Uma receita de tempero natural, saboroso e saudável

Uma receita de tempero caseiro natural e saudável, utilizando ervas.

Muitas pessoas usam ervas em chás ou remédios naturais. No entanto, não é mais comum, com a crescente onda industrializante, usá-las na preparação de temperos. E diversas plantinhas, bem conhecidas do brasileiro, tornam os alimentos mais saudáveis, saborosos e com aquele cheiro irrsistível de comidinha caseira. Tudo isso, é claro,  muito mais benéfico para a saúde do que os produtos industrializados.   Um recomendação dos especialistas em saúde é tentar reduzir ao máximo  a quantidade de sal utilizada na hora de temperar os alimentos. Juntamente com a farinha branca e o açúcar branco, ele tem sido considerado um dos grandes males da nossa alimentação. Abuse do alho, cebola, pimenta e outras ervas capazes de destacar o sabor dos pratos. Lembre-se de que devemos ingerir no máximo 6g de sal todos os dias – cerca de 6 colheres rasas de café.   Experimente esse tempero natural e saudável, repleto de ervas, ideal para utilizar em carnes, legumes, feijão, massas e outros alimentos. A maioria delas você encontra facilmente nos supermercados, sacolões e hortifrutis. Em caso de dificuldade com alguma, vale dar aquela visita ao mercado central de sua cidade – outra experiência que faz bem todos os sentidos. Cheiros, cores, sons, texturas são sempre abundantes, nestes locais.  

Receita de Tempero Caseiro
Ingredientes 
•1 xícara (chá) de manjericão picado
•1 xícara (chá) de hortelã picada
•1 xícara (chá) de manjerona picada
•1 xícara (chá) de salsinha picada
•1 xícara (chá) de cebolinha picada
•1 galho pequeno de alecrim
•3 folhas de sálvia
•4 cebolas médias
•1/2 quilo de alho descascado
•1 colher (sopa) de orégano
•2 colheres (sopa) de azeite

Preparo
Descasque as cebolas e corte-as em quatro partes. Junte as cebolas, o alho e azeite. Bata no liquidificador até obter uma pasta cremosa. Acrescente os demais ingredientes e bata mais uma vez, até que estejam bem triturados. Despeje em um pote limpo com tampa e guarde na geladeira.

Algumas Dicas
Como você deve ter observado, o tempero não leva sal. Caso seja necessário, inclua um pouquinho de sal na hora do preparo, levando em consideração as recomendações de consumo do produto.

Outra dica importante é lavar bem todas as folhas antes de preparar o tempero. Se não gostar do sabor de algumas delas, substitua por outra da receita, dobrando a quantidade. O ideal é utilizar as folhas frescas, mas se não as tiver em mãos, é possível recorrer às ervas secas.

Crianças criadas com afeto têm hipocampo maior, revela estudo

Sim!!! A Rede Zenitude sabe e pratica o “valor” da afetividade, em todos os momentos. Mas nada melhor do que o reconhecimento científico! Vejam, que dados interessantes sobre a afetividade na fase infantil e as consequências positivas para toda a vida…

As crianças criadas com afeto têm o hipocampo – área do cérebro encarregada da memória – quase 10% maior que as demais, revela um estudo publicado nesta segunda-feira pela revista “Proceedings of the National Academy of Sciences” (“PNAS”).
A pesquisa, realizada por psiquiatras e neurocientistas da Universidade Washington de Saint Louis, “sugere um claro vínculo entre a criação e o tamanho do hipocampo”, explica a professora de psiquiatria infantil Joan L. Luby, uma das autoras.
Para o estudo, os especialistas analisaram imagens cerebrais de crianças com idades entre 7 e 10 anos que, quando tinham entre 3 e 6 anos, foram observados em interação com algum de seus pais, quase sempre com a mãe.
Foram analisadas imagens do cérebro de 92 dessas crianças, algumas mentalmente saudáveis e outras com sintomas de depressão. As crianças saudáveis e criadas com afeto tinham o hipocampo quase 10% maior que as demais. “Ter um hipocampo quase 10% maior é uma evidência concreta do poderoso efeito da criação”, ressalta Luby.
A professora defende que os pais criem os filhos com amor e cuidado, pois, segundo ela, isso “claramente tem um impacto muito grande no desenvolvimento posterior”.
Durante anos, muitas pesquisas enfatizaram a importância da criação, mas quase sempre focadas em fatores psicossociais e no rendimento escolar. O trabalho publicado nesta segunda-feira, no entanto, “é o primeiro que realmente mostra uma mudança anatômica no cérebro”, destaca Luby.
Embora em 95% dos casos estudados as mães biológicas tenham participado do estudo, os pesquisadores indicam que o efeito no cérebro é o mesmo se o responsável pelos cuidados da criança é o pai, os pais adotivos ou os avós.

