Celebremos a energia da família


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Bom dia, meus queridos amigos!!!

Estamos nos preparando para mais um retiro semestral, que será realizado no próximo final de semana, quando estaremos “Celebrando a Energia da Família”. Desde maio, quando realizamos o último retiro, o tema família vem sendo discutido em nossos eventos presenciais (Voos da Pena e nos passeios energéticos) e em nossa lista de e-mails. O tema família se apresenta como uma continuidade de um estudo que nos é oferecido desde o início do grupo, em novembro de 2009. Na época, durante o “Celebrando a Energia da Vida”, aprendemos que tudo em nosso meio é energia e que temos ferramentas para que esta energia se mantenha positiva e ao nosso favor. Aprendemos que notícia ruim é carregada de energia negativa e que selecionar o que ver na TV é uma das maneiras de nos mantermos bem. Aprendemos, também, que um sorriso sincero de bom dia despeja uma imensa carga energética positiva em quem recebe o sorriso e também em quem sorri. Vimos que, estando sintonizados com a energia Divina, podemos atuar positivamente até mesmo na vida daqueles que estão distantes de nós. Para a energia da vida não há distâncias.

Em nosso segundo encontro, realizado em maio de 2010, “Celebrando a Energia do Cuidado”, nos baseamos em um estudo do teólogo Leonardo Boff para conhecermos as várias dimensões do Cuidado na vida pessoal, social e planetária. Aprendemos como cuidar para que estejamos energeticamente bem conosco, com o outro e com a natureza de forma geral.

“Celebrando a Energia da Música”
foi o tema apresentado no mês de novembro de 2010, momento em que experienciamos sensações maravilhosas do poder da música em nossas vidas. Conhecemos diversas aplicações da energia da música para manutenção do equilíbrio físico, mental e espiritual. Da mesma forma, identificamos momentos em que a música favorece o desequilíbrio e a desconexão com o Divino. São exemplos, músicas cujas letras favorecem a vida desregrada, incentivando o desrespeito ao outro ou a si mesmo.

Em maio de 2011, nosso retiro esteve repleto de criaturas celestiais:  arcanjos, querubins e serafins estiveram conosco “Celebrando a Energia dos Anjos”. Aprendemos que estes seres estão à nossa volta e em outros planos intercedendo para que tudo aconteça da melhor maneira possível. Aliando o conhecimento adquirido anteriormente à novidade que nos foi apresentada, percebemos que eles podem nos ajudar a CUIDAR  e manter o equilíbrio energético do Planeta e que podemos, inclusive, invocar a proteção deles fazendo uso da boa MÚSICA.

Agora, nos dias 18, 19 e 20 de novembro, estaremos reunidos “Celebrando a Energia da Família”. Veremos a importância das formações familiares durante a história do mundo. Como estas formações evoluíram até os dias atuais e como elas ainda possuem um papel fundamental na formação psíquica do indivíduo. Em nosso estudo preparatório temos percebido a família como uma possível blindagem contra forças desestruturadoras. Temos compreendido que a formação familiar é um recurso Divino que favorece nosso crescimento espiritual e nosso auto-conhecimento. Somos colocados em contato com pessoas que muitas vezes pensam e agem diferente de nós. Aquele irmão que nos incomoda por seu modo de agir, um filho que não nos obedece como gostaríamos, a esposa ou o marido que não nos compreende ou não nos ama como gostaríamos são exemplos de situações que Deus nos oferece para que cheguemos ao fim da vida equilibrados energeticamente e mais evoluídos. Deus nunca nos oferece desafios superiores aos recursos que temos disponíveis!

