Fazer o bem faz bem

 
 

Sílvia Alambert - Foto: The Money Camp

(Silvia Alambert, educadora financeira e detentora da metodologia de ensino The MoneyCamp para a educação financeira no Brasil –www.themoneycamp.com.br . Email: silvia.alambert@themoneycamp.com.br . O presente artigo foi enviado ao Zenitude e publicado sob a permissão da autora).

 


Ao assistirmos aterrorizados aos noticiários trágicos sobre as enchentes que fazem vítimas em diversas regiões do país, questionamo-nos sobre vários aspectos de nossa própria vida. Entre elas: a fragilidade do viver independente da situação socioeconômica e o que é realmente importante na vida: família, amigos, moradia, ter uma alimentação e educação satisfatórias e principalmente, ESTAR VIVO.
 

Em situações deste nível, em relação a quem perdeu tudo, as pessoas ficam mais sensibilizadas e percebem que são abençoadas e sentem-se bem em ajudar ao próximo através da doação, pois entendem este ato como sendo um conforto àquele que receberá sua ajuda, por menor que seja. 

Como sempre coloco também, não é preciso esperar que situações catastróficas aconteçam ou que alguma grande instituição faça campanhas pela televisão para receberem doações, para nos lembrarmos de sermos gratos por estarmos vivos e sermos quase perfeitos, e nem tampouco esperar ter a renda do Brad Pitt ou da Oprah Winfrey para oferecer ajuda ao próximo. 

Há inúmeras instituições espalhadas pelo Brasil que vivem suas catástrofes particulares e que lutam para obter ajuda  e com isso  levar recursos a, literalmente,  locais que nem constam no mapa, na missão de aliviar a dor e o sofrimento de famílias esquecidas e que vivem em condições sub-humanas. Ente elas estão, por exemplo, crianças portadoras de deficiência física ou mental que foram abandonadas, pessoas portadoras de doenças incuráveis, idosos que foram simplesmente maltratados e colocados para fora de casa ou ainda defendendo causas que se referem ao meio ambiente e que dizem respeito a todos nós. 

Sem que muitos brasileiros saibam, o simples ato de doar está associado diretamente à educação financeira. Sabia disto? Como não? Oras, se o dinheiro é uma energia de troca – você investe seu tempo e energia (trabalho) por dinheiro e o troca por coisas que você necessita ou deseja – é este mesmo processo de dar e receber que mantém a energia circulando em nossas vidas. 

Em seu livro, As 7 Leis Espirituais do Sucesso, Deepak Chopra explica assim a lei da doação para os setores da vida: “ (…) Se quisermos receber amor, temos que dar amor. Qual é a intenção? Essa é uma pergunta fundamental. Quando você doa de verdade você sente prazer em ver a felicidade do outro. Não importa a sua doação, seja um sorriso ou uma flor, mas que seja sincero e incondicional. Enquanto você dá, está recebendo. Quanto mais dá, mais cresce a sua confiança nos efeitos milagrosos desta lei. E quanto mais você recebe, mais cresce a sua capacidade de dar.” 

É um círculo vicioso ao melhor estilo Corrente do Bem. Experimente mais. Pode ser que você goste mais e faça mais. Não julgue que você precisará ter “rios de dinheiro” ou esperar momentos catastróficos acontecerem para fazer doações. Se for de coração, muito ou pouco, fazer o bem faz bem. E aí, já liberou aquele sorriso largo, disse aquele “ bom dia” motivante ou já fez alguma coisa pelo próximo ou pelo planeta hoje?

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Autor: Ney Mourão

Ney Mourão é jornalista e educador. Especialista em Educação a Distância. Poeta; autor do livro "Notas Dispersas pelas Paredes" (Editora Autêntica). Interessado em PESSOAS, tem formação em Terapias Holísticas (Reiki, Shiatsu, Reflexologia Podal, Florais de Bach, Aromaterapia). Em seus atendimentos, prefere dizer que acalenta almas para que estejam bem em seus corpos.

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