No Carnaval, Campina Grande sediou um dos maiores encontros ecumênicos do mundo

Leiam e vejam se não dá uma vontade imensa de mergulhar de corpo e alma, literalmente, em um Carnaval diferente, revigorante e edificante. Quem sabe um de nossos internautas que nos leem não apareceu por lá e nos manda notícias e boas vibrações?

cartazDe 12 a 16 de fevereiro, o Sesc/Centro, na cidade de Campina Grande, na Paraíba, sediou o 19° Encontro da Nova Consciência. Em 2010, o tema foi  “Sustentabilidade e Responsabilidade Sócio-ambiental: por um Planeta Sustentável”.

O Encontro da Nova Consciência é um evento que reúne adeptos de todas as religiões, além de estudiosos de Filosofia, terapias holísticas e todos os indivíduos interessados em praticar, estudar e conhecer atitudes e posturas que busquem uma nova consciência planetária. Acontece durante os dias de Carnaval, reunindo milhares de pessoas que lotam a cidade, num verdadeiro festival de diversidade. Indivíduos com suas vestes típicas de países e seitas das mais variadas trazem um colorido todo especial e festivo às ruas e hotéis da cidade – que ficam lotados de turistas de todo o mundo. Uma celebração planetária, em prol da paz, da cultura da tolerância e da queda das barreiras interreligiosas.

Atualmente, redes alternativas de hospedagem são abertas por ser tão grande o número de pessoas que visitam a cidade neste período. Almaval foi o termo escolhido para designar o “Carnaval da Alma”, celebração de valores que envolvem o corpo, a mente e o espírito.  O Encontro da Nova Consciência envolve, num período de 5 dias, grandes personalidades nacionais e internacionais para abordar temas de interesse de todos, como o diálogo entre as religiões de todo o Planeta, o desenvolvimento sustentável e a inclusão social. São mais de 54 eventos paralelos, como seminários de Reiki, biodança, cursos de alimentação natural, oficinas de práticas xamânicas, fóruns de religiões africanas, encontros de praticantes de yoga, fóruns de religiões orientais, atendimentos gratuitos de terapias vibracionais, meditações ao ar livre e exibições de filmes, que ocorrem em diversos pontos da cidade.

Pessoas de todas as faixas etárias e segmentos religiosos se envolvem e o Encontro da Nova Consciência já conquistou espaço em mídias de massa de abrangência local, nacional e internacional.

Se você esteve lá, mande notícias aqui, para a comunidade Zenitude.

Pedro Leopoldo recebe solenidade de abertura do Centenário de Chico Xavier

Um raro momento de compartilhamento pelo anseio de paz, fraternidade e caridade. Pessoas não apenas ligadas à Doutrina Espírita, mas que reconhecem no brasileiro Francisco Cândido Xavier um exemplo de bondade, trabalho em prol do próximo e dedicação à solidariedade humana, estiveram, nos dois primeiros dias do ano, em Pedro Leopoldo, pequena e acolhedora cidade de Minas Gerais, onde nasceu e viveu Chico Xavier, antes de mudar-se para Uberaba.
A solenidade foi marcada por diversos momentos, como alvorada com a Banda de Música da Polícia Militar de Minas Gerais, caminhada aos locais da trajetória histórica de Chico Xavier, culto no lar na casa onde ele viveu e um delicioso e emocionante sarau, sob uma lua que parecia ter comparecido para homenagear e brindar a todos com luz e beleza.

Nós, do Zenitude, uma comunidade sem fronteiras de credos ou ideologiasa, que apoia toda iniciativa em prol de um mundo melhor, mais humano e que acolha a paz e a bondade, estivemos lá e, entre um momento de emoção e outro, clicamos alguns instantes para trazermos para vocês.
(Fotos: Ney Mourão)

Mesa solene de abertura do centenário de Chico Xavier

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Em Pernambuco, pacientes com câncer fazem terapia com florais

Antes da matéria, um breve e necessário comentário. Em Pernambuco, um hospital utiliza a terapia floral para o atendimento oncológico. Essa notícia é animadora, no sentido de nos anunciar uma postura nova. Sabemos que a chamada medicina “tradicional” vinha chamando terapias complementares integrativas  até há bem pouco tempo de “alternativas”.  Ora, na verdade, o termo “complementar integrativo” sugere muito mais o que devem ser as terapias holísticas: aplicadas com responsabilidade, podem, sim, SOMAR, serem excelentes aliadas aos tratamentos convencionais. 

É do conhecimento de todos, por exemplo, que os medicamentos alopáticos trazem, em sua grande maioria, efeitos colaterais que vão desde um simples enjôo até complicações mais severas, como comprometimento de órgãos e alteração em quadros sanguíneos. Reiki, Shiatsu, aromaterapia, florais e outros tratamentos complementares produzem bem-estar, resgatam a energia vital do paciente, proporcionam disposição e até mesmo vigor para enfrentar tratamentos severos. Médicos e terapeutas não precisam “brigar” pela atuação, mas devem enxergar o paciente como um todo – físico, emocional e… por que não? Também espiritual!