Em nosso estudo, teremos a oportunidade de ampliar nossa visão a respeito de Família, a partir da mensagem que Jesus nos trouxe de que somos todos irmãos. Veremos o termo família como a denominação de um agrupamento de seres com objetivos comuns. Sob esta perspectiva, descobrimos que somos uma grande família formada por pequenas famílias: a família das pessoas que moram em nossa rua, do nosso bairro, da nossa cidade, estado, país, planeta e do Universo. Se “Há muitas moradas na Casa de meu Pai”, como Jesus nos afirmou, em cada uma destas moradas também há um nosso irmão. Sem nos esquecermos, ainda, de outros membros de nossas famílias como os animais, as plantas, os minerais…

Partindo deste princípio, podemos começar a nos preparar para o grande desafio de reconhecer a Família Universal, reconhecendo os pequenos agrupamentos familiares de que fazemos parte e neles EXERCENDO A ENERGIA DO CUIDADO. Cuidando para que a criança que permanece no sinal de trânsito tenha um futuro melhor. Descobrindo formas de manter o filho da empregada longe do perigo e da tentação das drogas. Vendo o problema do outro como parte de um problema do todo e se sentindo co-responsável pela solução.
Sabemos que a proposta não é nada fácil. Como diz um palestrante de uma formação religiosa de que faço parte, quando nos preparamos para um estudo ou uma palestra, somos os primeiros a tomar conhecimento da informação e por isto nossa responsabilidade se torna ainda maior. Quando fazemos uma palestra, uma apresentação para uma plateia, os primeiros ouvidos a ouvir nossa fala são os nossos e, mais uma vez, somos chamados à responsabilidade em primeira mão.

Que a ENERGIA DA VIDA, a ENERGIA DO CUIDADO, a ENERGIA DA MÚSICA e a ENERGIA DOS ANJOS nos fortaleçam para fazer deste encontro mais um momento mágico. Que a energia gerada a partir dele alcance diversos corações em todo o Universo. Que possamos contribuir para o sucesso do momento especial pelo qual a Terra vem passando, no qual, a cada dia, iremos nos distanciar mais das energias negativas.

Celebrando a energia dos anjos

Desde as mais remotas culturas, os anjos povoam o imaginário humano.  Eles são citados na Bíblia e em outros livros sagrados. Sua interferência no cotidiano dos homens e das nações é admitida nas mais diversas crenças e até mesmo em registros históricos.  Guardiões, protetores, guias, auxiliares na busca do bem, emissários divinos.

Qual o papel dos anjos e sua influência na cultura humana? Como conectar-se com a energia angelical? Como trazer os exemplos de bondade, força e ternura, tão comuns nas citações sobre anjos, para o nosso cotidiano?

Em maio, nos dias 20, 21 e 22, a Rede Zenitude realizará a sua quarta edição do Retiro Vivencial e de Desenvolvimento Humano, o “Encontro Celebrando”. Nosso momento de celebrar a existência e o anseio de progresso físico, mental e espiritual dos seres e do Planeta. Em meio à beleza e serenidade da natureza, serão realizados estudos, reflexões e vivências sobre o tema “A Energia dos Anjos”. O tema será abordado sob um ponto de vista holístico, desvinculado de dogmas religiosos, respeitando-se a diversidade e promovendo a tolerância. Além das atividades relacionadas ao tema, desfrutaremos de bons momentos de alegria, lazer e alimentação saudáveis, práticas de relaxamento.

O número de vagas é limitado, para garantir o conforto, a integração e a qualidade das práticas, reflexões e vivências. Brevemente, divulgaremos o valor da contribuição – destinada unicamente a cobrir as despesas de estada e alimentação dos participantes.

Por que nem sempre alcançamos o que buscamos?

É consenso entre as religiões e doutrinas que existem forças paralelas ao nosso mundo, voltadas à promoção de sentimentos desconectados de bons propósitos.

Acredito ser consenso, também, que, muitas vezes, o desejo destas forças prevalece sobre nossos desejos. Mas, por que será? Por que muitas vezes buscamos algo que acreditamos ser importante para nosso crescimento e, apesar de desejar bastante e pedir ao Pai que nos conduza rumo a este caminho, mesmo assim não o alcançamos?

Creio que, em primeiro lugar, temos que ter ciência de que nem sempre aquilo que acreditamos ser o melhor para nós é realmente o melhor para nós. E Deus, nosso pai, conhece-nos bem, sabe o que realmente precisamos. Às vezes, não adianta pedir a Ele que nos permita comprar uma casa de cinco quartos, se não teremos como pagar o IPTU, manter a casa limpa etc… E, ainda, endividar-nos, a ponto de não conseguirmos pagar a aquisição e perdê-la logo à frente.

