Otimismo diminui risco de AVC

Incentivar o otimismo, o sorriso, os pensamentos que edificam e as posturas positivas frente aos desafios são ingredientes cotidianos da Rede Zenitude. E, agora, mais uma pesquisa séria vem reiterar o valor desse comportamento. A investigação analisou 6.044 homens e traz mais evidências sobre benefício dos pensamentos positivos. Confira…

Quanto mais otimista você for, menor o risco de sofrer um acidente vascular cerebral (AVC), sugere um novo estudo.

“O otimismo protege contra o AVC”, afirma o pesquisador Eric Kim, que realiza um doutorado sobre o tema na Universidade de Michigan (EUA). Embora a relação entre causa e efeito ainda não tenha sido totalmente descoberta, Kim e seus colegas encontraram uma importante associação.

Os achados foram publicados na última edição on-line da Revista Stroke (uma das publicações mais importantes sobre AVC e outro problemas cerebrovasculares).

Esta possibilidade de prevenir o AVC acrescenta mais um item na lista de benefícios à saúde trazidos pelo otimismo, afirma Kim. Até agora, vários estudos encontraram evidências de que quanto mais otimista é a pessoa, melhor é seu sistema imunológico, mais rápida é a cicatrização do seus organismo e menor é o risco de uma doença cardiovascular, entre outros benefícios, acrescentou o pesquisador.

Para este novo estudo, Kim recorreu aos dados da pesquisa sobre Saúde e Aposentadoria feita nos Estados Unidos. Foram avaliados 6.044 homens e mulheres adultos com mais de 50 anos e nenhum deles havia sofrido um AVC até o momento. Foram aplicados questionários que avaliam o otimismo – em uma escala de 0 a 16,em cada participante. Depois disso, o grupo foi acompanhado por dois anos.

Neste período de acompanhamento, foram registrados 88 casos de AVC. Foram ajustadas as idades das vítimas e de quem ficou imune ao problema. A conclusão dos pesquisadores foi de que para cada ponto a mais na escala de otimismo, o risco de um acidente vascular cerebral diminuiu 9%.

A pesquisa também levou em conta outros influentes no risco vascular, como fumo, abuso de álcool, índice de massa corporal, raça, pressão arterial, doenças crônicas e a realização de atividades físicas. Mesmo com todas estas variáveis, a relação íntima entre otimismo e redução de AVC foi confirmada.

Como explicar esta associação?

Uma das possibilidades é que as pessoas que esperam as melhores coisas da vida também cuidam mais da própria saúde, avalia o pesquisador Eric Kim. Outra hipótese são os efeitos biológicos do pensamento positivo. “Eles são parecidos com os impactos no corpo provocados pela depressão só que de maneira inversa”, diz.

Outro estudo feito por pesquisadores finlandeses encontrou ligação entre pouco pessimismo e redução do risco de AVC, mas a relação não foi comprovada entre otimismo e a proteção contra a doença cerebrovascular. Eric Kim espera agora continuar sua pesquisa e incluir mais um foco de análise. Eles quer desvendar o que impulsiona o efeito protetor da forma positiva de encarar a vida.

Martin Sligman, que dirige o Centro de Psicologia Positiva da Universidade da Pensilvânia, e há muitos anos pesquisa o otimismo, nomeou os novos achados de Eric Kim como “uma grande descoberta”.

“Já que o otimismo pode ser ensinado aos pessimistas, isso significa um benefício à saúde pública para prevenir o AVC”, disse Sligman.

Outro especialista, Hermann Nabi, do Instituto Nacional de Saúde e Pesquisa Médica da França também estuda a relação entre pessimismo e risco de problemas cerebrovasculares. Ele considerou os achados da pesquisa de Kim interessantes, mas ressaltou algumas limitações do ensaio, como histórico familiar dos participantes e limitação do acompanhamento. Ao mesmo tempo, Nabi avalia que os novos resultados são uma importante contribuição para esta linha de pesquisa.