Que outras iniciativas como a do HC pernambucano sejam implementadas e difundidas.

Pacientes com câncer fazem terapia com florais

terapiafloralO Hospital das Clínicas (HC), da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), oferece aos pacientes com câncer um tratamento bem diferente a que estão acostumados. Aliada à medicina convencional, a terapia floral é utilizada na busca do equilíbrio emocional e melhor qualidade de vida dos pacientes.

Com a utilização de diversos sistemas florais totalizando 295 essências de flores silvestres, a especialista em terapia floral da UFPE Rosângela Vecchi, voluntária do HC, trata, não a doença, mas suas causas e reações emocionais manifestadas por ela. “Tenho que conhecer a história de vida do paciente, como ele reage à doença, os traumas, as
dores físicas, mentais e emocionais. Só assim, escolho a essência adequada a cada um”, explica. Essas essências são ligadas a quatro sistemas: Califórnia, Bach, Saint Germain e Pacífico. O último trabalha também os meridianos correspondentes a órgãos específicos do corpo.

No Serviço de Oncologia do HC, a terapia floral objetiva aliviar o sofrimento do paciente com qualquer tipo de câncer e em qualquer estágio. “São comuns desequilíbrios como medo exagerado, raiva, tristeza, ansiedade e desespero”, elenca. O tratamento é feito por via oral e dura cerca de cinco meses, dependendo da situação de cada um.

Os profissionais do setor também aderiram à prática. A técnica de enfermagem Maricesar Costa, está se tratando com florais há quatro meses para minimizar os efeitos da ansiedade. “A ansiedade me atrapalhava muito. Com os florais estou me sentindo bem melhor e até sinto falta quando não tomo”, conta.

A terapia floral foi criada pelo médico Edward Bach, na Inglaterra, em meados de 1930. É uma prática complementar integrativa que utiliza o princípio vibracional das flores silvestres onde o extrato de cada uma atua no indivíduo proporcionando qualidade necessária para promover o equilíbrio integral. A terapia parte do princípio de que o indivíduo adoece de forma integral em que os sinais e sintomas são sentidos nas
esferas física, emocional e mental.

Projeto amplo 

O Departamento de Enfermagem da UFPE colocará em prática, em março, o projeto Práticas Integrativas e Complementares em Enfermagem (Pece). O objetivo é oferecer o serviço aos interessados em utilizar a terapia floral como instrumento
terapêutico.

Resultados alcançados (segundo relatos dos próprios pacientes):
flowerDiminuição da percepção da dor
Tranquilidade interior
Bom sono
Melhoria da autoestima
Disposição no dia a dia
Diminuição dos efeitos desagradáveis da quimioterapia
Retorno à convivência familiar e social
Redução do quadro de ansiedade

Dicas para a limpeza e energização de pedras

Nessa época de início de ciclos, muitos procuram por um objeto que traga sorte, proteção, ou mesmo algo que materialize um compromisso de mudança, uma espécie de  “marco simbólico” de novos propósitos. Ter um trevinho de quatro folhas na carteira, um carocinho de romã, uma semente da uva da ceia do Ano-Novo. Tudo é válido, desde que não se caia no fanatismo e que não transformemos meios em fins. Objetos não devem ter mais força do que nossos anseios, gestos e vontades de ação concreta.

pedrasUm desses objetos para atrair e manipular boas energias que tem sido cada vez mais comum a utilização são as pedras e cristais. Belos, reluzentes, coloridos, agradáveis ao toque, pedras e cristais são uma delícia de se ter por perto: na bolsa, no bolso, na carteira, na mesa de trabalho, em um acessório. Terapeutas energéticos fazem uso, com sucesso, de pedras e cristais, na revitalização de chacras e na reconstituição das energias vitais de pessoas, animais e ambientes.

Seus significados são variados. Pedras vermelhas, por exemplo, normalmente são empregadas para trabalhos vibracionais ligados à energia sanguínea, a órgãos circulatórios e ao chacra primário. Para as “razões do amor” (paradoxo proposital, aqui), bom mesmo é ter sempre por perto um quartzo rosa ou uma ametista. Meditar com uma delas sobre o coração pode ajudar a encontrar os melhores caminhos naquela relação amorosa cheia de percalços. Mas tudo isso é um vasto assunto e merece um artigo à parte. Meus caros companheiros leitores, caso desejem, posso voltar ao tema, brevemente. É só pedir!  

Para quem já tem as suas pedras ou cristais ou pretende começar a tê-los por perto, aqui vão as dicas de como promover a sua limpeza e energização.


LIMPEZA
Para a limpeza, o método é o mesmo com que “limpamos”  nosso corpo de influências negativas: água e sal grosso. O sal grosso ou cloreto de sódio tem a propriedade de absorver o excesso de elétrons das pedras. Assim, um cristal ou pedra sem limpeza poderá ter um efeito contrário, emanando mais elétrons (carga negativa) para o corpo físico ou para o ambiente. Portanto, se você não tem tempo e disciplina para este tipo de manutenção, é melhor não utilizar pedras ou cristais no corpo ou em seu ambiente. 

