Humanidade se une na “Hora do Planeta”!

Se você está entre os que se preocupam com a preservação de nossos recursos naturais e sabe da importância do uso da energia de forma consciente para evitar o aumento do aquecimento global, apague a luz no próximo sábado, dia 26 de março, às 20h30 (horário de Brasília). A Hora do Planeta (Earth Hour) iniciativa da ONG WWF, propõe conscientizar a população mundial sobre essas questões através dessa manifestação, onde as luzes serão apagadas por 60 minutos em data e hora marcada.

Os dados divulgados em estações metereológicas do mundo inteiro sobre o aquecimento global são assustadores: em 2010, a temperatura do planeta chegou a 0.62ºC acima da média. Estamos vivendo o período mais quente da história. Para estimular a reflexão sobre a importância dessa consciência à respeito do planeta, vários países já aderiram ao movimento, e apagarão as luzes dos seus principais monumentos.

Quando A Hora do Planeta foi criada, em 2007, a cidade de Sydney, na Austrália, foi a primeira a aderir ao evento. Inclusive, a ideia partiu da rede WWF de lá. Hoje, a campanha conta com mais de 35 países participantes, entre eles Colômbia, Suécia, Filipinas, China, África do Sul, Canadá e Rússia e Brasil. Na edição de 2011, Cingapura será o primeiro país a ficar no escuro, de acordo com o fuso horário.

No Brasil, São Paulo cortará a iluminação da Ponte Octávio Frias de Oliveira (Ponte Estaiada), o Obelisco do Ibirapuera, o Monumento às Bandeiras, o Teatro Municipal, o Mercado Municipal e o Estádio do Pacaembu. A Biblioteca Municipal Mário de Andrade, reinaugurada no último mês de janeiro, também terá suas luzes apagadas. No Rio de Janeiro, o Cristo Redentor, os Arcos da Lapa entre outros monumentos também terão sua iluminação apagada. Já em Florianópolis, até uma rede de shoppings vai ficar no escuro! E pelo terceiro ano consecutivo, Acre e Rio Branco participam da manifestação mundial.

No site oficial dedicado à Hora do Planeta (http://www.horadoplaneta.org.br/participe.php), há uma lista com mais de 100 empresas no Brasil que irão aderir à manifestação. Mas essa edição de 2011 tem um objetivo maior: a WWF quer trazer não só governos e prefeituras para participar, mas a população também. Algumas empresas e instituições estão promovendo programas para estimular seus funcionários a participarem. É o caso da Unilever, que tem feito uma campanha interna, transmitindo mensagens de consciência ambiental e engajando os colaboradores a participar da causa, além de promoções em site dos seus produtos na intenção de sensibilizar seus consumidores sobre a importância do movimento.

Participe você também! Se inscreva no site: http://www.horadoplaneta.org.br e apoie essa causa!
E não deixe de assistir ao belíssimo vídeo oficial da Hora do Planeta, com legenda em Português: http://video.br.msn.com/watch/video/video-oficial-da-hora-do-planeta-2011/66bicd4x

Leonardo DiCaprio doa um milhão de dólares para salvar tigres da extinção

A Rede Zenitude divulga, aplaude e apoia boas iniciativas em prol de um planeta melhor em grande ou pequena escala. Não importa o tamanho da ação, mas sim o desejo de fazer a diferença!

O ator americano Leonardo DiCaprio doou US$ 1 milhão para salvar os tigres da extinção, informou o Fundo Mundial para a Natureza (WWF, na sigla em inglês) . Treze países reuniram-se, na última semana de novembro, em São Petersburgo, para proteger o tigre.

“Se não tomarmos medidas agora, um dos animais mais emblemáticos do mundo poderá desaparecer em questão de décadas”, justificou o WWF em comunicado publicado pelas agências russas. Atualmente membro do comitê de direção do WWF, Leonardo DiCaprio declarou seu apoio na luta para tirar os tigres do risco de extinção. “Se salvamos os tigres também protegeremos as últimas florestas nativas do planeta e vamos melhorar a vida dos povos aborígenes”, apontou.

O ator americano viajou recentemente ao Nepal e ao Butão, como integrante de uma brigada contra a caça furtiva de elefantes. De acordo com o WWF, restam 3,2 mil tigres selvagens no mundo, 97% a menos que no início do século XX, quando eram mais de 100 mil.