Retiro vivencial com reflexões sobre a FAMÍLIA! Participe!

Nos dias 18,19 e 20 de novembro, a Rede Zenitude realizará um Retiro Vivencial ”, com o tema “Celebrando e Vivenciando a Energia da FAMÍLA”.


A qual família você pertence? Ao ouvir essa pergunta, de imediato, pensamos naquelas pessoas com quem compartilhamos os laços sanguíneos e um sobrenome. Base importante de todas as nossas futuras relações entre outros seres e com o mundo, esta família representa nossa maior referência, em termos de amor e compartilhamento. Pertencemos, ainda, a outras “famílias”, no decorrer da vida: a família da rua e do bairro onde moramos, a família de nossa escola, de nossa cidade, de nosso estado. Posturas e exercícios de cidadão são vivenciados na família da Nação a que pertencemos. Grandes aprendizados existenciais nos envolvem, na imensa família planetária humana.  São estas reflexões que nortearão as atividades no V Retiro Vivencial da Rede Zenitude.

Exposições dialogadas, meditação, técnicas de harmonização corporal e mental, em meio à natureza, já são a marca registrada de nossas atividades.

O Retiro acontecerá no Instituto Renascer da Consciência, lugar de rara beleza e elevada preparação vibratória, em Ravena, distrito de Sabará/MG. O valor para os três dias, incluindo todas as alimentações e hospedagem, é de apenas R$ 200,00. Os interessados em participar devem enviar email para neymourao@neymourao.com.br ou ligar no telefone (31) 3421-8102.

Descarte, de forma consciente

Aparelhos de DVD, microondas, ar condicionado, eletrodomésticos, baterias, pilhas, cartuchos, controles remotos, lâmpadas… O que fazer, quando todas essas coisas já não servem mais para o uso e não têm mais conserto? Colocá-las na lixeira, pura e simplesmente? Nada disso! Esse gesto não tem nada de “zenitude”: polui o meio ambiente, ajuda a comprometer o equilíbrio de ecossistemas, pode trazer danos à saúde do homem e dos demais seres vivos da comunidade planetária.

Pensando nisso, foi criado o E-LIXO MAPS – uma iniciativa do Instituto Sergio Motta em parceria com outras instituições. Trata-se de uma ferramenta de busca, desenvolvida para o mapeamento e cadastramento de postos de coleta e reciclagem de lixo eletrônico em todo Brasil. É um serviço de utilidade pública, que disponibiliza informações sobre os postos de coleta por meio de uma plataforma de fácil utilização. O E-LIXO MAPS auxilia na destinação correta do lixo eletrônico e amplia o nível de conscientização da população.

A utilização do E-LIXO MAPS é muito simples. Basta você inserir o endereço completo da sua residência ou escritório (ou o lugar onde está o lixo eletrônico que será reciclado), o tipo de e-lixo que deseja descartar e clique em “buscar postos de coleta”. Associando as informações à plataforma do Google Maps, com o Banco de Postos, o sistema mostrará as opções disponíveis cadastradas próximas ao endereço pesquisado. O Banco de Postos conta com o cadastramento contínuo de novos estabelecimentos para atender a demanda de necessidade da população.

O que você está esperando? Livrar-se do lixo faz bem para atrair boas energias para a sua casa e o seu embiente de trabalho. Fazer isso com responsabilidade é sinal de respeito ao Planeta, cidadania e senso de co-existência!

Acesse: http://www.e-lixo.org

Impressões sobre um Encontro muito especial

(Veja fotos desta atividade no nosso Álbum Virtual. Clique aqui.)

(Depoimento de Reginaldo Rosa sobre o Encontro “Voo da Pena”, realizado em 03/10/2011)

“Um abraço sutil, gesto de laços fraternais. Nossa pena, convite ao voo, convite ao encontro na Terra, ocasional…nos universos, perene e total.”

O texto acima é parte de uma música composta por Ney Mourão em homenagem a um ícone da Rede Zenitude:  uma pena, que veio dos ceús, tal qual um presente, durante uma vivência em meio a uma clareira no meio da mata, no primeiro encontro realizado pela Rede.

No local de rara beleza, no Instituto Renascer da Consciência, no momento em que a pena caiu, os participantes falavam, justamente, da necessidade de transcender, de viajar mais alto, de alcançar esferas maiores – tal como a águia, “voar” em direção a planos superiores de amor, bondade e luz.

A pena, além desta representação, acabou tornando-se um convite à celebração. A cada dois meses, realizamos um encontro presencial na residência de um dos membros da Rede. Durante o encontro, rimos, brincamos, nos abraçamos, aprendemos e nos conectamos com os membros que estão distantes em um momento chamado de sintonização energética. E a pena representa a chegada do grupo à residência, trazida pelo membro que nos havia acolhido no encontro anterior.

No dia 3 de outubro, sábado, a pena voou para a casa de minha mãe. Os preparativos começaram cerca de um mês antes. O que seria servido? Que brincadeiras seriam realizadas? O que fazer, como fazer?

Como relatado por outros companheiros que acolheram a pena anteriormente, tenho a impressão de que é feito todo um planejamento energético anterior com a presença de forças angelicais enviadas por Deus para que o encontro seja um sucesso. Durante a preparação para o evento, presenciei raros  e bons momentos de união entre meus familiares.

Algumas transformações foram sentidas e outras vivenciadas. Vale destacar um novo hábito adquirido durante este período de preparação para o Voo da Pena: acostumados a almoçar frente à TV, vendo e ouvindo as pesadas notícias dos jornais do meio-dia, passamos a nos sentar à mesa e compartilhar assuntos positivos.

Cada um, do seu modo, colaborou para que a reunião acontecesse da melhor maneira possível, limpando a casa, indo às compras, buscando cadeiras e mesas, cozinhando ou cuidando do conteúdo do evento.