Mas, existem outros fatores que podem influenciar no processo de alcance de nossos objetivos. Muitas vezes, o que pedimos, o que desejamos faz parte de nosso caminho, sim. E, ao pedirmos, Nosso Pai prontamente permite que o alcancemos. Porém, apesar de todos os caminhos abertos, o pedido não chega. Por que será? Até que ponto as forças negativas podem influenciar?

Hoje pela manhã, li um texto sobre fé que utiliza uma metáfora muito interessante. Quando o lavrador planta uma semente na terra fértil, ele cuida dela diariamente: rega, aduba… Mas, em nenhum momento, ele vai lá e desenterra-a para ver se a semente está germinando. Ele tem certeza de que ela germinará. É o processo natural e ele acredita nisto!

Quando fazemos um pedido ao Pai, temos que partir do princípio de que, se aquilo faz parte de nosso crescimento, se nos fará bem, Deus nos concederá! E, a partir daí, temos que nos preparar para receber o que pedimos. Fazer exatamente o que o lavrador faz. Cuidar do terreno e da semente, arar, adubar, regar. E, em nenhum momento, desacreditar ou “experimentar” situações que questionem a chegada daquilo que almejamos. Pedir ao Pai, trabalhar por aquilo e preparar o terreno, apenas isto!

Porém, vivemos em um mundo onde ainda existe o bem e o mal. Em nossa trajetória evolutiva, por diversas vezes, assumimos papéis muito mais próximos do mal do que do bem. E isto gera dívidas, gera cobranças futuras, gera relações onde o outro passa a não querer o nosso bem integral.

Hoje, ao fazermos um pedido ao nosso Pai, talvez um irmão nosso peça exatamente o contrário, por acreditar que o nosso crescimento, a nossa satisfação represente para ele uma derrota. Infelizmente, existem situações como a seguir: Pedro deseja muito ser promovido. Porém, Paulo, seu colega de trabalho, não consegue acertar-se na empresa, está lá há muito mais tempo do que Pedro, porém estagnado na função. Paulo torce para que Pedro não seja promovido, pois se sentirá ainda mais inferiorizado. Pedro e Paulo são filhos de Deus. E o Pai, em sua infinita graça e amor concede aos filhos aquilo que lhe pedem e lhes faz o bem. Imaginemos que Pedro, apesar de um excelente funcionário e desejar muito a promoção, não cuida do terreno, não rega a semente. Ou seja, não se mantém vigilante quanto às energias negativas que o circundam. Não se mantém conectado a forças superiores, principalmente quando chega ao trabalho. Já Paulo, o irmão menos ligado ao bem, movido pelo sentimento de inveja, deposita em Pedro as energias mais pesadas, torce insistentemente para que o outro cometa erros. Consciente ou inconscientemente, liga-se à forças negativas que se alimentam de sentimentos de inveja, dor e raiva.

Nosso Pai, que ama seus filhos por igual, permite que a vida aconteça em sintonia com o que buscamos energeticamente. Pedro, apesar de competente, esqueceu de “cuidar” do que buscava. Paulo, ao contrário, e infelizmente, acreditou que a ascensão de Pedro representaria sua queda e trabalhou para que isto não acontecesse. Resultado: João, um funcionário de outro setor, foi chamado para o cargo que Pedro desejava.

A partir de hoje, quando fizer um pedido ao Pai, prepare-se para ser atendido. Acredite nisto e não fique a cada dia “verificando se a semente está germinando”. Se é uma casa nova, pense nos móveis que terá lá dentro, defina como pagará por ela. Se é um carro novo, já comece a pesquisar valor de seguro, escolha a cor, modelo etc.

Caso o pedido não sejam bens materiais, mas um estado de espírito, procure por situações que o deixe neste estado. Se deseja sair de uma depressão, por exemplo, busque locais onde as energias positivas e felizes prevalecem. E este local pode ser a sua própria casa. Faça dela o seu abrigo, o seu oásis de energias positivas.

Se o desejo é livrar-se de um vício, para quê ficar testando, se aquilo já não lhe causa mais prazer. Esqueça-o e tente passar a viver uma vida sem ele.