 Fonte: Efe

A paz nasce no lar

Você já se deu conta de que as guerras, tanto quando a violência, nas suas múltiplas faces, nascem dentro dos lares? Em tese, é no lar que aprendemos a ser violentos ou pacíficos, viciosos ou virtuosos. Sim, porque quando o filho chega contando que um colega lhe bateu, os pais logo mandam que ele também bata no agressor. Muitos pais ainda fazem mais, dizendo: “filho meu não traz desaforo para casa”; “se apanhar na rua, apanha em casa outra vez”! Se o filho se queixa que alguém lhe xingou com palavrões, logo recebe a receita do revide: “faça o mesmo com ele”. “vingue-se”, “não deixe por menos”. Quando o amiguinho pega o brinquedo do filho, os pais intercedem dizendo: “tire dele, você é mais forte”, “não seja bobo”! Essas atitudes são muito comuns, e os filhos que crescem ouvindo essas máximas, só não aprendem a lição se tiverem alguma deficiência mental, ou se forem espíritos superiores, o que é raro na terra.

O que geralmente acontece é que aprendem a lição e se tornam cidadãos agressivos, orgulhosos, vingativos e violentos. Ingredientes perfeitos para fomentar guerras e outros tipos de violências.

Se, ao contrário, os pais orientassem o filho com conselhos sábios, como: perdoe, tolere, compartilhe, ajude, colabore, esqueça a ofensa, não passe recibo para a agressividade, os filhos certamente cresceriam alimentando outra disposição íntima.

Seriam cidadãos capazes de lidar com as próprias emoções e dariam outro colorido à sociedade da qual fazem parte.

Formariam uma sociedade pacífica, pois quando uma pessoa age diante de uma agressão, ao invés de reagir, a violência não se espalha. A paz só será uma realidade, quando os homens forem pacíficos, e isso só acontecerá investindo-se na educação da infância.

Os pais talvez não tenham se dado conta disso, mas a maioria dos vícios também são adquiridos portas à dentro dos lares. É o pai incentivando o filho a beber, a fumar, a se prostituir, das mais variadas formas.

É a mãe vestindo a filha com roupas que despertam a sensualidade, a vaidade, a leviandade. Meninas, desde os três anos, já estão vestidas como se fossem moças, com roupas e maquiagens que as mães fazem questão de lhes dar.

Isso tudo fará diferença mais tarde, quando esses meninos e meninas estiverem ocupando suas posições de cidadãos na sociedade.

Então veremos o político agredindo o colega em frente às câmeras, medindo forças e perdendo a compostura.

Veremos a mulher vulgarizada, desvalorizada, exibindo o corpo para ser popular.

Lamentavelmente muitos pais ainda não acordaram para essa realidade e continuam semeando sementes de violência e vícios no reduto do lar, que deveria ser um santuário de bênçãos.

Já é hora de pensar com mais seriedade a esse respeito e tomar atitudes para mudar essa triste realidade.

É hora de compreender que se quisermos construir um mundo melhor, os alicerces dessa construção devem ter suas bases firmes no lar.

Equipe de Redação do Momento Espírita, com base em seminário proferido
por Raul Teixeira, no VI SIMPÓSIO PARANAENSE DE ESPIRITISMO,
dia 27/05/03. Fonte: http://casa.momento.com.br/

Estudo mostra que canela ajuda a combater Alzheimer

O professor israelense Michael Ovadia transformou um trauma infantil em pesquisa de sucesso. O pivô da reviravolta é a canela, aparentemente mais do que um tempero. Segundo Ovadia, a erva aromática pode ajudar a combater uma das doenças mais misteriosas da atualidade, o Mal de Alzheimer, que afeta 18 milhões de pessoas no mundo. Há mais de 50 anos, Ovadia quase foi desclassificado num concurso de conhecimentos de Bíblia ao esquecer a resposta a uma pergunta: que ingredientes formavam o óleo sagrado usado pelos sacerdotes do Templo Sagrado de Salomão? Na última hora, se lembrou da lista, cujo ingrediente mais conhecido é a canela. Acabou tirando um respeitado segundo lugar, mas o episódio nunca saiu de sua cabeça.

Anos depois, já um renomado pesquisador do departamento de Zoologia da Faculdade de Ciências da Vida da Universidade de Tel Aviv, Ovadia decidiu pesquisar porque os israelenses antigos usavam esse óleo para limpar os artefatos sagrados do Templo e proteger seus sacerdotes de doenças causadas pelo contato com sangue devido ao sacrifício de animais. Aos poucos, foi descobrindo que a canela é capaz de neutralizar vários tipos de vírus e infecções. Mas qual não foi sua surpresa ao ousar pesquisar a eficiência da erva na inibição dos chamados oligômeros: conglomerados de proteína beta-amiloide, abundante no cérebro dos doentes de Alzheimer e acusados de causarem perda de memória em mais de 50% dos idosos com mais de 85 anos.