Minutos antes do horário marcado para início, alguns ajustes ainda estavam sendo feito como o local onde seria colocada a TV, a arrumação das mesas etc. Inicialmente, prevíamos que teríamos cerca de dez a doze pessoas. Com o passar do tempo, as pessoas foram chegando e logo estávamos com vinte e três pessoas, entre adultos e crianças.

Na rua, dançantes de um grupo de congado festejavam o início do mês dedicado a Nossa Senhora Aparecida. A energia emanada dos tambores e de seus cânticos contribua para o fortalecimento do círculo energético formado em volta da casa de minha mãe.

Para descontrair, um bingo bem diferente criado pelo Ney Mourão. Ao invés de números, valores e sentimentos fundamentais em uma relação familiar. A cada palavra “cantada”, uma reflexão sobre o quanto daquele valor ou sentimento está presente em nós. Os ganhadores de cada rodada ganhavam, também, um convite para falar um pouco sobre aquele valor ou sentimento que o havia ajudado a ganhar a rodada.

Logo após, meu irmão, Ronaldo Costa, compartilhou uma apresentação sobre família. Conhecemos a origem do termo, conceitos e formatos desde a antiguidade, papéis dos membros familiares e outros temas que nos convidam à reflexão sobre a importância do conceito família no momento em que estamos vivendo.

Após a apresentação do Ronaldo, Ney Mourão nos alertou para ampliarmos a visão de família, concebendo o termo como uma oportunidade de estarmos em comunhão com nosso vizinho, nossos colegas de bairro, de trabalho, com os animais, as plantas, enfim. que possamos formar uma grande família universal.

Em nome de minha família, agradeço a todos pela presença física e também pelas presenças vibracionais. Já tivemos notícias de que foi um momento mágico, como sempre, com conexões com outros grupos e membros dispersos pelo mundo.

A energia oferecida por vocês proporcionou que minha família tivesse a oportunidade de se reunir de uma forma que raramente acontece. Por exemplo, somos uma família na qual os irmãos nunca se abraçaram. Acredito que meu pai, que é falecido, deve ter ficado muito feliz e sentido a imensa vibração energética fruto do encontro.

Um abraço sutil, gesto de laços fraternais.

Nossa pena, convite ao voo, convite ao encontro na Terra, ocasional…nos universos, perene e total.

 

O texto acima é parte de uma música composta por Ney Mourão em homenagem a um ícone da Rede Zenitude: uma pena, que veio dos ceús, tal qual um presente, durante uma vivência em meio a uma clareira no meio da mata, no primeiro encontro realizado pela Rede.

 

No local de rara beleza, no Instituto Renascer da Consciência, no momento em que a pena caiu, os participantes falavam, justamente, da necessidade de transcender, de viajar mais alto, de alcançar esferas maiores – tal como a águia, “voar” em direção a planos superiores de amor, bondade e luz.

 

A pena, além desta representação, acabou tornando-se um convite à celebração. A cada dois meses, realizamos um encontro presencial na residência de um dos membros da Rede. Durante o encontro, rimos, brincamos, nos abraçamos, aprendemos e nos conectamos com os membros que estão distantes em um momento chamado de sintonização energética. E a pena representa a chegada do grupo à residência, trazida pelo membro que nos havia acolhido no encontro anterior.

 

No dia 3 de outubro, sábado, a pena voou para a casa de minha mãe. Os preparativos começaram cerca de um mês antes. O que seria servido? Que brincadeiras seriam realizadas? O que fazer, como fazer?

 

Como relatado por outros companheiros que acolheram a pena anteriormente, tenho a impressão de que é feito todo um planejamento energético anterior com a presença de forças angelicais enviadas por Deus para que o encontro seja um sucesso. Durante a preparação para o evento, presenciei raros e bons momentos de união entre meus familiares.

 

Algumas transformações foram sentidas e outras vivenciadas. Vale destacar um novo hábito adquirido durante este período de preparação para o Voo da Pena: acostumados a almoçar frente à TV, vendo e ouvindo as pesadas notícias dos jornais do meio-dia, passamos a nos sentar à mesa e compartilhar assuntos positivos.

 

Cada um, do seu modo, colaborou para que a reunião acontecesse da melhor maneira possível, limpando a casa, indo às compras, buscando cadeiras e mesas, cozinhando ou cuidando do conteúdo do evento.

 

Minutos antes do horário marcado para início, alguns ajustes ainda estavam sendo feito como o local onde seria colocada a TV, a arrumação das mesas etc. Inicialmente, prevíamos que teríamos cerca de dez a doze pessoas. Com o passar do tempo, as pessoas foram chegando e logo estávamos com vinte e três pessoas, entre adultos e crianças.

 

Na rua, dançantes de um grupo de congado festejavam o início do mês dedicado a Nossa Senhora Aparecida. A energia emanada dos tambores e de seus cânticos contribua para o fortalecimento do círculo energético formado em volta da casa de minha mãe.

 

Para descontrair, um bingo bem diferente criado pelo Ney Mourão. Ao invés de números, valores e sentimentos fundamentais em um relação familiar. A cada palavra “cantada”, uma reflexão sobre o quanto daquele valor ou sentimento está presente em nós. Os ganhadores de cada rodada ganhavam, também, um convite para falar um pouco sobre aquele valor ou sentimento que o havia ajudado a ganhar a rodada.

 

 

 

Logo após, meu irmão, Ronaldo Costa, compartilhou uma apresentação sobre família. Conhecemos a origem do termo, conceitos e formatos desde a antiguidade, papéis dos membros familiares e outros temas que nos convidam à reflexão sobre a importância do conceito família no momento em que estamos vivendo.

