Refletindo sobre o Carnaval

Aproximam-se dias de intensa alegria, em toda camada terrena. Dias de celebração, dias de materialização de sonhos de beleza, dias em que o anseio de muitos transforma-se, efetivamente, em demonstração concreta do que o esforço humano é capaz de fazer, de forma coletiva, amorosa e empreendedora. Em todo o mundo, por diferentes manifestações, os seres humanos transformam seus corpos e suas ruas, com arte, colorido, vibração e sons.

No momento em que a maior Nação evangelizadora do Planeta se prepara para a sua maior festa, eis algumas palavras que, distante de soarem às mentes como meramente moralizadoras ou castradoras da felicidade e da alegria são um ingrediente para a reflexão, o cuidado, o autocuidado e a vigilância. Em primeira instância, não nos esqueçamos da origem desta celebração – tempos de Saturnália ou Bacanália a deuses romanos, com o objetivo de descarregarem-se das tensões e recalques, em um mundo ainda desprovido de informação, luz do conhecimento e razão.

Neste sentido, é importantíssima a vigilância, principalmente àqueles que vêm-se dedicando cotidianamente ao progresso, à cura e à construção de um Tempo Novo. Nesta época, de forma expressiva, grande faixa da humanidade terrena oscila entre os limites do instinto e da razão, sedentos de sensações e ansiosos por emoções que não estão conectadas com os mais sublimes sentidos superiores.

Necessário é que haja uma tentativa coletiva de transformar esta grande festa em uma real celebração de alegria pela vida – e isso alegra todo o orbe cósmico e vibratório que estiver ao redor. No entanto, todo o poder de forças contrárias, neste momento, migram para a atmosfera terrestre, também sedentos das emanações da carne, do desregramento, da sexolatria. Exércitos de energias estão em prontidão de embarque. Não se iludam de que, em muitos momentos, estarão propensos a tornarem-se instrumentos, já que colocaram-se no papel de sintonizadores de uma outra frequência, distinta daquela que tanto têm tentado construir, refletir, meditar, alcançar.

Não se privem da alegria. Mas esforcem-se para que ela seja genuína e impregnada de cuidado consigo mesmos, com o outro, com o Planeta, com a casa em que vivem, com o lugar em que habitam e com os lugares onde levam sua luz, sua vibração e sua alma radiante e partícula integrante da Fonte. Não se privem da beleza, mas estejam atentos para fitarem o que lhes proporciona desenvolvimento efetivo, muito além da materialidade dos corpos ou da sedução do prazer passageiro.

Ao passar a festa, serão, novamente, seres que buscam a luz. Todo o arsenal que, neste momento, migra para a Terra, em busca das vibrações que não afinam com esse propósito, no entanto, poderá ter sido revigorado! Reflitam sobre esta responsabilidade! Em especial neste país, de grandes dimensões, a responsabilidade é imensa – todos os fluidos aqui emanados espalhar-se-ão pelo orbe, podendo ser utilizados, posteriormente, para fins que se destinam a outros tantos propósitos, sabidamente causadores de transtornos, mágoas, sofrimentos e angústias. Necessário, portanto, que haja trabalhadores em fileiras de luz, dispostos a emanar fluidos bons – a contrapartida do equilíbrio, do bem, da bondade e da harmonia.

A grandes festa é vencer o exército que hoje prepara-se para visitar cada grande aglomeração humana, em especial no Brasil. Para cada indivíduo em sintonia, estima-se que haja pelo menos uma dezena de energias prontas para uma conexão que poderia ser evitada, com a vigilância e o firme propósito de manter-se no caminho da porta mais estreita, porém a verdadeira, aquela onde estarão sanadas todas as enfermidades.

Como trabalhadores da luz, cumpre-lhes o papel de pelo menos TENTAR. E de, na medida do possível, orientar àqueles que necessitam desta orientação. Como terapeutas de sementes estelares, cumpre-lhes a missão que abraçaram. Há, mais uma vez, outros amigos, dispostos a ajudá-los, provendo-lhes de coragem e da genuína alegria e transbordamento de felicidade. Isso não é fantasia e já tiveram, em seus espíritos iluminados, provas concretas de que podem contar, sempre, com a espada, a lança e a proteção dos anjos, em cada luta cotidiana.

Propomos, como pílula protetora, que dediquem pelo menos um instante desta grande celebração para sintonizarem seus corações, corpos e almas com valores sublimes e elevados. E que tenham estes valores ao seu lado, nas provocações e chamados que serão fartos, intensos, múltiplos. Esta Nação, mais do que tudo, precisa disso, neste grande momento em que já entramos em um novo patamar energético e migramos, em uma velocidade que não imaginam para um tempo em que mensagens como esta nascerão em seus espíritos como nascem as flores em terreno saudável.  Vacinem-se, com a energia amorosa e divina. Revigorem-se, com o soro curativo da alegria cuidadosa. Fartem-se de vigilância lenitiva e protetora.