Fonte: The New York Times

Estudo científico afirma que dinheiro não traz felicidade

Dinheiro traz felicidade? Estudo da Victoria University afirma que não!

O que é mais importante: proporcionar aos cidadãos mais dinheiro ou mais autonomia para a promoção do bem-estar subjetivo? Em S. H. Schwartz ‘s (1994, 2004), no modelo de valores culturais, o individualismo é rotulado como autonomia afetiva e intelectual. Nas sociedades, enfatizando esses dois tipos de autonomia, as pessoas são encorajadas a perseguir afetivamente experiências agradáveis e é esperado que cultivem e expressem as suas próprias idéias e sentidos intelectuais, para encontrar significado em suas próprias singularidades.

Porém, Ronald Fischer e Diana Boer, da Victoria University, conduziram um estudo de meta-análise, examinando os níveis de bem-estar e de saúde psicológica, aferindo medidas de ansiedade e de estresse para responder à essa questão. Os dados são oriundos de outros estudos científicos já publicados, e cobrem mais de 420 mil indivíduos, de 63 nações e foi publicado na última edição do Journal of Personality and Social Psychology.

Os resultados sugerem que pessoas com autonomia em níveis elevados têm, em geral, um resultado maior e mais consistente sobre o bem-estar e a felicidade do que as que possuem apenas dinheiro. O estado de “bem-estar sujetivo” decorre de uma avaliação subjetiva da própria vida, incluindo reações emocionais diante os eventos da vida, considerando ainda aspectos do estado de humor da pessoa e seus julgamentos sobre as diversas dimensões que compreendem a vida.

Para os autores, a riqueza pode influenciar o bem-estar em uma sociedade principalmente por permitir aos cidadãos uma maior experiência de autonomia e liberdade em sua vida diária. “Nosso indicador de autonomia incluiu um número de diferentes conceitos de individualismo (incluindo autonomia e autoexpressão afetiva e intelectual)”, afirmou Fisher.

A Teoria da autodeterminação (Ryan & Deci, 2002) propõe que a satisfação das necessidades universais de autonomia, relacionamento e competência levam a maior felicidade e bem-estar. Se as pessoas são livres para satisfazer essas necessidades, seus níveis de bem-estar devem ser maior. Essas idéias têm sido recebido um forte apoio na  pesquisa psicológica e sociológica.

Fonte: Journal of Personality and Social Psychology

No Recife, jovens surdos tornam-se músicos, em projeto cultural

Promover, divulgar e incentivar causas que trabalhem pelo desenvolvimento humano é sempre um prazer, para a família Zenitude. Faz parte de nosso “DNA”! Em meio a tantas notícias negativas, veiculadas pela mídia, cada vez mais ansiosa por oferecer à população sedenta de violência e barbárie imagens que insistem em mostrar um mundo às avessas, é sempre bom divulgar boas notícias. Para um mundo melhor, estar atento à possibilidade de fazer a diferença, em nossa casa, em nossa bairro, em nossa comunidade, é imprescindível. É a soma de ações, a união de elos, que causarão transformações permanentes. Vejam só, essa iniciativa, vinda lá das bandas da linda capital pernambucana!

Uma lição de cidadania ajuda um grupo de jovens surdos que querem se tornar músicos. O projeto “Som da Pele”, que já tem dois anos, leva esperança e felicidade a esses jovens. O professor Irton Silva, responsável pelas aulas, comanda “Os Batuqueiros do Silêncio”, com uma espécie de alfabeto musical visual e com essas combinações, os alunos são capazes de tocar diferentes ritmos da cultura popular. As aulas acontecem na Associação Cultural e Assistencial de Pernambuco, no bairro de Casa Amarela, Recife. Mais informações: (081) 3077-2980.