É como nos disse Jesus:

“Respondeu-lhe o Senhor: Se tiverdes fé como um grão de mostarda, direis a esta amoreira: Arranca-te e transplanta-te no mar; e ela vos obedecerá” (Lc 17.6).

“Pois em verdade vos digo que, se tiverdes fé como um grão de mostarda, direis a este monte: Passa daqui para acolá, e ele passará. Nada vos será impossível” (Mt 17.20).

A Saúde e as Emoções

A entrevista abaixo é um excelente aprendizado sobre o papel que as emoções tem em nosso bem estar. E como isto tem sido discutido e apresentado ultimamente!

Na semana passada assisti a uma palestra sobre depressão e a oradora disse da importância de assumirmos para nós que sentimos inveja em alguns momentos. Sim, porque é difícil para nós assumirmos isto.  A sociedade nos ensina a viver dentro de um modelo onde de um lado está o bem e de o outro o mal. Grande parte de nós acha que determinadas emoções e sentimentos nos colocam do lado do mal e não é assim. Podemos sentir inveja, sim. Mas, o que vamos fazer com esta inveja é que define o nosso caráter. Um estado emocional momentâneo não é determinante de nosso EU. Não é por que fazemos um determinado ato de caridade que somos uma pessoa altamente evoluída, assim como não é porque sentimos raiva ou inveja em determinadas situações que iremos nos sentir o pior dos seres humanos.

Se o companheiro de trabalho nos puxa o tapete, sentimos raiva, ficamos decepcionados. Penso  que dizer que iremos dar a outra face para que ele bata é nos agridir. Não estamos neste nível ainda. Aí, muitas vezes, reprimimos a emoção e nos detonamos!

Que, a partir da leitura da entrevista do Dr. Jorge Carvajal, possamos refletir sobre o que temos feito com nossas emoções.

Jorge Carvahal

Entrevista com o Dr. Jorge Carvajal, médico cirurgião da Universidade de Andaluzia, Espanha, pioneiro da Medicina Bioenergética. 10 de març0 de 2009.

Na realidade, boa parte das enfermidades são exatamente o contrário: são a resistência do corpo emocional e mental à alma . Quando nossa personalidade resiste aos desígnios da alma, adoecemos.

A Saúde e as Emoções

Há emoções prejudiciais à saúde?  Quais são as que mais nos prejudicam?

70 por cento das enfermidades do ser humano vêm do campo da consciência emocional. As doenças muitas vezes procedem de emoções não processadas, não expressadas, reprimidas.  O medo, que é a ausência de amor, é a grande enfermidade, o denominador comum de boa parte das enfermidades que temos hoje. Quando o temor se congela, afeta os rins, as  glândulas suprarrenais, os ossos, a energia vital, e pode converter-se em pânico.

Então nos fazemos de fortes e descuidamos de nossa saúde?

De heróis os cemitérios estão cheios. Tens que cuidar de ti. Tens teus limites, não vás além.    Tens que reconhecer quais são os teus limites e superá-los, pois, se não os reconheceres, vais destruir teu corpo.

Como é que a raiva nos afeta?

A raiva é santa, é sagrada, é uma emoção positiva, porque te leva à autoafirmação, à busca do teu território, a defender o que é teu, o que é justo. Porém, quando a raiva se torna irritabilidade, agressividade, ressentimento, ódio, ela se volta contra ti e afeta o fígado, a digestão, o sistema imunológico.

Então a alegria, ao contrário, nos ajuda a permanecer saudáveis?

A alegria é a mais bela das emoções, porque é a emoção da inocência, do coração e é a mais curativa de todas, porque não é contrária a nenhuma  outra. Um pouquinho de tristeza com alegria escreve poemas. A alegria com medo leva-nos a contextualizar o medo e a não lhe darmos tanta importância.

A alegria acalma os ânimos?

Sim, a alegria suaviza todas as outras emoções, porque nos permite processá-las a partir da inocência. A alegria põe as outras emoções em contato com o coração e dá-lhes um sentido ascendente. Canaliza-as para que cheguem ao mundo da mente.

