Impressões sobre (mais) uma noite inesquecível

Quero agradecer a todos, pela reunião vibrante, forte, repleta de boas energias. Abraçamos uns aos outros, abraçamos os distantes, conectamo-nos a uma energia pulsante, que dava pra sentir ali, no ar, entre nós.
Para quem não foi, breve vamos colocar as fotos lá no nosso banco de fotos. Apenas para dar aquele gostinho de “água na boca”, os melhores momentos:
– Nosso primeiro “Teatro de Improviso”. Representando a parábola do bom samaritano, todos nos envolvemos em uma esquete divertida, onde ninguém deixou o seu talento escondido. Estavam lá, representados, Jesus e o fariseu, o sacerdote, o levita, os assaltantes, o dono da hospedaria, o samaritano e o seu hilário cavalo. E TUDO IMPROVISADO. Com direito a produção, figurinos, trilha sonora e muita gargalhada. Ao final, na mandala humana, nossa roda de reflexões sobre o tema “doação e cuidado” rendeu belos e emocionados momentos de aprendizado e troca de experiências. Um momento, com certeza, inesquecível.
– A doce vivência do compartilhar. Como saborear um pirulito, embrulhado, usando apenas uma mão? Dois caminhos: confiando em si mesmo, para realizar a façanha e enfrentando o desafio… Ou confiando e delegando ao outro a tarefa de ajudar, ser ajudado, intercambiar e vencer, juntos, o desafio. Mais um momento de reflexão e trocas.
– A intensa energização para a cidade de Belo Horizonte, para o Brasil e para os jovens. Em especial, com os espíritos e mentes voltados para a questão do avanço do crack, que tem aumentado de forma avassaladora em nosso país – hoje, o maior consumidor da droga no mundo. Enviamos vibrações, orando para que surjam posturas e ações que possam deter e minimizar o uso da droga, imaginando nossos jovens, nossas lideranças juvenis envoltos em uma onda de consciência e harmonização. E imaginamos numa “chuva” de bênçãos, invadindo corações e mentes.
– É claro que não poderia faltar, também, o alimento do corpo. Em nosso banquete vegetariano, celebrativo e solidário, onde cada um doou um prato, havia de tudo: pãezinhos variados, biscoitos, salgadinhos, caldo de feijão com queijo defumado e cheiro verde, batatas gratinadas, patê de beringela, sucos, chá de capim cidreiro e sobremesas de fazer perder o juízo.
Foi nossa oitava atividade presencial. Desde o primeiro Encontro “Celebrando”, no Instituto Renascer da Consciência”, em novembro de 2009, em Ravena/MG, já tivemos três encontros nas residências de membros de nossa rede. Nesses encontros, ocorre a acolhida do ícone material de nossa celebração: uma bela pena que, em meio a uma ‘vivência bem no meio da mata, veio pousar literalmente em nossos pés, de forma mágica e simbólica, justamente quando falávamos de liberdade, céus e o desafio de vencermos limitações e alcançarmos os céus. Já realizamos uma caminhada energética na cidade de Rio Acima. Em um dos mais belos cartões postais de Belo Horizonte, efetuamos a “caminhada-mandala”,  fechando um círculo energético e vibracional em torno da Lagoa da Pampulha, belo projeto de Niemeyer. Estivemos percorrendo os caminhos da Serra do Cipó. Visitamos a instituição de amparo “Ele Clama”.

Em maio, nosso II Encontro “Celebrando” irá tratar do “Cuidado”,  em suas variadas dimensões. Já há um clima de expectativa no ar. Esperamos que essa “teia”,  formada por nossa Rede, espalhe sempre boas e belas vibrações por onde passarmos. Estamos conscientes dos grandes desafios, naturais ao viver e ao existir nesse plano. Desafios para acolher as diferenças em um grupo formado por pessoas de diferentes crenças e ideologias, diferentes faixas etárias. Todas, porém, unidas pelo anseio de um Planeta melhor e de pessoas melhores. Que venham outros encontros, outras caminhadas energéticas, outras visitas a instituições, outros voos da pena, outros momentos de compartilhamento e aprendizado. Que venha a vida, pulsante e feliz. E que possamos ser instrumentos do Pai Maior para irradiar pelo mundo o que há de melhor em nós.

Nossa rede firmou o compromisso de buscar o fortalecimento energético de seus membros, mas acima de tudo de utilizar essa energia adquirida em cada encontro para doar um pouco de si mesmo ao seu próximo, procurando fazer a diferença em seus ambientes de trabalho, suas residências, seus amigos, seu cotidiano. O bom sentimento do “pertencimento”, na visão unânime, é um ingrediente de motivação, de amparo e de acolhida e nada mais espiritualizado do que a coerência instaurada e sedimentada, para que isso possa ser empregado de forma positiva junto a outros que, por qualquer motivo, não estejam conosco nesses mágicos encontros.

Ney Mourão
Membro da Rede Zenitude (
www.zenitude.com.br )

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