Coloque a pedra dentro de um recipiente de vidro, preferencialmente branco ou transparente, contendo água e sal grosso. Deixe de uma noite para o dia seguinte. Retire e lave a pedra em água corrente. Outra forma de limpar suas pedras ou cristal é levá-los ao mar, cachoeira ou rio (de água limpa, é claro!), com uma mínima correnteza. Tome cuidado, nesses casos, para que a atração natural exercida pelo meio sobre esses elementos não faça com que escapulam de suas mãos, levando sua intenção, literalmente, por água abaixo!

 

Para a energização:

AO SOL
Para uma energização que pretende canalizar uma energia mais objetiva, racional, masculina, ou para atuações energéticas em problemas mais físicos, deixe seu cristal ou suas pedras, após terem, sido lavadas e limpos, diretamente na luz do sol, de preferência na parte da manhã, até o meio-dia. 

LUA
Se quiser energizar seu cristal ou suas pedras, com a energia mais feminina, mais intuitiva, ou para atuações energéticas em questões mais sutis, relaxamentos e terapias energéticas, coloque-os diretamente exposto à luz do luar (lua crescente ou cheia, de preferência). 

SOL/LUA
Coloque seu cristal ou suas pedras expostos à luz do luar, durante toda à noite e, depois, ao Sol, até o meio-dia. É um tipo de energização bastante forte, principalmente para quem pretende utilizar as suas pedras em diferentes situações.

TEMPESTADE
Outra forma poderosa de energizar seu cristal ou suas pedras é esperar a formação de uma tempestade, com bastante vento, chuva, raios e trovões e colocá-los expostos a essa energia.  

ENERGIZAÇÃO COM AS MÃOS:
Coloque seu cristal ou suas pedras entre as duas mãos e gire-os até esquentar, mentalizando passagem de energia de suas mãos para eles. Se você é reikiano, acione o símbolo 01 e aplique Reiki diretamente sobre o cristal ou pedra. A “contra-indicação” para a energização com as mãos são os períodos em que você estiver sob estresse, raiva, mágoa ou profundo cansaço, já que pode impregnar o campo energético dos objetos com essa vibração.
 

Você pode, também, energizar a água potável com cristais ou pedras, colocando água mineral sem gás num recipiente de vidro transparente com alguns cristais ou pedras, bem lavadas. Deixe no sol da manhã por um mínimo de quatro horas, e depois conserve em temperatura ambiente, cobrindo o recipiente com um pires. Beba um ou dois copos por dia. Essa água energizada pode ser colocada no seu filtro ou no seu recipiente de água mineral. 

Em todos os casos, após um tempo de manuseio, ou quando suas pedras forem manuseadas por alguém que você tenha a “intuição” de que provocaram nelas desequilíbrio energético, refaça a limpeza e a energização. Para quem atua com pedras e cristais em terapias, a manutenção deve ser semanal, pelo mesmo processo, mas somente uma hora de molho em sal grosso é o suficiente. Pessoas que saibam lidar com pêndulos podem checar o estado energético das pedras e cristais com o auxílio do movimento pendular.

 

Uma observação importante e necessária: a turmalina negra e a pirita não devem ser lavadas. Escove-as com uma escova virgem e coloque-as ao Sol.

Voluntários no Brasil já são mais de 20 milhões

Que sejam mais… E mais… E mais… E mais…
voluntariado
Ainda que não se possa dizer ao certo a dimensão do serviço voluntário no Brasil, as estimativas citadas no Debate Público Voluntariado Transformador: Preservando Bens Comuns e Ampliando a Cidadania, mostram o crescimento do setor. De acordo com o censo de 2005, seriam 20 milhões. Hoje, este número já se aproximaria de 25 milhões. O evento aconteceu no final de novembro, no plenário da Assembleia Legislativa de Minas Gerais. No debate, proposto pela Comissão do Trabalho, da Previdência e da Ação Social, foram apresentados exemplos de trabalho voluntário com transformação da realidade.

Um dos objetivos do debate foi colher contribuições para o Projeto de Lei (PL) 3.653/09, de autoria da deputada Rosângela Reis (PV), que institui a Política Estadual do Voluntariado Transformador. Já examinada pela Comissão de Constituição e Justiça, a proposta será avaliada agora pela Comissão do Trabalho, presidida pela parlamentar, a partir de informações colhidas no debate público.

Em seu pronunciamento, Rosângela Reis ressaltou a necessidade de maior entrosamento entre o Estado, empresas e o terceiro setor para o fortalecimento do serviço voluntário. “A proposta do voluntariado transformador é no sentido de complementar as políticas públicas e de também fiscalizar o Estado no que se refere a essas políticas”, disse a deputada.

