Corrente de doações (material e energética) pelos desabrigados

Há poucos meses, o estado do Rio de Janeiro foi destaque na mídia em virtude da guerra contra o tráfico. Graças a Deus, acompanhamos pela Tv uma união de forças contra o tráfico. Moradores do Morro do Alemão foram agraciados com uma liberdade que há muito esperavam. Depois da retomada do espaço, bandeiras brasileiras tremulavam nas janelas, salvas de palmas foram oferecidas aos militares e policiais envolvidos; riso, choro, lágrimas, abraços e muita emoção tomaram conta da região.

Agora, na última semana, o estado do Rio, mais uma vez é notícia nacional. Desta feita, infelizmente, as notícias não são boas. Vidas foram destruídas pelas chuvas. Bebês, crianças, adolescentes, jovens, adultos, idosos… cachorros, gatos, cavalos, bois… Plantas, árvores, flores…

O que dizer? Sabemos que a energia do amor transforma o mundo. Sabemos que este ainda é o único caminho para fazermos deste mundo que vivemos um mundo melhor. E, acredito que estamos fazendo. O Brasil está se unindo e ainda vai se unir mais em prol do outro.

A vitória contra o tráfico não foi uma vitória apenas dos moradores do Morro do Alemão, foi uma vitória do Brasil e de seu povo. Foi uma vitória que sinaliza um novo momento que se descortina e que pode e vai ser um caminho onde iremos extirpar o vício das drogas das famílias.

Agora, estas perdas, este sofrimento também não são apenas dos moradores da região serrana do Rio. A dor atinge cada um de nós que se solidariza com a dor do outro. Mais uma vez, somos convidados a nos doar em prol do tratamento desta dor. Vamos doar bens materiais a este povo que está sofrendo. Mobilize seus vizinho, seus amigos, familiares. Muitas pessoas desejam doar, mas sentem-se “travadas”, não sabem o que fazer. Aí, quando veem ali bem perto delas uma campanha pedindo doações, o fazem com mais tranquilidade. Você que nos lê neste momento, não deixe de fazer sua campanha!

Posso fazer mais alguma coisa do que doar bens materiais?
Sim, doar bens materiais neste momento é muito importante. Mas, orar, rezar, sintonizar, vibrar são sinônimos de um ato muito importante e que pode acalentar muitos corações sofredores. Nestes momentos, ao nos sintonizarmos com a dor do outro e pedir ao Poder Superior que os abençoe, enviamos energias altamente renovadoras que dão forças àqueles que partiram e também aos que ainda estão aqui, passando por dificuldades.

Mobilize-se, também, em prol do fortalecimento desta corrente energética. No culto, na missa, nas reuniões, ou nos seus momentos individuais de conversa com Deus, lembre-se daqueles que tem sofrido perdas em virtude de tragédias climáticas. Cubra-os com a energia do amor e não se esqueça nunca de que “a energia do amor transforma o mundo”.

Link útil:
– matéria publicada no Uol apresentando os bens materiais mais necessitados pelos moradores da região serrana do RJ

http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2011/01/16/produtos-de-higiene-pessoal-e-velas-sao-itens-mais-pedidos-para-doacao-no-rio.jhtm

Há poucos meses, o estado do Rio de Janeiro foi destaque na mídia em virtude da guerra contra o tráfico. Graças a Deus, acompanhamos pela Tv uma união de forças contra o tráfico. Moradores do Morro do Alemão foram agraciados com uma liberdade que há muito esperavam. Depois da retomada do espaço, bandeiras brasileiras tremulavam nas janelas, salvas de palmas foram oferecidas aos militares e policiais envolvidos; riso, choro, lágrimas, abraços e muita emoção tomaram conta da região.

Agora, na última semana, o estado do Rio, mais uma vez é notícia nacional. Desta feita, infelizmente, as notícias não são boas. Vidas foram destruídas pelas chuvas. Bebês, crianças, adolescentes, jovens, adultos, idosos… cachorros, gatos, cavalos, bois… Plantas, árvores, flores…

O que dizer? Sabemos que a energia do amor transforma o mundo. Sabemos que este ainda é o único caminho para fazermos deste mundo que vivemos um mundo melhor. E, acredito que estamos fazendo. O Brasil está se unindo e ainda vai se unir mais em prol do outro.