 

Após a apresentação do Ronaldo, Ney Mourão nos alertou para ampliarmos a visão de família, concebendo o termo como uma oportunidade de estarmos em comunhão com nosso vizinho, nossos colegas de bairro, de trabalho, com os animais, as plantas, enfim. que possamos formar uma grande família universal.

 

Em nome de minha família, agradeço a todos pela presença física e também pelas presenças vibracionais. Já tivemos notícias de que foi um momento mágico, como sempre, com conexões com outros grupos e membros dispersos pelo mundo.

 

A energia oferecida por vocês proporcionou que minha família tivesse a oportunidade de se reunir de uma forma que raramente acontece. Por exemplo, somos uma família na qual os irmãos nunca se abraçaram. Acredito que meu pai, que é falecido, deve ter ficado muito feliz e sentido a imensa vibração energética fruto do encontro.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Convite à sintonia vibracional

Pensemos,  juntos, em brandura, confiança, esperança. Imanemos perdão, tolerância, compreensão, afeto e cuidado. Neste sábado, dia 01/10, às 20:30 horas, pontualmente, horário de Brasília, convidamos a todos que se conectem em uma sintonização em prol dos indivíduos, do Planeta e do Universo.

Com você, pontos luminosos em redor do Globo estarão abraçando a Terra. Orando, meditando, cantando, aquietando a mente e o pensamento. Com você, anjos celestiais serão convocados de todas as esferas do firmamento, para postar-se, com suas espadas resplandecentes ao lado de quem abrir o coração para a luz. Através de você, energias de cura serão enviadas aos enfermos, aos que requerem o consolo, o perdão e a paz. Com você,  por você,  virá do Alto a força para combater o não-bem. Não se envergonhe em suplicar, se necessário, pelo auxílio do qual lá, nas esferas do bem, já se tem ciência. E rejubile-se em gratidão, acima de tudo.

A energia do amor, transformadora, já está com vocês! Que assim seja!

 

Feliz 5772!

Rosh Hashaná ראש השנה  (literalmente, “primeiro do ano”) é o nome dado ao Ano-Novo, no Judaísmo. Você, provavelmente, já ouviu falar ou já ficou curioso sobre a data, que ocorre distante do tradicional 31 de dezembro cristão. Dentro da tradição rabínica, o Rosh Hashaná ocorre no primeiro dia do mês de Tishrei, primeiro mês do ano, no calendário judaico. Este ano, devido a ser um calendário lunar, e não solar, o Ano-Novo, acontece no dia 28 de Setembro, ao por do sol de quarta para quinta-feira, com o toque do shofar (um dos mais antigos instrumentos de sopro, feito de um chifre de animal). A data oferece às pessoas a chance de refletirem, focando em eventuais modificações pessoais, como, por exemplo, um sonho que se quer atingir. O sonho de um mundo melhor, sem maldade, onde se pode viver bem e em harmonia. No fundo, é o que todos nós desejamos, não é mesmo? As pessoas  reúnem-se, para celebrar suas promessas e ponderar suas responsabilidades. Os judeus estão comemorando a chegada do ano 5772.

O primeiro dia do Ano-Novo é também chamado de o aniversário do Mundo, a Coroação da Criação Divina, na qual o A-do-nai E-lo-hei-nu, nos terá dado o calendário lunar.

Os judeus comemoram a data com uma challá redonda, pão trançado, mas que, nesta ocasião, é feito especialmente em forma redonda, simbolizando o circulo anual do calendário, bem como a continuidade e eternidade.

Para celebrar com boas energias, deve-se comer maçã com mel e tâmaras. Tais alimentos, doces, prenunciarão um ano bom para todos. Também o vinho, usado na refeição desta data, é doce, acompanhado de feijão, cabeça de peixe ou peixe com cabeça. À sobremesa, come-se romã.

Nesta data festiva, as pessoas desejam-se um feliz Ano-Novo, dizendo, em hebraico, “Shaná Tová” – literalmente,  “Bom Ano”.

A Rede Zenitude, que abraça, respeita e acolhe todas as crenças, deseja aos praticantes da fé judaica um “Shaná Tová”. E a todos os seres humanos, de qualquer raça ou credo, que cada dia e cada período que se inicia seja sempre tempo de acreditar! Feliz 5772! Felizes últimos meses de 2011! Felizes todos os dias de nossas vidas!

 

Sintonização vibracional pelo amor, esperança, harmonia e perdão…

Neste sábado, dia 17 de setembro, às 13 horas, horário de Brasília, convidamos a todos para uma sintonização vibracional de amorosidade, esperança, harmonia e perdão. Junte-se a diversas pessoas que leem essa mensagem, espalhadas ao redor do mundo, e dedique alguns minutos para unir-se em uma mesma sintonia de cuidado planetário.

Rogue aos céus pelos enfermos, pelos que necessitam de apoio e proteção, pelos que buscam por conforto físico e psicológico. Agradeça pelas dádivas que recebe diariamente. Imagine, em sua mente, todo o Planeta imerso nessa “onda” balsâmica e divina.

Estaremos juntos, com certeza, afastando de nós o mal e as aflições. E, se você estiver lendo esta mensagem após a sintonização, faça isso agora! Para o amor, não existem fronteiras de espaço e tempo! Uma vida renovada a todos!

Estudo mostra que canela ajuda a combater Alzheimer

O professor israelense Michael Ovadia transformou um trauma infantil em pesquisa de sucesso. O pivô da reviravolta é a canela, aparentemente mais do que um tempero. Segundo Ovadia, a erva aromática pode ajudar a combater uma das doenças mais misteriosas da atualidade, o Mal de Alzheimer, que afeta 18 milhões de pessoas no mundo. Há mais de 50 anos, Ovadia quase foi desclassificado num concurso de conhecimentos de Bíblia ao esquecer a resposta a uma pergunta: que ingredientes formavam o óleo sagrado usado pelos sacerdotes do Templo Sagrado de Salomão? Na última hora, se lembrou da lista, cujo ingrediente mais conhecido é a canela. Acabou tirando um respeitado segundo lugar, mas o episódio nunca saiu de sua cabeça.

