Impressões sobre a reunião vivencial e de oração – Voo da Pena – Residência de Mônica Gomes em 30/04/2011

Desde a entrada, a anfitriã brindou-nos com carinho para aquecer o coração e um alegre jardim para encantar os olhos: um abraço afetuoso e belos arranjos de girassóis espalhados pela casa deram aquele toque especial.

A residência de Mônica e seus familiares é arejada, clara. A mesa posta na varanda estava de frente para a figueira – árvore sagrada, como devem ser os encontros entre as criaturas humanas. Chã de hortelã, patê de milho, torradinhas caseiras, enquanto os convidados iam chegando e tomando o seu lugar por ali. Tudo suave como a brisa que embalava a noite. Ao fundo, sem brigar com os diálogos, músicas com letras edificantes, tocando a alma e o espírito.

Aos poucos, outras delícias foram compondo a mesa: um deslumbrante  antepasto de berinjela, um indescritível bolo de coco e chocolate, uma fantástica torta de legumes… Haja adjetivos para descrever! E aquele quibe vegetariano de tabuleiro, então!?

Durante a sintonização vibracional, o grupo foi inspirado e tocado pelos céus para a necessidade de estarmos atentos à família, à união entre pessoas mais próximas, aos valores positivos no lar, à atenção continuada ao “próximo mais próximo” – em total sintonia com a mensagem escrita para a ocasião, que foi lida logo depois.
Pra variar, muitos abraços, afagos, aquela sensação boa e aconchegante de estar entre pares.

Na vivência, um “presente”. Ao chegar às mãos de cada um, a revelação: “O presente não é seu”. De mão em mão, foi conduzido para mãos solidárias, amorosas, cuidadosas… Até que, quase nenhuma surpresa, o delicioso final: o presente era de todos, deveria ser compartilhado, como são todos os nossos momentos felizes, na família Zenitude! Cada um dos presentes recebeu uma parte do presente: uma pequena pedra semi-preciosa, mosaico de cores e de tons diversos, compondo um todo – metáfora desse grupo que tão bem tem feito a todos que o integram!

O carinho dos ausentes fez-se presente, através dos encantadores coelhinhos enviados pela Zoraide. Doce gesto de quem tem o coração tão doce quanto chocolate de Páscoa!
Saímos, deixando a nossa pena emoldurada, símbolo da união, da fraternidade, do amor. Que esses sentimentos permaneçam na casa de nossa anfitriã e em sua alma. Que embale seus dias e os dias de seus familiares e amigos. Que a boa energia da noite fique impregnada nas paredes e que possa também ter saído dali com cada um de nós, revigorando-nos e espalhando por onde passarmos a chama cálida do amor!

Encontro Residência Mônica – abril 2011
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