Oportunidade inclusiva

O Núcleo de Direitos Humanos e Inclusão da Pró-reitoria de Extensão da PUC Minas, em parceira com o Instituto Ester Assumpção, oferece cursos de capacitação profissional para pessoas com deficiências visual, física, intelectual e/ou múltipla ou reabilitadas pelo INSS. A iniciativa faz parte do Programa de Capacitação e Qualificação do Trabalho, que busca estimular as habilidades intelectuais e pessoais, além de integrar os participantes ao mercado de trabalho.

Os cursos oferecidos são: Informática Básica (domínio de teclado, Windows, Writer, Calc e internet), Informática Básica Acessível para Pessoas com Deficiência Visual, Auxiliar Administrativo com Ênfase no Atendimento ao Público, Auxiliar Administrativo com Rotinas Informatizadas, Auxiliar de Jardinagem, Inclusão Digital, Limpeza Institucional, Massagem Terapêutica e Drenagem Linfática, Manutenção de Microcomputador e Pedreiro. As aulas começam em agosto, nas unidades Barreiro, Coração Eucarístico, Contagem, Betim, São Gabriel e Praça da Liberdade, e são direcionados a pessoas com mais de 16 anos.

Energia do Cuidado – sugestão de leitura

Veja, aqui, recomendações de publicações que servem de base para nossos estudos, retiros vivenciais, encontros de formação. Disponibilizaremos, também, materiais utilizados nas nossas atividades, como apresentações, descrições de vivências e dinâmicas de grupo.

Livro – Saber Cuidar – Leonardo Boff – Editora Vozes

 

Com o subtítulo “Ética do Humano – Compaixão pela Terra”, a obra do teólogo, que ficou conhecido no Brasil pela polêmica relação com o Vaticano, após a difusão das ideias da Teologia da Libertação, traz uma dimensão ampla do “cuidado” necessário para uma visão nova dos indivíduos e o Planeta. Para ele, o CUIDADO é mais fundamental do que a razão e a vontade. Defende, então, uma visão pluralista, holística, detalhando o cuidado em suas várias concretizações: cuidado com a Terra, com a sociedade sustentável, com o corpo, com os outros indivíduos, com o espírito, com a grande travessia da morte.

A óptica do cuidado fundamenta, para Boff, em um livro impactante e belo, uma ética nova em todas as relações, atitudes e posturas humanas, compreensível a todos e capaz de inspirar valores fundamentais para a fase planetária da humanidade.

Destacamos algumas frases:
* ” O cuidado não é uma meta a se atingir somente no final da caminhada. É um PRINCÍPIO que acompanha o ser humano em cada passo, em cada momento, ao largo de toda a vida terrenal.”
* “O corpo é aquela porção do Universo que nós animamos, informamos, conscientizamos e personalizamos.”
* “A cordialidade supõe a capacidade de sentir o coração do outro e o coração secreto de todas as coisas. A pessoa cordial ausculta, cola o ouvido à realidade, presta atenção e põe cuidado em todas as coisas.”
* “A ternura vital é sinônimo de cuidado essencial. A ternura é o afeto que devotamos às pessoas e o cuidado que aplicamos às situações essenciais. (…) A ternura irrompe quando o sujeito se descentra de si mesmo, sai na direção do outro, sente o outro como outro, participa de sua existência, deixa-se tocar pela sua história de vida. O outro marca o sujeito. Este demora-se no outro, não pelas sensações que lhe produz, mas por amor, pelo apreço de sua diferença e pela valorização de sua vida e sua luta.”
* “Não TEMOS cuidado. SOMOS cuidado. Isto significa que o cuidado possui uma dimensão ontológica que entra na constituição do ser humano. É um modo-de-ser singular do homem e da mulher. Sem cuidado, deixamos de ser humanos!”

O livro Saber Cuidar foi a base conceitual do II Retiro Vivencial da Rede Zenitude, em maio de 2010, e o “valor CUIDADO”  foi incorporado aos princípios da Rede como o seu principal valor, um sentimento seminal, abrangente de todos os demais valores, já que inclui o amor e todos as outras metas cotidianas a serem conquistadas por seus membros. Recomendamos, como uma leitura transformadora!

Dia Mundial da Boa Ação: praticar o bem é ZEN!