Anos depois, já um renomado pesquisador do departamento de Zoologia da Faculdade de Ciências da Vida da Universidade de Tel Aviv, Ovadia decidiu pesquisar porque os israelenses antigos usavam esse óleo para limpar os artefatos sagrados do Templo e proteger seus sacerdotes de doenças causadas pelo contato com sangue devido ao sacrifício de animais. Aos poucos, foi descobrindo que a canela é capaz de neutralizar vários tipos de vírus e infecções. Mas qual não foi sua surpresa ao ousar pesquisar a eficiência da erva na inibição dos chamados oligômeros: conglomerados de proteína beta-amiloide, abundante no cérebro dos doentes de Alzheimer e acusados de causarem perda de memória em mais de 50% dos idosos com mais de 85 anos.

Ovadia liderou e um grupo de pesquisadores formado pelos professores Ehud Gazit, Daniel Segal, Dan Frankel, Anat Frydman Maor e Aviad Levin, conseguiu extrair uma substância líquida da canela que é capaz de inibir o acúmulo progressivo de agregados neurotóxicos do peptídeo beta-amiloide (A-beta) no cérebro dos indivíduos afetados. E mais do que isso: o grupo descobriu que o extrato de canela também é capaz de dissolver as chamadas fibrilas de beta-amiloides, cujo acúmulo no cérebro mata neurônios em pacientes com Alzheimer.

O estudo foi publicado na revista científica PloS ONE em janeiro e causou tanto impacto que a Universidade de Tel Aviv, que entrou com pedido de patente do extrato de canela, já deu permissão para que uma empresa privada desenvolva e distribua remédios à base de canela.

A canela, obtida da parte interna do tronco da caneleira, uma árvore nativa do Sri Lanka, já foi uma das especiarias mais valiosas do mundo. Na Idade Média, seu valor chegou a superar 15 vezes o do ouro. O motivo era seu uso não só como tempero saboroso e aroma inconfundível para fins espirituais, mas também por seus poderes medicinais. Seus compostos (acetato de cinamilo, álcool de cinamilo e cinnamaldehyde) se unem à sua composição mineral (fibra, ferro, cálcio e magnésio) para curar males.

Além dos israelenses, outras culturas milenares apontam a canela como um santo remédio. Citações do uso da erva são datadas de 4000 AC. Os egípcios a usavam para conservar a comida e como analgésico. Os chineses, contra diarreia, gripes, resfriados, indigestão e repelente de mosquistos. Na Índia, os poderes antibactericidas, antioxidantes, anti-inflamatórios e antifúngicos da erva a transformaram num dos principais compostos mediciais. Mas, até hoje, há pouca prova científica de tudo isso.

– Um dos poucos estudos concretos quanto ao poder da canela é o que provou que ela inibe o helicobater pylori, a bactéria que causa a úlcera duodenal – conta Michael Ovadia. – Mas muitas civilizações usavam ervas, plantas e outras produtos naturais contra males. O que eles usavam instintivamente, nós começamos a provar cientificamente.

Hoje, estudos apontam para os possíveis benefícios do tempero no combate a pressão alta, diabetes, herpes, acne, reumatismo, perda de memória, infecções urinárias e até mesmo alguns tipos de câncer. Funcionaria também como um anticoagulante natural indicado para mulheres grávidas e até mesmo como afrodisíaco.

Sintonização vibracional em prol da saúde e da paz dos homens e do Planeta Terra

“Cure o mundo”… Assim diz uma belíssima música de Michael Jackson. “Faça dele um lugar melhor, para você e para mim e toda a raça humana”, completa a canção.
Que tal acreditarmos e vibramos por isso, todos na mesma frequência e sintonia?

Domingo, dia 21 de agosto, às 12:30 horas em ponto (horário de Brasília), faça uma oração, entoe um mantra, medite, reúna amigos para uma prece coletiva, pare por alguns minutos e pense em paz, harmonia, saúde, prosperidade. Junto com você, pessoas ao redor de todo o mundo, que visitam esse site, e os membros da Rede Zenitude, presencial e virtualmente, estarão sintonizados, na mesma intenção de amorosidade e cuidado. Caso necessite, eleve aos céus seus pedidos pessoais por saúde ou para aqueles que ama. Pense nos inimigos e vibre na frequência do perdão. Vamos inundar o entorno planetário de luminosidade e amor, abraçando a grande família planetária em um abraço descomunal de boas energias. .

Não é necessário que sua ação tenha uma longa duração. Dois minutos de intenção vindas da alma valem por uma eternidade. Pense com fé, na possibilidade de CURA e AMOR! Pense em RECONCILIAÇÃO e mentalize anjos de mãos dadas à sua volta! Pense em ondas de TERNURA maternais e fraternais atingindo cada homem, planta, animal ou estrutura planetária. Pense em sua cidade, seu bairro, sua rua, sua casa inundados e purificados. É possível! Acredite!

Estaremos juntos! Sentiremos, em nossos corações e almas, essa possibilidade fazendo-se concreta. E, se estiver lendo esta mensagem após a sintonização, faça isso agora! Para o amor, não existem fronteiras de espaço e tempo! Uma vida renovada a todos!

Estudos com placebos demonstram a importância de sentir-se cuidado para o processo de cura

O placebo é uma imitação de um medicamento, em princípio, sem nenhum efeito ou mecanismo ativo, uma forma farmacêutica sem atividade, cujo aspecto é idêntico ao de outra farmacologicamente ativa. Há uma expressão comum, para designá-los: “pílulas de farinha”.  Dessa forma, caso o placebo provoque algum resultado, este será, apenas, de natureza psicológica.  Pesquisas recentes, em diferentes centros de estudo, no entanto, estão trazendo novas informações, que têm estreita sintonia com o que, na Rede Zenitude, acreditamos como uma efetiva e eficaz ferramenta de cura: o a sensação de sentir-se CUIDADO pode trazer benefícios à saúde tão importantes quanto os medicamentos.