A vitória contra o tráfico não foi uma vitória apenas dos moradores do Morro do Alemão, foi uma vitória do Brasil e de seu povo. Foi uma vitória que sinaliza um novo momento que se descortina e que pode e vai ser um caminho onde iremos extirpar o vício das drogas das famílias.

Agora, estas perdas, este sofrimento também não são apenas dos moradores da região serrana do Rio. A dor atinge cada um de nós que se solidariza com a dor do outro. Mais uma vez, somos convidados a nos doar em prol do tratamento desta dor. Vamos doar bens materiais a este povo que está sofrendo. Mobilize seus vizinho, seus amigos, familiares. Muitas pessoas desejam doar, mas sentem-se “travadas”, não sabem o que fazer. Aí, quando veem ali bem perto delas uma campanha pedindo doações, o fazem com mais tranquilidade. Você que nos lê neste momento, não deixe de fazer sua campanha!

Posso fazer mais alguma coisa do que doar bens materiais?
Sim, doar bens materiais neste momento é muito importante. Mas, orar, rezar, sintonizar, vibrar são sinônimos de um ato muito importante e que pode acalentar muitos corações sofredores. Nestes momentos, ao nos sintonizarmos com a dor do outro e pedir ao Poder Superior que os abençoe, enviamos energias altamente renovadoras que dão forças àqueles que partiram e também aos que ainda estão aqui, passando por dificuldades.

Mobilize-se, também, em prol do fortalecimento desta corrente energética. No culto, na missa, nas reuniões, ou nos seus momentos individuais de conversa com Deus, lembre-se daqueles que tem sofrido perdas em virtude de tragédias climáticas. Cubra-os com a energia do amor e não se esqueça nunca de que “a energia do amor transforma o mundo”.

Eu acredito no Brasil

Em setembro de 2009, participei de um grupo de teatro amador, da Fraternidade Espírita Charles Pierre. A peça era “Brasil, coração do mundo, pátria do evangelho”, inspirada no livro homônimo, que, segundo a crença espírita, é uma psicografia do espírito Humberto de Campos, feita por Francisco Cândido Xavier.

O texto apresenta fatos históricos do Brasil e do mundo, relacionando-os com um planejamento de forças superiores que desejavam fazer de nossa pátria um local para receber espíritos responsáveis por disseminar os ensinamentos de Jesus.

No espetáculo, representei o personagem Helil, espírito evoluído que, no final do século XIV, vem à Terra, acompanhando Jesus em um trabalho de avaliação de como os terráqueos estavam absorvendo os ensinamentos deixados por Ele. Nesta visita, Jesus decepciona-se, ao ver que o mundo político, econômico e social do Ocidente estava conturbado pelo egoísmo, orgulho e vaidade dos habitantes das grandes potências europeias. Jesus, juntamente com Helil, traça um novo roteiro para o desenvolvimento espiritual dos terráqueos. Para isso, Helil deveria reencarnar em Portugal e direcionar o povo português às conquistas marítimas, com o objetivo de descobrir as terras virgens da América e nelas semear os ensinamentos de Jesus.

A peça foi um sucesso de público, nas duas apresentações. Teatro lotado, cerca de quatrocentas pessoas, em cada um dos dias. Além de realizar um sonho meu, que era o de representar para uma plateia grande, participar deste espetáculo fez com que eu passasse a acreditar mais em meu país.

A partir dali, passei a ver nossa pátria como uma nação com uma missão muito especial e de grande responsabilidade: disseminar os ensinamentos de Jesus, governador de nosso Planeta, através do exemplo.

Como escreveu a autora Célia Urquiza de Sá, no livro A Missão do Brasil como Pátria do Evangelho , “O palco está armado, mas os atores somos nós. O projeto é grandioso, a oportunidade é valiosa, mas depende de nós.” Acredito que recebemos esta missão e estamos sendo orientados para o cumprimento dela. Inúmeros recursos nos foram oferecidos, mas cabe a nós alcançar ou não o êxito na missão.

