagem”). Para os hebreus, significava o fim da escravidão e o início da libertação do povo judeu (marcado pela travessia do Mar Vermelho, que se tinha aberto para “abrir passagem” aos filhos de Israel que Moisés ia conduzir para a Terra Prometida). Ainda hoje, a família judaica reúne-se para o “Seder”, um jantar especial que é feito em família e dura oito dias. Além do jantar, há leituras nas sinagogas.
Em tempos antigos, no hemisfério norte, a celebração da páscoa era marcada com o fim do inverno e o início da primavera. Tempo em que animais e plantas aparecem novamente. Os pastores e camponeses presenteavam-se uns aos outros com ovos, que naquela estação eram fartos. Um desejo de que a fartura se mantivesse e se espalhasse.

Jesus, ao convidar os apóstolos para a última ceia, celebrando a Páscoa, mais que tudo, manifestou um sentimento de tolerância e respeito a uma tradição. Durante o rito da Santa Ceia, valorizou, como já havia feito em diversas ocasiões, a importância da celebração e do fortalecimento de elos. Doou, então, aos presentes, a mais valiosa dádiva que possuíam por perto naquele momento: vinho e pão, fazendo, no gesto, que ocorresse o milagre da transubstanciação (ou da consubstanciação, conforme a crença) em seu próprio sangue e corpo, sempre que a intenção celebrativa e impregnada de amor universal acontecesse , dali pra frente. Remetendo-nos ao significado dos dois elementos, podemos entender a profundidade do gesto.


O pão, mais compreensível, a manifestação material, corporal, alimento e nutrição para o físico. Indo além da materialidade e também a incluindo, naquele momento, o Mestre Iluminado invoca o sentido verdadeiro da palavra COMPANHEIRO – que é “aquele com quem compartilha o pão”. Compartilhar não apenas o bom e o suave, mas também a dor, as angústias, as aflições. E colocar-se no centro, quando em condições, para trazer os demais à mesma posição de conforto e saciedade na mesa.


O vinho, na ocasião, símbolo herdado da cultura helênica, conectava os homens à alma livre, alegre, porém desprovida de limites. Ao consubstanciá-la ou transubstancia-la em sangue, Jesus, conectado e parte integrante da Fonte Divina, nos informa que a verdadeira conexão JÁ está em nós, em nossa essência primordial, em nossa “seiva” interna, impregnada da essência divina. Não é necessária a âncora externa para a verdadeira alegria, fruto do celebrar por estarmos sendo parte da Fonte. Render-se a acreditar no contrário é perder a vigilância.


Para os cristãos, a partir da passagem de Jesus pela Terra, a Páscoa é a passagem de Jesus Cristo da morte para a vida: a Ressurreição. A passagem de Deus entre nós e a nossa passagem para Deus. É considerada a festa das festas, a solenidade das solenidades, e não se celebra dignamente senão na alegria.

Para a imensa e hoje incontável família Zenitude, representada pelos relativamente poucos membros humanos visíveis, gostaríamos que fosse um convite ao resgate da alegria que anda perdida. Qualquer transição ou passagem torna-se mais amena com a alegria. Não há sentido qualquer progresso material que não traga alegria de viver. É falso qualquer desenvolvimento terreno, se não se  percebe que, junto com ele, estão sendo deixados para trás a alegria, a serenidade, a celebração, o convívio. Tudo o que aqui está, expresso em materialidade, aqui será deixado, quando partirem para a Fonte ou, se preferirem assim chamar, para os braços do Pai Maior. No entanto, usufruam com responsabilidade e administrem seus recursos com bom senso, enquanto ainda necessitam da materialidade como instrumento de evolução. Adquiram o hábito de serem dadivosos, material e espiritualmente falando. Essa postura, para ser mais efetiva e eficaz, deve ser feita do núcleo para as bordas. Ou seja, amorosidade, dádiva, celebração e partilha primeiro com quem está na distância que o seu braço pode alcançar. Ondas de ternura tendem a se irradiar e aquele que recebeu em dado momento tenderá a fazer o mesmo. Gestos prepotentes de auxiliar ao distante, sem antes abrir o coração, os olhos e a alma para quem está no aposento ao lado podem gerar frustração e fadiga.

Aproveitem o rito de passagem cristão para preparar-se para a grande transição humana, planetária, universal e dimensional que se avizinham. Desapeguem-se de paradigmas rígidos, mas jamais abandonem a certeza da necessidade de união. Estejam conectados, em rede. Terem a mestria não significa abandonar a unidade. Unidos, serão mais fortes. Porém, certifiquem-se de dar as mãos primeiro aos mais próximos, pois são elas que seus braços alcançam em instância primária.

Celebrem! Pensem em grandes conquistas, mas celebrem a mesa simples, onde podem estar ingredientes que se transformarão em algo grandioso. Celebrem a dádiva da luz que irradia e processa os alimentos, o ar que nutre os pulmões, as leis físicas que permitem o amanhecer e o anoitecer e a passagem equilibrada de cada dia – nada disso encontrarão em nenhum depósito monetário. Avistem horizontes amplos, mas não deixem de perceber o olhar silencioso e talvez fugidio do pai, da irmã, da filha, do companheiro, da cuidadora do lar, do habitante do mesmo leito ou do aposento ao lado, que clamam pelo pão da partilha e pelo vinho seiva da alma. Todos estão migrando, juntos, como vocês, em direção à Fonte, imersos nos mesmos anseios e incertezas.

Celebrem, com alegria, sempre, sem âncoras artificiais, trazendo de seus interiores o que possuem de melhor – seiva e espírito, uma só coisa! Pois o que é é o melhor a ser, mesmo que pareça sombrio, sem cor, sem luz! Quando finalmente a grande e maior passagem acontecer, todos serão UM, irmanados na fonte divina de amor!

(Mensagem lida em 30/04/2011, durante sintonia vibracional na residência de Mônica Gomes, em Belo Horizonte/MG)