LUZ!

Como você se sentiu, ao ler, no título dessa mensagem, a palavra de três letras?

LUZ!!!

Consegue perceber que, mesmo que você não tenha nenhum grau de conhecimento espiritual, mesmo que não tenha nenhum vínculo a qualquer religião, mesmo que não seja uma pessoa com qualquer prática meditativa, a simples leitura da palavra provocou em seu cérebro uma imediata conexão? De forma automática, sinapses e campos magnéticos se articulam, para que você forme uma imagem mental de LUZ, e não o contrário. Seu cérebro envia, em milionésimas partes de segundo, uma informação precisa, que faz com que você até mesmo visualize a luz – seja qual for o conceito que você tenha adquirido sobre ela, ao longo de sua vida. Por uma fração ínfima de tempo, mesmo que você não continue lendo esta mensagem, você SE TORNA LUZ, receptivo ao campo vibracional que ela proporciona. Em nenhum momento, sua mente e seu soma conectaram-se com o lado oposto.

Por ingenuidade, as boas almas creem ser possível estabelecer “momentos” em que as boas conexões são realizadas. Para elas, haveria um momento específico e especial, onde realizariam a conexão com o lado positivo das energias e dos campos vibracionais. Estabelecem, assim, rotinas de práticas meditativas. Caminham aos seus templos em estado sincero e desejoso de transformação e sublime elevação. Transformam, por alguns minutos ou horas, o seu lar em espaço onde se permitem ouvir as inspirações angelicais e ler a imperiosa lei-máter.

Eis o equívoco das almas bem-intencionadas, no propósito da transfomação. Aceleradamente, a nave Terra encaminha-se para uma dimensão onde a potência de todos os campos estão sofrendo ampliação em sua amplitude. Não é necessário reiterar que tudo o que aqui pulsa e também aquilo que os olhos humanos não veem pulsar é energia latente ou manifesta. Como energias, elas interagem, de forma natural, espontânea, como uma teia articulada. Você não apenas PENSA em luz, ao ler a palavra, mas você conecta o seu campo – nada de esoterismos, aqui; apenas uma óbvia constatação, se você tem a sabedoria proporcionada pelo conhecimento, hoje tão disponível e difundido. Conectado, por uma ínfima porção de tempo que seja, você passa a também SER luz.

Assim, torna-se fácil compreender porque, ao pensar em um ente querido, a quilômetros de distância, você efetivamente sente um pouco da sua presença. Torna-se compreensível que, ao ver uma bela paisagem pelos modernos aparelhos de transmissão de imagem, você sente, por um instante, a vontade e o anseio de, fisicamente, estar ali. Não há mágica. Você, de fato, por um instante, transpôs a barreira que julga existir entre você e aquele lugar. O que ocorre é que, por ingenuidade – bondosa, até – esquece-se que a mesma matéria energética que torna possível a existência daquele local exuberante e belo está presente em suas células, em suas emoções, em seu campo magnético.

Torna-se fácil, então, entender que para a “conexão”, não há limites geográficos, de tempo. Mesmo a noção de tempo, com a qual as singelas criaturas hoje viventes lidam, assume aspectos com os quais ainda não é possível demarcar. Se você se “conecta” com um acontecimento do seu passado ou se você informa ao seu campo magnético cerebral que deseja algo em seu futuro, você acaba de modificar, por segundos, o espectro formal energético em torno de você. Se você sente saudades de um ente que já se foi, eis que aquela energia – boa ou não-boa dos instantes vividos estará ali, em conexão imediata e automática. Estabelece-se, assim, uma poderosa não-demarcação até mesmo entre essa vida e uma que já se encerrou – tempo e um não-tempo unem-se, em uma vibração dinâmica e efetiva.

Experimente isso com qualquer outra palavra: azul, vermelho, flores. Perceberás que todas trarão a manifestação vibracional energética para perto – ou dentro, ou acima, ou ao lado, isso não importa, já que estarão EM VOCÊM, tornando você como parte efetiva dela. Mas, por favor, não faça agora esse exercício com palavras, imagens ou pensamentos desimpregnados da poderosa palavra inicial: LUZ!