Isto mesmo! Em uma destas experiências para entender melhor o “efeito placebo”, pesquisadores norte-americanos descobriram que esses “remédios” inócuos podem ajudar os pacientes a se sentirem melhor, mesmo quando eles estão plenamente conscientes de que estão tomando uma pílula de açúcar.

Medicamentos, exames e procedimentos sofisticados são a base da medicina curativa. Mas existe um elemento tão importante quanto esses no processo de melhoria do paciente: simplesmente saber que está sendo cuidado. Diversas pesquisas conseguiram comprovar o chamado efeito placebo, que consiste na sensação de alívio dos sintomas de determinada doença, mesmo que a pessoa não tome remédios verdadeiros. Ainda que, do ponto de vista fisiológico, o organismo não seja beneficiado com o tratamento, as pílulas de farinha são capazes de agir sobre o bem-estar do paciente com tanta eficácia quanto as drogas farmacêuticas.

O placebo é uma importante ferramenta na pesquisa científica. Geralmente, nos estudos sobre novos remédios, os voluntários são divididos em grupos, sendo que parte recebe o verdadeiro tratamento e outra parte toma falsos medicamentos. O paciente pode ou não saber em qual categoria foi incluído, assim como o médico. Quando nenhum dos dois tem conhecimento sobre quem está usando a droga real, o estudo é chamado duplo-cego. No fim da pesquisa, é possível avaliar se o remédio trouxe efeitos positivos, comparando o estado de saúde dos voluntários que tomaram o medicamento com o daqueles que ficaram com o placebo. “Se o placebo não for utilizado, é difícil saber se os resultados de um estudo estão relacionados ao efeito da droga ou à história natural da doença”, explica ao Estado de Minas Michael Wechsler, pesquisador da Faculdade de Medicina de Harvard, nos Estados Unidos.

O primeiro ensaio clínico controlado com placebo foi realizado em 1799 pelo médico britânico John Haygarth. O objetivo do pesquisador era testar um equipamento médico chamado trator de Perkins. Tratava-se de um objeto pontiagudo de metal que teria habilidades de “apagar” a doença do organismo. Cético, Haygarth resolveu investigar a eficácia do equipamento, comparando seu uso ao de objetos idênticos, mas de madeira. “Em um grau que jamais suspeitamos, verificamos quão poderosa é a influência da imaginação sobre as doenças”, concluiu o médico, em um livro publicado em seguida.

De acordo com o pesquisador da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo Marcus Zulian Teixeira, que escreveu um artigo sobre o tema, publicado na Revista da Associação Médica Brasileira desde aquela época, “o efeito placebo já trazia benefícios para a ciência médica, demonstrando ‘a maravilhosa e poderosa influência das paixões da mente sobre o estado e os distúrbios do corpo’”. “Com a introdução dos ensaios clínicos randomizados, duplos-cegos e placebos controlados, os relatos de mudanças clínicas significativas nos grupos do placebo conduziram à difusão de que a intervenção pode apresentar efeitos poderosos em diversas condições clínicas”, relata o autor do artigo “Bases psiconeurofisiológicas do fenômeno placebo-nocebo: evidências científicas que valorizam a humanização da relação médico-paciente”.

Ação sobre a asma
É a essa relação de confiança e empatia entre doentes e médicos que se dedica o trabalho de Ted Kaptchuk, cientista e professor associado da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, autor de diversos livros e artigos. Recentemente, Kaptchuk publicou mais um trabalho sobre o efeito placebo, na revista especializada New England Journal of Medicine. No estudo, o cientista e sua equipe, da qual faz parte Michael Wechsler, investigaram a resposta ao placebo de pacientes com asma. O teste, duplo-cego, foi realizado com 46 pessoas divididas aleatoriamente em grupos. Algumas usaram inaladores com remédio, outras, inaladores com falso medicamento, enquanto o restante fez acupuntura ou não recebeu nenhum tratamento.

Ao longo da pesquisa, os voluntários fizeram 12 testes para verificar a capacidade pulmonar. O exame revelou que entre aqueles que inalaram o medicamento o ganho respiratório real foi de 20%. Nos grupos do placebo, o índice foi de apenas 7%. Mas quando consideraram o relato dos pacientes da percepção que eles tinham sobre a melhoria de seu estado de saúde, os pesquisadores descobriram que não houve diferença entre os que tomaram o remédio e os usuários de placebo: 50% dos voluntários submetidos a alguma intervenção, fosse ela real ou fictícia, disseram que se sentiam melhor. Já entre os que não receberam nem remédio nem tratamento placebo o percentual caiu mais da metade.

“Aparentemente, o placebo de fato melhora os sintomas, apesar de não sabermos exatamente o motivo. Isso mostra a importância de um tratamento, ainda que, objetivamente, o placebo não forneça a cura. Por exemplo, o placebo pode não curar o câncer, mas pode ajudar o paciente em relação à percepção de como ele se sente”, diz Wechsler. “No nosso artigo recente, verificamos que só o fato de saber que estava sendo tratado já trazia um grande impacto ao paciente, tão grande quanto tomar uma medicação verdadeira”, completa Kaptchuk (leia entrevista). Ambos os cientistas afirmam que testes sobre o efeito placebo comprovam a importância da confiança e da empatia entre médico e paciente para que este se sinta melhor.