Entre os objetivos e propostas do projeto estão a capacitação de cidadãos, gestores e lideranças sociais que desenvolvem programas de voluntariado; articulação entre Estado e sociedade para a realização de políticas públicas nessa área; geração de oportunidades para a prática do voluntariado transformador; e incentivo a empresas em ações de voluntariado.

Pesquisas comprovam benefícios do Reiki e outras terapias do biocampo

 

Sim! A ciência mais ortodoxa começa a dar o braço a torcer, reconhecendo os benefícios das terapias que atuam no campo energético, como o Reiki, a calatonia, a biomassagem, dentre outras. Notícias que merecem um brinde em forma de vibração! Tim-tim na alma!

reikiPesquisadores da Universidade da Califórnia, uma das mais respeitadas dos Estados Unidos, decidiram fazer uma revisão geral dos inúmeros estudos científicos que estudaram a eficácia das chamadas terapias do biocampo, incluindo Reiki, terapia do toque, toque terapêutico, biomassagem e outras.

As terapias do biocampo geralmente oferecem resultados muito além dos prometidos pelos tratamentos convencionais, baseados em psicoterapia e em medicamentos. Essas modalidades de terapia complementar afirmam utilizar a energia sutil do corpo – o biocampo – para ativar os processos de cura do próprio organismo.

As terapias do biocampo se oferecem como tratamentos complementares, entre outros, para redução da dor em vários tipos de doenças, redução da ansiedade em pacientes hospitalizados e redução de comportamentos agitados em quadros de demência.

Pesquisas científicas sobre biocampo

Os doutores Shamini Jain, especialista em prevenção de câncer, e Paul Mills, psiquiatra, decidiram então fazer uma análise detalhada e isenta das várias pesquisas publicadas por outros cientistas sobre as diversas formas de terapias do biocampo.

Os resultados acabam de ser publicados no periódico médico Journal of Behavioral Medicine.

Terapias do biocampo

Um número cada vez maior de pessoas utiliza as terapias do biocampo em tratamentos e como medidas preventivas, apesar do pequeno número de pesquisas científicas envolvendo o tema e, principalmente, de evidências mais concretas de que elas funcionam de fato.

Essas técnicas vêm sendo utilizados por milênios em várias culturas, para curar problemas físicos e mentais. Somente muito recentemente elas passaram a ser analisadas com os métodos científicos da medicina ocidental.

Em uma revisão detalhadas de 66 estudos clínicos que estudaram as terapias do biocampo em diferentes populações de pacientes, sofrendo de uma grande variedade de condições médicas, os dois cientistas decidiram examinar a integridade dos argumentos e das evidências científicas colhidas para mostrar a eficácia dessas terapias complementares.

Evidências fortes e moderadas

Os dois cientistas concluíram que, no geral, os trabalhos científicos publicados nesta área têm uma qualidade média em termos científicos, destacando-se igualmente estudos de excelente qualidade e estudos cujas metodologias apresentam algum tipo de falha.

Quanto aos resultados dos estudos, os dois cientistas encontraram fortes evidências de que as terapias do biocampo reduzem a intensidade da dor em populações não-hospitalizadas.

Para os pacientes hospitalizados e para os pacientes com câncer, as evidências de que as terapias do biocampo reduzem a intensidade da dor foram catalogadas como moderadas.

Os cientistas também encontraram evidências moderadas de que essas terapias acalmam comportamentos agitados em pacientes com vários tipos de demência. Os resultados são similares quando o tratamento complementar é voltado para reduzir a ansiedade em pacientes hospitalizados.

Novas pesquisas científicas

As evidências coletadas pelos diversos estudos não são conclusivas quanto ao uso das terapias do biocampo para o tratamento de sintomas de fadiga e para a melhoria da qualidade de vida de pacientes com câncer, assim como para a redução da dor e da ansiedade em pacientes especificamente com problemas cardiovasculares.

Os autores concluem que há uma grande necessidade de mais estudos de alta qualidade sobre o tema e sugerem áreas específicas para a realização de novas pesquisas científicas.

Médicos devem conhecer as terapias do biocampo

A principal conclusão dos dois cientistas, contudo, é no sentido de que os médicos passem a conhecer as terapias do biocampo.

“A fim de informar melhor os pacientes dos benefícios potenciais, ou dos não-benefícios, dessas intervenções baseadas no biocampo, os médicos e os cientistas na área da medicina comportamental devem se familiarizar com a teoria e com a prática dessas terapias, assim como das pesquisas feitas na área,” concluem os especialistas.

(Em Belo Horizonte, para ser atendido e conhecer mais sobre Reiki e outras terapias bioenergéticas, ligue: 3421-8102 ou mande um email para zenitude@neymourao.com.br )

Centenário de nascimento de Chico Xavier

chico-xavierEm 2010, se estivesse vivo, Francisco Cândido Xavier completaria 100 anos de idade.

Chico Xavier é considerado um ícone da Doutrina Espírita, inclusive apontado por algumas pessoas como a reencarnação de Allan Kardec.