No dia 26 de abril, celebra-se o Dia Mundial da Boa Ação. A data, que acontece sempre na última quinta-feira do mês de abril, foi criada na Austrália, em 2007. Hoje, ela já se espalhou pelo mundo e o Brasil é um dos países que mais tem tido iniciativas de boas ações.

Um dos movimentos de grande destaque no país em prol da solidariedade é A Corrente do Bem. Desde o ano passado, a iniciativa ajuda os brasileiros a passarem o bem para frente e a festejarem a data com ações de caridade.

Para disseminar o bem, a corrente propõe que, a medida em que uma pessoa recebe uma boa ação, ela seja solidária com três novas pessoas e, assim, sucessivamente. Metmaticamente, se em uma semana uma pessoa fizer o bem a três pessoas, em 21 semanas um bilhão de boas ações serão realizadas no mundo!

O site “A Corrente do Bem”, difundidor da ideia no mundo, possui um “Mapa do Bem“, onde as pessoas podem destacar ações feitas ou recebidas, “acendendo” pontos luminosos de bem por todo o Globo terrestre.

A Rede Zenitude convida a todos para aderirem à ideia. E, também, a passar por aqui e contar como foi a experiência – o que sentiu, como realizou a boa ação, na prática. Seja mais um elo nessa corrente transformadora. Fazer o bem faz bem! Generosidade e amor transformam o mundo!

Uma receita de tempero natural, saboroso e saudável

Uma receita de tempero caseiro natural e saudável, utilizando ervas.

Muitas pessoas usam ervas em chás ou remédios naturais. No entanto, não é mais comum, com a crescente onda industrializante, usá-las na preparação de temperos. E diversas plantinhas, bem conhecidas do brasileiro, tornam os alimentos mais saudáveis, saborosos e com aquele cheiro irrsistível de comidinha caseira. Tudo isso, é claro,  muito mais benéfico para a saúde do que os produtos industrializados.   Um recomendação dos especialistas em saúde é tentar reduzir ao máximo  a quantidade de sal utilizada na hora de temperar os alimentos. Juntamente com a farinha branca e o açúcar branco, ele tem sido considerado um dos grandes males da nossa alimentação. Abuse do alho, cebola, pimenta e outras ervas capazes de destacar o sabor dos pratos. Lembre-se de que devemos ingerir no máximo 6g de sal todos os dias – cerca de 6 colheres rasas de café.   Experimente esse tempero natural e saudável, repleto de ervas, ideal para utilizar em carnes, legumes, feijão, massas e outros alimentos. A maioria delas você encontra facilmente nos supermercados, sacolões e hortifrutis. Em caso de dificuldade com alguma, vale dar aquela visita ao mercado central de sua cidade – outra experiência que faz bem todos os sentidos. Cheiros, cores, sons, texturas são sempre abundantes, nestes locais.  

Receita de Tempero Caseiro
Ingredientes 
•1 xícara (chá) de manjericão picado
•1 xícara (chá) de hortelã picada
•1 xícara (chá) de manjerona picada
•1 xícara (chá) de salsinha picada
•1 xícara (chá) de cebolinha picada
•1 galho pequeno de alecrim
•3 folhas de sálvia
•4 cebolas médias
•1/2 quilo de alho descascado
•1 colher (sopa) de orégano
•2 colheres (sopa) de azeite

Preparo
Descasque as cebolas e corte-as em quatro partes. Junte as cebolas, o alho e azeite. Bata no liquidificador até obter uma pasta cremosa. Acrescente os demais ingredientes e bata mais uma vez, até que estejam bem triturados. Despeje em um pote limpo com tampa e guarde na geladeira.

Algumas Dicas
Como você deve ter observado, o tempero não leva sal. Caso seja necessário, inclua um pouquinho de sal na hora do preparo, levando em consideração as recomendações de consumo do produto.

Outra dica importante é lavar bem todas as folhas antes de preparar o tempero. Se não gostar do sabor de algumas delas, substitua por outra da receita, dobrando a quantidade. O ideal é utilizar as folhas frescas, mas se não as tiver em mãos, é possível recorrer às ervas secas.

Novo gibi quer estimular inclusão social da criança cadeirante

Crianças cadeirantes podem ter vida normal? A resposta é sim. E é isto que mostrará as histórias do recém-lançado gibi, Turma do Lukas – uma iniciativa do projeto “Uma Mãe Especial”, do casal Antonia e Fábio Yamashita,  e publicado pela editora Nilobook.