Ovadia liderou e um grupo de pesquisadores formado pelos professores Ehud Gazit, Daniel Segal, Dan Frankel, Anat Frydman Maor e Aviad Levin, conseguiu extrair uma substância líquida da canela que é capaz de inibir o acúmulo progressivo de agregados neurotóxicos do peptídeo beta-amiloide (A-beta) no cérebro dos indivíduos afetados. E mais do que isso: o grupo descobriu que o extrato de canela também é capaz de dissolver as chamadas fibrilas de beta-amiloides, cujo acúmulo no cérebro mata neurônios em pacientes com Alzheimer.

O estudo foi publicado na revista científica PloS ONE em janeiro e causou tanto impacto que a Universidade de Tel Aviv, que entrou com pedido de patente do extrato de canela, já deu permissão para que uma empresa privada desenvolva e distribua remédios à base de canela.

A canela, obtida da parte interna do tronco da caneleira, uma árvore nativa do Sri Lanka, já foi uma das especiarias mais valiosas do mundo. Na Idade Média, seu valor chegou a superar 15 vezes o do ouro. O motivo era seu uso não só como tempero saboroso e aroma inconfundível para fins espirituais, mas também por seus poderes medicinais. Seus compostos (acetato de cinamilo, álcool de cinamilo e cinnamaldehyde) se unem à sua composição mineral (fibra, ferro, cálcio e magnésio) para curar males.

Além dos israelenses, outras culturas milenares apontam a canela como um santo remédio. Citações do uso da erva são datadas de 4000 AC. Os egípcios a usavam para conservar a comida e como analgésico. Os chineses, contra diarreia, gripes, resfriados, indigestão e repelente de mosquistos. Na Índia, os poderes antibactericidas, antioxidantes, anti-inflamatórios e antifúngicos da erva a transformaram num dos principais compostos mediciais. Mas, até hoje, há pouca prova científica de tudo isso.

– Um dos poucos estudos concretos quanto ao poder da canela é o que provou que ela inibe o helicobater pylori, a bactéria que causa a úlcera duodenal – conta Michael Ovadia. – Mas muitas civilizações usavam ervas, plantas e outras produtos naturais contra males. O que eles usavam instintivamente, nós começamos a provar cientificamente.

Hoje, estudos apontam para os possíveis benefícios do tempero no combate a pressão alta, diabetes, herpes, acne, reumatismo, perda de memória, infecções urinárias e até mesmo alguns tipos de câncer. Funcionaria também como um anticoagulante natural indicado para mulheres grávidas e até mesmo como afrodisíaco.

Reiki e reflexologia ajudam na recuperação de transplantados em São Paulo

A Rede Zenitude incentiva a prática de terapias complementares como um método para alcançar o equilíbrio e a saúde integral. É sempre bom, perceber que a cada dia essas técnicas vêm ganhando espaço, tornando-se mais conhecidas e utilizadas por todas as pessoas, em diferentes locais pelo país e pelo mundo. Vejam, nessa matéria, como o Reiki e a reflexologia (massagem terapêuticas nos pés e mãos) estão oferecendo suporte físico e emocional aos pacientes paulistanos.

Os usuários do Hospital de Transplantes “Euryclides de Jesus Zerbini”, em São Paulo, contam com uma terapia alternativa para enfrentar o período de internação com mais confiança e tranquilidade. O reiki, técnica terapêutica baseada na medicina oriental, é aplicado semanalmente e apresenta bons resultados em mais de 90% dos internados.

O reiki foi reconhecido como terapia complementar pela OMS (Organização Mundial da Saúde) em 1962. Segundo Berenice Sabadell, professora e primeira voluntária do Hospital de Transplantes (antigo Hospital Brigadeiro), atuante há mais de 10 anos, a técnica ajuda a liberar bloqueios permitindo que o doente aceite melhor o tratamento convencional. Também auxilia na respiração promovendo tranquilidade.

– São 20 minutos em que “desliga-se” de tudo para concentrar-se apenas em saúde e bem estar. É desta forma que reconquistamos a autoestima destas pessoas”.

Além da aplicação do reiki, a terapeuta ainda utiliza essências para massagear as mãos e pés dos pacientes, com técnica de tratamento conhecida com reflexologia.

Para os pacientes com hemofilia (distúrbio que impede a coagulação do sangue), que precisam ir ao hospital frequentemente para receber medicação, as sessões são capazes de anular, mesmo que por um curto período, os desconfortos causados pela patologia. Já a maioria dos transplantados afirma que o relaxamento proporcionado pela terapia diminui as dores do pós-operatório.