Assistam a uma matéria, com os educadores e alunos, realizada pelo SBT local:

 

Nadadora mais velha do país coleciona troféus e vence Copa Brasil aos 92 anos

Conquista aconteceu depois de a atleta enfrentar um transplante de córnea e a quebra de seis costelas e da bacia em atropelamento

Nas piscinas  do Barroca Tênis Clube, em Belo Horizonte (MG), pode estar o segredo da fonte da juventude. Nas águas frias das manhãs, Laura de Oliveira, de 92 anos, natural de Monte Azul, a nadadora mais velha do Brasil, reabastece as energias, recicla pensamentos e revê amigos. Além de colecionar troféus, a atleta cultiva amigos na equipe master do Barroca, campeã mineira por 10 vezes consecutivas. A turma segue junto para bailes, festas de aniversário dos colegas e em viagens para competir. “Se as medalhas fossem de ouro, teria uma fortuna”, brinca a nadadora, que deixa as medalhas guardadas em uma caixa e usa os troféus como peso de porta no apartamento do Bairro de Lourdes, na Região Sul de Belo Horizonte. Um dos maiores trunfos da idade é aprender a dar valor às coisas certas da vida, ensina Laurinha: “Meus tesouros são meus colegas e minhas colegas de 70 anos.”

Antes das 7h, ela chega de ônibus ao clube, sozinha, com o maiô por baixo da roupa e uma pequena valise. Sobe rapidamente o morro que dá acesso à piscina olímpica, deixando para trás muitos jovens atletas que treinam no mesmo horário. Poucos têm o mesmo pique que Dona Laura, que vai logo rejeitando o pronome de tratamento “dona” e impondo o Laurinha, mais informal. Põe a touca e os óculos de natação sem retirar o batom vermelho, vivo, que já faz parte da indumentária da nadadora. Até mesmo dentro da piscina, Laurinha está sempre sorrindo. Para ela, não há tempo ruim para cair na piscina e nadar de braçada nas águas da vida.

Na Copa Brasil Master, no mês passado, em Brasília (DF), Laurinha saiu com medalhas de ouro nos 50m livre e 50m costa. Fez o tempo de 1min39s30 no nado costa, depois de quase dois anos fora da atividade. Depois de enfrentar um transplante de córnea, ela acabou sofrendo um acidente quando atravessava a rua em frente de casa. Foi atropelada, teve seis costelas e a bacia quebradas, mas por milagre voltou para as piscinas. Só conseguiu se recuperar por causa do condicionamento físico. Ela diz que nasceu dentro do rio em Monte Azul, mas só sabia nadar cachorrinho até os 70 anos, quando aceitou o convite da filha caçula para aprender a nadar. Daí não parou mais.

O nado preferido de Laurinha é crawl, mas o melhor tempo dela nas competições é no peito. “Gosto mais de nadar crawl, mas antes do acidente havia tirado o terceiro lugar mundial no nado peito. Meu nado peito não é tão bom, é dificílimo, é vagaroso”, compara. Seu treinador, o técnico do Barroca Enes Rodrigues Rocha, de 42 anos, discorda. “Na faixa dos 90 anos, o treino não deveria levar em conta performance, mas qualidade de vida. No caso da Laurinha, é incrível mas ela assimila detalhes técnicos dos estilos de nado. Não sei se passo o treino ou se fico babando”, confessa ele, que, em um dos exercícios, a orientou a nadar com a palma das mãos fechada para melhorar a coordenação motora. “Se algum dia bate o desânimo de cair na água, é só pensar nela. O astral dela contagia”, elogia o colega, o nadador master Odis Damasceno, de 65 anos.

“Ela deveria ter patrocínio, viu?”, sugere Dilma, uma dos sete filhos da nadadora, que, além de ter o mesmo nome de presidente da República, está em tratamento com o mesmo tipo de câncer linfático da petista, sendo beneficiada pelas medidas tomadas por ela com a liberação de remédios gratuitos pelo SUS. A nadadora tem 17 netos e 17 bisnetos. Lembra-se dos nomes de um por um e gostaria de ter um tataraneto.