Antônia e Fábio são pais de Lucas, de 11 anos, que tem paralisia cerebral, e de Victor, de 6 anos. Desde o nascimento do primogênito – uma criança alegre, que frequenta a escola e cresce com toda a atenção e cuidados que merece –  se dedicam a divulgar, por meio de livros e palestras, que crianças deficientes podem – e devem – ser inseridas no convívio social.

Coube à Antonia, que é pedagoga, roteirizar o gibi, cujo objetivo é levar a crianças de até dez anos conhecimento sobre outras que usam cadeiras de rodas. “Alguns adultos, por falta de conhecimento, têm preconceito em relação a crianças cadeirantes. E esse preconceito, muitas vezes, acaba passando para as crianças. Por isso, queremos que elas saibam que, mesmo estando numa cadeira de rodas, as crianças são iguais”, afirma.

O gibi, editado pela Nilobook, tem periodicidade trimestral. Trará histórias divertidas, leves e lúdicas que mostram a criança cadeirante inserida no universo infantil de maneira natural. Com isso, busca também a identificação das crianças que usam cadeiras de rodas, que não são muito retratadas na ficção, com os personagens do gibi. “A ideia é estimular o contato e o convívio entre as crianças para que todos se acostumem à cadeira de rodas”, finaliza a pedagoga.

Sobre a Mãe Especial   A iniciativa de Antônia e Fábio Yamashita surgiu a partir da experiência de maternidade de Antônia. Aos 18 anos, ela deu à luz a Lucas, que nasceu prematuro extremo, com apenas 28 semanas e 880 gramas. O bebê sofreu com anoxia, hemorragia cerebral grau IV, hidrocefalia e meningite bacteriana. Após 3 meses de vida na UTI neonatal recebeu alta, mas o resultado dos problemas foi uma paralisia cerebral.

Antônia relatou a experiência dos cinco primeiros anos de vida de Lucas no livro “A trajetória de uma mãe especial” (editora Nilobook). Em 126 páginas, a obra reúne informações e oferece esperança e entusiasmo àqueles que estão passando pela mesma experiência de Antônia e Lucas. No livro, ela fala com naturalidade e emoção sobre os desafios da deficiência que atinge mais de 24 milhões de pessoas no Brasil.

Depois de lançar o livro, Antônia começou a levar e compartilhar suas experiências com outros educadores, mães e pais. Hoje, Antônia é pedagoga, palestrante, escritora e mãe, como gosta de frisar. Tem dois filhos: Lucas, 10 anos, e Victor, 6 anos.

Além do livro e do gibi, o “Mãe Especial” também lançou uma apostila de alfabetização para crianças com deficiência. O site www.umamaeespecial.com traz as experiências e a história de vida de Antônia e os desafios e as alegrias diárias de Lucas. Com suas palestras, passou por diversos estados brasileiros, levando suas experiências e trocando informações sobre a deficiência. O que Antônia e Fábio pretendem com o projeto é mostrar que a convivência natural e sem preconceito entre pessoas com e sem deficiência é possível. “Como se fossem totalmente iguais e ao mesmo tempo conscientes de que somos todos diferentes”, diz Antônia.

Evento em Belo Horizonte/MG debate a sustentabilidade do Planeta!

Uma iniciativa que merece a atenção e a participação de todos!

O SUSTENTAR 2012 – Fórum Internacional pelo Desenvolvimento Sustentável é uma excelente oportunidade para promover um debate amplo de importantes questões socioambientais do planeta, do país e da comunidade.   O evento conta com a participação de renomados especialistas, executivos, lideranças e autoridades nacionais e internacionais em desenvolvimento sustentável, gerando exposição de soluções para os desafios que a questão da sustentabilidade traz para governo, empresas e sociedade civil.   O tema da quinta edição do SUSTENTAR 2012 será “A Nova Economia: a Transformação da Sociedade, das empresas e das pessoas“, assim como suas respectivas abordagens sociais, econômicas, ambientais e culturais.   Sediado em Belo Horizonte há 05 anos, desde a sua primeira edição, é considerado um dos mais representativos eventos sobre sustentabilidade do Brasil.   A QUEM SE DESTINA   Conhecimento, informação, emoção, atualização, debates, discussões, participação, intercâmbio. O SUSTENTAR 2012 é o momento oportuno para gestores de responsabilidade socioambiental de empresas, governo, acadêmicos, mídia, todo cidadão, pessoas físicas e jurídicas, discutirem ideias, atitudes e soluções que contribuam para promover a construção de um mundo melhor, com responsabilidade ambiental, social, econômica e cultural.