Essa mensagem que você lê, nesse momento, utiliza para a sua “conexão”, os seus olhos físicos, mas também todo o arsenal de estruturas que compõem o seu ser. Estruturas não apenas físicas, mas mais ainda mentais, emocionais, espirituais e fluidicas. E, também, todo o arsenal de vibrações que foram necessários para a produção dessa mensagem. Com foco em LUZ, ela chegou até você. Não faça, de forma alguma, nesse momento, o exercício contrário de inferir se a palavra viesse de outro reino e instância.

Mas reflita, então, sobre esse instrumento em que você faz a leitura dessa mensagem. Sim! Se você efetuou uma “conexão” com a essência do que aqui se fala, deve imaginar que não há instrumento desprovido de parcialidade. Ou seja, por trás das telas do seu maquinário, em cada componente que possibilita a conexão, há, sim, intencionalidades transportantes – e transbordantes. A mensagem, em si, é apenas a parte visível daquilo com o qual você se conectou – nesse caso, LUZ…

Quando, ao ligar os seus aparelhos, você se conecta com uma pretensa virtualidade, pense nisso. Imagens, palavras, em interação com a sua essência estão em franco acontecimento. Não existe virtualidade, sob o prisma dos campos que interagem – hoje, a ciência humana, tão limitada, sabe que um quantum energético pode deslocar-se em velocidades antes desconhecidas pelo campo físico. Não existe uma dissociação entre o campo de você que ora lê e o que você denomina, até mesmo de forma bondosa, ingênua ou autoprotetora, como “distantes”. Eis: você, ao conectar-se, com seus olhos, está UNO COM! Com um certo grau de atenção sobre si mesmo, desprovida de defesas justificatórias, você poderá perceber sutis ou evidentes transformações em seu complexo conjunto somático: respiração, pulsação, sentimentos, ansiedades…

Pense que, como portador de um campo vibracional, ao “conectar-se”, em qualquer momento do seu dia, você está realizando um  ajuste de frequência imediato. E, então, sem nenhuma orientação dogmática ou moralista, é preciso que saiba que está correndo o risco de seu rádio humano e espiritual passar a buscar a música dos campos opostos da “LUZ”. Não há, aqui, nenhuma imposição de castigos. Apenas, reitera-se, a natural empatia vibracional. As antenas imperceptíveis se conectam, então, com o que está acima, abaixo, ao lado, dentro. UNIDADE! Se é natural para a LUZ, porque não será para os demais campos?

Assim, ao tocar os seus dedos sobre cada uma dessas teclas, ao dirigir os seus olhos para essa tela – cujos propósitos de criação evidentemente foram para o progresso e a elevação, já que objetivam a conexão entre almas –, pense nisso. Nunca se esqueça de que aos que mais já foi dado em matéria de conhecimento, mais será proporcionada a oportunidade do exercício da prática desse conhecimento.

Não há ingenuidade do lado onde está a ausência da LUZ. Não há invigilância daquele lado. Eis aí o maior desafio de quem já fez a escolha. De quem está ajudando a conduzir a grande nave para a sua jornada escolhida pelos comandantes – vocês! Manter a firmeza. Aos que demonstrarem serem incapazes da condução, não por castigo, apenas por adequação, novas naves servirão de abrigo, em um tempo bem breve. Não há tempo para indecisões. Expressões como “não sou capaz”, “não consigo”, “sou fraco” estabelecem também conexões. Pense o contrário. Pense sempre “Tenho o poder da FONTE, pois SOU PARTE DELA”. Pense “AGORA, e em todo e qualquer lugar: “sou expressão dessa mesma origem da paisagem bondosa e da LUZ”. Experimente fazer isso, na primeira vez que perceber que conecta-se com o não desejável ou o que SABE que não é a luz em você. Uma vez, e outra, e outra. Insista! Pode até ser que sua tentativa seja infrutífera na primeira, na segunda, na terceira… Mas perceberá que seus momentos de conexão com a FONTE estarão cada mais solidificados. Não pense no NÃO, real em você. Pense no SIM e na sua capacidade transformadora. Caso queira dar materialidade ao gesto, escreva a palavra LUZ e coloque-e à frente dos seus olhos, na tela que conecta você. Deixe-a colada aí, de forma permanente!  Ela servirá como um farol, um alerta.   

