A música nos acalma, nos excita e nos ensina

Em nosso terceiro retiro, Celebrando a energia da música, estudamos o poder que a música tem e sempre teve no planeta Terra. Compreendemos que a música também é um presente do criador para nos ajudar na busca do equilíbrio e do crescimento. O uso que fazemos dela é de nossa total responsabilidade.

A música está presente no dia a dia de todos nós. Nos comerciais de TV, nas novelas, no rádio, nas casas religiosas, nos momentos de faxina, de relaxamento, nas festas etc.

Muitas vezes, estamos em contato com uma música e não damos muita atenção àquela composição. Não percebemos como aquele ritmo nos atinge, se nos excita, se nos acalma. Acompanhamos a letra, cantamos, repetimos as frases sem perceber o que estamos dizendo. Mas, estamos dizendo. E, assim como a música, as palavras também tem seu poder, sua energia.

E é sobre isto que gostaria de refletir no dia de hoje. Sobre a letra de uma música de um CD que vendeu mais de um milhão de cópias e que se manteve em primeiro lugar nas paradas por um longo tempo. Pelo número, podemos imaginar o quanto esta música foi cantada. Quantas pessoa entraram em contato com sua melodia e com sua letra. Mas, quantos compreendem a mensagem que esta música nos traz?

A música de que estou falando é Faz um milagre em mim, de Régis Danese. Esta é uma das músicas que cantamos na casa religiosa que frequento. Sempre gostei desta música, e particularmente em momentos de dificuldades clamei por Deus cantando “Faz um milagre em mim”.

Mas, além deste clamor por uma ação do criador, a letra da música também nos inspira a conhecer uma passagem bíblica muito interessante e esclarecedora. A história de Zaqueu.

Segundo Lucas (19:1-10), Zaqueu era um publicano rico, responsável pela cobrança de impostos em Jericó para o governo de Roma. Os judeus consideravam os Publicanos como traidores e desprezíveis pelo fato de estarem ajudando Roma a extorquir Israel.

O caráter dos publicanos não era dos mais confiáveis, porque eles geralmente cobravam grandes somas de dinheiro, além do estipulado por Roma em benefício próprio. E o mesmo acontecia com Zaqueu.

Mas, a bíblia nos conta uma história linda de renovação, superação e mudança de atitude. Em uma das passagens de Jesus pela cidade, Zaqueu, um homem de baixa estatura, sobe em uma árvore a fim de visualizar Jesus. Jesus o vê e fala com ele. E, mais que isto, vai até sua casa. E Zaqueu resolve tomar um novo rumo.

Este é só um resumo deste belo ensinamento. Mas, gostaria de convidar você a visitar dois links que apresentam muito bem a passagem bíblica, inclusive com interpretações muito claras do que podemos extrair da história de Zaqueu.

A partir de agora, quando eu dizer “como Zaqueu, eu quero subir e chamar sua atenção para mim”, estarei reafirmando meus propósitos de reforma íntima. Aceitando minhas imperfeições e pedindo ao Pai que continue me ajudando a me tornar uma pessoa melhor a cada dia.

Links:
http://www.estudodabiblia.com.br/Estudos/zaqueu%20um%20homem%20que%20despertou.htm
http://celulascjesus.blogspot.com/2010/09/quem-foi-zaqueu.html

A Saúde e as Emoções

A entrevista abaixo é um excelente aprendizado sobre o papel que as emoções tem em nosso bem estar. E como isto tem sido discutido e apresentado ultimamente!

Na semana passada assisti a uma palestra sobre depressão e a oradora disse da importância de assumirmos para nós que sentimos inveja em alguns momentos. Sim, porque é difícil para nós assumirmos isto.  A sociedade nos ensina a viver dentro de um modelo onde de um lado está o bem e de o outro o mal. Grande parte de nós acha que determinadas emoções e sentimentos nos colocam do lado do mal e não é assim. Podemos sentir inveja, sim. Mas, o que vamos fazer com esta inveja é que define o nosso caráter. Um estado emocional momentâneo não é determinante de nosso EU. Não é por que fazemos um determinado ato de caridade que somos uma pessoa altamente evoluída, assim como não é porque sentimos raiva ou inveja em determinadas situações que iremos nos sentir o pior dos seres humanos.

Se o companheiro de trabalho nos puxa o tapete, sentimos raiva, ficamos decepcionados. Penso  que dizer que iremos dar a outra face para que ele bata é nos agridir. Não estamos neste nível ainda. Aí, muitas vezes, reprimimos a emoção e nos detonamos!

Que, a partir da leitura da entrevista do Dr. Jorge Carvajal, possamos refletir sobre o que temos feito com nossas emoções.

Jorge Carvahal

Entrevista com o Dr. Jorge Carvajal, médico cirurgião da Universidade de Andaluzia, Espanha, pioneiro da Medicina Bioenergética. 10 de març0 de 2009.

Na realidade, boa parte das enfermidades são exatamente o contrário: são a resistência do corpo emocional e mental à alma . Quando nossa personalidade resiste aos desígnios da alma, adoecemos.