Independente de crença ou religião, a lembrança da caminhada de Chico pela Terra é uma oportunidade de aprendizado e crescimento espiritual. A exemplo de outros nomes como Madre Tereza e Irmã Dulce, Chico dedicou sua vida a ajudar o próximo.

Nascido de família extremamente pobre, órfão de mãe aos cincos anos, começou a trabalhar como aprendiz em uma indústria aos nove anos de idade.

Enfrentou diversos desafios, inclusive relacionados ao preconceito das pessoas ao seu redor, devido a sua capacidade de estabelecer contatos com espíritos.

Chico não se rendeu às dificuldades, cumpriu com louvor sua missão. Fundou casas de assistência a necessitados e, através de seu exemplo, inspirou diversas pessoas a fazerem o mesmo.

Que em 2010 possamos nos lembrar de Chico Xavier como mais um espírito que veio à Terra nos trazer uma mensagem de paz, amor e solidariedade.

Em Pedro Leopoldo, cidade onde Chico nasceu, a União Espírita Mineira dará início às celebrações do seu centenário de nascimento. Durante o ano, são várias atividades que já estão programadas.

E você, que tal colocar na programação do novo ano que se inicia conhecer um pouco mais da vida deste homem e levar para a sua vida um pouco de seus ensinamentos?

Confira o convite para a abertura das comemorações em www.zenitude.com.br/convite_centenario.pdf

Nossa Escolha, de Al Gore, ensina como salvar o mundo

capaalgore“Se você quiser ir rápido, vá sozinho. Se quiser ir longe, vá acompanhado.” Com esse provérbio africano, o ex vice-presidente americano Al Gore inicia as suas provocações, em seu novo livro, para que, juntos, possamos adotar atitudes para a salvação do planeta. “Nossa Escolha” (lançado no Brasil pela Editora Amarilys) é o resultado do aprendizado que Al Gore adquiriu em todos os encontros e debates que realizou. Trata-se de um guia para quem quer, de fato, colocar a mão na massa e fazer a sua parte.
Nós, da comunidade Zenitude, temos nos esforçado em difundir e adotar pequenas e cotidianas posturas que podem fazer a diferença. Se você tem boas ideias ou experiências concretas, compartilhe conosco.
 

 

Desde o primeiro livro (ele escreveu mais dois em seguida), Al Gore organizou 30 eventos que ele chama de “Solution Summits”, ou Encontros para Soluções, onde se reuniram especialistas mundiais nas área de agricultura, neurociência, economia, tecnologia de informação, entre outras, para discutir ações a serem aplicadas na questão do clima. “Our Choice” é o resultado do aprendizado que Gore adquiriu de todos estes encontros e debates: trata-se de um guia para quem quer, de fato, colocar a mão na massa e fazer sua parte. Gore acredita que a solução está em nossas mãos, ela é palpável e que, além das questões de aquecimento global, elas iriam tocar em outros problemas que se perpetuam por séculos: a fome, a pobreza extrema, crises de segurança e de economia. O ex vice-presidente acredita que para começar a resolver tudo isso, basta saber que não podemos depender ferrenhamente de combustíveis fósseis. Para ele, isso é um perigo.

No livro, ele apresenta alternativas para o combustível a base de carbono, como energia solar, nuclear, eólica, geotérmica e de biomassa. Ele defende com todas as forças que deveríamos colocar preço nas emissões de gás carbônico e outros poluentes do aquecimento global, como uma forma de medir o impacto que temos sobre o planeta. Ele ainda se aprofunda em assuntos como florestas e seqüestro de carbono e fala que o maior obstáculo para mudanças reais ainda é a nossa mentalidade. Ele diz que, sim, cada vez mais se fala sobre o assunto, mas que ainda não chegamos num ponto onde os governos se engajaram como deveriam, há um desnível entre a comunidade científica e a política e que dinheiro é gasto com campanhas que desinforma a população.

Gore reforça que a cada 24 horas nós (sim, eu e você incluídos) despejamos nove milhões de toneladas de poluentes no ar que circunda a Terra. Ele acha que, assim como aconteceu no movimento civil americano, as iniciativas mais significativas em relação ao aquecimento global deverão emergir dos movimentos populares, de baixo para cima – e não de líderes.

Ele lembra que vivemos numa sociedade de “gratificação instantânea”, voltados para os resultados de curto prazo, e portanto, mudar esta mentalidade, e fazer com que pensemos nas futuras gerações é um dos maiores desafios. E nos recorda, no entanto, que o ser humano é capaz de pensar e de agir em longos prazos: basta ver como foram construídas as grandes catedrais européias, ao longo de gerações; ou mesmo campanhas de longuíssimo prazo, como a do anti-fumo e a do uso do cinto-de-segurança , que no começo enfrentaram resistência, mas depois de anos e persistência, conseguiram mudar comportamentos. O cuidado com a Terra também terá de ser um aprendizado. “Nossa obrigação é moral”, diz ele.

