Impressões sobre um Encontro muito especial

(Veja fotos desta atividade no nosso Álbum Virtual. Clique aqui.)

(Depoimento de Reginaldo Rosa sobre o Encontro “Voo da Pena”, realizado em 03/10/2011)

“Um abraço sutil, gesto de laços fraternais. Nossa pena, convite ao voo, convite ao encontro na Terra, ocasional…nos universos, perene e total.”

O texto acima é parte de uma música composta por Ney Mourão em homenagem a um ícone da Rede Zenitude:  uma pena, que veio dos ceús, tal qual um presente, durante uma vivência em meio a uma clareira no meio da mata, no primeiro encontro realizado pela Rede.

No local de rara beleza, no Instituto Renascer da Consciência, no momento em que a pena caiu, os participantes falavam, justamente, da necessidade de transcender, de viajar mais alto, de alcançar esferas maiores – tal como a águia, “voar” em direção a planos superiores de amor, bondade e luz.

A pena, além desta representação, acabou tornando-se um convite à celebração. A cada dois meses, realizamos um encontro presencial na residência de um dos membros da Rede. Durante o encontro, rimos, brincamos, nos abraçamos, aprendemos e nos conectamos com os membros que estão distantes em um momento chamado de sintonização energética. E a pena representa a chegada do grupo à residência, trazida pelo membro que nos havia acolhido no encontro anterior.

No dia 3 de outubro, sábado, a pena voou para a casa de minha mãe. Os preparativos começaram cerca de um mês antes. O que seria servido? Que brincadeiras seriam realizadas? O que fazer, como fazer?

Como relatado por outros companheiros que acolheram a pena anteriormente, tenho a impressão de que é feito todo um planejamento energético anterior com a presença de forças angelicais enviadas por Deus para que o encontro seja um sucesso. Durante a preparação para o evento, presenciei raros  e bons momentos de união entre meus familiares.

Algumas transformações foram sentidas e outras vivenciadas. Vale destacar um novo hábito adquirido durante este período de preparação para o Voo da Pena: acostumados a almoçar frente à TV, vendo e ouvindo as pesadas notícias dos jornais do meio-dia, passamos a nos sentar à mesa e compartilhar assuntos positivos.

Cada um, do seu modo, colaborou para que a reunião acontecesse da melhor maneira possível, limpando a casa, indo às compras, buscando cadeiras e mesas, cozinhando ou cuidando do conteúdo do evento.

Minutos antes do horário marcado para início, alguns ajustes ainda estavam sendo feito como o local onde seria colocada a TV, a arrumação das mesas etc. Inicialmente, prevíamos que teríamos cerca de dez a doze pessoas. Com o passar do tempo, as pessoas foram chegando e logo estávamos com vinte e três pessoas, entre adultos e crianças.

Na rua, dançantes de um grupo de congado festejavam o início do mês dedicado a Nossa Senhora Aparecida. A energia emanada dos tambores e de seus cânticos contribua para o fortalecimento do círculo energético formado em volta da casa de minha mãe.

Para descontrair, um bingo bem diferente criado pelo Ney Mourão. Ao invés de números, valores e sentimentos fundamentais em uma relação familiar. A cada palavra “cantada”, uma reflexão sobre o quanto daquele valor ou sentimento está presente em nós. Os ganhadores de cada rodada ganhavam, também, um convite para falar um pouco sobre aquele valor ou sentimento que o havia ajudado a ganhar a rodada.

Logo após, meu irmão, Ronaldo Costa, compartilhou uma apresentação sobre família. Conhecemos a origem do termo, conceitos e formatos desde a antiguidade, papéis dos membros familiares e outros temas que nos convidam à reflexão sobre a importância do conceito família no momento em que estamos vivendo.

Após a apresentação do Ronaldo, Ney Mourão nos alertou para ampliarmos a visão de família, concebendo o termo como uma oportunidade de estarmos em comunhão com nosso vizinho, nossos colegas de bairro, de trabalho, com os animais, as plantas, enfim. que possamos formar uma grande família universal.

Em nome de minha família, agradeço a todos pela presença física e também pelas presenças vibracionais. Já tivemos notícias de que foi um momento mágico, como sempre, com conexões com outros grupos e membros dispersos pelo mundo.

A energia oferecida por vocês proporcionou que minha família tivesse a oportunidade de se reunir de uma forma que raramente acontece. Por exemplo, somos uma família na qual os irmãos nunca se abraçaram. Acredito que meu pai, que é falecido, deve ter ficado muito feliz e sentido a imensa vibração energética fruto do encontro.