Conheça os princípios do reiki, segundo seus mestres e praticantes:

– Apenas por hoje, não se preocupe;
– Apenas por hoje, não se aborreça;
– Honre pais e mestres;
– Trabalhe honestamente;
– Seja gentil com todos os seres.

Otimismo diminui risco de AVC

Incentivar o otimismo, o sorriso, os pensamentos que edificam e as posturas positivas frente aos desafios são ingredientes cotidianos da Rede Zenitude. E, agora, mais uma pesquisa séria vem reiterar o valor desse comportamento. A investigação analisou 6.044 homens e traz mais evidências sobre benefício dos pensamentos positivos. Confira…

Quanto mais otimista você for, menor o risco de sofrer um acidente vascular cerebral (AVC), sugere um novo estudo.

“O otimismo protege contra o AVC”, afirma o pesquisador Eric Kim, que realiza um doutorado sobre o tema na Universidade de Michigan (EUA). Embora a relação entre causa e efeito ainda não tenha sido totalmente descoberta, Kim e seus colegas encontraram uma importante associação.

Os achados foram publicados na última edição on-line da Revista Stroke (uma das publicações mais importantes sobre AVC e outro problemas cerebrovasculares).

Esta possibilidade de prevenir o AVC acrescenta mais um item na lista de benefícios à saúde trazidos pelo otimismo, afirma Kim. Até agora, vários estudos encontraram evidências de que quanto mais otimista é a pessoa, melhor é seu sistema imunológico, mais rápida é a cicatrização do seus organismo e menor é o risco de uma doença cardiovascular, entre outros benefícios, acrescentou o pesquisador.

Para este novo estudo, Kim recorreu aos dados da pesquisa sobre Saúde e Aposentadoria feita nos Estados Unidos. Foram avaliados 6.044 homens e mulheres adultos com mais de 50 anos e nenhum deles havia sofrido um AVC até o momento. Foram aplicados questionários que avaliam o otimismo – em uma escala de 0 a 16,em cada participante. Depois disso, o grupo foi acompanhado por dois anos.

Neste período de acompanhamento, foram registrados 88 casos de AVC. Foram ajustadas as idades das vítimas e de quem ficou imune ao problema. A conclusão dos pesquisadores foi de que para cada ponto a mais na escala de otimismo, o risco de um acidente vascular cerebral diminuiu 9%.

A pesquisa também levou em conta outros influentes no risco vascular, como fumo, abuso de álcool, índice de massa corporal, raça, pressão arterial, doenças crônicas e a realização de atividades físicas. Mesmo com todas estas variáveis, a relação íntima entre otimismo e redução de AVC foi confirmada.

Como explicar esta associação?

Uma das possibilidades é que as pessoas que esperam as melhores coisas da vida também cuidam mais da própria saúde, avalia o pesquisador Eric Kim. Outra hipótese são os efeitos biológicos do pensamento positivo. “Eles são parecidos com os impactos no corpo provocados pela depressão só que de maneira inversa”, diz.

Outro estudo feito por pesquisadores finlandeses encontrou ligação entre pouco pessimismo e redução do risco de AVC, mas a relação não foi comprovada entre otimismo e a proteção contra a doença cerebrovascular. Eric Kim espera agora continuar sua pesquisa e incluir mais um foco de análise. Eles quer desvendar o que impulsiona o efeito protetor da forma positiva de encarar a vida.

Martin Sligman, que dirige o Centro de Psicologia Positiva da Universidade da Pensilvânia, e há muitos anos pesquisa o otimismo, nomeou os novos achados de Eric Kim como “uma grande descoberta”.

“Já que o otimismo pode ser ensinado aos pessimistas, isso significa um benefício à saúde pública para prevenir o AVC”, disse Sligman.

Outro especialista, Hermann Nabi, do Instituto Nacional de Saúde e Pesquisa Médica da França também estuda a relação entre pessimismo e risco de problemas cerebrovasculares. Ele considerou os achados da pesquisa de Kim interessantes, mas ressaltou algumas limitações do ensaio, como histórico familiar dos participantes e limitação do acompanhamento. Ao mesmo tempo, Nabi avalia que os novos resultados são uma importante contribuição para esta linha de pesquisa.

Fonte: The New York Times

Que tal um patê de… alegria?

Antes que pensem que a turma do Zenitude pirou de vez, nós explicamos. Quem vive meio tristonho, sem motivo aparente, na certa mudaria de humor, se passasse a consumir, com mais frequência, um grão pouco utilizado pelos brasileiros: o grão-de-bico. Isso mesmo! Os cientistas estão confirmando: ele é um alimento repleto de fontes de bem-estar e bom humor!