Serviços voluntários ajudam a prevenir demência na velhice

Já que muitas pessoas fogem do exercício da solidariedade, quem sabe ao saber que ser solidário faz bem à saúde ajudar ao próximo passe a ser um gesto mais corriqueiro. Ser Zenitude é ser voluntário! Acredite e espalhe essa ideia!

melhoridadeRIO – Participar de serviços voluntários, como cuidar de crianças, ajuda a retardar ou reverter a perda de função cognitiva na velhice, segundo estudo de pesquisadores da Escola de Saúde Pública da Johns Hopkins Bloomberg.
A partir da análise de exames de ressonância magnética, os autores observaram que idosos que participaram de um programa de acompanhamento de crianças tiveram ganhos em regiões-chaves do cérebro que atuam em habilidades cognitivas importantes para o planejamento e organização da vida cotidiana.
O estudo é o primeiro de seu tipo a demonstrar que trabalhar em programas sociais estimula a capacidade cognitiva. Ele foi publicado na edição deste mês da revista “Journals of Gerontology: Medical Sciences”. Cerca de 78 milhões de americanos nasceram entre 1946 e 1964. Esse indivíduos em idade de se aposentar estão no grupo que mais cresce nos Estados Unidos. Daí o grande interesse de trabalhos nessa área.
– Descobrimos que os participantes da experiência apresentaram melhora no funcionamento cognitivo, e isso foi associado com mudanças significativas nos padrões de ativação cerebral – disse a pesquisadora Michelle C. Carlson, professora-adjunta no Departamento de Saúde Mental e Centro de Envelhecimento e Saúde da Universidade.
Os participantes eram voluntários idosos treinados para ajudar crianças em escolas públicas em Baltimore. O estudo acompanhou 17 mulheres com idade a partir de 65 anos, avaliadas no momento da admissão e novamente seis meses mais tarde. Passaram por investigação com ressonância e testes de função cognitiva.
– Embora os resultados deste estudo sejam preliminares, eles indicam que é possível estimular e manter o bom funcionamento do cérebro em idades mais avançadas, especialmente entre os indivíduos sedentários. Eles podem se beneficiar com mais urgência de intervenções comportamentais – disse Michelle.
À medida que se aumenta a expectativa de vida, é importante do ponto de vista da saúde pública atrasar o aparecimento de doenças associadas ao envelhecimento, afirmou a principal autora da pesquisa, Linda P. Fried, da Escola Mailman de Saúde Pública da Universidade de Columbia:
– Este estudo sugere que novos papéis para idosos em nossa sociedade podem trazer ganhos para os dois lados.

Carta para os homens do futuro

Há quase uma década, escrevi o texto abaixo, para um ser que acabara de deixar, com um choro de protesto, a barriga grande, bonita e esperançosa de uma mamãe… Hoje, o ser já é um menino lindo. Um jovem ser, com os olhos fincados no futuro e os pés brincando no presente.

 

Sobre os avanços tecnológicos, em quase uma década, vivemos um turbilhão. Mas a solidificação do amor ainda está longe de ser a maior de nossas conquistas.

 

Nesse Natal e Ano Novo, deu-me vontade de surrupiar a carta que escrevi naquele dia cheio de crenças e espalhá-la pelo meu universo de amigos. Quem sabe ela chegue aos homens que um dia farão o futuro. Um futuro que, espero, seja sorridente e belo. E que eu venha a conhecer, quem sabe, logo, o menino a quem a carta um dia foi escrita… E o futuro que ele me inspirou desejar!

 

A todos vocês, o desejo de que um dia o ódio, as injustiças, a desigualdade e a falta de fé sejam páginas tão amarelas e na história do Homem como esse texto, que hoje reencontrei.

Feliz futuro! E que ele comece a ser construído agora!

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Nicholas,

 

esperancaO futuro vai ser um lugar sem guerras, sem fome e sem injustiças. O futuro vai ser um lugar onde as pessoas se respeitam, se amam e não conhecem outro tipo de tratamento se não a ética. O futuro vai ser um lugar onde as crianças terão saúde, lazer, paz social, educação, alimentação – aliás, bens que todos os seres humanos terão, irrestritos e incondicionais.

O futuro, Nicholas, será sempre colorido, haverá música de qualidade espalhada por todos os lados e as pessoas estarão tão felizes que dançarão pelas praças, nos finais de tarde. Haverá grandes festivais de alegria, sem nenhuma data marcada, apenas para celebrar a vida e a eterna paz conquistada. No futuro, a tecnologia será empregada em favor do homem – por isso, teremos ruas sem poluição, poucos carros, muitas árvores e canteiros pelas ruas, onde as pessoas farão piqueniques com suas avozinhas. Estas, coradas e robustas, estarão felizes com a fórmula da eterna juventude e, aos 130 anos, saudáveis, vigorosas e cheias de projetos, ensinarão aos seus netinhos a bênção de fazer parte do belo gênero humano.

