Celebrando a energia dos anjos

Desde as mais remotas culturas, os anjos povoam o imaginário humano.  Eles são citados na Bíblia e em outros livros sagrados. Sua interferência no cotidiano dos homens e das nações é admitida nas mais diversas crenças e até mesmo em registros históricos.  Guardiões, protetores, guias, auxiliares na busca do bem, emissários divinos.

Qual o papel dos anjos e sua influência na cultura humana? Como conectar-se com a energia angelical? Como trazer os exemplos de bondade, força e ternura, tão comuns nas citações sobre anjos, para o nosso cotidiano?

Em maio, nos dias 20, 21 e 22, a Rede Zenitude realizará a sua quarta edição do Retiro Vivencial e de Desenvolvimento Humano, o “Encontro Celebrando”. Nosso momento de celebrar a existência e o anseio de progresso físico, mental e espiritual dos seres e do Planeta. Em meio à beleza e serenidade da natureza, serão realizados estudos, reflexões e vivências sobre o tema “A Energia dos Anjos”. O tema será abordado sob um ponto de vista holístico, desvinculado de dogmas religiosos, respeitando-se a diversidade e promovendo a tolerância. Além das atividades relacionadas ao tema, desfrutaremos de bons momentos de alegria, lazer e alimentação saudáveis, práticas de relaxamento.

O número de vagas é limitado, para garantir o conforto, a integração e a qualidade das práticas, reflexões e vivências. Brevemente, divulgaremos o valor da contribuição – destinada unicamente a cobrir as despesas de estada e alimentação dos participantes.

A Saúde e as Emoções

A entrevista abaixo é um excelente aprendizado sobre o papel que as emoções tem em nosso bem estar. E como isto tem sido discutido e apresentado ultimamente!

Na semana passada assisti a uma palestra sobre depressão e a oradora disse da importância de assumirmos para nós que sentimos inveja em alguns momentos. Sim, porque é difícil para nós assumirmos isto.  A sociedade nos ensina a viver dentro de um modelo onde de um lado está o bem e de o outro o mal. Grande parte de nós acha que determinadas emoções e sentimentos nos colocam do lado do mal e não é assim. Podemos sentir inveja, sim. Mas, o que vamos fazer com esta inveja é que define o nosso caráter. Um estado emocional momentâneo não é determinante de nosso EU. Não é por que fazemos um determinado ato de caridade que somos uma pessoa altamente evoluída, assim como não é porque sentimos raiva ou inveja em determinadas situações que iremos nos sentir o pior dos seres humanos.

Se o companheiro de trabalho nos puxa o tapete, sentimos raiva, ficamos decepcionados. Penso  que dizer que iremos dar a outra face para que ele bata é nos agridir. Não estamos neste nível ainda. Aí, muitas vezes, reprimimos a emoção e nos detonamos!

Que, a partir da leitura da entrevista do Dr. Jorge Carvajal, possamos refletir sobre o que temos feito com nossas emoções.

Jorge Carvahal

Entrevista com o Dr. Jorge Carvajal, médico cirurgião da Universidade de Andaluzia, Espanha, pioneiro da Medicina Bioenergética. 10 de març0 de 2009.

Na realidade, boa parte das enfermidades são exatamente o contrário: são a resistência do corpo emocional e mental à alma . Quando nossa personalidade resiste aos desígnios da alma, adoecemos.

A Saúde e as Emoções

Há emoções prejudiciais à saúde?  Quais são as que mais nos prejudicam?

70 por cento das enfermidades do ser humano vêm do campo da consciência emocional. As doenças muitas vezes procedem de emoções não processadas, não expressadas, reprimidas.  O medo, que é a ausência de amor, é a grande enfermidade, o denominador comum de boa parte das enfermidades que temos hoje. Quando o temor se congela, afeta os rins, as  glândulas suprarrenais, os ossos, a energia vital, e pode converter-se em pânico.

Então nos fazemos de fortes e descuidamos de nossa saúde?

De heróis os cemitérios estão cheios. Tens que cuidar de ti. Tens teus limites, não vás além.    Tens que reconhecer quais são os teus limites e superá-los, pois, se não os reconheceres, vais destruir teu corpo.

Como é que a raiva nos afeta?

A raiva é santa, é sagrada, é uma emoção positiva, porque te leva à autoafirmação, à busca do teu território, a defender o que é teu, o que é justo. Porém, quando a raiva se torna irritabilidade, agressividade, ressentimento, ódio, ela se volta contra ti e afeta o fígado, a digestão, o sistema imunológico.

Então a alegria, ao contrário, nos ajuda a permanecer saudáveis?

A alegria é a mais bela das emoções, porque é a emoção da inocência, do coração e é a mais curativa de todas, porque não é contrária a nenhuma  outra. Um pouquinho de tristeza com alegria escreve poemas. A alegria com medo leva-nos a contextualizar o medo e a não lhe darmos tanta importância.

A alegria acalma os ânimos?

Sim, a alegria suaviza todas as outras emoções, porque nos permite processá-las a partir da inocência. A alegria põe as outras emoções em contato com o coração e dá-lhes um sentido ascendente. Canaliza-as para que cheguem ao mundo da mente.

E a tristeza?

A tristeza é um sentimento que pode te levar à depressão quando te deixas envolver por ela e não a expressas, porém ela também pode te ajudar. A tristeza te leva a contatares contigo mesmo e a restaurares o controle interno. Todas as emoções negativas têm seu próprio aspecto positivo.  Tornamo-las negativas quando as reprimimos.

Convém aceitarmos essas emoções que consideramos negativas como parte de nós mesmos?