Acima de tudo, conscientizem-se de que são RESPONSÁVEIS pelo que constróem, pelo que chamam para si, por aquilo que acolhem.  Acolham, sim, a alegria. Mas reflitam sobre o seu significado para a sua trilha de evolução.

Paz em seus corações. Gratidão e fé!

(Ana Justina Nery – Em 06/02/2013; 06:00 am)

Sobre o exercício do Dia do Perdão

Por Anna Justina Nery, em 11/12/2012, 00:21.
 
Queridos e amados irmãos,

Não à toa, apenas após dez dias de preparação, terão pela frente, o dia para trabalhar o perdão.  Não à toa este dia vem posterior ao dia da responsabilidade, que significa assumir para si mesmo aquilo que representam as ações, pensamentos e palavras praticados. Não à toa que este dia precede a generosidade, sentimento quase irmão do perdão.

Recomendamos cautela, em primeiro lugar, para a tentação de tentar escapar ao exercício deste dia. Ocupar o tempo com outras obrigações, justificar-se com outros pensamentos e deliberadamente “esquecer” desta construção tão desafiadora, mas tão bela, é negar-se a oportunidade de crescimento e caminho para a evolução.

Perdão é degrau primeiro para o amor, que consideramos não o último dia desta jornada que iniciaram, mas o primeiro, de um tempo de corações novos. Neste dia em que o exercício do perdão é requerido como o principal sentimento, não se exija grandes arroubos de alma, grandes edificações para os quais não estejam ainda preparados e que se frustrem, pelo fato de não alcançarem. Antes, comecem o dia perdoando-se a si mesmos. Perdoem-se pelas mágoas que causaram a si mesmos, pela benevolência com a ausência de vontade de progresso pela simples opção por momentâneos e ilusórios confortos. Perdoem-se pelo que deixaram de dizer e pelo que disseram, em momentos errados. Olhem-se no espelho e, sem receio de verem-se a si mesmos, desnudados, exercitem, em primeira instância, a autocompreensão, como seres ainda limitados.

Mas imbuam-se do sincero desejo de alcançar um tempo novo.  Imbuam-se da tentativa sincera de mudar, de transformar-se, de abandonar a energia da mágoa, que só destrói mesmo a quem a alimenta. Magoar-se é como alimentar-se pouco a pouco de veneno e desejar que o outro é que se intoxique.

Para perdoar, um bom exercício é pensar que o passado não pode mais ser mudado. Quem se deita no que houve de errado no passado acaba não preparando um bom leito para o seu acolhimento no futuro, já que está desperdiçando os dias presentes, perdendo a oportunidade de seguir em frente. Pense no outro como um ser humano, como você.  Pense em quantas vezes você, ser limitado, já errou, também, em atos, pensamentos, julgamentos, falas ou silêncios. Você se condenaria, ad eternum, por todos estes erros? Então, porque julga possuir o direito perene de colocar o outro em uma dívida eterna?  Todos os grandes mestres só alcançaram a graça através da gratidão e do perdão.

Se não puder perdoar MUITO, perdoe um pouco, pelo menos. Entregue ao Universo, por alguns segundos que seja, uma oração, um sentimento de bondade, um suspiro de alma a algo ou a alguém que seu coração e espírito estejam turvados pela mágoa, pela ira, pelo rancor e até pela indiferença. Por alguns segundos que seja, imagine-se num abraço de ternura e carinho. Os anjos do céu acolherão seu esforço e multiplicarão esta súplica sincera, como um efetivo gesto de bondade de sua parte.

Se conseguir, ainda, dê um passo além. Estabeleça a ponte, dialogue, tome a iniciativa, ainda que, por um momento, tenha o receio de ser mal compreendido ou causar estranheza. Também neste momento, todos os guardiões da luz, da justiça e da bondade estarão ao seu lado, dando-lhe forças para este empreendimento renovador e transformador.

E, se o seu coração estiver preparado, corra! Abrace forte e perdoe, de verdade! Os céus e todas as conexões com a Fonte Divina se projetarão em sua direção. E, tenha certeza, você estará ajudando a transformar o mundo!

Faça o que conseguir, neste dia. Mas… FAÇA. Perdoar exige vontade, disposição, ousadia. Exige, vejam só, simplicidade, pois quanto mais simples o seu gesto provavelmente mais sincero. Despertará em você alegria pelo alcançado. Promoverá a saúde de seus campos energéticos e de seu corpo físico. Demandará de você humildade, para reconhecer a sua parcela de limitação e humanidade. Deverá ser realizado com honestidade de alma, expressa nos gestos, no olhar, nas palavras. Precisará, com certeza, de uma dose imensa de solidariedade, para com o outro e para consigo mesmo. Fará com que você perceba que a justiça maior para qualquer julgamento está além deste plano, onde os juízos de valor influem em como definimos os gestos do outro – quase sempre acreditamos que em nós está a verdade e a razão. Sem dúvida, irá requerer de você muita coragem, para colocar-se a caminho. E, finalmente, fará com que você assuma responsabilidades perante situações, oportunizando o amadurecimento de sua mente e de seu espírito.

Você, como semente estelar, parte da centelha universal que originou todas as coisas, é substancialmente FONTE de perdão. Aceite isto e terá iniciado uma vida nova, onde todas as coisas ganharão um novo sentido. Todos os anjos do céu estão ao seu lado. Esteja com os corações aliviados e em paz, transbordados de perdão e graça!

21 dias de imersão em valores e virtudes

A Rede Zenitude compartilha e convida a todos para uma uma missão especial: ajudar a preparar sentimentos, emoções e energias do Planeta para um “tempo novo”.
A tarefa – que deverá ser espalhada entre amigos, outras redes, comunidades de orações, grupos vibracionais e de meditação é a seguinte: a partir do dia Primeiro de dezembro, todos os dias, às 21 horas, pelo menos um minuto de orações/vibra

ções ou meditações em torno dos sentimentos/valores/virtudes, em uma lista também já inspirada e determinada. Longe de tolher as vontades, o que propomos, através de uma lista pré-elaborada de intenções, é renir corações e menstes através de objetivos comuns, fortalecendo os elos da corrente – que estará sendo disseminada, de forma inspiradora, por outras redes, em todo o mundo.Portanto, às 21 horas, de cada um dos dias, a partir de Primeiro de Dezembro, eis a lista… “Vale um pequeno minuto de silêncio, uma oração breve, uma meditação, um “parar o agito, mesmo que por um segundo”, um acalentar de sentimentos, uma fuga do burburinho comum das festas – enfim, cada um deverá encontrar uma forma de sintonizar e sintonizar-se. O importante é a firmeza de propósitos, a intenção, o esforço e a materialização da vontade em estabelecer um mundo comum e diferente para todos – a força do amor de todos é capaz de aniquilar as piores profecias!”.Mãos à obra!!!

Dia 01/12 – Saúde
Dia 02/12 – Alegria
Dia 03/12 – Simplicidade
Dia 04/12 – Humildade
Dia 05/12 – Paciência
Dia 06/12 – Honestidade
Dia 07/12 – Solidariedade
Dia 08/12 – Justiça
Dia 09/12 – Coragem
Dia 10/12 – Responsabilidade
Dia 11/12 – Perdão
Dia 12/12 – Generosidade
Dia 13/12 – Desapego
Dia 14/12 – Bondade
Dia 15/12 – Esperança
Dia 16/12 – Entusiasmo
Dia 17/12 – Celebração
Dia 18/12 – Gratidão
Dia 19/12 – Fé
Dia 20/12 – Paz
Dia 21/12 – Amor

Sobre o ato de celebrar…

(I. Daniel e Ana Justina Néri; 21/11/2012; 00:21 horas)

Os rituais não são necessários, em essência.  Mas é bom que eles existam, para retirar os homens de um lugar de cotidianidade, para fazer com que as pessoas entrem em sintonia com aquilo que desejam ou precisem lembrar, com solenidade, carinho, cuidado, atenção ou encantamento. Indivíduos e sociedades humanas, em toda a sua História, possuem rituais diversos, que os conectam com diferentes formas de expressão de fé ou de simbolismo.  É necessária uma atenção para não confundir rito com pompa. Um pequeno espaço, no lar, em um humilde casebre, onde uma solitária alma humana se senta ao final da noite para agradecer pela dádiva da vida, sem nenhum objeto, imagem, nada material, apenas o seu empenho e o seu envolvimento com a graça plena e o amor, é um espaço ritualístico, e não há, ali, nenhuma pompa.

Celebrar, sim, é essencial. E, habitualmente, também confunde-se celebração com os rituais. Bastante comum vermos pessoas que acreditam que, para que a celebração seja bela e real, ela precise ser concretizada através de grandes feitos, imagens, formalidades nas vestes, preparação de espaços, adereços. Nada disso é necessário, para uma celebração genuína. Basta… conectar-se!

Hoje, com excepcional alegria, vários reinos não-visíveis celebram! Sem adereços materiais, mas com uma amorosidade cuja maioria das almas neste plano ainda não pode conceber, este é um dia especial. Um dia em que a chama da centelha está mais viva, mesmo que não possa ser percebida com os olhares do limitado corpo, que é apenas um instrumento de aprendizado nas lutas da eira terrestre. Em verdade, tais reinos celebram todos os dias a grande magia da interconexão entre todos os reinos, comandados pela Mão Divina que tudo guia, bálsamo que cicatriza ferimentos e lenitivo imunizador para qualquer enfermidade. Vida, pensamento, amor, ânima, graça, bondade e tantas outras coisas sequer ainda compreensíveis pelos habitantes desta esfera são celebradas cotidianamente – e deveriam ser, também, pela fraternidade humana.

No entanto, tal como em um ritual sem paramentos ou imagens, neste momento, há uma pulsação especial de harmoniosidade e alegria. Animus ludendi nos gestos angelicais. Braços abertos ao abraço celebrativo por este dia, tão especial, e que não pode, de forma alguma, ser relegado ao comum da cotidianidade, entre os afazeres complexos da sobrevivência que cada um tem a cumprir. Na verdade, cada segundo, em relação ao anterior, deveria ser sempre celebrativo e um marco. Mas, habitualmente, celebram-se os meses decorridos, os anos, as décadas, os séculos, os marcos de passagem. Por isso, sintam-se, também, envolvidos, nesta celebração de um período terrenal que precisa ser lembrado.

Mais que lamentar o que não acontece ou o que deixou de acontecer, em momentos celebrativos, é importante que venham às mentes e corações tudo o que foi edificado. Construções, mesmo que demolidas, guardam resquícios do que foram um dia – mesmo que seja em um pequeno grão de terra, nas entranhas do lugar onde a nova edificação surgiu. Edificações mentais, emocionais e espirituais jamais podem ser removidas, no entanto. É preciso celebrar as edificações que estão instauradas nos corações de cada indivíduo, e que podem receber, quando quiserem, por portas abertas na alma, a visita do amor, da Fonte (que, nunca deixou de estar lá!), das palavras dos mestres e das inspirações divinas. Mais que voltar a energia do pensamento para o que ruiu, é imprescindível cuidar da flor que teima em sobreviver ali, no cantinho da edificação, em meio ao que pode parecer escombro sem a menor possibilidade de reificação. Reguem, cuidem, adubem, e verão a profusão de mudas que ainda está a pulsar, por baixo do que não veem!

Reiteramos a importância de terem por perto, física e emocionalmente, de alguma forma, seus valores, formatados e elaborados por vocês próprios, para orientar cada dia. Sugerimos que exercitem um por vez, em momentos de dificuldades e desafios. Tal qual aquele que, em um campo de batalha, necessita de cuidados imediatos, mas o cuidador busca amparar primeiro o que é mais emergencial, experimentem perceber que seus valores têm aplicabilidade objetiva nos momentos de desafio e crise. Esta palavra, cujo significado é a suspensão do juízo, só define, em verdade, um momento em que se distanciam da percepção da totalidade, da beleza das multirrelações causais. Experienciem, então, vivenciar seus valores como pílulas para o enfrentamento. E verão como, em pouco tempo, terão muito mais a celebrar, celebrar, celebrar! Depois, quando a crise tiver se transformado em aprendizado, continuem com os valores aplicados em sua globalidade e conjunto. E, novamente, abram os corações, para a percepção de como isso é bom. E, então, lembrem-se, novamente, de celebrar!

Vigiem, ante o pessimismo,  e celebrem, com humildade, mas com a força de quem venceu percursos! Vigiem ante a tentação de não doarem o melhor de si, em todos os momentos – principalmente naqueles de maior exigência e em que precisam abrir mão do prazer passageiro. Vigiem ante a mágoa. Dare et remittere paria sunt!  Exercitem mais o perdão! Corações que perdoam celebram mais!

Caminhem, sem se deterem ante as impossibilidades, mas percebam as infinitas possibilidades que estão-se abrindo todos os dias! Mantenham-se unidos, na trilha, em REDE! Confiamos em vocês!


Humildes, mas reconhecedores de nossos valores

A reprodução ao lado é de uma pintura do século XV intitulada “A Virgem da Humildade”. O quadro tem a característica de ter sido um dos primeiros no qual identificamos a “Santa Mãe de Deus” fora de um altar. Masolino, o autor, colocou a Virgem no chão, sob uma almofada dando de mamar ao Menino Jesus.

O que este quadro tem a ver com o nosso tema? Estaria Maria sendo reproduzida em uma situação de humildade? Para responder a esta questão é importante que primeiro façamos uma reflexão sobre o que é humildade.

O dicionário Aurélio define humildade como  “a virtude que nos dá o sentimento da nossa fraqueza”. Para a Wikipédia, é “a qualidade daqueles que não tentam se projetar sobre as outras pessoas, nem mostrar ser superior a elas”.

Penso que muitas vezes, confundimos humildade com modéstia. Ser humilde lhe permite identificar seus valores, sem enaltecê-los com o desejo de sobressair-se e inferiorizar os demais companheiros de jornada. A pessoa humilde reconhece que precisa aprender muito ainda, mas necessariamente não precisa esquecer-se do que já alcançou em termos de desenvolvimento. Pelo contrário, deve usar deste crescimento para alcançar o que ainda falta.

O modesto, diferente do humilde, faz de tudo para esconder seus valores, o que muitas vezes pode impedi-lo de contribui com o crescimento dos demais. Uma pessoa que domina um determinado assunto, por exemplo, pode exagerar na modéstia e perder a oportunidade de repassar este conhecimento a alguém que deseja aprender. O humilde irá abastecer o companheiro de informações, tendo apenas o cuidado de fazê-lo de uma forma que o ouvinte não se sinta inferiorizado e sim motivado a aproveitar o momento e aprender.

Todos nós somos muito bons em alguma atividade ou sábios em algum assunto. Para chegarmos a este nível, foi necessário algum esforço de nossa parte, seja estudando ou praticando. Reconhecer isto é nossa obrigação. Este reconhecimento é um dos principais antídotos contra alguns males como a depressão, por exemplo.

Valorizar-se, reconhecer-se como um ser em desenvolvimento, mas que já alcançou várias etapas do processo evolutivo é nossa obrigação. Agindo assim, sentimos motivados a continuar crescendo e ainda identificamos o que temos de melhor para oferecer ao mundo.

Ao pintar a Virgem fora do altar, Masolino seguia um novo tipo de devoção em que os protagonistas da pintura se humanizam em relação aos modelos anteriores. Este modelo difundiu-se pela Europa, contribuindo para uma ampliação dos devotos à Santa.

Vemos uma Maria, santificada, porém em situação de humildade, com valores e ensinamentos a oferecer a seus filhos.  Próxima a eles.

Que todos nós possamos no dia de hoje identificar nossos valores. Temos diversas virtudes. Algumas em estágio maior de desenvolvimento, outras nem tanto. Que sejamos humildes o bastante para não deixarmos que o autoconhecimento nos distancie daqueles que necessitam de nosso auxílio, mas que também não exageremos na humildade, caindo no mesmo distanciamento.

Reginaldo Rosa

Observação: A Humildade é um dos dez Valores da Rede e sua declaração é a seguinte:
* Humildade – Rejeitar, de forma imperativa, o orgulho prepotente e a vaidade. Encarar o mérito ou eventuais reconhecimentos como um ingrediente a ser compartilhado por todos, em rede, de forma solidária e afetuosa.

Clique aqui e conheça os demais Valores da Rede Zenitude 

Rede Zenitude no Festival Mundial da Paz

Neste final de semana, de 6 a 9 de setembro, acontece em São Paulo, capital, no Parque do Ibirapuera, a terceira edição do Festival Mundial da Paz. O evento, que acontece a cada quatro anos, é uma iniciativa da Unipaz (Universidade Internacional da Paz) e contará com meditação, yoga, tai chi chuan, oficinas de sustentabilidade, de arte, teatro, música, jogos, palestras sobre paz, contação de história e encontros de idosos.
Com o lema “Manifeste sua paz”, o Festival tem o objetivo de ser um espaço de construção da prática da cultura de paz através da cooperação, participação e integração de redes espalhadas pelo mundo. Paralelamente às atividades desenvolvidas em São Paulo, ações também serão realizadas em outros países ao redor do mundo, principalmente naqueles onde a Unipaz está presente: França, Portugal, Argentina, México, Inglaterra e Equador.
Membros da Rede Zenitude estarão no evento conectados com o propósito de difundir uma cultura de paz, baseada na Energia do Amor.

Você também pode colaborar! Durante o final de semana, envie boas vibrações para o evento. Direcione seu pensamento em alguns momentos para o tema Paz. Pense em como a Paz se faz presente em sua vida e em como você deseja um mundo em Paz. Evite pensar no que você não deseja e sim no modelo ideal, que na verdade já existe, basta acessar!

Esteja em Paz!!!

Convite para sintonização de paz e harmonia

Neste domingo, dia 2 de setembro, exatamente às 13 horas, horário de Brasília, a Rede Zenitude convoca a todos os corações e almas do bem para um trabalho coletivo em prol da cura. Pensem, especialmente, não na enfermidade física, emocional ou espiritual, mas em organismos plenos de saúde, vitalidade, esperança, paz, fé, harmonia. Pensem, ESPECIALMENTE, na beleza da natureza em equilíbrio, no lenitivo do ar puro sobre a montanha, na brisa do mar que conduz os navegantes.

Pensem em mãos dadas, unidas, estabelecendo em torno de toda a superfície terrestre um grande escudo de proteção, recebendo do Alto as bênçãos e os medicamentos necessários para curar todo e qualquer desequilíbrio orgânico, psíquico e espiritual.

Anjos curadores, a serviço do Mestre, estarão espalhados pelos quatro cantos do Planeta onde, hoje, residem membros desta Rede e de outras redes amigas que estarão se conectando. Se possuir alguma pessoa enferma em sua casa, imagine-a recebendo os frutos dessa boa emanação de amor, sendo confortada e acalentada pela luz oriunda da Fonte curativa, do Deus maior, o arquiteto que edificou o maior de todos os prodígios, a VIDA!
Basta uma oração, um minuto de meditação, uma mentalização, m toque de mãos sobre si mesmo ou sobre alguém ao seu lado, pensando apenas em amor e cura!
Seremos um só coração, pleno de saúde e fé. Presencialmente, os membros da Rede Zenitude estarão realizando esta mesma sintonia, em um belo parque da cidade de Sabará, em Minas Gerais.

 

Emoções e sentimentos são para serem expressos…

Penso que um dos costumes mais danosos de nossa sociedade é reprimir as emoções do próximo. Quantas vezes dizemos ou nos dizem “não chore”, “não fica assim”, “ou pra que ficar assim?”.

Agora mesmo, assistindo o Soletrando, programa do Luciano Huck, vi quando o apresentador foi imperativo para uma das candidatas perdedoras: “não chore, fulana”. Como assim, a candidata estava lá triste por ter perdido e não podia chorar? Não seria uma atitude normal chorar por não ter conseguido atingir o objetivo?
Vivenciar uma dor eternamente ou agarrar-se à uma frustração e não caminhar em busca do sucesso são atitudes que não contribuem em nada para vivermos bem. Porém, chorar, ficar triste, expressar exatamente aquilo que estamos sentindo naquele momento só nos ajuda a ser mais feliz.
Segundo Louise Hay, autora do livro “Você pode curar a sua vida”, ao reprimirmos sentimentos, despejamos diversos tipos de toxinas em nossa corrente sanguínea. A autora afirma que somos os únicos responsáveis por nossas doenças, principalmente quando reprimimos nossos sentimentos. Porém, na minha opinião, se desde a nossa infância somos incentivados a agir assim, agir diferente é um grande desafio.
No próximo retiro da Rede Zenitude, em novembro, quando estaremos celebrando a energia das virtudes, um assunto que será amplamente abordado será a expressão dos sentimentos e das emoções. Será uma excelente oportunidade para refletirmos sobre o que tem nos impedido de sermos quem realmente somos e nos livrarmos de várias máscaras impostas pela sociedade.
Breve enviaremos mais detalhes sobre o evento. Mas, enquanto isto, fica a sugestão para expressarmos TODOS os nossos sentimentos livremente, sem bloqueios ou vergonha. E que também possamos parar de impedir nossos amigos e familiares de “sentirem” o que estão sentindo. Se morre um ente querido e a pessoa está triste, tem que chorar sim! Se um objetivo não foi alcançado e gerou frustração, qual o motivo para não ficar um período chateado?
Assim como praticamente tudo em nosso Planeta, há dualidade nos sentimentos e emoções. Tanto podem contribuir para o bem estar, como uma válvula de escape, quanto podem ser geradores de dores físicas e doenças emocionais. A escolha é nossa!!!
Reginaldo Rosa

À flor da pele

Atualmente, muitos de nós vem passando por momentos de intensa melancolia. Algumas vezes, desconhecemos o motivo, em outras sentimos que estamos dando mais valor a um fato do que deveríamos e em outras, ainda, estamos mesmo vivenciando situações de intensa emoção.

Parte desta melancolia é fruto de nossas vivências, porém a maior parte temos captado da Psicosfera(*) da Terra. Nosso Planeta vem vivenciando uma transição energética e uma das características deste momento é a transformação da intensidade com que as pessoas estão vivenciando seus sentimentos e emoções.

Ao longo desta vida e de outras que vivemos, muitos de nós passávamos por situações de extrema dificuldade e travávamos as emoções, acreditando ser o melhor a fazer. Agindo assim, adquirimos traumas intensos, desenvolvemos cânceres complicados e fizemos com que nossa autoestima se tornasse algo ínfimo dentro de nós.

A chegada de um novo momento para a Terra exige uma nova postura daqueles que aqui ficarão. Aproxima-se um tempo em que emoções e sentimentos serão quase que uma forma de comunicação e não haverá espaço para quem insistir em não vivenciar suas emoções. A proximidade desta época tem feito com que estejamos mais sensíveis. Estamos cada vez mais vibrando em frequências de sentimentos sutis. Mas, não precisamos nos assustar. Tudo isto é uma preparação para a grande mudança. O momento em que estaremos bem próximos da Frequência do Amor.

Vivenciar o momento atual não tem sido fácil para alguns. Chega-se, às vezes, a sentir dores, tamanha a melancolia. É preciso que estejamos vigilantes e que, ao sentirmos nossa frequência vibracional caindo, reforcemos nossa conexão com o Criador primordial. Muitas vezes, mesmo agindo assim não conseguiremos evitar a melancolia. Mas, a melancolia, a tristeza, o choro tem seu valor. Ao derramarmos lágrimas estamos exercendo o que temos de mais belo que é a expressão de um sentimento.

È importante estarmos atentos ao que sentimos, tentarmos separar o que são nossos sentimentos e nossas emoções daquilo que estamos apenas captando, fruto de nossa sensibilidade aguçada. É preciso, também, que estejamos atentos ao outro. Ao nosso amigo, nosso companheiro, companheira. Nossa família, colegas de trabalho. Cada ser humano que habita este Planeta está mais suscetível às sensações despertas por seus sentimentos. E as reações podem ser as mais diversas possíveis.

É preciso que exercitemos nossa solidariedade neste momento, conosco e com o próprio. Primeiramente, nos permitindo sentir, sofrer, chorar. Deixando vir à tona tudo o que tivermos vontade. Analisando e buscando a origem do estado emocional e o que ele tem para nos ensinar. Em paralelo, buscar entender e amparar o outro. Tentar compreender aquele que se diz deprimido, mesmo que a nossos olhos a situação seja simples e não justifique tanto culto à dor. Que façamos de nossos ombros, um espaço calmo e aberto a todos os que nos procuram, pois a necessidade um abraço amigo se fará cada vez maior entre nós.

Que possamos ter belos momentos de intensa emoção.

Reginaldo Rosa

(*) Psicosfera: termo utilizado pela Doutrina Espírita para caracterizar o campo vibracional que envolve um planeta constituído de emissões energéticas enviadas por seus habitantes.

Gratidão e cuidado

Meus irmãos, irmãs, que a paz do Senhor, que a paz de Jesus, que a saúde, materializada em brisa, em canto dos pássaros, em cheiros, em presenças humanas, esteja presente, não só hoje,  mas em todos os dias da vida de vocês. Não é um valor desta Rede, em si, mas de outras redes afiliadas, irmanadas de alguma forma, por estarem outros membros fazendo alguns trabalhos, eu não diria em paralelo, não é a palavra, mas  trabalhos complementares.  Não é um valor de foco pleno, mas percebe-se, hoje, uma tentativa de construção, que deve ser estimulada, encaminhada, e essa palavra é muito bonita e forte, e tem uma vibração sonora que não imaginam: gratidão.

Quando temos conhecimento, devemos ser gratos pelo conhecimento adquirido; quando conseguirmos integrar outras redes, ou nos integrarmos a outras redes, levando valores já adquiridos, devemos ser gratos;   quando conseguimos  exercitar o amor, em sua  plenitude, devemos ser gratos;  quando temos a possibilidade  de exercitar a humildade,  devemos ser gratos;  quando temos ouvidos para ouvir os  recados que a nós  nos foram confiados,  como verdadeiras  missões,  e que podem mudar toda a  trajetória de uma rede, possibilitando, também, a mudança de trajetória de outras redes, outros trabalhos, outras iniciativas, devemos ser profundamente gratos; quando pesquisamos sobre o cuidado, exercitamos o cuidado, também devemos ser gratos.

Enfim, devemos ser gratos porque a luz do sol está possibilitando a fotossíntese que possibilita a oxigenação de vossos corpos, através das árvores, das plantas, dos vegetais que os alimentam e que trazem para vocês a seiva materializada, fluidos materializados de outros corpos sutis que estão em volta de vocês, drenados para vocês, em forma material de linfa, sangue, seiva que circula em vossos corpos .

Pensem nisso: em seres integrantes da celestialidade, em seres integrantes do cosmo, em seres integrantes da terra –  a seiva de todos esses outros corpos da grande Gaia, das sementes estelares, é a mesma seiva da fonte, circulando em vossos corpos e, por isso, devemos ser profundamente gratos. A mesma seiva, a mesma energia que compõe a esfera angelical, compõe também a esfera humana.  Pensem como é maravilhoso estarmos gratos por isso.

Pensem que, em muitas vezes, acordamos e vamos até o final de nosso dia, nos deitamos e não dizemos “obrigado, Senhor; obrigado, Deus; obrigado, Jesus; obrigado, Fonte; obrigado, Fonte das sementes estelares; Obrigado aos anjos… Não agradecemos a nenhum deles e todos eles estão confiantes e trabalhando para a nossa purificação, renovação, sedimentação como seres caminhantes.

Seres estelares, trabalhadores da luz, presentes aqui, seres do Zenitude, classes angelicais, filhos de todas as redes estelares estão presentes nesse trabalho da grande rede Zenitude e que a mim me foi confiada a grata- porque hoje sou muito  grata – a missão  de ser  Mentora, agradeço muito, muito a vocês pela acolhida e agradeço pelo esforço individual que cada um tem feito. Mas peço, por favor, que acoplem à soma desses esforços individuais uma soma do coletivo em rede, coletivo  em rede e em redes. Coletivo e público, e por favor tenham urgência na transliteração  desta canalização porque  ela está sendo enviada e dirigida também a outros grupos através desta grata missão a nós confiada hoje . Dizemos, ainda, sobre a saúde integral: por favor, cuidem de vossos corpos e dos corpos em volta, cuidem da terra, das flores, das crianças, das águas, cuidem especificamente também de vossos lares.

Promovam a ambientação sadia de vossos lares. Pensem em cada ambiente, assim como pensam em seus corpos. Na cozinha se faz a digestão de um lar. Então, pensem na cozinha, em tratar esta cozinha como tratam seu estômago. Tenham água em abundância, tenham alimentos em abundância e alimentos saudáveis, bem tratados, bem cuidados. Mesmo que tenham pouco alimento, mas que ele seja sempre manipulado com graça, com gratidão, com alegria, com amor, com humildade, com simplicidade,  com muito cuidado e, acima de tudo, com celebração. A sala de vocês, a varanda de vocês são os vossos olhos para o mundo. Pensem nisso, pensem em olhos bem cuidados, limpos, abertos, arejados, cortinas abertas, claras, limpas, organizadas. Vosso quarto é o cérebro mentor da casa, é o lugar onde vocês se deitam, dormem, repousam. Pensem neste ambiente como um lugar acolhedor, um lugar que receba a visita de vossos corpos com tranquilidade, serenidade, uma luz calma, pacífica. Enfim, pensem em cada ambiente como parte de vosso corpo e, quando saírem à rua, pensem na rua como a grande emanação, deste ambiente cuidado. Estarão espalhando, assim, a semente do cuidado por todos os lugares onde andarão.

Breve, estarão comemorando mais um aniversário e estaremos juntos, celebrando. Importante que comecem a trabalhar agora e saibam que, para vencer o desafio do cuidado, das ações em rede, da dependência de outras pessoas que não estão sintonizadas com as suas agendas em relação a vocês, mas que estão sendo preparadas para estarem juntas, precisam de tempo para se organizarem, precisam de tempo para esta acolhida mental, espiritual e emocional. Comecem a se organizar agora. Estivemos ajudando, há muito tempo pessoas que estiveram em conflito, na guerra. Para se preparar para a grande guerra entre o bem e o não-bem, são necessários guardiões aparelhados, guardiões preparados, que estejam estudando, que estejam edificando e que estejam se cuidando e cuidando desses espaços.

Estejam atentos e, em nenhum  momento, percam a vigilância. Vigiai primeiro, orai em segundo e, de preferência, façam os dois juntos. Vigiai E orai, assim disse um dia o grande Mestre  e não “vigiai OU orai”. Assim, juntas, as duas coisas, vigiai e orai sobre os vossos corpos, vigiai com o que comem, com o que ingerem, com as bebidas. Vigiai com o que expelem de vossas bocas. Se não puderem dizer o bem não digam nada. Respirem, captem a grande seiva em forma de ar que alimentam vossos corpos e aguardem. Garantimos que, dez segundos depois, o que diriam se não for do bem, não será dito, porque terão se conectado  com a Fonte, terão se conectado com a grande Fonte emanante do bem, que tudo cuida. E, quando vocês se conectam, vocês usam o grande escudo protetor, lançam o grande estudo protetor  em torno de vocês.

Mas façam a vossa parte, mais uma vez, para esta conexão. Estamos juntos, dispostos a ajudar, mas precisamos do empenho, da dedicação e do esforço continuado de cada um. Agradecemos, mais uma vez. Parabenizamos, porque sabemos que alguns venceram desafios de estarem aqui, alguns venceram o desafio de lutarem consigo mesmos, com crenças internas de estarem aqui neste dia hoje. Mas agradecemos por estarem, agradecemos pela confiança neste plano maior que nos auxilia e esperamos, mais uma vez, que estejam conectados com a Fonte, conectados com a luz , com a alegria, e com o abraço universal. Recebam,  nesse momento, o abraço de toda a espiritualidade, reunida em torno de vós no grande abraço que sentirão agora. Fiquem em paz.

Ana Justina Neri

15/08/12
Parque Lagoa do Nado

Passeio energético e sintonização vibracional

Amanhã, dia 15 de agosto, ao meio-dia e trinta (hora exata e oficial de Brasília), una-se à Rede Zenitude, em vibrações positivas e iluminadas pela Paz Mundial e pelo expansão da Frequência do Amor.

Membros da Rede estarão participando de um passeio em um Parque de Belo Horizonte, capital mineira. Durante o evento, celebraremos os Valores da Rede, reforçando a compreensão e aplicação dos mesmos em nossas vidas. Em paralelo, membros individuais e outras Redes de todo o mundo estarão unidas e sintonizadas em um só pensamento.

Reserve um minuto de seu tempo e participe conosco deste momento mágico, esteja onde estiver. No momento marcado para a sintonização, 12:30, de acordo com sua crença, imagine nosso planeta sendo banhado por energias salurares e renovadores. Visualize pessoas felizes, animais saudáveis, águas límpidas e vegetações floridas.

Sintonize-se com nações felizes entrosadas umas com as outras,

Participe conosco, reservando um minuto de seu tempo, esteja onde estiver.

Assim como você, outras pessoas estarão unidas, em um elo de positividade, esperança e fé.

Em setembro, celebre a paz planetária, no Parque do Ibirapuera/SP.

Vem aí, mais uma edição do Festival Mundial da Paz. O evento vai acontecer de 06 a 09 de setembro, no Parque do Ibirapuera, em São Paulo. Excelente oportunidade para refletir e agir em prol da paz no Planeta. Uma atitude que a Rede Zenitude apoia, incentiva e exercita!

O III Festival Mundial da Paz é um evento global, sistêmico, multicultural, descentralizado e integrador. É realizado por voluntários que compartilham gratuitamente suas experiências e saberes em prol da causa da paz. Ocorre a cada 3 anos, visando a promoção, a partilha e a vivência de valores e experiência de cultura de paz entre diversos agentes, instituições e indivíduos dedicados ao desenvolvimento  e difusão desta causa. Continue lendo “Em setembro, celebre a paz planetária, no Parque do Ibirapuera/SP.”