Para informações e inscrições, entre no site oficial: www.sustentar.net

Ter animais faz bem para o coração

Donos de animais têm coração mais saudável! Quem, aliás, nunca sentiu o coração reconfortado, em um dia triste, quando o seu amigo focinhudo ou rabudo ou cheio de patinhas e pelos – sabe-se lá o que cada um chama de animal de estimação! O que vale é respeitá-los, cuidar deles, amá-los e jamais, em tempo algum, abandoná-los, quando já não possuem tanto vigor e beleza.  Valores do Zenitude, que valem para toda e qualquer forma de vida!

Segundo pesquisa japonesa, aqueles que convivem com um pet apresentam mais variabilidade do ritmo cardíaco Portadores de doenças crônicas que possuem mascotes parecem ter corações mais saudáveis do que aqueles que vivem sem um animal de estimação – seja de pelos, penas ou escamas, diz um novo estudo japonês. Na pesquisa publicada no American Journal of Cardiology, os cientistas que estudaram quase 200 pessoas descobriram que aqueles que tinham um pet contavam com mais variabilidade do ritmo cardíaco do que os que não tinham um animal. Isso significa que seus corações respondem melhor às exigências das mudanças corporais, como bombear sangue mais rapidamente em situações de estresse. Uma variabilidade reduzida está associada ao maior risco de morrer por problemas do coração.

“Entre os pacientes com doença coronária, os donos de mascotes mostram uma sobrevida um ano maior do que os que não têm bichos, diz o autor, Naoko Aiba, da Universidade de Kitasato, no Japão. No estudo, a equipe avaliou 191 pessoas com diabetes, pressão arterial elevada ou colesterol alto durante 24 horas usando um monitor cardíaco durante todo o tempo. A faixa etária estava entre 60 e 80 anos.

Os pesquisadores também perguntaram sobre as atividades diárias e sobre se tinham ou não animais domésticos. Nos donos de pets, cerca de 5% das batidas do coração diferiam em 50 milésimos de segundo em extensão, contra 2,5% dos que não tinham animais. Isso significa que o ritmo cardíaco mudava menos.

Até agora, não se sabe o que causa a diferença. Pode ser em função dos animais, ou pode ser que haja diferenças entre os que escolhem ter pets e os que não querem bichos. “Suponho que os mascotes são uma forma de apoio social, e por isso reduzem o estresse e podem satisfazer algumas necessidades de companhia”, dizem os Judith Siegel, da Faculdade de Saúde Pública da UCLA, que não participou do estudo. “Não creio que ninguém tenha uma boa referência sobre essas discrepâncias”, acrescentou. Os autores ressalvam que eles seguiram os voluntários apenas por um dia e que outros fatores deveriam ser levados em conta, como diferenças potenciais entre os tipos de animais. Erika Friedmann, da Escola de Enfermagem da Universidade de Maryland, considera que o estudo dá um passo em algo já conhecido – a conexão entre ter um mascote e saúde. “Estamos entrando na vida diária da pessoa, e isso é emocionante”, disse ela, que não participou da pesquisa.

Autor: Reuters
Fonte: Estadão – Saúde

Crianças criadas com afeto têm hipocampo maior, revela estudo

Sim!!! A Rede Zenitude sabe e pratica o “valor” da afetividade, em todos os momentos. Mas nada melhor do que o reconhecimento científico! Vejam, que dados interessantes sobre a afetividade na fase infantil e as consequências positivas para toda a vida…