Você já tem o conhecimento. E TEM, sim, a FORÇA e o PODER, pois você e esses elementos são oriundos da mesma fonte! Só é preciso despir-se da ingenuidade e das justificativas ligadas ao orgulho e à autoproteção. Exerça seu poder! Vigiai! Agora e sempre.

(Recebida em 25/11/2011)

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2 Comentários


  1. Eu vivi uma experiência com internet bastante triste. Meu filho sempre foi um rapaz cordial educado equilibrado. Na internet ele encontrou um grupo de pessoas que começaram a influenciar ele de maneira muito negativa. Ele se trancava no quarto e era orientado a ver sites que depois descobrimos serem os mais negativos possiveis: sexo desenfreado, marginalidade. Em menos de um ano ele se transformou. Se tornou agressivo, chegamos a achar que estava desequilibrado emocionalmente., Em um centro espiritualista, nos informaram que ele estava atravessando tipo um processo de obsessão espiritual de entidades que usam a internet. Não sabia que isso era possível. Hoje ele está em tratamento, mas ainda não voltou a srer a mesma pessoa. Distanciou-se da namorada, diz não gostar mais da escola. Informaram pra nós que ele poderá levar meses para se livrar do processo obsessivo. Peço a Deus que isso não aconteça com outras famílias e peço a todos os pais que fiquem atentos. O mau pelo visto também evolui. Fiquem com Deus e obrigado pela valiosa orientação.

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  2. Prezada Júlia,

    A vigilância perante os novos meios de interação digital tem sido uma orientação frequente. O que ocorre é que esse é um veículo que exerce fascínio, não só nas crianças, mas também nos adultos. Você não disse a idade do seu filho, mas para a influência negativa não existem limites de idade. Estive, há alguns dias, recebendo algumas orientações a respeito desse tema com um outro grupo amigo e eles me relataram casos impressionantes, de articulações deliberadas para a desestruturação de lares, impedimento ou rompimento de laços que visam transformações nesse plano e verdadeiras estratégias de engenharia, com todo um arsenal de técnicas não visíveis a nossos olhos, utilizando a internet e suas variações e influenciando no cotidiano das pessoas, que na maioria das vezes nem se dão conta de que estão sendo instrumentos dessa rede emaranhada de energias. Como você disse, o mal evolui, sim. E sabe se apresentar com uma falsa beleza, sedução e até mesmo sob um véu de bondade.

    A oração é um arma poderosa, mas a vigilânica constante deve ser uma aliada. No caso de pessoas que estão mais vulneráveis, essa vigilância constuma ser mais complicada de se alcançar. Quem está em volta, segundo me orientaram, nesta visita que fiz a especialistas nesse assunto, tem sido habitualmente utilizado, de forma consciente ou inconsciente, como “aliados” das forças do bem. Como se fosse mesmo soldados aliados, nessa batalha. Por isso, é importante que você também se mantenha vigilante, para que tenha forças para ajudar seu filho. Não se deixe contaminar por sentimentos estranhos e alheios a você. Una-se aos seus familiares e não entre em qualquer sintonia de desavença com o seu filho.

    Pedi ao nosso grupo que esteja em prece por você. Quando se sentir enfraquecida, use as mesmas armas que o inimigo (risos). Entre na web, olhe nosso símbolo (o desenho das pessoas abraçando o mundo). Imagine que você é aquele bonequinho oco. Preencha aquele espaço e imagine que as demais mãos são nossas, em roda, com você. Estaremos unidos, com certeza.

    Um abraço.
    Ney Mourão – Rede Zenitude

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