É provável até que nossos ancestrais soubessem desse efeito. Ou então teriam desistido do cultivo da planta, extremamente sensível às condições de clima e solo e também ao ataque de pragas. Hoje quem empresta sua chancela à leguminosa é a prestigiada revista científica internacional Journal of Archaeological Science, que divulgou recentemente trabalho de pesquisadores da Universidade Hebraica de Jerusalém e da Universidade de Haifa, ambas em Israel, exaltando suas propriedades.

Por aqui, nossos cientistas também dão seu aval ao grão-de-bico, boa fonte de ferro, carboidratos e proteínas. Leonardo Boiteux, estudioso do centro nacional de pesquisa de hortaliças da Embrapa, empresa brasileira dedicada ao estudo e ao desenvolvimento agropecuário, atribui o alto teor protéico a uma combinação de aminoácidos. Entre eles a estrela é o triptofano, que aparece em grandes quantidades. Essa substância é usada pelo organismo para a produção de um neurotransmissor chamado serotonina, responsável pela ativação dos centros cerebrais que dão sensação de bem-estar, satisfação e confiança.

“Boas doses desse composto resultam ainda em diversos efeitos fisiológicos, como maiores taxas de ovulação e melhora no padrão de desenvolvimento das crianças”, diz o pesquisador. A nutricionista Andréa Penatti Ferreira, que recentemente estudou as alterações químicas do grão-de-bico durante o cozimento para sua dissertação de mestrado na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, da USP, em Piracicaba, acrescenta que a disponibilidade de ferro é outro diferencial da leguminosa.

Além de servido na salada ou em sopas, o grão-de-bico também pode ser transformado em um delicioso patê. E quem nos ensina a receita é Simone Noronha, psicóloga, educadora, facilitadora de Biodança, vegetariana convicta e integrante da família Zenitude. Que tal preparar aí, na sua casa, e chamar todos nós, para saborear?


Patê de grão-de-bico (à La Noronha)

Delicioso, típico da culinária árabe/libanesa. Muito bom em sanduíches com folhas verdes ou simplesmente como acompanhamento do pão sírio.

Ingredientes
250 g de grão-de-bico.
4 colheres de sopa de tahine (pasta de gergelim; pode substituir por duas colheres de sopa de azeite, mas com o tahine fica mais gostoso).
2 dentes de alho bem picadinho.
Suco de 1 limão (se desejar, pode colocar mais limão).
Sal a gosto.
½ colher de chá de cominho.
1 colher de sobremesa de salsinha picada.
Se precisar, acrescente um pouco de água para ficar menos denso (+ ou – 1/4 xícara de água; aproveite a água em que cozinhou o grão de bico).

Modo de fazer
Coloque o grão-de-bico de molho, em água, na véspera.  No dia seguinte, cozinhe, em panela de pressão, por aproximadamente 20 minutos, até que fique bem macio (coloque 1 folha de louro, 1 dente de alho e uma pitada de sal; não precisa retirar a casca)
Escorra-o e passe pelo liquidificador com um pouco da água em que foi cozido. Deve ficar uma espécie de purê espesso.
Tempere com sal e pimenta síria e acrescente o tahine ou azeite, o alho e o limão e misture bem.
Leve à geladeira e, na hora de servir, decore com salsinha, pimenta rosa e páprica doce.

Adotar um animal de estimação: atitude “zen” que faz bem à saúde!

Os animais domésticos proporcionam apoio social e emocional às pessoas, revelou uma pesquisa da Associação Psicológica dos Estados Unidos.
O estudo indicou que donos de cachorros, gatos e outros bichos de estimação mantêm uma relação tão estreita com as pessoas próximas como a que têm com seus animais, o que aponta que este tipo de interação não é desenvolvida em função das relações humanas.

Os psicólogos da Universidade de Miami e da Universidade de St Louis realizaram três experimentos que examinaram os possíveis benefícios de se conviver com um mascote.

Segundo o artigo publicado na internet da revista “Journal of Personality and Social Psychology”, o estudioso Allen McConnel, da Universidade de Miami, disse que, em termos gerais, essas pessoas “têm mais qualidade de vida e conseguem resolver melhor diferenças individuais que as que não têm animal de estimação”.

“Especificamente os donos de mascotes têm mais autoestima e estão em melhores condições físicas, além disso, tendem a ser menos solitários, são mais conscientes do que ocorre a sua volta, são mais extrovertidos, tendem a ser menos receosos e menos preocupados”, acrescentou.

Para realizar o artigo, os pesquisadores questionaram 217 pessoas (79% mulheres, idade média – 31 anos, renda familiar de cerca de US$ 77 mil).

“Os estudos revelam provas consideráveis de que os animais de estimação beneficiam a vida de seus donos tanto no âmbito psicológico como no físico, já que representam uma importante fonte de apoio social”, concluiu.