Desde nossa colonização, há mais de quinhentos anos, temos adquirido conhecimentos importantes a partir de nossos erros e acertos. Características interessantes e importantes marcam nosso povo: a miscigenação racial, fruto dos períodos de escravidão e imigrações, a diversidade religiosa e o convívio pacífico entre seus adeptos, o início de uma maturidade política graças a experiências danosas no passado e a estabilidade econômica pós vários anos de enfrentamento de crises.

Creio que, há vários séculos, nós, brasileiros, estamos sendo preparados para assumir um papel importante no Universo. Não penso que sejamos os únicos, muito pelo contrário. Acredito que nossa missão faz parte de um grande projeto de evolução do Planeta no qual cada nação tem seu papel. Mas, nossa missão torna-se grandiosa por estar relacionada com a energia mais sublime que existe: o amor.

Os acontecimentos dos últimos dias no Rio de Janeiro fizeram com que eu acreditasse ainda mais em nosso país. Ver membros do exército, marinha e policiais militares e civis unidos por uma causa mostrou que é possível fazermos um mundo melhor, sim. Por mais que os “desacreditados” venham dizer que tudo foi uma farsa, que existem objetivos por trás ou que o problema é muito maior do que a parte que foi resolvida, ainda assim eu acredito na importância deste momento e no quanto ele representa, como símbolo de uma nova fase na história brasileira.

Neste final de semana, o brasileiro teve uma prova de que a união realmente faz a força. Quebrou-se um paradigma de que o crime organizado é tão poderoso que torna-se imbatível. Uma pequena parte de uma imensa rede foi desmantelada. Mas, como em uma teia de aranha, o toque em uma das pontas repercute em seu centro. Entre aqueles jovens que empunhavam armas nos morros e os grandes cabeças do tráfico existem vários níveis hierárquicos. Mas, para completarmos uma maratona, é preciso o primeiro passo, que já foi dado.

Vamos acreditar, sim, que um dia conseguiremos extinguir as drogas de nosso convívio. Vamos acreditar, sim, que inúmeras outras comunidades que hoje são reféns do crime vão ser libertadas. Vamos acreditar que o mínimo possível de vidas serão perdidas nesta guerra. E que não nos esqueçamos nunca de que trata-se de uma guerra contra as drogas, contra o crime, contra o mal que esta situação causa aos envolvidos. Que não seja uma guerra contra os traficantes, e sim contra o que os move.

Eu acredito no Brasil!

Em setembro de 2009, participei de um grupo de teatro amador, da Fraternidade Espírita Charles Pierre. A peça era “Brasil, coração do mundo, pátria do evangelho”, inspirada no livro homônimo, que, segundo a crença espírita, é uma psicografia do espírito Humberto de Campos, feita por
Francisco Cândido Xavier.

O texto apresenta fatos históricos do Brasil e do mundo, relacionando-os com um planejamento de forças superiores que desejavam fazer de nossa pátria um local para receber espíritos responsáveis por disseminar os ensinamentos de Jesus.

No espetáculo, representei o personagem Helil, espírito evoluído que, no final do século XIV, vem à Terra, acompanhando Jesus em um trabalho de avaliação de como os terráqueos estavam absorvendo os ensinamentos deixados por Ele. Nesta visita, Jesus decepciona-se, ao ver que o mundo político, econômico e social do Ocidente estava conturbado pelo egoísmo, orgulho e vaidade dos habitantes das grandes potências europeias. Jesus, juntamente com Helil, traça um novo roteiro para o desenvolvimento espiritual dos terráqueos. Para isso, Helil deveria reencarnar em Portugal e direcionar o povo português às conquistas marítimas, com o objetivo de descobrir as terras virgens da América e nelas semear os ensinamentos de Jesus.

A peça foi um sucesso de público, nas duas apresentações. Teatro lotado, cerca de quatrocentas pessoas, em cada um dos dias. Além de realizar um sonho meu, que era o de representar para uma plateia grande, participar deste espetáculo fez com que eu passasse a acreditar mais em meu país.

A partir dali, passei a ver nossa pátria como uma nação com uma missão muito especial e de grande responsabilidade: disseminar os ensinamentos de Jesus, governador de nosso Planeta, através do exemplo.