E a tristeza?

A tristeza é um sentimento que pode te levar à depressão quando te deixas envolver por ela e não a expressas, porém ela também pode te ajudar. A tristeza te leva a contatares contigo mesmo e a restaurares o controle interno. Todas as emoções negativas têm seu próprio aspecto positivo.  Tornamo-las negativas quando as reprimimos.

Convém aceitarmos essas emoções que consideramos negativas como parte de nós mesmos?

Como parte para transformá-las, ou seja, quando se aceitam, fluem, e já não se estancam e podem se transmutar. Temos de as canalizar para que cheguem à cabeça a partir do coração. Que difícil!  Sim, é muito difícil. Realmente as emoções básicas são o amor e o medo (que é ausência de amor), de modo que tudo que existe é amor, por excesso ou deficiência. Construtivo ou destrutivo. Porque também existe o amor que se aferra, o amor que superprotege, o amor tóxico, destrutivo.

Fonte: texto da entrevista recebido através do grupo de discussão da Rede Zenitude, mantido noYahoo Grupos.

A energia das árvores

Elas estão por toda parte, cada uma no seu jeito. Frondosas, esguias, grandes, pequenas, secas, vistosas,r epletas de folhas, floridas.

As árvores, nossas amigas ancestrais, exercem um papel fundamental para a vida humana na Terra, atuando no combate à poluição, reduzindo o calor e protegendo-nos contra os raios solares. Além disso, minimizam as ações dos ventos e das poeiras e ainda absorvem os ruídos ou barulhos, fazendo com que nossas moradias se tornem ambientes mais tranquilos.

Comercialmente, as árvores são utilizadas para a produção de carvão, papel, combustíveis, colas, vernizes, resinas, tintas, gomas, cortiça e uma infinidade de objetos. Mesmo o cidadão com menor poder de consumo, e nos locais mais remotos, consome madeira, por exemplo, ao usar a lenha como combustível.

Creio que a importância das árvores em nossa vida faz parte do senso comum. Mesmo que não as conservemos ou cuidemos bem delas, sabemos que precisamos delas.

Porém, uma grande utilidade das árvores ainda pouco conhecida e utilizada é como fonte de energia vital. As árvores, assim como tudo que existe no planeta, são feitas de energia e são excelentes condutoras energéticas.

Existem várias propostas de trabalhos energéticos com árvores, que variam conforme a linha de pensamento. Ao final deste artigo, relaciono algumas delas. Mas, se deseja algo bem simples e eficaz, faça o seguinte:

A partir de agora, passe a ver as árvores como seres vivos, que estão compartilhando o mesmo ambiente que você. Respeite-as, cumprimente-as mentalmente e tente sentir a emanação energética de cada uma delas. Assim, você estará criando familiaridade com as árvores. Depois, parta para o contato. Sempre que sentir vontade, abrace uma árvore, calorosamente. Entregue-se ao abraço, envolva-a com seus braços, deixando seu coração em contato direto com o tronco da árvore amiga. Esqueça de tudo o que estiver à sua volta e curta o momento. Com certeza, você sairá do abraço renovado.

Continue lendo “A energia das árvores”

Caminhando, cantando e redescobrindo valores

Uma das contribuições da Rede Zenitude para meu dia-a-dia foi o gosto pelas caminhadas em meio à natureza. Até há bem pouco tempo, caminhar alguns quilômetros, sentindo o ar puro e a energia da natureza, estava fora de cogitação. Hoje, as caminhadas energéticas são para mim uma fonte de revitalização. No dia 18 de julho, nossas energias foram recarregadas, em um local muito agradável, chamado Parque Pedagógico Quinta dos Cristais. O local foi selecionado a partir de pesquisas na internet e acreditávamos que ninguém do grupo o conhecia. Chegando lá, uma agradável surpresa. Eu, Ney Mourão e Rosângela Rocha já havíamos estado lá, porém usufruindo apenas do restaurante, um local agradabilíssimo onde se come folha de assa-peixe frita à milanesa, como se estivesse comendo um peixe frito. Isto mesmo, o gosto é muito parecido. Vale a pena conferir.