Um chá relaxante muscular, natural

Todos conhecem aquelas folhinhas usadas como tempero, que são colocadas no feijão e que servem apenas para dar um gostinho especial, já que, habitualmente, são deixadas de lado no prato, na hora da alimentação. As folhas de Louro, conhecidas em algumas regiões brasileiras como Loureiro, são usadas em pratos pesados, como a feijoada, exatamente por uma de suas propriedades: são extremamente digestivas. Além de auxiliarem em casos de má digestão, o chá feito com folhas de Louro é um relaxante muscular, sem os efeitos colaterais agressivos dos relaxantes alopáticos, como sonolência pesada, por exemplo. Experimente a receita, simples e fácil:

•1 colher de sopa de folhas de louro
•1 xícara de água
•Mel, a gosto, para adoçar

Preparo:

Ferva a água e despeje sobre as folhas de louro, deixando tampado, por três a quatro minutos. Adoce com o mel. Beba, preferencialmente, antes de uma refeição leve.

Batata Yacon: aliada na busca da saúde integral

Cada vez mais pessoas, no Brasil, estão descobrindo e desfrutando dos benefícios da batata Yacon. Para quem ainda não a conhece, três informações que resumem as suas qualidades: excelente anti-oxidante (leia-se “não ao envelhecimento precoce!”), excelente para o intestino e para a regulação da boa flora intestinal (leia-se “estado imunológico DEZ!”) e excelente para combater o colesterol ruim e regular os níveis de glicose e triglicerídios (leia-se “redução de riscos cardíacos”).
Portanto, eis aí mais um ingrediente para a mesa da família Zenitude. Pra quem vai fazer suas compras hoje (“sacolão”, para os mineiros; “mercadinho ou mercado”, em outras regiões do país…), uma boa pedida para pensar em saúde, na hora de compor o carrinho. Vejam, nessa matéria, mais informações sobre a Yacon.

É interessante observar as duas facetas desta planta: trata-se de um alimento, mas sua fama é maior mesmo como medicinal

Até meados dos anos 80, o yacon (Smallanthus sonchifolius) era uma planta praticamente desconhecida no Brasil. Parente distante do girassol, com aparência de batata-doce, textura e sabor semelhantes aos da pêra, começou a ganhar notoriedade quando foram descobertas peculiaridades em sua composição química que poderiam ser benéficas à saúde humana.

Esta raiz apresenta elevado teor de água, poucas calorias e, ao contrário da maioria das espécies tuberosas que armazenam energia na forma de amido, o yacon tem como principal carboidrato os frutooligossacarídeos (FOS), que têm se destacado em vários estudos por exercerem atividade bifidogênica, isto é, estimulam o crescimento das bifidobactérias no intestino que protegem contra o efeito de bactérias invasivas e patogênicas.

O yacon é uma raiz tuberosa originária dos Andes que atualmente já é considerada um alimento nutracêutico. Cultivada e consumida desde os tempos pré-incas, desenvolve-se desde a Colômbia e Venezuela, até o noroeste da Argentina, em altitudes que vão de 2 a 3 mil metros. Na língua Quéchua, seu nome origina-se de “yacu e unu” , que significam “água” e de “yakku” que significa “aguado ou aquoso”. Em outro idioma andino – o Aymara – o yacon é conhecido como “aricoma” ou “aricuma” – termos mais utilizados em certas áreas da Bolívia. No idioma Quéchua, esta raiz tuberosa é chamada de “llagon” ou “yacumpi”. Na Colômbia, seu nome – “arboloco” revela a influência hispânica e no Equador seus nomes populares são bem parecidos entre si: “jicama” ou shicama”. Outros nomes pelos quais o yacon é conhecido: “yacon strawberry” (EUA), “poire de terra” (França), “polimnia” (Itália), “leafcup” (Inglaterra). Aqui no Brasil a planta é conhecida como “batata yacon” ou “batata diet”.

Se for consumido ao natural, o yacon tem sabor de pêra. Desidratado, rende um salgadinho “chips” bem crocante. Pode ser cozido e entrar no preparo das refeições como uma batata comum. Das folhas (uma colher de sopa para um litro de água) pode-se fazer um chá. Além do sabor agradável, atribui-se ao yacon propriedades antioxidantes e medicinais, sendo utilizado na melhoria da flora intestinal, na redução do colesterol e no controle do diabetes.

É mesmo interessante observar as duas facetas desta planta: trata-se de um alimento, mas sua fama é maior mesmo como medicinal. No folclore andino encontram-se referências de seu uso para combater problemas renais e hepáticos desde épocas muito antigas. Na Bolívia, o yacon é usado para controlar diabetes e tratar problemas digestivos. Em algumas regiões do Peru, o yacon é considerado anti-raquítico. No Japão, o chá das folhas do yacon é usado para controlar a diabetes e reduzir o colesterol ruim.