A vitalidade de Laurinha intriga os colegas da equipe e frequentadores do clube. Entre um e outro treino, a atleta é gentilmente interrogada por senhoras mais jovens, que querem saber a fórmula para viver bem. Já habituada às perguntas, a nadadora lança respostas evasivas no ar, uma a cada hora. Ao fim do diálogo, por compaixão, Laurinha abre a guarda e entrega a receita. Segundo ela, quem quiser chegar bem aos 90 anos deve buscar fazer um exercício físico, como caminhada, ioga, natação ou hidroginástica. Para a memória, palavras cruzadas, todos os dias. Mas o ponto mais importante dessa espécie de check-list é ser feliz.

Contra a exploração e o abuso de crianças e adolescentes: a Rede Zenitude abraça essa causa!

Cantores unidos contra a exploração sexual de crianças e adolescentes

No dia em que se comemorou os 21 anos do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), 13 de julho, a campanha Carinho de Verdade lançou um videoclipe com a participação de 22 cantores que se uniram e soltaram a voz em proteção às crianças vítimas de violência sexual.

A iniciativa do Conselho Nacional do SESI reuniu o time formado por Ivete Sangalo, Luan Santana, Fafá de Belém, Xuxa, Fagner, Sandra de Sá, Zélia Duncan, Maria Gadú, Vitor e Léo, Lenine, Jerry Adriani, Toni Garrido, Luiza Possi, Léo Jaime, Daniel, Preta Gil, Aline Barros, Saulo (Banda Eva), Buchecha, Beth Carvalho e Padre Fábio de Melo gravam a canção em defesa de meninos e meninas do Brasil.

O clipe está disponível no canal da campanha no YouTube,  no site do Carinho de Verdade, no Facebook, e você pode assisti-lo clicando nos links ao final desse texto, aqui mesmo, nos site da Rede Zenitude, que abraçou a causa.

Durante a gravação, o padre Fábio de Melo convidou a população a abraçar a causa e destacou que, cuidar bem de uma criança é dar ao mundo a oportunidade de ser melhor. “A gente muda o mundo mudando a nossa consciência, o nosso jeito de enxergar as coisas. Nós estamos aqui para lutar contra todas as estruturas que possam ferir a dignidade das nossas crianças”, afirmou.

A cantora Fafá de Belém ressaltou a questão da preservação da infância e chamou a sociedade a denunciar esse tipo de crime. “É fundamental falar, divulgar e alertar amigos e familiares sobre a importância de denunciar os casos de abuso e exploração sexual. Muitas vezes, o violador é alguém muito próximo e por isso a criança não denuncia”, completou.

Carinho de Verdade – A campanha teve início no ano passado, com o objetivo de mobilizar a sociedade para o combate ao abuso e à exploração sexual infantojuvenil por meio das denúncias ao Disque 100. No lançamento, uma projeção no Cristo Redentor fez com que um dos maiores cartões postais do Brasil “abraçasse” a causa, numa alusão ao tema “O maior abraço do mundo”, também mote do movimento.

A iniciativa ganhou força entre os meses de abril e maio de 2011, quando, por meio da ação desenvolvida nas redes sociais, 100 mil tweets com a divulgação da campanha se espalharam pelo Twitter. O apoio virtual não para. Até agora, mais de 116 mil pessoas já twitaram contra a exploração sexual de meninos e meninas.

Para assistir ao videoclipe, acesse:
www.carinhodeverdade.org.br
www.facebook.com/CarinhodeVerdade?sk=app_217359854953419
www.youtube.com/carinhodeverdade

Que tal um patê de… alegria?