Não se trata apenas de pensamento positivo, como muitas pessoas podem achar. Em um outro estudo conduzido por Kaptchuk, o cientista resolveu investigar se, mesmo sabendo que tomavam “pílulas de farinha”, os pacientes sentiam alguma melhora. Oitenta pessoas com síndrome do intestino irritável foram divididas em dois grupos: o de controle não recebeu qualquer tratamento, enquanto o outro tomou comprimidos de açúcar duas vezes por dia, sabendo que não havia qualquer fármaco na composição. “Até a embalagem continha a palavra ‘placebo’. Dissemos aos pacientes que eles não tinham de acreditar no efeito do placebo, mas precisavam apenas tomar as pílulas”, recorda Kaptchuk.

Durante três semanas, os pacientes foram monitorados. Ao final dos testes, 59% dos que ingeriram o comprimido de açúcar relataram alívio nos sintomas, enquanto o índice do grupo sem tratamento ficou em 35%. “Não achei que fosse funcionar”, conta Anthony Lembo, professor de Harvard que integrou a equipe de pesquisadores. “Me senti estranho pedindo para os pacientes tomarem placebo. Mas, para minha surpresa, parece que isso funcionou para muitos deles”, confessa.

Mecanismos psicológicos
Embora diversas pesquisas já tenham comprovado o efeito placebo, os cientistas ainda estão atrás dos mecanismos cerebrais envolvidos no processo. “Essa é uma área em investigação e estamos muito interessados em aprender mais a respeito. Ainda se sabe pouco sobre a ciência do efeito placebo”, diz o pesquisador de Harvard Michael Wechsler. De acordo com o cientista Ted Kaptchuk, diversos neurotransmissores estão envolvidos, incluindo endorfina e dopamina. “Além disso, sabemos que há áreas específicas do cérebro que modulam emoções e sensações, como o córtex cingulado anterior rostral, relacionadas ao placebo”, conta.

Em um artigo publicado na revista médica Lancet, Kaptchuk e sua equipe reviram diversas pesquisas sobre o tema e concluíram que, do ponto de vista fisiológico, são muitos os mecanismos que contribuem para o efeito placebo. Expectativa, condicionamento, aprendizado, memória, motivação, recompensa e redução da ansiedade são alguns deles. Dois, de acordo com o artigo, parecem ser os mais importantes: a expectativa e o condicionamento. Enquanto a esperança de melhora aciona as áreas do cérebro relacionadas ao desejo e às emoções, o fato de o paciente tomar todos os dias o falso medicamento condiciona a mente a “acreditar” que algo está acontecendo. Isso, segundo Kaptchuk, inconscientemente, desencadeia respostas imunológicas e hormonais.

 

ENTREVISTA – Ted Kaptchuk – cientista da Universidade de Harvard

Ted Kaptchuk acredita que o efeito placebo produz resultados importantes na investigação das doenças

O que os sistemas de saúde podem aprender com o efeito placebo?
Acho que os sistemas de saúde usam efeitos ‘não específicos’do tipo placebo o tempo todo. O que a pesquisa sobre o placebo faz é permitir que os médicos vejam a sua magnitude e importância para os pacientes. Ela demonstra que, além de procedimentos e medicações, oferecer cuidado às pessoas é um componente crítico para a melhoria do paciente. Também há experimentos que sugerem que, mesmo quando o paciente sabe que está tomando placebo, o falso medicamento continua fazendo efeito. Acho que estamos falando sobre reconhecer que há mais dentro de um sistema de saúde do que simplesmente passar remédios e exames. No nosso artigo recente, verificamos que só o fato de saber que estava sendo tratado já trazia um grande impacto ao paciente, tão grande quanto tomar uma medicação verdadeira.

Quando o paciente descobre que seu tratamento é placebo, as melhorias podem sofrer impactos negativos?
Se o paciente acha que o placebo é uma coisa idiota, falsa e fraudulenta, ele vai experimentar regressões em seu quadro. Mas se os pesquisadores explicarem que esses efeitos são, na verdade, o poder da autocura, e explicar isso antes de o paciente receber o placebo, há evidências de que o doente não sofre regressão.

Considerando que o efeito placebo de fato existe, isso quer dizer que pensamentos positivos podem curar?
O efeito placebo inclui pensamentos positivos, mas também inclui a relação entre médico e paciente; a confiança naquele diploma pregado na parede, a empatia entre ambos, a compaixão e a persuasão do médico. Além disso, inclui tomar as pílulas falsas. Por isso, acho que é algo maior do que apenas a força do pensamento.

Pois, em uma experiência incomum para entender melhor o “efeito placebo”, pesquisadores norte-americanos descobriram que esses “remédios” inócuos podem ajudar os pacientes a se sentirem melhor mesmo quando eles estão plenamente conscientes de que estão tomando uma pílula de açúcar.

Quase 60% dos pacientes com síndrome do intestino irritável relataram que se sentiram melhor após tomar placebos – sabendo que eram placebos – duas vezes por dia, comparado a 35% dos que não receberam qualquer tratamento novo, relataram os pesquisadores na revista Public Library of Science PLoS ONE.

“Não apenas deixamos absolutamente claro que as pílulas não tinham ingrediente ativo algum, como ainda colocamos a palavra ‘placebo’ impressa no vidro que continha as cápsulas” afirmou no estudo o líder da pesquisa, Ted Kaptchuk da Escola de Medicina de Harvard e do Centro Médico Beth Israel Deaconess, em Boston.

O efeito placebo tem sido documentado praticamente desde o início da medicina. Os placebos são também vitais para a investigação sobre novas drogas ou tratamentos, e em geral os cientistas têm documentado que de 30% a 40% dos pacientes relatam sentir-se melhor ou mostram melhora documentada dos sintomas, mesmo sem saber que estão tomando um placebo.

É considerado antiético, no entanto, dar a um paciente placebo como parte do tratamento médico padrão, e não lhes dizer que é apenas uma pílula de açúcar. A maioria das pessoas crê que o placebo não funciona se o paciente sabe que é um placebo.