Um abraço sutil, gesto de laços fraternais.

Nossa pena, convite ao voo, convite ao encontro na Terra, ocasional…nos universos, perene e total.

 

O texto acima é parte de uma música composta por Ney Mourão em homenagem a um ícone da Rede Zenitude: uma pena, que veio dos ceús, tal qual um presente, durante uma vivência em meio a uma clareira no meio da mata, no primeiro encontro realizado pela Rede.

 

No local de rara beleza, no Instituto Renascer da Consciência, no momento em que a pena caiu, os participantes falavam, justamente, da necessidade de transcender, de viajar mais alto, de alcançar esferas maiores – tal como a águia, “voar” em direção a planos superiores de amor, bondade e luz.

 

A pena, além desta representação, acabou tornando-se um convite à celebração. A cada dois meses, realizamos um encontro presencial na residência de um dos membros da Rede. Durante o encontro, rimos, brincamos, nos abraçamos, aprendemos e nos conectamos com os membros que estão distantes em um momento chamado de sintonização energética. E a pena representa a chegada do grupo à residência, trazida pelo membro que nos havia acolhido no encontro anterior.

 

No dia 3 de outubro, sábado, a pena voou para a casa de minha mãe. Os preparativos começaram cerca de um mês antes. O que seria servido? Que brincadeiras seriam realizadas? O que fazer, como fazer?

 

Como relatado por outros companheiros que acolheram a pena anteriormente, tenho a impressão de que é feito todo um planejamento energético anterior com a presença de forças angelicais enviadas por Deus para que o encontro seja um sucesso. Durante a preparação para o evento, presenciei raros e bons momentos de união entre meus familiares.

 

Algumas transformações foram sentidas e outras vivenciadas. Vale destacar um novo hábito adquirido durante este período de preparação para o Voo da Pena: acostumados a almoçar frente à TV, vendo e ouvindo as pesadas notícias dos jornais do meio-dia, passamos a nos sentar à mesa e compartilhar assuntos positivos.

 

Cada um, do seu modo, colaborou para que a reunião acontecesse da melhor maneira possível, limpando a casa, indo às compras, buscando cadeiras e mesas, cozinhando ou cuidando do conteúdo do evento.

 

Minutos antes do horário marcado para início, alguns ajustes ainda estavam sendo feito como o local onde seria colocada a TV, a arrumação das mesas etc. Inicialmente, prevíamos que teríamos cerca de dez a doze pessoas. Com o passar do tempo, as pessoas foram chegando e logo estávamos com vinte e três pessoas, entre adultos e crianças.

 

Na rua, dançantes de um grupo de congado festejavam o início do mês dedicado a Nossa Senhora Aparecida. A energia emanada dos tambores e de seus cânticos contribua para o fortalecimento do círculo energético formado em volta da casa de minha mãe.

 

Para descontrair, um bingo bem diferente criado pelo Ney Mourão. Ao invés de números, valores e sentimentos fundamentais em um relação familiar. A cada palavra “cantada”, uma reflexão sobre o quanto daquele valor ou sentimento está presente em nós. Os ganhadores de cada rodada ganhavam, também, um convite para falar um pouco sobre aquele valor ou sentimento que o havia ajudado a ganhar a rodada.

 

 

 

Logo após, meu irmão, Ronaldo Costa, compartilhou uma apresentação sobre família. Conhecemos a origem do termo, conceitos e formatos desde a antiguidade, papéis dos membros familiares e outros temas que nos convidam à reflexão sobre a importância do conceito família no momento em que estamos vivendo.

 

Após a apresentação do Ronaldo, Ney Mourão nos alertou para ampliarmos a visão de família, concebendo o termo como uma oportunidade de estarmos em comunhão com nosso vizinho, nossos colegas de bairro, de trabalho, com os animais, as plantas, enfim. que possamos formar uma grande família universal.

 

Em nome de minha família, agradeço a todos pela presença física e também pelas presenças vibracionais. Já tivemos notícias de que foi um momento mágico, como sempre, com conexões com outros grupos e membros dispersos pelo mundo.

 

A energia oferecida por vocês proporcionou que minha família tivesse a oportunidade de se reunir de uma forma que raramente acontece. Por exemplo, somos uma família na qual os irmãos nunca se abraçaram. Acredito que meu pai, que é falecido, deve ter ficado muito feliz e sentido a imensa vibração energética fruto do encontro.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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