Antes que pensem que a turma do Zenitude pirou de vez, nós explicamos. Quem vive meio tristonho, sem motivo aparente, na certa mudaria de humor, se passasse a consumir, com mais frequência, um grão pouco utilizado pelos brasileiros: o grão-de-bico. Isso mesmo! Os cientistas estão confirmando: ele é um alimento repleto de fontes de bem-estar e bom humor!

É provável até que nossos ancestrais soubessem desse efeito. Ou então teriam desistido do cultivo da planta, extremamente sensível às condições de clima e solo e também ao ataque de pragas. Hoje quem empresta sua chancela à leguminosa é a prestigiada revista científica internacional Journal of Archaeological Science, que divulgou recentemente trabalho de pesquisadores da Universidade Hebraica de Jerusalém e da Universidade de Haifa, ambas em Israel, exaltando suas propriedades.

Por aqui, nossos cientistas também dão seu aval ao grão-de-bico, boa fonte de ferro, carboidratos e proteínas. Leonardo Boiteux, estudioso do centro nacional de pesquisa de hortaliças da Embrapa, empresa brasileira dedicada ao estudo e ao desenvolvimento agropecuário, atribui o alto teor protéico a uma combinação de aminoácidos. Entre eles a estrela é o triptofano, que aparece em grandes quantidades. Essa substância é usada pelo organismo para a produção de um neurotransmissor chamado serotonina, responsável pela ativação dos centros cerebrais que dão sensação de bem-estar, satisfação e confiança.

“Boas doses desse composto resultam ainda em diversos efeitos fisiológicos, como maiores taxas de ovulação e melhora no padrão de desenvolvimento das crianças”, diz o pesquisador. A nutricionista Andréa Penatti Ferreira, que recentemente estudou as alterações químicas do grão-de-bico durante o cozimento para sua dissertação de mestrado na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, da USP, em Piracicaba, acrescenta que a disponibilidade de ferro é outro diferencial da leguminosa.

Além de servido na salada ou em sopas, o grão-de-bico também pode ser transformado em um delicioso patê. E quem nos ensina a receita é Simone Noronha, psicóloga, educadora, facilitadora de Biodança, vegetariana convicta e integrante da família Zenitude. Que tal preparar aí, na sua casa, e chamar todos nós, para saborear?


Patê de grão-de-bico (à La Noronha)

Delicioso, típico da culinária árabe/libanesa. Muito bom em sanduíches com folhas verdes ou simplesmente como acompanhamento do pão sírio.

Ingredientes
250 g de grão-de-bico.
4 colheres de sopa de tahine (pasta de gergelim; pode substituir por duas colheres de sopa de azeite, mas com o tahine fica mais gostoso).
2 dentes de alho bem picadinho.
Suco de 1 limão (se desejar, pode colocar mais limão).
Sal a gosto.
½ colher de chá de cominho.
1 colher de sobremesa de salsinha picada.
Se precisar, acrescente um pouco de água para ficar menos denso (+ ou – 1/4 xícara de água; aproveite a água em que cozinhou o grão de bico).

Modo de fazer
Coloque o grão-de-bico de molho, em água, na véspera.  No dia seguinte, cozinhe, em panela de pressão, por aproximadamente 20 minutos, até que fique bem macio (coloque 1 folha de louro, 1 dente de alho e uma pitada de sal; não precisa retirar a casca)
Escorra-o e passe pelo liquidificador com um pouco da água em que foi cozido. Deve ficar uma espécie de purê espesso.
Tempere com sal e pimenta síria e acrescente o tahine ou azeite, o alho e o limão e misture bem.
Leve à geladeira e, na hora de servir, decore com salsinha, pimenta rosa e páprica doce.

Adotar um animal de estimação: atitude “zen” que faz bem à saúde!

Os animais domésticos proporcionam apoio social e emocional às pessoas, revelou uma pesquisa da Associação Psicológica dos Estados Unidos.
O estudo indicou que donos de cachorros, gatos e outros bichos de estimação mantêm uma relação tão estreita com as pessoas próximas como a que têm com seus animais, o que aponta que este tipo de interação não é desenvolvida em função das relações humanas.