As crianças criadas com afeto têm o hipocampo – área do cérebro encarregada da memória – quase 10% maior que as demais, revela um estudo publicado nesta segunda-feira pela revista “Proceedings of the National Academy of Sciences” (“PNAS”).
A pesquisa, realizada por psiquiatras e neurocientistas da Universidade Washington de Saint Louis, “sugere um claro vínculo entre a criação e o tamanho do hipocampo”, explica a professora de psiquiatria infantil Joan L. Luby, uma das autoras.
Para o estudo, os especialistas analisaram imagens cerebrais de crianças com idades entre 7 e 10 anos que, quando tinham entre 3 e 6 anos, foram observados em interação com algum de seus pais, quase sempre com a mãe.
Foram analisadas imagens do cérebro de 92 dessas crianças, algumas mentalmente saudáveis e outras com sintomas de depressão. As crianças saudáveis e criadas com afeto tinham o hipocampo quase 10% maior que as demais. “Ter um hipocampo quase 10% maior é uma evidência concreta do poderoso efeito da criação”, ressalta Luby.
A professora defende que os pais criem os filhos com amor e cuidado, pois, segundo ela, isso “claramente tem um impacto muito grande no desenvolvimento posterior”.
Durante anos, muitas pesquisas enfatizaram a importância da criação, mas quase sempre focadas em fatores psicossociais e no rendimento escolar. O trabalho publicado nesta segunda-feira, no entanto, “é o primeiro que realmente mostra uma mudança anatômica no cérebro”, destaca Luby.
Embora em 95% dos casos estudados as mães biológicas tenham participado do estudo, os pesquisadores indicam que o efeito no cérebro é o mesmo se o responsável pelos cuidados da criança é o pai, os pais adotivos ou os avós.

 Fonte: Efe

Judeus e muçulmanos promovem ações sociais conjuntas em 26 países

Milhares de judeus e muçulmanos, em 26 países da América do Norte, Europa, Oriente Médio e África, participaram do “IV Fim de Semana de Congraçamento”, promovido pela Fundação para o Entendimento Étnico (Foundation for Ethnic Understanding-FFEU) em conjunto com o World Jewish Congress (WJC) e a Sociedade Islâmica da América do Norte. Através deste projeto, criado em 2008, centenas de sinagogas, mesquitas e centros culturais promovem ações sociais conjuntas. “Almejamos construir um movimento global de muçulmanos e judeus comprometidos com comunicação, reconciliação, cooperação e entendimento. Essa histórica efusividade entre eles ao redor do mundo demonstra que não só compartilhamos da mesma fé, mas também de um mesmo destino”, explica o rabino Marc Schneier, fundador e presidente da FFEU e vice-presidente do WJC. Em fevereiro de 2012, ocorrerá na Europa o segundo encontro do Comitê de Coordenação da União entre Líderes Europeus Judeus e Muçulmanos. Em março, a FFEU receberá, em Washington, a primeira Missão Latino-Americana de Líderes Muçulmanos e Judeus.

Juntos
Estudantes muçulmanos e judeus norte-americanos da
Universidade Rutgers (New Jersey/EUA) se uniram a membros
da comunidade da mesquita Muslim Foundation para preparar
500 refeições para pessoas sem teto e com fome. O evento,
intitulado de “Povos de Abraão Unidos Contra a Fome”, foi uma
das 125 ações conjuntas realizadas em 26 países, no “IV Fim
de Semana de Congraçamento”. Na foto, Brian Thompson,
Alina Razak e Zafar Jamil preparam refeição para pessoas carentes
(Fonte: Conib).

Sintonização especial: entrando na frequência do verdadeiro Natal!

Abrace JesusNo Natal, as casas se enfeitam de luzes, as fachadas ficam coloridas, as ruas movimentadas. Mas, em meio ao corre-corre, é comum que nos esqueçamos que esta é, sim, uma celebração por um aniversário! A celebração pelo nascimento de um ser especial, que representa o expoente máximo de luz, cor e vida: Jesus Cristo!

É bom que não percamos esse foco, jamais. Se não, corremos o risco de nos tornarmos apenas peças de uma estratégia bem construída de marketing e vazio não-relevante de propósitos. Celebremos, com nossos familiares, os ensinamentos d’Aquele que nos conduziu aos melhores exemplos de paz e harmonia familiares. Celebremos a vinda do ilustre e iluminado Mestre, em volta de uma mesa de alegrias, esperanças e amor.

No primeiro sábado do mês natalino, convidamos a todos para iniciarem conosco um processo de sintonia com a verdadeira frequencia do Natal. Neste sábado, dia 03/11, às 21:30 horas (hora local e exata de Brasília), quando a nossa Rede celebrará também o seu aniversário de dois anos, uniremo-nos a todos os amigos planetários e cósmicos, em um abraço de luz.