Como parte para transformá-las, ou seja, quando se aceitam, fluem, e já não se estancam e podem se transmutar. Temos de as canalizar para que cheguem à cabeça a partir do coração. Que difícil!  Sim, é muito difícil. Realmente as emoções básicas são o amor e o medo (que é ausência de amor), de modo que tudo que existe é amor, por excesso ou deficiência. Construtivo ou destrutivo. Porque também existe o amor que se aferra, o amor que superprotege, o amor tóxico, destrutivo.

Fonte: texto da entrevista recebido através do grupo de discussão da Rede Zenitude, mantido noYahoo Grupos.

A energia das árvores

Elas estão por toda parte, cada uma no seu jeito. Frondosas, esguias, grandes, pequenas, secas, vistosas,r epletas de folhas, floridas.

As árvores, nossas amigas ancestrais, exercem um papel fundamental para a vida humana na Terra, atuando no combate à poluição, reduzindo o calor e protegendo-nos contra os raios solares. Além disso, minimizam as ações dos ventos e das poeiras e ainda absorvem os ruídos ou barulhos, fazendo com que nossas moradias se tornem ambientes mais tranquilos.

Comercialmente, as árvores são utilizadas para a produção de carvão, papel, combustíveis, colas, vernizes, resinas, tintas, gomas, cortiça e uma infinidade de objetos. Mesmo o cidadão com menor poder de consumo, e nos locais mais remotos, consome madeira, por exemplo, ao usar a lenha como combustível.

Creio que a importância das árvores em nossa vida faz parte do senso comum. Mesmo que não as conservemos ou cuidemos bem delas, sabemos que precisamos delas.

Porém, uma grande utilidade das árvores ainda pouco conhecida e utilizada é como fonte de energia vital. As árvores, assim como tudo que existe no planeta, são feitas de energia e são excelentes condutoras energéticas.

Existem várias propostas de trabalhos energéticos com árvores, que variam conforme a linha de pensamento. Ao final deste artigo, relaciono algumas delas. Mas, se deseja algo bem simples e eficaz, faça o seguinte:

A partir de agora, passe a ver as árvores como seres vivos, que estão compartilhando o mesmo ambiente que você. Respeite-as, cumprimente-as mentalmente e tente sentir a emanação energética de cada uma delas. Assim, você estará criando familiaridade com as árvores. Depois, parta para o contato. Sempre que sentir vontade, abrace uma árvore, calorosamente. Entregue-se ao abraço, envolva-a com seus braços, deixando seu coração em contato direto com o tronco da árvore amiga. Esqueça de tudo o que estiver à sua volta e curta o momento. Com certeza, você sairá do abraço renovado.

Continue lendo “A energia das árvores”

Estudo britânico confirma propriedade analgésica de hortelã brasileira

(Fonte: BBC – Brasil)

hortelabravaUma xícara de chá de um tipo de hortelã tem propriedades analgésicas equivalentes às de alguns remédios vendidos comercialmente, concluiu um estudo feito na Grã-Bretanha por uma pesquisadora brasileira.

Há séculos, a erva Hyptis crenata, conhecida como hortelã-brava e salva-de-marajó, vem sendo utilizada na medicina popular no Brasil para tratar desde dores de cabeça e estômago até febre e gripe.

Liderada pela brasileira Graciela Rocha, a equipe da Universidade de Newcastle, no nordeste da Inglaterra, fez estudos com ratos e provou que a prática popular tem base científica. O estudo foi publicado na revista científica Acta Horticulturae.

Graciela Rocha está apresentando seu trabalho no International Symposium on Medicinal and Nutraceutical Plants em Nova Déli, na Índia.


Tradição
De forma a reproduzir os efeitos do tratamento da maneira mais precisa possível, a equipe fez uma pesquisa no Brasil para descobrir como a erva é preparada tradicionalmente e que quantidades devem ser ingeridas.

O método mais comum de uso é ferver a folha seca em água durante 30 minutos e deixar que o líquido esfrie entes de bebê-lo. Os pesquisadores descobriram que quando a erva é ingerida em doses similares às indicadas na medicina popular, ela é tão efetiva em aliviar a dor como uma droga sintética, do tipo aspirina, chamada indometacina. A equipe pretende agora iniciar testes clínicos para descobrir quão efetiva a erva é no alívio da dor em humanos.

“Desde que os homens começaram a andar na Terra, temos procurado plantas para curar nossas aflições”, disse Graciela Rocha. “Na verdade, calcula-se que mais de 50 mil plantas sejam usadas no mundo com fins medicinais. Além disso, mais de a metade de todos os remédios vendidos com receita são baseados em uma molécula que ocorre naturalmente em alguma planta”.

“O que fizemos foi pegar uma planta que é amplamente usada para tratar a dor com segurança e provar cientificamente que ela funciona tão bem como algumas drogas sintéticas”, disse Rocha. “O próximo passo é descobrir como e por que a planta funciona”.

Sabor da Infância
Graciela disse que se lembra de ter tomado o chá como cura para todas as doenças da sua infância. Ela disse: “O sabor não é o que a maioria das pessoas na Grã-Bretanha reconheceriam como hortelã”.

“Na verdade, ela tem um gosto mais parecido com o da sálvia, que é uma outra erva da família das mentas”. “Não é muito gostoso, mas remédios não tem de ser gostosos, não é?”

A presidente da Chronic Pain Policy Coalition, entidade britânica que trabalha para combater a dor crônica, disse que a pesquisa é interessante. “São necessários mais estudos para identificar a molécula envolvida, mas este é um estudo interessante sobre um possível novo analgésico para o futuro”, disse Beverly Collett.

“Os efeitos de substâncias semelhantes à aspirina são conhecidos desde que os gregos, na Antiguidade, relataram o uso da casca do salgueiro para cortar a febre”.