Os psicólogos da Universidade de Miami e da Universidade de St Louis realizaram três experimentos que examinaram os possíveis benefícios de se conviver com um mascote.

Segundo o artigo publicado na internet da revista “Journal of Personality and Social Psychology”, o estudioso Allen McConnel, da Universidade de Miami, disse que, em termos gerais, essas pessoas “têm mais qualidade de vida e conseguem resolver melhor diferenças individuais que as que não têm animal de estimação”.

“Especificamente os donos de mascotes têm mais autoestima e estão em melhores condições físicas, além disso, tendem a ser menos solitários, são mais conscientes do que ocorre a sua volta, são mais extrovertidos, tendem a ser menos receosos e menos preocupados”, acrescentou.

Para realizar o artigo, os pesquisadores questionaram 217 pessoas (79% mulheres, idade média – 31 anos, renda familiar de cerca de US$ 77 mil).

“Os estudos revelam provas consideráveis de que os animais de estimação beneficiam a vida de seus donos tanto no âmbito psicológico como no físico, já que representam uma importante fonte de apoio social”, concluiu.

Site Zenitude inaugura seção “Materiais de Estudo”

CONHECIMENTO e AÇÕES EM REDE são dois de nossos valores. Com base neles, a partir deste mês, você poderá ver as recomendações de publicações que servem de base para nossos estudos, retiros vivenciais, encontros de formação. Disponibilizaremos, também, materiais utilizados nas nossas atividades, como apresentações, descrições de vivências e dinâmicas de grupo.

Já temos um rico material, que será publicado por aqui aos poucos, inclusive utilizando outros recursos e sites de apoio pela web, como já temos feito no Álbum de Fotos. Esperamos que sirvam para disseminar boas ideias, reflexões e práticas. Afinal, acreditamos nos “elos” para a consolidação do amor e conhecimento retido não leva ao crescimento.

Para começar, leia a resenha do livro “Saber Cuidar”, de Leonardo Boff, utilizado como material de apoio conceitual em nosso II Retiro Vivencial, em maio de 2010: http://www.zenitude.com.br/blog/sugestoes-de-livros.

Um chá relaxante muscular, natural

Todos conhecem aquelas folhinhas usadas como tempero, que são colocadas no feijão e que servem apenas para dar um gostinho especial, já que, habitualmente, são deixadas de lado no prato, na hora da alimentação. As folhas de Louro, conhecidas em algumas regiões brasileiras como Loureiro, são usadas em pratos pesados, como a feijoada, exatamente por uma de suas propriedades: são extremamente digestivas. Além de auxiliarem em casos de má digestão, o chá feito com folhas de Louro é um relaxante muscular, sem os efeitos colaterais agressivos dos relaxantes alopáticos, como sonolência pesada, por exemplo. Experimente a receita, simples e fácil:

•1 colher de sopa de folhas de louro
•1 xícara de água
•Mel, a gosto, para adoçar

Preparo:

Ferva a água e despeje sobre as folhas de louro, deixando tampado, por três a quatro minutos. Adoce com o mel. Beba, preferencialmente, antes de uma refeição leve.

Impressões sobre a reunião no lar, em 02/07

(Por Kátia Cilene, anfitriã da reunião vivencial)