Para testar essa crença popular, Kaptchuk e seus colegas recrutaram 80 pacientes com síndrome do intestino irritável – uma condição crônica caracterizada por dor abdominal – para receberem placebo ou nada durante três semanas e serem cuidadosamente monitorados. Os que receberam placebos foram lembrados que estavam tomando pílulas totalmente inertes.

“Me senti estranho com pacientes pedindo para literalmente tomar placebo. Para minha surpresa, no entanto, a pílula inócua funcionou para muitos deles”, disse Anthony Lembo, um perito que trabalhou no estudo.

O estudo foi financiado pelo Centro Nacional para Medicina Complementar e Alternativa dos Estados Unidos.

 

(Fonte: Reuters Health)

Reiki e reflexologia ajudam na recuperação de transplantados em São Paulo

A Rede Zenitude incentiva a prática de terapias complementares como um método para alcançar o equilíbrio e a saúde integral. É sempre bom, perceber que a cada dia essas técnicas vêm ganhando espaço, tornando-se mais conhecidas e utilizadas por todas as pessoas, em diferentes locais pelo país e pelo mundo. Vejam, nessa matéria, como o Reiki e a reflexologia (massagem terapêuticas nos pés e mãos) estão oferecendo suporte físico e emocional aos pacientes paulistanos.

Os usuários do Hospital de Transplantes “Euryclides de Jesus Zerbini”, em São Paulo, contam com uma terapia alternativa para enfrentar o período de internação com mais confiança e tranquilidade. O reiki, técnica terapêutica baseada na medicina oriental, é aplicado semanalmente e apresenta bons resultados em mais de 90% dos internados.

O reiki foi reconhecido como terapia complementar pela OMS (Organização Mundial da Saúde) em 1962. Segundo Berenice Sabadell, professora e primeira voluntária do Hospital de Transplantes (antigo Hospital Brigadeiro), atuante há mais de 10 anos, a técnica ajuda a liberar bloqueios permitindo que o doente aceite melhor o tratamento convencional. Também auxilia na respiração promovendo tranquilidade.

– São 20 minutos em que “desliga-se” de tudo para concentrar-se apenas em saúde e bem estar. É desta forma que reconquistamos a autoestima destas pessoas”.

Além da aplicação do reiki, a terapeuta ainda utiliza essências para massagear as mãos e pés dos pacientes, com técnica de tratamento conhecida com reflexologia.

Para os pacientes com hemofilia (distúrbio que impede a coagulação do sangue), que precisam ir ao hospital frequentemente para receber medicação, as sessões são capazes de anular, mesmo que por um curto período, os desconfortos causados pela patologia. Já a maioria dos transplantados afirma que o relaxamento proporcionado pela terapia diminui as dores do pós-operatório.

Conheça os princípios do reiki, segundo seus mestres e praticantes:

– Apenas por hoje, não se preocupe;
– Apenas por hoje, não se aborreça;
– Honre pais e mestres;
– Trabalhe honestamente;
– Seja gentil com todos os seres.

Passeio vivencial na Chácara do Lessa: três impressões, várias emoções…

(As fotos dessa atividade podem ser vistas no Álbum da Rede Zenitude, no Picasa Google. Clique aqui)
(Registro de outras ações da Rede – Clique aqui)

Nossos integrantes e amigos já sabem: a cada terceiro domingo do mês, a Rede Zenitude realiza um passeio energético e vivencial. Trata-se de um momento de contemplação, meditação, práticas de bioenergia e de desenvolvimento humano, de incentivo ao cuidado com o ambiente. Os locais escolhidos, normalmente, são parques ou locais próximos à grande capital mineira – alguns deles, inclusive, em que muitos dos participantes da Rede nunca tiveram a oportunidade de visitar, por puro desinteresse ou falta de planejamento cotidiano. Já estivemos na Serra do Cipó, em Rio Acima, no Jardim Botânico, no Museu Inhotim, no Parque das Mangabeiras, dentre outros.

No dia 17 de julho, estivemos no Parque Chácara do Lessa, um deslumbrante local em Sabará, cidade histórica situada a poucos minutos de Belo Horizonte/MG. Atualmente pouco visitado, é um local onde o Criador estava de fato inspirado quando tocou suas mãos na região. E o homem tem cuidado bem do espaço, que merece ser mais conhecido. Leiam, abaixo, dois depoimentos de participantes do passeio. O primeiro, escrito a quatro mãos, por mãezona coruja e filha, cheia de alegria e energia. O segundo, de quem, com sensibilidade e cuidado, escolheu com carinho o lugar para nossa vivência. E, desde já, você é nosso convidado para os próximos passeios. Faça contato!

O OLHAR DE MÔNICA GOMES E LUÍZA:

No dia 17 de julho, foi realizado o encontro presencial do Zenitude. O local escolhido pelo nosso anfitrião Ricardo foi a chácara do Lessa, localizada na cidade de Sabará/MG. Lugar encantador e que tem tudo haver com ZENITUDE. Na chegada, fomos recebidos pelo porteiro, que nos informou que no local haviam poucas pessoas – nós, do grupo, alguns rapazes, que faziam caminhada e um casal com o filho. Percebemos, de imediato o quanto o ambiente era acolhedor e tranquilo.

A chácara do Lessa é um lugar maravilhoso. Caminhamos por uma estrada de terra com leve aclive. De um lado e do outro, árvores frondosas e bem altas encontravam-se formando um belo túnel, todo verde, banhado por uma brisa pura e rumo certo. No percurso, identificamos uma placa que informava “Lago das Carpas”. Perto do pequeno lago, com algumas carpas, fizemos a oração inicial, ao som da água, caindo em sintonia com o canto dos pássaros. Momento mágico.