No futuro, caro Nicholas, toda a humanidade celebrará também o conhecimento de outras nações planetárias irmãs. Como nossos irmãos espalhados pelo Universo, teremos aprendido que Deus, em sua misericórdia infinita, nos concebeu, de fato, como membros de uma espetacular família cósmica.

É provável que, no futuro, belo Nicholas, você ache graça nesta mensagem tão rudimentar, escrita com um teclado em uma máquina chamada computador, em um ambiente chamado internet. Na verdade, sei que iremos muito além disso, simpático Nicholas. Mensagens holográficas tridimensionais, telepatia aplicada a cursores eletrônicos, transportadores de moléculas, objetos que mudam de forma para ajudar as pessoas a cumprirem as suas funções, casas inteligentes, conforto e segurança terão atingido o seu exponencial grau. E, sempre repletos de infinita sabedoria, os homens continuarão buscando aperfeiçoar-se mais e mais, eternamente comprometidos, no entanto, com o amor pelo seu semelhante.

É provável que você esteja lendo esta mensagem sentado à beira de uma fonte de água límpida, em um dos muitos riachos de águas cristalinas que farão parte das paisagens urbanas. Pássaros que cantam ao seu redor estarão inspirando seu encantamento e alegria. Este velho amigo, que um dia tocou com muito respeito a barriga de sua mãe, não estará mais aqui. No entanto, você não estará triste com isto. Nós, do maravilhoso gênero humano, teremos descoberto que não há morte. Na verdade, caminhamos resolutos em direção a outros mágicos nascimentos. Aqui, ali, em outros planos, encontramos e somos encontrados.

Uma coisa é certa, Nicholas: no futuro, nada será tão importante quanto o amor e a amizade. E é com muito amor que desejo que tudo isto, todas estas coisas tão sonhadas para o futuro já sejam realidade quando você estiver pronto para trabalhar, estudar, crescer, ser feliz. Se tudo não estiver ainda por aí, não se esqueça: é apenas uma questão de tempo. Nada poderá deter a chegada de nossa natural missão para o progresso, a excelência, a competência e a plenitude. Para isso fomos moldados: eu, você, seus amigos, sua família, todo o Universo!

Peço-lhe um favor: conte aos seus amigos, do futuro que estará por vir, tudo isto que lhe revelo agora, em segredo. Conte a eles sobre este futuro, para que eles se preparem, como você, com certeza, terá sido preparado, em um lar de harmonia e amor, para os mais belos dias. Afinal, acreditar no futuro melhor faz com que ele possa ser almejado e efetivamente construído.

Felicidades, Nicholas, hoje e em todos os dias do futuro que começa nos próximos minutos.

Um grande abraço,
do já amigo
Ney Mourão

(No dia 21 de setembro de 2002, em uma cidade chamada Belo Horizonte, no Brasil, quando ainda havia fronteiras, em uma manhã que, neste exato instante, já é passado).

Descubra a Biodança

biodancaBIODANZA ou BIODANÇA é uma prática terapêutica de desenvolvimento humano, orientada para aflorar os potenciais humanos necessários a uma vida plena, saudável, sensível e criativa.  Através da dança – linguagem dos gestos, onde os movimentos são a expressão dos sentimentos e emoções de cada um – do contato e da comunicação em grupo, amplia a consciência de si mesmo, propiciando a elevação da auto-estima.

É comum privilegiarmos o conhecimento intelectual e a racionalidade em detrimento das nossas emoções e sentimentos, com isto, perdemos o vínculo com a natureza humana deixando de ouvir o próprio coração e o coração dos demais. O interesse da Biodanza consiste em priorizar a experiência corporal e a sensibilidade. Tem como principal objetivo proporcionar uma integração intra-psíquica, onde sentimento, ação e razão possam andar juntos.

Criada na década de 60 pelo médico psiquiatra ROLANDO TORO ARANEDA (Chile, 1924), que iniciou seus trabalhos vivenciais acreditando na força da Dança e da Música no tratamento de seus pacientes. Dando origem ao primeiro esboço teórico da Biodanza, voltado para a humanização e valorização da vida.

Sua técnica utiliza a música e a dança para criar estímulos adequados para que os participantes possam utilizar melhor seus cinco canais de expressão da emoção: a criatividade, a vitalidade, a afetividade, a sexualidade e a transcendência. Podendo conectar-se com a alegria, a coragem de viver e a capacidade de amar.

É praticada em grupos semanais, suas sessões são previamente preparadas e seguem metodologia própria, baseada no princípio Biocêntrico, na progressividade e nas necessidades do grupo.  O grupo de Biodanza é heterogêneo, composto por pessoas de todas as idades e de diferentes formações. Cada grupo é único na sua história, no seu processo interativo e nas questões existenciais de cada participante.  Dançando o participante vai se soltando e descobrindo que pouco a pouco pode alterar o seu estilo de vida e  a qualidade das suas relações.