Pedimos que mentalizem esse grande abraço, envolvendo todos os demais dias do mês de dezembro, levando às pessoas a consciência necessária para construir um Natal verdadeiro, repleto de bênçãos. Pensem nos enfermos, que já estão se preparando para passar o Natal em um leito hospitalar ou acamados em casa. Pensem naqueles que estão privados de liberdade. Pensem nas crianças sem famílias e que dependerão da solidariedade de outros para um mínimo de alegria. Pensem nas almas que esperam com ansiedade a opção de seus pais pela paternidade. Pensem nos que já partiram e, sem apego, mentalizem uma nova presença, cujas barreiras geográficas jamais serão capazes de separar. Pensem naqueles a quem você deve um perdão ou uma palavra carinhosa e amiga. Pensem em todos, juntos, como em uma festiva e poderosa festa de aniversário, de mãos dadas, fortalecidos pela chama que nos vem do Divino Pai.

E, ainda e acima de tudo, pense em você abraçando, com toda gratidão, o aniversariante! Fique à vontade! Com certeza, ele vai gostar e irá lhe devolver, em bênçãos, a energia desse abraço!

Seremos UM, porque somos parte dessa chama! E, se você ler essa mensagem depois das 21:30 horas do sábado, dia 03/12, não importa. Apenas, “conecte-se”. Toda a energia emanada estará pairando, ainda, por muito tempo, vencendo o tempo e a distância.

LUZ!

Como você se sentiu, ao ler, no título dessa mensagem, a palavra de três letras?

LUZ!!!

Consegue perceber que, mesmo que você não tenha nenhum grau de conhecimento espiritual, mesmo que não tenha nenhum vínculo a qualquer religião, mesmo que não seja uma pessoa com qualquer prática meditativa, a simples leitura da palavra provocou em seu cérebro uma imediata conexão? De forma automática, sinapses e campos magnéticos se articulam, para que você forme uma imagem mental de LUZ, e não o contrário. Seu cérebro envia, em milionésimas partes de segundo, uma informação precisa, que faz com que você até mesmo visualize a luz – seja qual for o conceito que você tenha adquirido sobre ela, ao longo de sua vida. Por uma fração ínfima de tempo, mesmo que você não continue lendo esta mensagem, você SE TORNA LUZ, receptivo ao campo vibracional que ela proporciona. Em nenhum momento, sua mente e seu soma conectaram-se com o lado oposto.

Por ingenuidade, as boas almas creem ser possível estabelecer “momentos” em que as boas conexões são realizadas. Para elas, haveria um momento específico e especial, onde realizariam a conexão com o lado positivo das energias e dos campos vibracionais. Estabelecem, assim, rotinas de práticas meditativas. Caminham aos seus templos em estado sincero e desejoso de transformação e sublime elevação. Transformam, por alguns minutos ou horas, o seu lar em espaço onde se permitem ouvir as inspirações angelicais e ler a imperiosa lei-máter.

Eis o equívoco das almas bem-intencionadas, no propósito da transfomação. Aceleradamente, a nave Terra encaminha-se para uma dimensão onde a potência de todos os campos estão sofrendo ampliação em sua amplitude. Não é necessário reiterar que tudo o que aqui pulsa e também aquilo que os olhos humanos não veem pulsar é energia latente ou manifesta. Como energias, elas interagem, de forma natural, espontânea, como uma teia articulada. Você não apenas PENSA em luz, ao ler a palavra, mas você conecta o seu campo – nada de esoterismos, aqui; apenas uma óbvia constatação, se você tem a sabedoria proporcionada pelo conhecimento, hoje tão disponível e difundido. Conectado, por uma ínfima porção de tempo que seja, você passa a também SER luz.

Assim, torna-se fácil compreender porque, ao pensar em um ente querido, a quilômetros de distância, você efetivamente sente um pouco da sua presença. Torna-se compreensível que, ao ver uma bela paisagem pelos modernos aparelhos de transmissão de imagem, você sente, por um instante, a vontade e o anseio de, fisicamente, estar ali. Não há mágica. Você, de fato, por um instante, transpôs a barreira que julga existir entre você e aquele lugar. O que ocorre é que, por ingenuidade – bondosa, até – esquece-se que a mesma matéria energética que torna possível a existência daquele local exuberante e belo está presente em suas células, em suas emoções, em seu campo magnético.