Ao chegarmos ao parque, fomos muito bem recebidos pelo proprietário, que nos relatou sua experiência com o local, declamou belos poemas e ainda participou da oração de preparação para a caminhada. Caminhamos alguns quilômetros, sendo grande parte em região íngrime, porém de acesso relativamente fácil. O sol nos presenteava com momentos de brilho e calor intenso alternados com momentos nublados e de agradável frescor.

Ao final da trilha, uma visão estonteante. No ponto mais alto do parque, uma pirâmide convidava-nos ao descanso. Dentro da pirâmide, podemos ter uma visão em 360 graus da região. Imersos na beleza e na paz que o momento nos proporcionou, iniciamos nossa preparação para a sintonização energética, ao meio-dia, com os demais membros da Rede presentes em outros locais. Embalados por belos cânticos, formamos o círculo de mentalização e, emocionados, entramos em sintonia com planos superiores. Belas palavras e importantes ensinamentos chegaram até nós, dos quais destaco dois: “o mal tem força, mas só o bem tem poder” e “orai e vigiai, mas antes de tudo vigiai”.

As palavras nos deram ciência de que estamos em um caminho sem volta onde cada um, a cada encontro, adquire mais conhecimento e responsabilidades. Ouvimos que este conhecimento torna-se de cada um e por mais que ele não seja utilizado, não há como se desfazer dele. Seria como uma mochila que carregamos e que iremos levar sempre conosco, utilizando ou não. Nesta óptica, não utilizar torna-se irracional, pois é um bem que podemos causar a nós e aos outros. Ouvimos, também, que a natureza busca o equilíbrio e a existência do mal faz parte desta busca. No entanto, o mal possui uma determinada força, porém não possui o poder. Quando a força do mal sobrepõe-se, é sinal de que estamos dando poder a ela, de forma inconsciente, é claro! Percebemos, aí, o quanto é importante o ensinamento sobre a necessidade de vigiar, constantemente. É preciso que estejamos atentos aos nossos atos, nossos pensamentos, nossas vibrações. Nós, humanidade, estamos com a faca e o queijo nas mãos. Basta sabermos cortar.

Após a sintonização energética, fizemos um breve lanche, seguido de uma sessão de fotos. No retorno, alegria e descontração, rumo ao piquenique final. Regressamos para Belo Horizonte às 16 horas, refeitos energeticamente e, principalmente, satisfeitos, por termos dados nossa contribuição para a busca do equilíbrio vibracional do planeta.

Depois que Papai Noel passou, o que fazer com PC ou celular velho?

lixoA frase acima é título de uma interessante matéria veiculada no Jornal Nacional que trata de uma questão importante nos dias de hoje. O que fazer com o aparelho tecnológico que já não nos interessa mais?


Aquele PC que até ontem só lhe dava dor de cabeça de tanta lentidão, por exemplo? Doar para uma instituição filantrópica e simplesmente passar o “problema” para frente?

Felizmente, já existem algumas organizações públicas e governamentais que se encarregam de dar um destino correto a este material.


O Governo federal mantém um projeto chamado Computadores para Inclusão, com o objetivo de recondicionar equipamentos de informática e apoiar a informatização de escolas públicas, bibliotecas e ONGs.


Segundo o site do projeto, as cidades de Porto Alegre, Guarulhos, Brasília e Belo Horizonte já possuem unidades do Centro de Recondicionamento de Computadores (CRC).


Eu conheço a unidade de Belo Horizonte. É um prédio imenso, muito bem estruturado, com uma equipe de profissionais contratados especializados em manutenção em hardware. E um detalhe bem interessante é que eles fornecem cursos a jovens carentes que passam a ter uma profissão graças ao projeto. Alguns são contratados na própria unidade, outros são indicados para empresas da região.


O CRC-BH é mantido pela Empresa de Informática e Informação do Município de Belo Horizonte (Prodabel), pela Prefeitura do Município de Belo Horizonte e pela AMAS – Associação Municipal de Assistência Social. Fica na Rua José Clemente Pereira, nº 440 – bairro Ipiranga, Belo Horizonte – MG, CEP: 31160-130. O telefone é (31) 3277-6064 e o e-mail: crc.bhdigital@pbh.gov.br


Recentemente, o CRC-BH firmou parceria com uma empresa que faz a reciclagem de componentes de equipamentos eletrônicos (ferro de passar, rádio etc.) passando a recebê-los também.