Como escreveu a autora Célia Urquiza de Sá, no livro A Missão do Brasil como Pátria do Evangelho , “O palco está armado, mas os atores somos nós. O projeto é grandioso, a oportunidade é valiosa, mas depende de nós.” Acredito que recebemos esta missão e estamos sendo orientados para o cumprimento dela. Inúmeros recursos nos foram oferecidos, mas cabe a nós alcançar ou não o êxito na missão.

Desde nossa colonização, há mais de quinhentos anos, temos adquirido conhecimentos importantes a partir de nossos erros e acertos. Características interessantes e importantes marcam nosso povo: a
miscigenação racial, fruto dos períodos de escravidão e imigrações, a diversidade religiosa e o convívio pacífico entre seus adeptos, o início de uma maturidade política graças a experiências danosas no passado e a estabilidade econômica pós vários anos de enfrentamento de crises.

Creio que, há vários séculos, nós, brasileiros, estamos sendo preparados para assumir um papel importante no Universo. Não penso que sejamos os únicos, muito pelo contrário. Acredito que nossa missão faz parte de um grande projeto de evolução do Planeta no qual cada nação tem seu papel. Mas, nossa missão torna-se grandiosa por estar relacionada com a energia mais sublime que existe: o amor.

Os acontecimentos dos últimos dias no Rio de Janeiro fizeram com que eu acreditasse ainda mais em nosso país. Ver membros do exército, marinha e policiais militares e civis unidos por uma causa mostrou que é possível fazermos um mundo melhor, sim. Por mais que os “desacreditados” venham dizer que tudo foi uma farsa, que existem objetivos por trás ou que o problema é muito maior do que a parte que foi resolvida, ainda assim eu acredito na importância deste momento e no quanto ele representa, como símbolo de uma nova fase na história brasileira.

Neste final de semana, o brasileiro teve uma prova de que a união realmente faz a força. Quebrou-se um paradigma de que o crime organizado é tão poderoso que torna-se imbatível. Uma pequena parte de uma imensa rede foi desmantelada. Mas, como em uma teia de aranha, o toque em uma das pontas repercute em seu centro. Entre aqueles jovens que empunhavam armas nos morros e os grandes cabeças do tráfico existem vários níveis hierárquicos. Mas, para completarmos uma maratona, é preciso o primeiro passo, que já foi dado.

Vamos acreditar, sim, que um dia conseguiremos extinguir as drogas de nosso convívio. Vamos acreditar, sim, que inúmeras outras comunidades que hoje são reféns do crime vão ser libertadas. Vamos acreditar que o mínimo possível de vidas serão perdidas nesta guerra. E que não nos esqueçamos nunca de que trata-se de uma guerra contra as drogas, contra o crime, contra o mal que esta situação causa aos envolvidos. Que não seja uma guerra contra os traficantes, e sim contra o que os move.

Que a energia do amor nos acolha

Infelizmente, temos presenciado uma situação complicada no Rio de Janeiro. Uma verdadeira guerra entre o poder público e o crime organizado. É importante que nesse momento corações e mentes distantes evitem sintonizar com a energia negativa da violência. Estejamos vigilantes, orando e pedindo ao Poder Superior para que tudo se resolva com o mínimo de violência.

O mal, entenda-o conforme suas crenças, em momentos como esses utiliza energias dispendidas por nós quando “torcemos” por um dos lados. Vamos desejar que o bem vença, mas não vamos nos envolver com a energia que envolve a situação. Sempre que ver ou ler alguma notícia, reze! Visualize corações sendo tocados por uma luz branca. Imagine as pessoas envolvidas com o tráfico jogando armas ao chão.

Acredite, a energia do amor transforma o mundo! A situação é de mudança, e toda mudança traz consequências. Mas, vamos acreditar que as conseqências terão o mínimo de violência possível.

Convido você, leitor deste blog, a estabelecer conosco uma corrente de preces pela PAZ no Rio de Janeiro. Hoje, dia 25 de novembro, às 20 horas, a Rede Zenitude estará conectada vibrando por este objetivo e iniciando uma corrente. Una-se a nós, até que a situação se resolva.

Estejamos em Paz, vibremos pela Paz.