Torna-se fácil, então, entender que para a “conexão”, não há limites geográficos, de tempo. Mesmo a noção de tempo, com a qual as singelas criaturas hoje viventes lidam, assume aspectos com os quais ainda não é possível demarcar. Se você se “conecta” com um acontecimento do seu passado ou se você informa ao seu campo magnético cerebral que deseja algo em seu futuro, você acaba de modificar, por segundos, o espectro formal energético em torno de você. Se você sente saudades de um ente que já se foi, eis que aquela energia – boa ou não-boa dos instantes vividos estará ali, em conexão imediata e automática. Estabelece-se, assim, uma poderosa não-demarcação até mesmo entre essa vida e uma que já se encerrou – tempo e um não-tempo unem-se, em uma vibração dinâmica e efetiva.

Experimente isso com qualquer outra palavra: azul, vermelho, flores. Perceberás que todas trarão a manifestação vibracional energética para perto – ou dentro, ou acima, ou ao lado, isso não importa, já que estarão EM VOCÊM, tornando você como parte efetiva dela. Mas, por favor, não faça agora esse exercício com palavras, imagens ou pensamentos desimpregnados da poderosa palavra inicial: LUZ!

Essa mensagem que você lê, nesse momento, utiliza para a sua “conexão”, os seus olhos físicos, mas também todo o arsenal de estruturas que compõem o seu ser. Estruturas não apenas físicas, mas mais ainda mentais, emocionais, espirituais e fluidicas. E, também, todo o arsenal de vibrações que foram necessários para a produção dessa mensagem. Com foco em LUZ, ela chegou até você. Não faça, de forma alguma, nesse momento, o exercício contrário de inferir se a palavra viesse de outro reino e instância.

Mas reflita, então, sobre esse instrumento em que você faz a leitura dessa mensagem. Sim! Se você efetuou uma “conexão” com a essência do que aqui se fala, deve imaginar que não há instrumento desprovido de parcialidade. Ou seja, por trás das telas do seu maquinário, em cada componente que possibilita a conexão, há, sim, intencionalidades transportantes – e transbordantes. A mensagem, em si, é apenas a parte visível daquilo com o qual você se conectou – nesse caso, LUZ…

Quando, ao ligar os seus aparelhos, você se conecta com uma pretensa virtualidade, pense nisso. Imagens, palavras, em interação com a sua essência estão em franco acontecimento. Não existe virtualidade, sob o prisma dos campos que interagem – hoje, a ciência humana, tão limitada, sabe que um quantum energético pode deslocar-se em velocidades antes desconhecidas pelo campo físico. Não existe uma dissociação entre o campo de você que ora lê e o que você denomina, até mesmo de forma bondosa, ingênua ou autoprotetora, como “distantes”. Eis: você, ao conectar-se, com seus olhos, está UNO COM! Com um certo grau de atenção sobre si mesmo, desprovida de defesas justificatórias, você poderá perceber sutis ou evidentes transformações em seu complexo conjunto somático: respiração, pulsação, sentimentos, ansiedades…

Pense que, como portador de um campo vibracional, ao “conectar-se”, em qualquer momento do seu dia, você está realizando um  ajuste de frequência imediato. E, então, sem nenhuma orientação dogmática ou moralista, é preciso que saiba que está correndo o risco de seu rádio humano e espiritual passar a buscar a música dos campos opostos da “LUZ”. Não há, aqui, nenhuma imposição de castigos. Apenas, reitera-se, a natural empatia vibracional. As antenas imperceptíveis se conectam, então, com o que está acima, abaixo, ao lado, dentro. UNIDADE! Se é natural para a LUZ, porque não será para os demais campos?

Assim, ao tocar os seus dedos sobre cada uma dessas teclas, ao dirigir os seus olhos para essa tela – cujos propósitos de criação evidentemente foram para o progresso e a elevação, já que objetivam a conexão entre almas –, pense nisso. Nunca se esqueça de que aos que mais já foi dado em matéria de conhecimento, mais será proporcionada a oportunidade do exercício da prática desse conhecimento.