Alguns benefícios da Biodanza podem ser apontados:

 * Aumenta energia vital e disposição para ação;
 * Ativa e desbloqueia a criatividade;
 * Intensifica a expressão da afetividade;
 * Desenvolve abertura para o prazer;
 *
 Incentiva a autonomia e responsabilidade;
 *
 Aumenta a capacidade para escolher e tomar decisões;
 * Fortalece a identidade;
 * Melhora a qualidade das relações interpessoais;
 * Aumenta a alegria e coragem de viver;
 * Reforça auto-estima;
 * Restabelece vínculos afetivos;
 * Reduz o stress.
 

Não há pré-requisitos para fazer Biodanza. Não é preciso saber dançar. É preciso estar aberto e ter disponibilidade para viver o novo! 

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Fé ajuda no tratamento de enfermidades

Volta e meia, temos tido convições das religiões respaldadas pela “Ciência”. Aqui, com aspas propositais – afinal, “Ciência”, por si só, é um substantivo tão abstrato quanto “fé”. Mesmo que digam que “Ciência” é tudo aquilo que pode ser comprovado, isso já é, em si mesmo, um dogma, que deve ser aceito pelos que praticam e aceitam, tal qual qualquer dogma religioso.
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A fé pode curar, ou ajudar a curar, dizem os populares livros de auto-ajuda. A mesma opinião têm alguns investigadores que tentam comprovar cientificamente os benefícios da espiritualidade na recuperação de doentes ou, em casos terminais, em alcançar uma morte com maior conforto.
 

Agora, têm sido cada vez mais evidentes as “provas científicas” (tudo bem… parei com as aspas…) de que a fé remove não só as montanhas, mas também as enfermidades. Vejam esta notícia, publicada no site científico Alert-On Line.

Quem nunca conviveu de perto com doentes terminais, dificilmente conseguirá compreender o turbilhão de sentimentos vivenciados por essas pessoas, entre os quais se podem contar a angústia de ter os dias contados e a esperança de que algum milagre surja para lhes salvar a vida. Em circunstâncias tão difíceis, vale tudo. Além da medicina convencional, procura-se alívio nas medicinas alternativas, nos chás e mezinhas e na oração. Ao longo das últimas décadas, cientistas um pouco por todo o mundo têm analisado as repercussões da prática religiosa nas condições de saúde de pessoas doentes. 

A ciência sabe que a fé dos doentes crentes influencia o seu comportamento. Estes doentes tendem a evitar atitudes de risco e são menos susceptíveis do que os não crentes à adopção de hábitos de vida menos saudáveis, como o alcoolismo, toxicodependência e tabagismo. Tudo isto provoca uma diminuição dos níveis de ansiedade destes doentes. Isso, por seu turno, aumenta a capacidade de defesa do seu sistema imunitário, um fator vital em pacientes com doenças crônicas. 

Num estudo publicado no ”Journal of Clinical Oncology”, investigadores do Dana-Farber Cancer Institute e da Universidade de Harvard, EUA, liderados por Tracy Balboni, avaliaram a importância da espiritualidade em doentes oncológicos em fase terminal. Constataram que 88% dos doentes entrevistados atribuía alguma importância à religião nessa fase das suas vidas, embora 47% dissessem que os seus grupos religiosos não davam uma resposta completa às suas necessidades espirituais. Por outro lado, 72% desses pacientes afirmaram que essas necessidades não eram de todo atendidas, ou só eram minimamente atendidas, pelos serviços médicos. Uma conclusão deste estudo é que os pacientes gostariam de sentir uma maior receptividade por parte dos médicos que os acompanham relativamente à sua espiritualidade. 

A aceitação da sua fé contribuiria, certamente, para os ajudar a suportar melhor a passagem por uma fase tão difícil. Um outro estudo, realizado por uma equipa italiana do Instituo San Raffaele Pisana, em Roma, e publicado na revista ”Stroke” analisou o impacto da fé no controlo dos sintomas de depressão e de ansiedade após um AVC (acidente vascular cerebral). Foram avaliados 132 pacientes, com uma média de 72 anos, que tinham sofrido um AVC e estavam internados para reabilitação física. Os pacientes foram questionados sobre a sua religiosidade e espiritualidade e foram também avaliados quanto aos seus níveis de ansiedade e sintomas depressivos.

A equipe, liderada por Salvatore Giaquinto, verificou que, se a depressão interfere negativamente na recuperação dos doentes hospitalizados e, mesmo, após terem alta médica, os pacientes crentes apresentavam menos sintomas depressivos e tinham um melhor prognóstico de recuperação. Podemos concluir, com base tanto no estudo sobre o impacto da fé em doentes terminais como no que avaliou as consequências da mesma na recuperação de doentes vítimas de AVC, que acreditar em algo transcendente traz inúmeras vantagens e pode, muitas vezes, servir de alavanca para a recuperação ou, pelo menos, ajudar quem vai partir a despedir-se da vida de um modo mais tranquilo.