Ao contrário da maioria dos tubérculos e raízes que armazenam carboidratos na forma de amido, o yacon armazena essencialmente frutooligossacarídeos do tipo inulina, ou seja, açúcares que não podem ser digeridos diretamente pelo organismo humano em razão da ausência de enzimas necessárias para o metabolismo destes elementos e são considerados compostos bioativos na alimentação humana.

O yacon apresenta boa quantidades de potássio e em menores quantidades cálcio, fósforo, magnésio, sódio, ferro, zinco e vitamina C. Outro composto encontrado é o triptofano, presente em quantidades médias. Além de nutracêutico, o yacon é reconhecido como o alimento com maior conteúdo de frutooligossacarídeos na natureza. A atividade prebiótica dos frutooligossacarídeos presentes no yacon tem sido associada a efeitos benéficos à saúde como alívio do intestino preso, aumento capacidade de absorção de minerais, fortalecimento do sistema imunológico e diminuição do desenvolvimento de câncer de cólon. Efeitos cientificamente comprovados quando os frutooligossacarídeos são consumidos em dosagens recomendadas.

Verificou-se que o consumo do yacon não eleva os níveis de açúcar no sangue, o que levou à sua fama como o “alimento ideal dos diabéticos” e até o nome popular “batata dos diabéticos”. Além disso, suas folhas, na forma de chá, são indicadas para auxiliar a reduzir os teores de glicose no sangue e o colesterol.

“É um alimento dietético e diabético”, segundo o especialista em yacon, Michael Hermann, líder do projeto raízes e tubérculos Andinos, em Lima (Peru). De acordo com Hermann, foi no Japão que as qualidades da oligofrutose do yacon foram descobertas. “Os japoneses também descobriram que as folhas usadas no chá evitam picos que o diabético tem quando come alimentos açucarados ou com muito amido, que é quando o nível do seu açúcar no sangue aumenta violentamente”. “Parece que o chá diminui os picos”, disse ele. Testes com animais ainda estão sendo realizados para comprovar o efeito. Hermann disse, ainda, que as raízes yacon não provaram ter o mesmo efeito paliativo que suas folhas.

Pertencente à família das Asteráceas, o yacon apresenta raiz tuberosa, ou seja, uma raiz subterrânea muito espessa que acumula substâncias de reserva de energia para a planta. Outros exemplos de raízes tuberosas são a cenoura, o rabanete, a mandioca, a batata-doce, a beterraba e o nabo.

O yacon ou polínia é muito confundido com a batata-doce (Ipomoea batatas), mas há um detalhe entre eles que faz toda a diferença: a batata-doce armazena amido como principal carboidrato, o que não ocorre com o yacon. A planta, muito rústica e bem resistente à seca, mede de 1 a 2,5 metros de altura. É muito adaptável quanto ao clima, à altitude e aos tipos de solo, podendo ser cultivada com sucesso mesmo em países de clima quente como o Brasil.

Entre 6 e 10 meses após o plantio, a planta alcança sua maturidade fisiológica. É quando as flores começam a desabrochar. A seguir vem a fase de senescência de toda a parte aérea. Entre 10 a 12 meses após o plantio, quando a parte aérea está totalmente seca, é realizada a colheita das raízes tuberosas para consumo e as partes que serão utilizadas como material de propagação para o próximo plantio.

O yacon possui em suas folhas dois sistemas de defesa: uma trama de pêlos que dificulta o acesso dos insetos e uma alta densidade de glândulas. A associação destes dois mecanismos faz com que as folhas de yacon sofram menos ataques de insetos, permitindo seu cultivo sem a utilização de agrotóxicos.

Curiosidades sobre o yacon:

* Sua raiz tuberosa possui sabor semelhante ao de frutas como o melão e a pêra, com polpa levemente amarelada, crocante e aquosa. Quando colhidas, as raízes tendem a apresentar sabor amiláceo, para corrigir o sabor, elas são expostas à luz solar por muitos dias após a colheita, a fim de intensificar seu gosto doce. Esta técnica é conhecida como “soleado”.

* As raízes são consumidas geralmente cruas e descascadas, uma vez que a casca possui sabor resinoso. Outras formas de consumo são a fritura, o cozimento a vapor ou em água.

* Nos mercados locais andinos, o yacon é classificado como fruta e é exposto à venda juntamente com as maçãs, os abacates e os abacaxis, ao invés de serem colocados com as batatas e outras culturas de tubérculos e raízes, como tem acontecido no Brasil.

* No Japão, as raízes tuberosas são transformadas em produtos de panificação, bebidas fermentadas, pó ou polpa liofilizada e até picles.

Contra diversas doenças, o melhor remédio: felicidade!

