Contra diversas doenças, o melhor remédio: felicidade!

Felicidade é o melhor remédio para combater inúmeras doenças. Nada mais “Zenitude” do que buscar ser feliz! Vejam o que diz essa notícia…

Buscar atividades que deem prazer e produzem felicidade pode evitar males como gastrite, hipertensão e asma

Gastrite, hipertensão, asma, herpes e até artrite são doenças que podem ser evitadas com uma receita aparentemente simples: ser feliz. Estudos reunidos pela psicoterapeuta Fátima Marques, da Sociedade Americana de Psicologia, revelam que pessoas que se sentem bem consigo mesmas produzem mais substâncias que ajudam o funcionamento do organismo — os chamados hormônios da felicidade: endorfina, dopamina, serotonina e noradrenalina.

Pesquisas mostram que pessoas alegres apresentam um sistema imunológico mais eficiente, mais resistente e menos vulnerável a doenças, além de apresentarem uma recuperação mais rápida quando em tratamento”.

Fátima explica que, quando uma pessoa está estressada ou em depressão, produz cortisol (hormônio do estresse) em excesso, fazendo com que o organismo entre em estado de alerta. Se isso ocorre com frequência, o sistema imunológico pode se esgotar.

“Se não há equilíbrio hormonal, o sistema imunológico fica o tempo todo em estado de emergência. A sobrecarga abre uma porta enorme para entrada e instalação de doenças autoimunes, como lúpus, fibromialgia e psoríase, além daquelas que a maioria sabe que têm ligação com estresse, como a impotência”.

Segundo a psicoterapeuta, a noção de felicidade é subjetiva — só o próprio indivíduo sabe o que o faz verdadeiramente feliz. Mas é possível dar um empurrãozinho: “Procure uma atividade física de que goste de verdade e faça lista com seus sonhos. Não precisa mostrar a ninguém, basta tentar cumpri-los”, ensina.

Pesquisadores descobrem o segredo da felicidade

As orientações dos pesquisadores para o alcance da felicidade? Bem… O tema dá margem a boas reflexões. E como, segundo eles, um dos caminhos é justamente ocupar-se e ocupar a mente, dialogar sobre o o assunto já pode ser um primeiro passo para a felicidade. Que tal, então, comentar por aqui?
      
Pesquisadores da Universidade de Harvard publicaram estudo mostrando que em 49,6% do tempo em que se passa acordado, a mente está divagando (vulgo, pensando em alguma outra coisa que não a tarefa do momento) e o resultado é infelicidade.

Os psicólogos Matthew Killingsworth e Daniel Gilbert usaram um aplicativo para iPhone para coletar 250 mil dados sobre pensamentos, sensações e ações de 2250 mil pessoas. Na pesquisa, os voluntários recebiam perguntas do tipo quão feliz eles estavam, o que estavam fazendo e se estavam pensando em sua atividade atual ou outra coisa que fosse prazerosa, neutra ou desagradável.

Descobriu-se que divagar produz infelicidade mesmo nas atividades menos prazerosas e que divagar com um pensamento prazeroso não aumenta a felicidade.

A pesquisa mostrou também que os momentos em que estamos mais felizes é quando estamos produtivos (como conversando, se exercitando ou fazendo amor) e os menos felizes são aqueles em que descansamos, trabalhamos ou usamos o computador em casa.

Os resultados vão de encontro às tradições filosóficas e religiosas que ensinam que a felicidade é encontrada ao vivermos no momento e seus praticantes são treinados a resistir à divagação e a estar no aqui e agora, como a meditação e yoga.

Essa capacidade de pensar no futuro e no passado é única da espécie humana, e os autores da pesquisa afirmam “pensar no que não está acontecendo é uma conquista cognitiva que vem com um custo emocional”. Atualmente mais de 5 mil pessoas, de 18 a 88 anos em 83 países estão usando o aplicativo desenvolvido pelos pesquisadores, que pode ser encontrado em www.trackyourhappiness.org.