Inhotim: um relato repleto de “zenitude”!

Ricardo Quaresma Chaves é membro da Rede Social Zenitude desde a sua criação, em novembro de 2009. Uma pessoa ímpar, em termos de companheirismo e amizade. Em agosto, ele “desencantou”, participando, pela primeira vez, de uma atividade presencial. E inaugurou sua participação com chave de ouro: uma caminhada energética e cultural ao famoso Museu Inhotim, localizado no município de Brumadinho, Minas Gerais. Com direito a relato emocionado ao final. Não deixem de ler…   

Há tempos esperava por uma oportunidade de sair do anonimato. Deixar de ser um dos silenciosos do Zenitude para conhecer de perto esta comunidade. Vontade nunca faltou. Apenas o tempo, o excesso de trabalho, o estudo, a família e as outras tarefas do dia a dia.

Não sou muito chegado a caminhadas. Tenho realmente um pouco de preguiça. Coisas de gente muito urbana, apesar de ter fincado o pé na região metropolitana de BH. Mas quando veio o convite para caminhar pelas belezas de Inhotim, bateu um aperto no coração, uma alegria de alma, uma vontade incontrolável de estar com vocês. 

Não deu outra. Candidatei-me, junto com Daniel, meu filho. Eu tinha a certeza de que ele toparia o passeio. Dito, pensado e feito. Tudo conspirou positivamente ao nosso favor. O dia, o clima, o desejo, o acolhimento do grupo, o amor que emanou dos corações fraternos das pessoas que sempre buscam o bem. 

Da saída da pequena Sabará à chegada no bairro Sion, em BH, Deus abençoou todo o trajeto, e nos deu a graça de conhecer melhor o grupo. Do encontro com as pessoas, da oração na casa da D. Maura e da Ana. O início da comunhão. Que dia feliz! 

E foi assim. O medo do caminho desconhecido cedeu espaço para o desejo de partilhar o novo. Uma manhã linda, um caminho cheio da natureza. Via-se do alto da Serra da Moeda o comboio da aventura, cercado de boas surpresas que nos aguardavam nesta caminhada cultural. 

Chegamos a Inhotim. Um lugar já conhecido por mim. Mas o momento era novo. E tudo soava diferente. E foi assim durante toda a caminhada. O espírito da alegria juntou-se à Espiritualidade do grupo. Tudo foi devidamente partilhado, distribuído, ajudado, observado, acompanhado, aguardado. A sensação era de que eu pertencia ao grupo há tempos! Um amor incondicional, verdadeiro, saído do lado esquerdo do peito, da alma, de outros encontros. Há tempos não me sentia assim. 

Lágrimas foram inevitáveis! O Ricardo jamais seria o mesmo. Jamais será o mesmo depois desta “experimentação”. 

Obrigado, nação Zenitude, pela rica oportunidade de conhecer o mágico poder da transformação. O poder supremo do amor. Que Deus abençoe todos vocês, sempre.

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