Não há ingenuidade do lado onde está a ausência da LUZ. Não há invigilância daquele lado. Eis aí o maior desafio de quem já fez a escolha. De quem está ajudando a conduzir a grande nave para a sua jornada escolhida pelos comandantes – vocês! Manter a firmeza. Aos que demonstrarem serem incapazes da condução, não por castigo, apenas por adequação, novas naves servirão de abrigo, em um tempo bem breve. Não há tempo para indecisões. Expressões como “não sou capaz”, “não consigo”, “sou fraco” estabelecem também conexões. Pense o contrário. Pense sempre “Tenho o poder da FONTE, pois SOU PARTE DELA”. Pense “AGORA, e em todo e qualquer lugar: “sou expressão dessa mesma origem da paisagem bondosa e da LUZ”. Experimente fazer isso, na primeira vez que perceber que conecta-se com o não desejável ou o que SABE que não é a luz em você. Uma vez, e outra, e outra. Insista! Pode até ser que sua tentativa seja infrutífera na primeira, na segunda, na terceira… Mas perceberá que seus momentos de conexão com a FONTE estarão cada mais solidificados. Não pense no NÃO, real em você. Pense no SIM e na sua capacidade transformadora. Caso queira dar materialidade ao gesto, escreva a palavra LUZ e coloque-e à frente dos seus olhos, na tela que conecta você. Deixe-a colada aí, de forma permanente!  Ela servirá como um farol, um alerta.   

Você já tem o conhecimento. E TEM, sim, a FORÇA e o PODER, pois você e esses elementos são oriundos da mesma fonte! Só é preciso despir-se da ingenuidade e das justificativas ligadas ao orgulho e à autoproteção. Exerça seu poder! Vigiai! Agora e sempre.

(Recebida em 25/11/2011)

A paz nasce no lar

Você já se deu conta de que as guerras, tanto quando a violência, nas suas múltiplas faces, nascem dentro dos lares? Em tese, é no lar que aprendemos a ser violentos ou pacíficos, viciosos ou virtuosos. Sim, porque quando o filho chega contando que um colega lhe bateu, os pais logo mandam que ele também bata no agressor. Muitos pais ainda fazem mais, dizendo: “filho meu não traz desaforo para casa”; “se apanhar na rua, apanha em casa outra vez”! Se o filho se queixa que alguém lhe xingou com palavrões, logo recebe a receita do revide: “faça o mesmo com ele”. “vingue-se”, “não deixe por menos”. Quando o amiguinho pega o brinquedo do filho, os pais intercedem dizendo: “tire dele, você é mais forte”, “não seja bobo”! Essas atitudes são muito comuns, e os filhos que crescem ouvindo essas máximas, só não aprendem a lição se tiverem alguma deficiência mental, ou se forem espíritos superiores, o que é raro na terra.

O que geralmente acontece é que aprendem a lição e se tornam cidadãos agressivos, orgulhosos, vingativos e violentos. Ingredientes perfeitos para fomentar guerras e outros tipos de violências.

Se, ao contrário, os pais orientassem o filho com conselhos sábios, como: perdoe, tolere, compartilhe, ajude, colabore, esqueça a ofensa, não passe recibo para a agressividade, os filhos certamente cresceriam alimentando outra disposição íntima.

Seriam cidadãos capazes de lidar com as próprias emoções e dariam outro colorido à sociedade da qual fazem parte.

Formariam uma sociedade pacífica, pois quando uma pessoa age diante de uma agressão, ao invés de reagir, a violência não se espalha. A paz só será uma realidade, quando os homens forem pacíficos, e isso só acontecerá investindo-se na educação da infância.

Os pais talvez não tenham se dado conta disso, mas a maioria dos vícios também são adquiridos portas à dentro dos lares. É o pai incentivando o filho a beber, a fumar, a se prostituir, das mais variadas formas.

É a mãe vestindo a filha com roupas que despertam a sensualidade, a vaidade, a leviandade. Meninas, desde os três anos, já estão vestidas como se fossem moças, com roupas e maquiagens que as mães fazem questão de lhes dar.

Isso tudo fará diferença mais tarde, quando esses meninos e meninas estiverem ocupando suas posições de cidadãos na sociedade.

Então veremos o político agredindo o colega em frente às câmeras, medindo forças e perdendo a compostura.

Veremos a mulher vulgarizada, desvalorizada, exibindo o corpo para ser popular.

Lamentavelmente muitos pais ainda não acordaram para essa realidade e continuam semeando sementes de violência e vícios no reduto do lar, que deveria ser um santuário de bênçãos.

Já é hora de pensar com mais seriedade a esse respeito e tomar atitudes para mudar essa triste realidade.

É hora de compreender que se quisermos construir um mundo melhor, os alicerces dessa construção devem ter suas bases firmes no lar.

Equipe de Redação do Momento Espírita, com base em seminário proferido
por Raul Teixeira, no VI SIMPÓSIO PARANAENSE DE ESPIRITISMO,
dia 27/05/03. Fonte: http://casa.momento.com.br/