Retomamos ao caminho anterior e prosseguimos a caminhada. Sentimos, a cada passo, a energia que emanava de todos os lados, revigorando o nosso ser. Mais adiante, deparamos com uma plantação de bambu. Que majestoso bambuzal! Que coisa linda! Eu, particularmente, nunca havia visto um bambuzal daqueles. Na verdade, todos nós ficamos admirados.

Percorremos por um caminho estreito no meio da mata. Poucos quilômetros de descidas e subidas. Paradas sutis para um descanso breve. Às 12:30h era o horário da Prece de Sintonização. O local que nos escolheu foi a Trilha do Ouro. Nesse lugar, haviam duas grutas, onde era extraído ouro. Sentimos o espaço e brincamos com as crianças, entrando e saindo das grutas, levantando poeira. Foi um “momentinho criança”, antes de realizamos a prece de harmonização, pedindo a Deus paz para as famílias, o planeta,  para os irmãos que já partiram desta vida e saúde para nós outros. O Ricardo lembrou em especial da Júlia Helena. A pequenina paulista de dois meses.

As três crianças presentes pareciam passarinhos livres a voar. Corriam, gritavam, festejavam e sorriam. Fizeram uma festa e estavam sintonizadas plenamente com a energia do local. O lanche fraterno foi uma delícia. Sanduíches especiais, enroladinho de queijo, rosca e biscoito caseiro e sucos. Não usamos copos descartáveis e não consumimos refrigerantes. Sucesso total!


O OLHAR SENSÍVEL DE RICARDO QUARESMA:

Quem acha que já viu tudo na vida, é porque não participou do “passeio energético” promovido pela Rede Zenitude, no último dia 17 de julho, em Sabará/MG.

Tudo marcado, tudo confirmado, muita coisa esperada. Menos a realização de uma missa campal em plena Praça “Melo Viana”, local do encontro da turma para seguirmos rumo à Chácara do Lessa. Um erro de organização, pois era aniversário da cidade de Sabará. Trezentos anos e a cidade estava cheia de gente. O que significa, para a pacata Sabará, um engarrafamento digno de cidade grande.

Em se tratando de eventos do Zenitude, tudo bem. Afinal, tudo o que acontece é para nos ensinar algo. E aprendizado, neste dia, não faltou. Graças a Deus!

Na Praça Melo Viana, lotada, encontrei com a Mônica e Luiza. Eu, confesso, estava um tanto nervoso pela situação. E se não bastasse todo o desencontro, Ney Mourão estava paciente, de um jeito que nunca vi (pura metáfora…).

E vocês pensam que acabou por aí? Ainda teve um passeio ciclístico que contou com a participação do Ney, Reginaldo, dona Carmem, tia Maria, Thiaguinho, Kátia e Beatriz. Explico melhor: eles ficaram presos no trânsito, em plena estrada, acompanhando e esperando a caravana de bicicletas passar. E só depois chegaram ao famoso centro histórico de Sabará, quase onze horas da manhã, DUAS HORAS depois do planejado!

Então, partimos para a Chácara do Lessa, com algumas horas de atraso. Mas valeu a pena. Ao chegar à portaria do parque, uma bela notícia. O parque era só nosso. Tinha, além de nós, três jovens, fazendo caminhada. E fomos seguir o nosso destino, rumo ao passeio energético.

O lugar é lindo, a natureza foi a nossa recepcionista. O clima de desapontamento cedeu lugar para a energia Zenitude. Até quando a Bia, filha da Kátia, falou:
– O que nós vamos fazer aqui?
Ai, meu Deus, que frio na barriga. E agora, pensei? Depois de tudo isso, os meninos vão sentir um tédio, neste parque vazio.

Novo engano. Uma energia sutil tomou conta das crianças. Beatriz, Thiago e Luiza pareciam estar em casa. Foram os que mais se divertiram. Curtiram toda a liberdade do parque, participaram das atividades, percorreram a Trilha do Ouro e encantaram-se com a mina desativada, que fazia parte da trilha. Se tivéssemos uma lanterna, eles iriam mais fundo.

E o passeio foi acontecendo naturalmente, bem de acordo com a proposta de Rede Zenitude. Mais uma vez, a união, o amor e a vontade de dedicarmos horas da nossa vida para construirmos um mundo melhor venceram! Hora do lanche, um momento bem feliz. Nossa famosa comidinha balanceada e cheia de energia para quem quer alimentar a alma. A nossa prece, momento de oração, e a descontração. As crianças, mais uma vez, deram um show de como aproveitar aquele instante, num lugar tão diferente da cidade congestionada.

A lição que aprendi neste encontro. Vou plagiar um grande poeta brasileiro, nosso querido Gonzaguinha. “Eu fico com a pureza da resposta das crianças…”. Vocês tinham que ver o olhar, o sorriso, a cor de poeira dos meninos. Uma alegria estampada no rostinho da Beatriz, do Thiaguinho e da Luíza. Um sentimento puro e pelo qual devemos nos espelhar para amenizar os nossos momentos de estresse. E fazer da nossa vida uma caminho mais tranquilo para a felicidade.

E que Deus, no amor de Jesus Cristo, esteja conosco sempre, fazendo dos “momentos Zenitude” uma oportunidade de recebermos um aprendizado novo a cada dia. Até o próximo passeio!

Que tal aprender como “optar pela calma”?

Esta é a proposta da palestra que a Organização Brahma Kumaris estará trazendo no dia 08 de agosto, segunda-feira, às 19:30 horas, na faculdade de Direito da UFMG (Avenida João Pinheiro, 100), em Belo Horizonte, Minas Gerais. A palestrante, Gayatri Naiarane, é professora sênior e representante da Brahma Kumaris, na ONU. A entrada é franca.

Confiram, abaixo, a arte de divulgação do evento. Escolham a calma e marquem presença!