Para saber o endereço dos outros CRC’s no país, visite o link http://www.computadoresparainclusao.gov.br/lista-crcs.php


Na página do Jornal Nacional, você confere o vídeo da matéria da qual eu extraí o título do post e vê também uma lista de outras organizações que recebem doação de equipamentos eletroeletrônicos

http://g1.globo.com/Sites/Especiais/Noticias/0,,MUL1423055-17815,00-DEPOIS+QUE+PAPAI+NOEL+PASSOU+O+QUE+FAZER+COM+PC+OU+CELULAR+VELHO+G+CONTA.html


Página sobre o CRC-BH

http://www.silexsistemas.com.br/noticias/98-conheca-o-centro-de-recondicionamento-de-computadores-pbh

Estudo britânico confirma propriedade analgésica de hortelã brasileira

(Fonte: BBC – Brasil)

hortelabravaUma xícara de chá de um tipo de hortelã tem propriedades analgésicas equivalentes às de alguns remédios vendidos comercialmente, concluiu um estudo feito na Grã-Bretanha por uma pesquisadora brasileira.

Há séculos, a erva Hyptis crenata, conhecida como hortelã-brava e salva-de-marajó, vem sendo utilizada na medicina popular no Brasil para tratar desde dores de cabeça e estômago até febre e gripe.

Liderada pela brasileira Graciela Rocha, a equipe da Universidade de Newcastle, no nordeste da Inglaterra, fez estudos com ratos e provou que a prática popular tem base científica. O estudo foi publicado na revista científica Acta Horticulturae.

Graciela Rocha está apresentando seu trabalho no International Symposium on Medicinal and Nutraceutical Plants em Nova Déli, na Índia.


Tradição
De forma a reproduzir os efeitos do tratamento da maneira mais precisa possível, a equipe fez uma pesquisa no Brasil para descobrir como a erva é preparada tradicionalmente e que quantidades devem ser ingeridas.

O método mais comum de uso é ferver a folha seca em água durante 30 minutos e deixar que o líquido esfrie entes de bebê-lo. Os pesquisadores descobriram que quando a erva é ingerida em doses similares às indicadas na medicina popular, ela é tão efetiva em aliviar a dor como uma droga sintética, do tipo aspirina, chamada indometacina. A equipe pretende agora iniciar testes clínicos para descobrir quão efetiva a erva é no alívio da dor em humanos.

“Desde que os homens começaram a andar na Terra, temos procurado plantas para curar nossas aflições”, disse Graciela Rocha. “Na verdade, calcula-se que mais de 50 mil plantas sejam usadas no mundo com fins medicinais. Além disso, mais de a metade de todos os remédios vendidos com receita são baseados em uma molécula que ocorre naturalmente em alguma planta”.

“O que fizemos foi pegar uma planta que é amplamente usada para tratar a dor com segurança e provar cientificamente que ela funciona tão bem como algumas drogas sintéticas”, disse Rocha. “O próximo passo é descobrir como e por que a planta funciona”.

Sabor da Infância
Graciela disse que se lembra de ter tomado o chá como cura para todas as doenças da sua infância. Ela disse: “O sabor não é o que a maioria das pessoas na Grã-Bretanha reconheceriam como hortelã”.

“Na verdade, ela tem um gosto mais parecido com o da sálvia, que é uma outra erva da família das mentas”. “Não é muito gostoso, mas remédios não tem de ser gostosos, não é?”

A presidente da Chronic Pain Policy Coalition, entidade britânica que trabalha para combater a dor crônica, disse que a pesquisa é interessante. “São necessários mais estudos para identificar a molécula envolvida, mas este é um estudo interessante sobre um possível novo analgésico para o futuro”, disse Beverly Collett.

“Os efeitos de substâncias semelhantes à aspirina são conhecidos desde que os gregos, na Antiguidade, relataram o uso da casca do salgueiro para cortar a febre”.