Bom dia! Hoje o sol amanheceu lindo!!!
No sábado, acordei feliz, ao lembrar que receberia meus amigos em minha casa. A Beatriz, minha filha, desde cedo, estava animadíssima. Ajudou a enfeitar o espaço e, no final, também ajudou a recolher e a guardar os enfeites. Sua participação foi ativa.
Quando foi-se aproximando o horário do encontro, meu coração foi batendo mais forte. Realmente, a gente sente a vibração em torno da casa. A cada um que chegava, a troca de abraços fortalecia-me ainda mais. Como eu já contei, durante o encontro, a minha cachorrinha Keka, sempre se esconde, late, brava com as pessoas. E, no sábado, isso não aconteceu. Quando fomos fazer a sintonização, ela fez questão de participar da roda, quietinha, como mocinha bem comportada. E, no final, novamente, ela esteve junto conosco.
Fiquei surpresa com meu marido, que participou, mesmo que um pouco distante. Ele é muito tímido e reservado, acho que ele nunca deu e recebeu tantos abraços como naquele dia. Pra ele, com certeza, foi uma experiência única . Com poucas palavras, como é o seu normal, disse que gostou do encontro e achou a turma legal.

Todos os dias quando vou fazer minhas refeições, olho para a pena, agradeço por essa oportunidade, e lembro-me de todos que ali estiveram. Coloquei a pena no cômodo por onde todos da casa passam, inclusive as visitas.
E a quadrilha, achei divertidíssima! Mesmo a gente errando os passos. O legal é a dança, a animação, as risadas. É um banho de novas energias.
Minha casa está sempre de braços abertos para recebê-los. Um abraço a todos, e já estou com saudades.

Que o sol continue brilhando na vida de todos. Até o próximo encontro do grupo, no dia 17/07, em Sabará/MG.

(Veja as fotos desse evento no Álbum de Fotos on-line da Rede Zenitude. Clique e visite).

Cariocas… É hora de ajudar a causa animal!

A Rede Zenitude apoia toda ação voltada para a defesa da vida. E entende que tanto homens quanto animais têm o mesmo direito a uma vida digna e sem sofrimento.

A ONG Oito Vidas tem um reconhecido papel na defesa da qualidade de vida dos animais, no Rio de Janeiro. Nos casos dos gatos, especialmente, a  luta da Entidade é para deixar as colônias em seu local de origem, controladas pela esterilização, buscando a doação dos filhotes, que correm maior risco de vida, e a educação da população no que se refere ao respeito a todos os seres vivos do planeta, ao não abandono e à adoção responsável . Nos casos dos cachorros e outros animais, procurams achar lares temporários para os mesmos, até que eles sejam definitivamente adotados.

Conheça o site da instituição: www.oitovidas.org.br
E, se estiver em São Paulo, prestigie o evento beneficente, que será realizado nesse sábado e domingo, dias 02 e 03 de julho:

Em sintonia vibracional pela paz planetária e pelo amor.

Convidamos a todos para uma sintonia vibracional, nesse sábado, dia 02 de julho, às 20:30 horas (horário oficial de Brasília). Conosco, em Belo Horizonte, capital de Minas Gerais, estarão pessoas de diversas crenças e ideologias, além de outros amigos, espalhados por diversas cidades e países. Uma oração, um pensamento elevado, uma atitude em prol de um semelhante, um telefonema repleto de amorosidade a alguém que você ame – ou, quem sabe, a um inimigo, em um gesto de perdão. Um instante de recolhimento consigo mesmo, com o seu grupo familiar, com o seu grupo de orações ou de meditações.

Ciência e religião já têm comprovado os benefícios e o alcance de uma sintonia positiva, inclusive para a cura efetiva de enfermidades ou para a melhora da saúde de pessoas e ambientes. ACREDITAR já é o primeiro passo para CONSTRUIR um planeta melhor!

Coloque seu coração, sua mente e seu espírito em harmonia com esse momento. Imagine mãos unidas, imagine um abraço fraterno e luzes divinas e serenas acolhendo nossa linda bola azul flutuante no espaço. Escreva, em uma folha de papel, aquilo que deseja alcançar para si mesmo e para outros em seu redor. Convide outros amigos e fortaleça o gesto.

Depois, conte aqui como foi esse momento. Compartilhe com outros que, como você, permitiram esse momento de presente, de dádiva, de conexão.

Saudações fraternas!