Felicidade é o melhor remédio para combater inúmeras doenças. Nada mais “Zenitude” do que buscar ser feliz! Vejam o que diz essa notícia…

Buscar atividades que deem prazer e produzem felicidade pode evitar males como gastrite, hipertensão e asma

Gastrite, hipertensão, asma, herpes e até artrite são doenças que podem ser evitadas com uma receita aparentemente simples: ser feliz. Estudos reunidos pela psicoterapeuta Fátima Marques, da Sociedade Americana de Psicologia, revelam que pessoas que se sentem bem consigo mesmas produzem mais substâncias que ajudam o funcionamento do organismo — os chamados hormônios da felicidade: endorfina, dopamina, serotonina e noradrenalina.

Pesquisas mostram que pessoas alegres apresentam um sistema imunológico mais eficiente, mais resistente e menos vulnerável a doenças, além de apresentarem uma recuperação mais rápida quando em tratamento”.

Fátima explica que, quando uma pessoa está estressada ou em depressão, produz cortisol (hormônio do estresse) em excesso, fazendo com que o organismo entre em estado de alerta. Se isso ocorre com frequência, o sistema imunológico pode se esgotar.

“Se não há equilíbrio hormonal, o sistema imunológico fica o tempo todo em estado de emergência. A sobrecarga abre uma porta enorme para entrada e instalação de doenças autoimunes, como lúpus, fibromialgia e psoríase, além daquelas que a maioria sabe que têm ligação com estresse, como a impotência”.

Segundo a psicoterapeuta, a noção de felicidade é subjetiva — só o próprio indivíduo sabe o que o faz verdadeiramente feliz. Mas é possível dar um empurrãozinho: “Procure uma atividade física de que goste de verdade e faça lista com seus sonhos. Não precisa mostrar a ninguém, basta tentar cumpri-los”, ensina.

Para um inverno mais saudável… coma kiwi!

As propriedades do kiwi, uma fruta indispensável para uma dieta saudável.

O kiwi (ou quiuí ou quiví) é uma fruta originária da China. Hoje, no entanto, é a Itália o seu maior produtor, seguida pela Nova Zelândia, Chile, França, Grécia, Japão e Estados Unidos. Se você é daquelas pouquíssimas criaturas humanas que anseiam pelo combate aos radicais livres (responsáveis pelo envelhecimento precoce), deve usar e abusar do kiwi. Além de aliado contra os mazelas da idade avançada, ele aumenta  a resistência física durante o inverno, proporcionando vigor e aumento da resistência imunológica.

Com apenas 62 calorias (considerando uma unidade média, com cerca de 100 gramas), a fruta é rica em ácido fólico e vitamina C, B6 e E que são ótimos aliados no rejuvenescimento dos tecidos.  Além disso, há consideráveis quantidades de niacina, potássio, magnésio, fosfato, cobre e fibras solúveis, que têm efeito anti-inflamatório e antioxidante.

A boa combinação entre as vitaminas A e E existentes no kiwi pode diminuir o risco de doenças cancerosas e circulatórias, incluindo as coronárias, e melhorar o desempenho do sistema imunológico. A vitamina B6 e a niacina são encontradas em quantidades menores que as outras, porém ainda em quantidades significativas.

Alguns dos elementos minerais, como o cálcio, o magnésio, o ferro e especialmente o potássio, contribuem para equilibrar a tensão arterial e aumentam as defesas do organismo na prevenção das gripes e resfriados. O fruto fornece também quantidades razoáveis de fibras solúveis, que auxiliam a diminuição dos níveis de colesterol no sangue.

Sua elevada concentração de potássio faz com que essa fruta seja recomendada na prevenção de fadiga e depressão leve e moderada. Por fim, os minerais presentes no kiwi reforçam as defesas do organismo contra vírus , bactérias, regulam a pressão arterial e aumentam a capacidade de concentração
.

Cada 100g da fruta contém:
Calorias 51kcal
Carboidrato 11,5g
Proteína 1,3g
Fibra Alimentar 2,7g
Magnésio 11mg
Fósforo 33mg
Potássio 269mg
Cálcio 24mg
Manganês 0,17mg
Vitamina A 70,8mg
Fonte: UNICAMP – Tabela Brasileira de Composição de Alimentos / TACO


Uma fruta que merece, sem dúvida, entrar no cardápio de todos que buscam uma vida repleta de “zenitude”!

Uma curiosidade: kiwi é, também, o nome de um pássaro meio estranho, existente na Nova Zelândia e que encontra-se ameaçado de extinção. Além de não voar, ele possui narinas na extremidade do bico e, pasmem, a fêmea bota um ovo maior do que o seu tamanho! Quando o ovo é formado, a mamãe kiwi não pode nem mesmo se alimentar, já que não há espaço em seu corpo, quase totalmente ocupado pelo ovo.  O kiwi, pássaro, é este, que você vê na foto abaixo: