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Refletindo sobre o Carnaval

Aproximam-se dias de intensa alegria, em toda camada terrena. Dias de celebração, dias de materialização de sonhos de beleza, dias em que o anseio de muitos transforma-se, efetivamente, em demonstração concreta do que o esforço humano é capaz de fazer, de forma coletiva, amorosa e empreendedora. Em todo o mundo, por diferentes manifestações, os seres humanos transformam seus corpos e suas ruas, com arte, colorido, vibração e sons.

No momento em que a maior Nação evangelizadora do Planeta se prepara para a sua maior festa, eis algumas palavras que, distante de soarem às mentes como meramente moralizadoras ou castradoras da felicidade e da alegria são um ingrediente para a reflexão, o cuidado, o autocuidado e a vigilância. Em primeira instância, não nos esqueçamos da origem desta celebração – tempos de Saturnália ou Bacanália a deuses romanos, com o objetivo de descarregarem-se das tensões e recalques, em um mundo ainda desprovido de informação, luz do conhecimento e razão.

Neste sentido, é importantíssima a vigilância, principalmente àqueles que vêm-se dedicando cotidianamente ao progresso, à cura e à construção de um Tempo Novo. Nesta época, de forma expressiva, grande faixa da humanidade terrena oscila entre os limites do instinto e da razão, sedentos de sensações e ansiosos por emoções que não estão conectadas com os mais sublimes sentidos superiores.

Necessário é que haja uma tentativa coletiva de transformar esta grande festa em uma real celebração de alegria pela vida – e isso alegra todo o orbe cósmico e vibratório que estiver ao redor. No entanto, todo o poder de forças contrárias, neste momento, migram para a atmosfera terrestre, também sedentos das emanações da carne, do desregramento, da sexolatria. Exércitos de energias estão em prontidão de embarque. Não se iludam de que, em muitos momentos, estarão propensos a tornarem-se instrumentos, já que colocaram-se no papel de sintonizadores de uma outra frequência, distinta daquela que tanto têm tentado construir, refletir, meditar, alcançar.

Não se privem da alegria. Mas esforcem-se para que ela seja genuína e impregnada de cuidado consigo mesmos, com o outro, com o Planeta, com a casa em que vivem, com o lugar em que habitam e com os lugares onde levam sua luz, sua vibração e sua alma radiante e partícula integrante da Fonte. Não se privem da beleza, mas estejam atentos para fitarem o que lhes proporciona desenvolvimento efetivo, muito além da materialidade dos corpos ou da sedução do prazer passageiro.

Ao passar a festa, serão, novamente, seres que buscam a luz. Todo o arsenal que, neste momento, migra para a Terra, em busca das vibrações que não afinam com esse propósito, no entanto, poderá ter sido revigorado! Reflitam sobre esta responsabilidade! Em especial neste país, de grandes dimensões, a responsabilidade é imensa – todos os fluidos aqui emanados espalhar-se-ão pelo orbe, podendo ser utilizados, posteriormente, para fins que se destinam a outros tantos propósitos, sabidamente causadores de transtornos, mágoas, sofrimentos e angústias. Necessário, portanto, que haja trabalhadores em fileiras de luz, dispostos a emanar fluidos bons – a contrapartida do equilíbrio, do bem, da bondade e da harmonia.

A grandes festa é vencer o exército que hoje prepara-se para visitar cada grande aglomeração humana, em especial no Brasil. Para cada indivíduo em sintonia, estima-se que haja pelo menos uma dezena de energias prontas para uma conexão que poderia ser evitada, com a vigilância e o firme propósito de manter-se no caminho da porta mais estreita, porém a verdadeira, aquela onde estarão sanadas todas as enfermidades.

Como trabalhadores da luz, cumpre-lhes o papel de pelo menos TENTAR. E de, na medida do possível, orientar àqueles que necessitam desta orientação. Como terapeutas de sementes estelares, cumpre-lhes a missão que abraçaram. Há, mais uma vez, outros amigos, dispostos a ajudá-los, provendo-lhes de coragem e da genuína alegria e transbordamento de felicidade. Isso não é fantasia e já tiveram, em seus espíritos iluminados, provas concretas de que podem contar, sempre, com a espada, a lança e a proteção dos anjos, em cada luta cotidiana.

Propomos, como pílula protetora, que dediquem pelo menos um instante desta grande celebração para sintonizarem seus corações, corpos e almas com valores sublimes e elevados. E que tenham estes valores ao seu lado, nas provocações e chamados que serão fartos, intensos, múltiplos. Esta Nação, mais do que tudo, precisa disso, neste grande momento em que já entramos em um novo patamar energético e migramos, em uma velocidade que não imaginam para um tempo em que mensagens como esta nascerão em seus espíritos como nascem as flores em terreno saudável.  Vacinem-se, com a energia amorosa e divina. Revigorem-se, com o soro curativo da alegria cuidadosa. Fartem-se de vigilância lenitiva e protetora.

Acima de tudo, conscientizem-se de que são RESPONSÁVEIS pelo que constróem, pelo que chamam para si, por aquilo que acolhem.  Acolham, sim, a alegria. Mas reflitam sobre o seu significado para a sua trilha de evolução.

Paz em seus corações. Gratidão e fé!

(Ana Justina Nery – Em 06/02/2013; 06:00 am)

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3 Responses to " Refletindo sobre o Carnaval "

  1. Vladmyr Nogueira disse:

    Parabéns, pela coragem em publicar! Mensagem que me fez refletir e mudar alguns planos. Vou mais light e com mais responsabilidade. Obrigado.

  2. Caroline disse:

    Fez muito bem em publicar! Imagine só como não seria diferente se a maioria das pessoas tivessem essa mesma visão sobre o carnaval?!

    Abraços!

  3. Tarot Online disse:

    Realmente, o carnaval perdeu a sua essência. É triste ver os jovens se acabando e perdendo facilmente nesta data. Parabéns pelo artigo.

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