A Saúde e as Emoções

Há emoções prejudiciais à saúde?  Quais são as que mais nos prejudicam?

70 por cento das enfermidades do ser humano vêm do campo da consciência emocional. As doenças muitas vezes procedem de emoções não processadas, não expressadas, reprimidas.  O medo, que é a ausência de amor, é a grande enfermidade, o denominador comum de boa parte das enfermidades que temos hoje. Quando o temor se congela, afeta os rins, as  glândulas suprarrenais, os ossos, a energia vital, e pode converter-se em pânico.

Então nos fazemos de fortes e descuidamos de nossa saúde?

De heróis os cemitérios estão cheios. Tens que cuidar de ti. Tens teus limites, não vás além.    Tens que reconhecer quais são os teus limites e superá-los, pois, se não os reconheceres, vais destruir teu corpo.

Como é que a raiva nos afeta?

A raiva é santa, é sagrada, é uma emoção positiva, porque te leva à autoafirmação, à busca do teu território, a defender o que é teu, o que é justo. Porém, quando a raiva se torna irritabilidade, agressividade, ressentimento, ódio, ela se volta contra ti e afeta o fígado, a digestão, o sistema imunológico.

Então a alegria, ao contrário, nos ajuda a permanecer saudáveis?

A alegria é a mais bela das emoções, porque é a emoção da inocência, do coração e é a mais curativa de todas, porque não é contrária a nenhuma  outra. Um pouquinho de tristeza com alegria escreve poemas. A alegria com medo leva-nos a contextualizar o medo e a não lhe darmos tanta importância.

A alegria acalma os ânimos?

Sim, a alegria suaviza todas as outras emoções, porque nos permite processá-las a partir da inocência. A alegria põe as outras emoções em contato com o coração e dá-lhes um sentido ascendente. Canaliza-as para que cheguem ao mundo da mente.

E a tristeza?

A tristeza é um sentimento que pode te levar à depressão quando te deixas envolver por ela e não a expressas, porém ela também pode te ajudar. A tristeza te leva a contatares contigo mesmo e a restaurares o controle interno. Todas as emoções negativas têm seu próprio aspecto positivo.  Tornamo-las negativas quando as reprimimos.

Convém aceitarmos essas emoções que consideramos negativas como parte de nós mesmos?

Como parte para transformá-las, ou seja, quando se aceitam, fluem, e já não se estancam e podem se transmutar. Temos de as canalizar para que cheguem à cabeça a partir do coração. Que difícil!  Sim, é muito difícil. Realmente as emoções básicas são o amor e o medo (que é ausência de amor), de modo que tudo que existe é amor, por excesso ou deficiência. Construtivo ou destrutivo. Porque também existe o amor que se aferra, o amor que superprotege, o amor tóxico, destrutivo.

Fonte: texto da entrevista recebido através do grupo de discussão da Rede Zenitude, mantido noYahoo Grupos.

A energia das árvores

Elas estão por toda parte, cada uma no seu jeito. Frondosas, esguias, grandes, pequenas, secas, vistosas,r epletas de folhas, floridas.

As árvores, nossas amigas ancestrais, exercem um papel fundamental para a vida humana na Terra, atuando no combate à poluição, reduzindo o calor e protegendo-nos contra os raios solares. Além disso, minimizam as ações dos ventos e das poeiras e ainda absorvem os ruídos ou barulhos, fazendo com que nossas moradias se tornem ambientes mais tranquilos.

Comercialmente, as árvores são utilizadas para a produção de carvão, papel, combustíveis, colas, vernizes, resinas, tintas, gomas, cortiça e uma infinidade de objetos. Mesmo o cidadão com menor poder de consumo, e nos locais mais remotos, consome madeira, por exemplo, ao usar a lenha como combustível.

Creio que a importância das árvores em nossa vida faz parte do senso comum. Mesmo que não as conservemos ou cuidemos bem delas, sabemos que precisamos delas.

Porém, uma grande utilidade das árvores ainda pouco conhecida e utilizada é como fonte de energia vital. As árvores, assim como tudo que existe no planeta, são feitas de energia e são excelentes condutoras energéticas.

Existem várias propostas de trabalhos energéticos com árvores, que variam conforme a linha de pensamento. Ao final deste artigo, relaciono algumas delas. Mas, se deseja algo bem simples e eficaz, faça o seguinte:

A partir de agora, passe a ver as árvores como seres vivos, que estão compartilhando o mesmo ambiente que você. Respeite-as, cumprimente-as mentalmente e tente sentir a emanação energética de cada uma delas. Assim, você estará criando familiaridade com as árvores. Depois, parta para o contato. Sempre que sentir vontade, abrace uma árvore, calorosamente. Entregue-se ao abraço, envolva-a com seus braços, deixando seu coração em contato direto com o tronco da árvore amiga. Esqueça de tudo o que estiver à sua volta e curta o momento. Com certeza, você sairá do abraço renovado.

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